Navegando por Assunto "Comics"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) História, narrativa gráfica e a ditadura militar em Belém: presente, passado e futuro pela ótica da arte sequencial(Universidade Federal do Pará, 2019-01-29) ARAÚJO, Plínio Sá de; ESTEVES, Carlos Leandro da Silva; http://lattes.cnpq.br/6758802097773377A proposta dissertativa está pautada na linha de pesquisa Linguagens e Narrativas Históricas: Produção e Difusão, do Mestrado Profissional de Ensino de História (PROFHISTÓRIA). O corpo dissertativo está dividido em quatro capítulos que se inter-relacionam objetivando a metodização de práticas de ensino de história, usando as histórias em quadrinhos como gênero literário capaz de narrar histórias de longa duração. Para tal, o trabalho pauta-se no diálogo entre características da semiótica, própria das histórias em quadrinhos, combinadas a proposições da teoria da história como narrativa histórica, consciência histórica e aprendizagem histórica. A realização desse diálogo está aliada a debates e oficinas de pesquisa realizada na Escola Ruth dos Santos Almeida, nos Parâmetros Curriculares Nacionais e no recorte historiográfico que antecede e inicia a Ditadura Civil-Militar, em Belém de 1964. O resultado do debate dessas proposições apresenta como produto uma HQ.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Letramento estatístico: gênero textual histórias em quadrinhos para o ensino da média aritmética(Universidade Federal do Pará, 2021-01-21) QUEIROZ, Carlos Alex Barreto de; NUNES, José Messildo Viana; http://lattes.cnpq.br/5188612973174798; https://orcid.org/0000-0001-9492-4914Esta pesquisa, que teve como uma de suas preocupações mostrar a possibilidade de uso do gênero textual Histórias em Quadrinhos para auxiliar alunos e professores no processo de ensino e de aprendizagem do objeto estatístico média aritmética, teve, como um de seus objetivos, mostrar que é possível desenvolver uma metodologia de ensino deste objeto estatístico, utilizando, como ferramenta para o processo de transposição didática, o gênero textual História em Quadrinhos. Assim, temos como foco a questão: “É possível utilizar o gênero textual Histórias em Quadrinhos no ensino da Estatística, para auxiliar no desenvolvimento do Letramento Estatístico em relação ao objeto Média Aritmética?”. Para o alcance deste fim, assumimos que o ensino se desenvolve através de um processo. Desta forma, apresentamos um percurso de estudo e ensino para o objeto em questão, abordando três momentos distintos de ensino que denominamos de “Dimensões” e que compõem nosso produto de pesquisa. Nossos momentos de estudo propostos, as três dimensões, tiveram como base teórica os estudos da pesquisadora Carmen Batanero, do professor Celso Ribeiro Campos, de James Watson, das pesquisas de Ângela Rama e Waldomiro Vergueiro, dentre outros. Para a concepção do letramento estatístico, utilizamos o modelo de letramento disposto por Gal, abordando elementos de conhecimento e disposição, tidos como necessários, para que uma pessoa adulta seja considerada letrada estatisticamente em meio a uma sociedade tecnológica. A abordagem de nossa pesquisa foi de cunho qualitativo, nos moldes de uma pesquisa Bibliográfica. As análises da nossa pesquisa a luz das teorias, tendo como foco a utilização de nossa proposta de ensino, mostram que é possível o ensino da média aritmética, por meio do gênero textual HQ, possibilita o desenvolvimento do pensamento e do letramento estatísticos dos alunos e favorece para o despertar para o hábito da leitura e da escrita, elementos essenciais para o surgimento das habilidades de criatividade, criticidade e reflexão.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Quadrinhos no ensino de História: uma experiência para a discussão de racismo na educação básica(Universidade Federal do Pará, 2020-12-28) LEAL, Elenn Cleidiane do Socorro Chaves; FONTES, Edilza Joana Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9447513031256372A presente pesquisa visa demonstrar como a arte dos quadrinhos pode ser utilizada como ponto de partida para a discussão de racismo na educação básica. Apresentando uma proposta de aula oficina com uma turma do 7º ano do Ensino Fundamental, de uma escola do munícipio de Mãe do Rio - PA, o trabalho busca contribuir para a promoção de um ensino de História voltado para o respeito à diversidade étnica do país, fomentando dentro da escola a luta contra o racismo. Como produto final desta dissertação, elaborou-se uma cartilha intitulada “Racismo, nem pensar!” o material em questão é resultado das oficinas e está dividido em duas partes. A primeira parte apresenta informações sobre o racismo e as tirinhas produzidas pelos discentes, já a segunda é composta pelo roteiro da oficina, que objetiva orientar aqueles que desejam discutir racismo utilizando histórias em quadrinhos. Espera-se que a cartilha ajude a sensibilizar as pessoas, a fim de que percebam o quanto o racismo é nocivo e deve, portanto, ser combatido.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Representações de mulheres gordas em quadrinhos de autoria feminina da/na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2023-03-29) GILLET, Fabiana Oliveira; SANTOS, Luiz Cezar Silva dos; http://lattes.cnpq.br/2449524316115443Propomos nesta pesquisa uma abordagem comunicacional sobre as histórias em quadrinhos com enfoque nas representações gráficas de personagens gordas. Busca-se compreender quais as representações de mulheres gordas em webcomics de autoria feminina da/na Amazônia, se existem estas representações e quais as leituras dessas quadrinistas sobre o corpo gordo, enquanto autoras e desenhistas mulheres e se existem quadrinistas que se identificam como mulheres gordas. Destaca-se a pertinência das discussões que envolvem os estudos do corpo gordo no Brasil, pesquisas ainda em desenvolvimento no âmbito das Ciências Sociais e da Comunicação. Considera-se que as representações sociais em produtos da mídia hegemônica têm papel fundamental na concepção e manutenção de modelos sociais constitutivos do imaginário, ordenando o que será aceito ou reprimido na sociedade. Assim, é importante enfatizar que as histórias em quadrinhos, enquanto mídia, são vetores de discursos e representações estereotipadas dos sujeitos (BOFF, 2014; EISNER, 2005; THENSUAN, 2020), criando e fortalecendo estigmas sociais como no caso da gordofobia (ARRUDA, 2021, JIMENEZ, 2020). Por isso, este estudo se alinha a ideia de que a partir do bios midiático (SODRÉ, 2002) que se desenvolve a gordofobia, o que evidencia a importância de uma abordagem sob a ótica da comunicação (ARRUDA, 2021). Pretendemos com o estudo contribuir para a pesquisa e debate sobre a comunicação enquanto vetor de manutenção ou transformação de modelos, estereótipos e estigmas sociais; refletindo acerca da gordofobia e do campo de estudos sobre gênero e histórias em quadrinhos. Com objetivo de analisar a representação de personagens e a produção de sentidos sobre corporalidades gordas em webcomics produzidos por quadrinistas mulheres da/na Amazônia, buscamos identificar personagens gordas nas webcomics e ilustrações de artistas mulheres da/na região amazônica, em seus perfis da rede social Instagram no período de 2015 a 2022; dialogar com as quadrinistas por meio de entrevistas semi-estruturadas (DUARTE, 2005; GASKELL, 2002) sobre a representação de mulheres gordas; analisar os sentidos apreendidos sobre corporalidades gordas nos dados coletados a partir de uma análise das imagens (JOLY, 2007) das ilustrações e webcomics fundamentada na semiótica peirceana; e discutir as representações do corpo gordo feminino e quais os sentidos produzidos e apreendidos por estas representações. Concluímos que os sentidos apreendidos nas representações apresentam convergências com os discursos de aceitação e amor-próprio difundidos na mídia hegemônica com base no movimento de aceitação corporal body positive/corpo livre em consonância com as biossociabilidades de consumo da indústria plus size (AIRES, 2019), gerando ressignificações nos regimes de visibilidade do corpo gordo, criando estereótipos positivos, com ainda invisibilização de corpos gordos maiores, os quais não existem no imaginário social, exceto por mínimas representações permeadas por estereótipos estigmatizantes.
