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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “A dedicação está no açaí”: a monocultura e seus efeitos na segurança alimentar em comunidades das ilhas de Abaetetuba-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2022-10-19) COSTA, Max José Costa e; RODRIGUES, Eliana Teles; http://lattes.cnpq.br/8360730445815109; https://orcid.org/0000-0001-6717-3174; CLAUDINO, Livio Sergio Dias; BARROS, Flavio Bezerra; http://lattes.cnpq.br/1618090996273410; http://lattes.cnpq.br/4706140805254262; https://orcid.org/0000-0002-6155-0511; https://orcid.org/0000-0002-6155-0511
    O presente trabalho estuda efeitos do aumento de cultivo de açaizais em áreas de domínio de várzea no estuário paraense. Especificamente se detém na parte insular do município de Abaetetuba, nordeste paraense, onde a palmeira (Euterpe oleracea Mart.) domina a paisagem, em substituição a diversidade vegetacional da várzea. Parte-se das seguintes questões: que efeitos a monocultura do açaí tem provocado nos territórios dos povos tradicionais da área insular do referido município? Estariam esses efeitos provocando insegurança alimentar, uma vez que já se percebe forte dependência do consumo de produtos comercializados na cidade, os quais antes eram encontrados localmente? As novas práticas de cultivo teriam alterado as relações ecológicas no ecossistema da várzea? Para responder essas questões buscou-se como objetivo central, analisar os efeitos da monocultura do açaí nos territórios tradicionalmente ocupados na área insular do município de Abaetetuba. Tomou-se como objetivos específicos: relacionar o uso ampliado de áreas cultivadas com açaizeiros e a segurança alimentar dos agentes sociais da pesquisa; identificar alterações físicas na área em estudo ligadas às práticas monocultoras de açaí, e por fim, verificar quais agentes da cadeia produtiva são mais afetados no processo de comercialização desse fruto. A pesquisa é de natureza qualitativa com aporte etnográfico, a fim de fazer uma “nova descrição” (ALMEIDA, 2018) com base no diálogo com agentes sociais diretamente envolvidos nesse sistema, por meio de oficinas de autocartografia desses territórios. O trabalho aponta como um dos resultados, a mudança no modo de vida, aqual se junta àquela expressa na forma de grandes empreendimentos intensivos de capital, que tem transformado a várzea em um território em disputa (ACSELRAD, 2013), cujo efeito maior é a desterritorialização (HAESBAERT, 2004) de povos tradicionais da várzea.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A Amazônia no século 21: novas formas de desenvolvimento
    (Universidade Federal do Pará, 2012-12) LOUREIRO, Violeta Refkalefsky
    Este trabalho tem como eixo a seguinte questão: é viável pensar em outra forma de desenvolvimento para a Amazônia brasileira - alternativo em relação à via hegemônica - sob a qual os habitantes e a natureza da região não sejam tão explorados, a natureza seja melhor conservada e os conflitos sociais, reduzidos? Como resposta, este artigo procura analisar a viabilidade de se construir uma vida mais justa e digna para todos, a partir de parâmetros de desenvolvimento diferentes, e por isso alternativos em relação aos parâmetros definidos e impostos pelo modelo hegemônico em vigor no mundo ocidental, que se tem mostrado indiferente aos incontáveis desacertos e males que desencadeia nos países e regiões periféricas. Não se trata, aqui, de negar a existência de uma globalização em curso no mundo e seus impactos, especialmente sobre as regiões periféricas; mas de acreditar que apesar dela, e paralelamente a ela, é possível desenvolver mudanças positivas e muito significativas em favor da região e de seus povos, desde que haja uma mobilização das muitas forças internas e recursos de que a Amazônia dispõe.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Capoeira: sobrevivência e resistência na sociedade do capital
    (Universidade Federal do Pará, 2023-08-14) SILVA, Francisco Márcio Costa da; SILVA, Élido Santiago da; http://lattes.cnpq.br/3584642268601018; https://orcid.org/0000-0003-2545-0860
    O presente estudo traz no seu escopo apontamentos que delineiam as configurações da Capoeira na atualidade e suas funções na conjuntura social cotidiana. Partindo do princípio de que a Capoeira é uma prática originada na diáspora, como forma de se contrapor a um sistema opressor (ABIB, 2004), e foi consolidada no Brasil ainda no período escravagista (Rego, 1968), a mesma ainda se mantém e possui abrangência nacional e internacional, fazendo-se presente em mais de 150 países nos cinco continentes segundo o último levantamento do IPHAN (2014). Assim, o problema da presente pesquisa é entender como uma prática secular oriunda da época da escravização mantém-se frente ao sistema vigente (o capitalista), que segundo Mészáros (2005), transforma tudo em mercadoria. Nessa busca foram utilizadas como referências deste trabalho: Marx (2007, 2008, 2011, 2013), Mészáros (2005, 2015), Antunes (2009), Vasquez (2011) dentre outros, que forneceram subsídios para compreender como funciona o sistema supracitado. No que tange a Capoeira, foram utilizados os trabalhos de Rego (1968), Brito e Granada (2021), Khol (2014), Araújo (2006, 2008), Campos (2001, 2009), Falcão (2004, 2011), Abib (2004) dentre outros, que delineiam as condições e demais aspectos que Capoeira vivenciou enquanto prática desportiva e cultural, (re)existindo ao tempo e as mudanças estruturais impulsionadas pelo capitalismo. Com o objetivo de entender como a Capoeira mantém-se até a atualidade e quais suas interfaces, foi buscado no âmbito nacional e internacional, pessoas capoeiristas que estão na prática há no mínimo 10 anos e lhes foi-lhes indagado acerca da maneira como a Capoeira faz-se presente em seus respectivos ambientes. Como resultado, verificou-se que houveram inúmeras mudanças nessa prática desde os primórdios, mas foi sua capacidade de se metamorfosear que a permitiu adaptar-se as demandas sociais transformando-se em uma prática plural. Entretanto, foi apontada sua condição enquanto mercadoria como preponderante, sendo esse caminho que garantiu outras possibilidades de sobrevivência frente ao sistema capitalista, sendo o trabalho (tanto no seu sentido formativo quanto no laboral, de subsistência) o pavimento que viabilizou sua longevidade e permanência até a atualidade, ratificando a condição embrionária da Capoeira enquanto resistências as mais diversas situações.
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