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Navegando por Assunto "Comportamento - Modificação"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos das propriedades formais de regras em forma de pedido sobre o comportamento de escolha
    (Universidade Federal do Pará, 2013-06-21) LOPES, Danielly da Silva; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos de; http://lattes.cnpq.br/5261537967195189
    O presente estudo investigou os efeitos da manipulação de justificativas sobre o seguimento de regras. Mais especificamente, procurou investigar os efeitos de um pedido para a ocorrência do seguimento de regra que descreve que a emissão do comportamento produziria reforço imediatamente (Regra I) e para a ocorrência do seguimento de regra que descreve que a emissão do comportamento produziria reforço no final da pesquisa (Regra F). Participaram da pesquisa trinta e seis estudantes universitários distribuídos igualmente em seis Condições experimentais. Foi utilizado um procedimento de escolha de acordo com o modelo. A tarefa consistia em apontar para cada um de três estímulos de comparação, em uma determinada sequência. O participante ganhava pontos, em esquema de reforço contínuo, pelo não seguimento das sequências de respostas descritas nas regras I e F. No entanto, se o participante, após a última tentativa (40ª tentativa) da fase 2 de cada Condição, seguisse a regra, no mínimo, em 70 das 80 tentativas do experimento, o mesmo ganhava 100 pontos ao final da pesquisa. Os resultados sugerem que manipulações de justificativas para o seguimento de regras, isto é, manipulações de propriedades formais de regras, podem determinar o comportamento de seguir regras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos de instrução e de automonitorização sobre seguimento de regras para aplicação de insulina em crianças com diabetes Tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-22) MOREIRA, Alana dos Anjos; FERREIRA, Eleonora Arnaud Pereira; http://lattes.cnpq.br/6600933695027723
    O diabetes mellitus Tipo 1 (DM1) é uma das mais graves doenças crônicas diagnosticadas em crianças e adolescentes. O tratamento requer um complexo conjunto de ações, incluindo a emissão diária de comportamentos de mensurar a glicemia e de aplicar insulina. Entretanto, a literatura nacional ainda é escassa em estudos com esta população, em especial sobre fatores relacionados à adesão ao tratamento. Esta pesquisa foi realizada em duas etapas: na Etapa 1, o objetivo foi caracterizar crianças com DM1 atendidas em um hospital universitário (HU) de referência para o tratamento do diabetes; e, na Etapa 2, foi analisar os efeitos do uso de instrução e de automonitorização, de acordo com a sua ordem de apresentação, sobre o comportamento de seguir regras para o uso de insulina em crianças com DM1, relacionando com o apoio familiar relatado por essas crianças. Na Etapa 1, participaram onze crianças com DM1 com idade entre 9 a 12 anos; na Etapa 2, duas crianças com DM1 e seus respectivos cuidadores. Na Etapa 1, a coleta de dados foi realizada em sala de espera do ambulatório de Endocrinologia do HU e, na Etapa 2, na residência de cada criança. Os instrumentos utilizados na coleta de dados foram: Jogo de Adesão ao Tratamento (JAT); Roteiro de Entrevista sobre Insulina; Inventário de apoio familiar ao tratamento; Protocolo para análise de prontuário; Recordatório 24 horas; Manual com instruções sobre a aplicação de insulina; Jogo sobre aplicação de insulina; e, Formulário de Automonitorização. Os resultados obtidos na Etapa 1 demonstraram que: (a) por meio do JAT, a maioria das crianças soube ordenar de maneira correta as imagens do jogo, indicando que os participantes tiveram acesso às regras para o uso da insulina no desjejum; (b) as crianças não apresentavam um bom controle glicêmico, de acordo com dados dos prontuários, haja vista que a maioria apresentou resultados do exame de hemoglobina glicada acima de 8%, independentemente do tempo de diagnóstico; (c) a maioria dos participantes (n= 9) declarou que usava a caneta para se aplicar insulina; (d) a maioria (n= 8) relatou autonomia quanto a mensurar a glicemia e aplicar a insulina, comportamentos aprendidos com um familiar; e (e) a maioria relatou receber apoio emocional para lidar com o DM1, enquanto o menor apoio familiar percebido se relacionava à aplicação da insulina e à prática de atividades físicas. Na Etapa 2, quanto à aplicação da insulina, observou-se em todas as fases que os valores de glicemia pré-prandial não foram utilizados por ambos os participantes como dicas para selecionar a unidade de insulina ultrarrápida a ser utilizada antes das refeições. Estes resultados sugerem que tanto o Manual de instruções quanto os Formulários de automonitorização, assim como os Recordatórios 24 horas, não produziram mudanças no comportamento dos participantes quanto a este quesito. Levantou-se a hipótese de elaboração de autorregras quanto ao uso de um valor mediano de insulina por ambos os participantes. Quanto à ordem de apresentação dos instrumentos, os dados sugerem que houve melhor adesão após a introdução do Manual, pois neste contexto os relatos dos dois participantes foram mais consistentes com as regras do tratamento em relação à ocorrência dos comportamentos de mensurar a glicemia e de aplicar a insulina. Ambos relataram ter dificuldade de acesso aos insumos para o tratamento. Observou-se que o apoio familiar não pareceu ser uma variável com relação direta sobre o conhecimento sobre insulina e a sua forma de aplicação pelos participantes. Espera-se que esta pesquisa tenha contribuído para a literatura sobre adesão ao tratamento de crianças com DM1 quanto ao seguimento de regras sobre a aplicação de insulina, sugerindo a utilização de instruções com justificativas, seguida de formulários de automonitorização como tecnologia comportamental na promoção de comportamentos de adesão ao tratamento nesta população.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Intervenção ao autismo via ensino de cuidadores
    (Universidade Federal do Pará, 2014-07-16) BORBA, Marilu Michelly Cruz de; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X
    O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é um distúrbio do desenvolvimento de grande prevalência na população mundial. A intervenção analítico-comportamental ao autismo vem sendo apontada internacionalmente com uma das formas mais efetivas de atendimento, desde que individualizada, intensiva, precoce e extensiva. Nessas condições, embora altamente efetiva, a intervenção analítico-comportamental é inacessível à maioria da população afetada no Brasil. Neste sentido, intervenções via cuidadores podem constituir uma alternativa eficiente e viável. Entretanto, pesquisas sobre a efetividade dessas formas de intervenção indireta são escassas, especialmente no Brasil. O objetivo deste trabalho foi desenvolver um programa de intervenção via cuidadores e avaliar sua eficácia para ensino de habilidades básicas (sentar, esperar, toque aqui, atender ao nome, rastreamento visual, imitação com e sem objeto). Participaram seis crianças, com até seis anos, diagnosticadas com TEA e seus respectivos cuidadores. Os cuidadores passaram por ensino conceitual e prático e eram supervisionados semanalmente. Os programas eram aplicados prioritariamente por tentativa discreta. Os resultados mostraram efetividade da intervenção via cuidadores, com amplo sucesso dos programas para desenvolver os desempenhos básicos acima mencionados. Também foi documentada a manutenção e generalidade dos repertórios aprendidos. Adicionalmente, o presente trabalho de tese inclui outros dois componentes que constituem relatos de pesquisa básica sobre a aquisição de tatos e mandos, as quais foram conduzidas no contexto do atendimento via cuidadores cujo estabelecimento foi relatado no primeiro componente. A viabilidade desses estudos subsequentes mostra que o ambiente de um serviço bem estruturado de intervenção comportamental ao autismo é também profícuo para o desenvolvimento de pesquisa básica sobre variáveis de procedimento para aquisição de repertórios específicos.
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