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Navegando por Assunto "Comportamento ingestivo animal"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Consumo, digestibilidade dos nutrientes e comportamento ingestivo, em ovinos sob dieta com níveis de inclusão de farelo de dendê (Elaeis guineenses)
    (Universidade Federal do Pará, 2014) PINHO, Bianca Damasceno; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420; LOURENÇO JÚNIOR, José de Brito; http://lattes.cnpq.br/2919433679918544
    O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos dos níveis crescentes de farelo de dendê (Elais guineensis) - FD, nos níveis de 0, 15, 30, 45 e 60% na matéria seca total da dieta, em substituição à silagem de milho sobre o consumo voluntário, digestibilidade aparente dos nutrientes e comportamento ingestivo em ovinos. Foram utilizadas 20 fêmeas, com média de 35 kg, mantidas em gaiolas metabólicas individuais, que recebiam a dieta em duas refeições, as 8h e 17h, distribuídos em delineamento inteiramente ao acaso, em cinco tratamentos e quatro repetições. O experimento foi realizado na Embrapa Amazônia Oriental, Belém, Pará, durante 30 dias, dos quais 21 de adaptação à dieta e instalações, cinco dias de coleta de dados para determinação do consumo e digestibilidade aparente dos nutrientes, e quatro dias de avaliação do comportamento ingestivo animal. Foram observados efeito linear crescente (P>0,05) nos consumos de todos os nutrientes, com exceção do extrato etéreo (EE) e carboidrato não fibroso (CNF), que não apresentaram efeito (P>0,05), em função dos níveis de FD na dieta. Observou-se efeito quadrático (P<0,05) sobre a digestibilidade aparente dos nutrientes, com valores máximos nos níveis de 31% a 40,4% de inclusão de FD na dieta, exceto para o coeficiente de digestibilidade do EE (CDEE) e coeficiente de digestibilidade do CNF (CDCNF), que não apresentaram efeito (P>0,05). Os animais reduziram o tempo de alimentação e aumentaram o tempo despedido em ócio, com valor máximo de 14 horas/dia, com a inclusão de 37,62% de FD. O número de bolos ruminados por dia não foram influenciados pelos níveis de FD na dieta, enquanto o tempo de ruminação por bolo apresentou comportamento quadrático, com valor mínimo de 44,37/segundo, no nível de 35,19% de FD. O número de mastigações merícicas (NMM) apresentou comportamento quadrático, com valores mínimos estimados de 51,16 MM/bolo e 32.002,44 MM/dia, respectivamente, com 33,68% e 35,06% de inclusão do subproduto. Os consumos de matéria seca (MS) e fibra em detergente neutro (FDN) foram influenciados pelos níveis de FD na dieta, o que provocou alterações na eficiência de alimentação e ruminação (g MS e g FDN/hora) e ruminação em (g MS e g FDN/bolo). A inclusão de FD aumenta o consumo de MS da dieta, melhora o comportamento ingestivo e, quando utilizada até o nível de 40% na dieta, não compromete a digestibilidade dos nutrientes.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Feeding preferences of experienced and naïve goats and sheep for the toxic plant Ipomoea carnea subsp. fistulosa
    (Universidade Federal do Pará, 2015-09) OLIVEIRA JÚNIOR, Carlos Alberto de; CORREA, Gabriela Riet; LIMA, Everton Ferreira; LEITE, Danilo Maia; PFISTER, James A.; COOK, Daniel; CORREA, Franklin Riet
    Ipomoea carnea é uma planta tóxica para caprinos e bovinos, que podem desenvolver o hábito de ingeri-la de forma compulsiva. O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento ingestivo de caprinos e ovinos habituados e não habituados a ingerir I. carnea. O estudo utilizou três grupos de cinco caprinos (Grupo 1, animais previamente intoxicados pela planta; Grupo 2, controle; Grupo 3, animais adaptados a ingerir a planta fresca) e dois grupos de cinco ovinos (Grupo 4, animais previamente intoxicados pela planta; e Grupo 5, controle). Para o teste, os animais foram introduzidos por 10 minutos, durante 4 dias consecutivos, em uma baia retangular (5x7m), com 4 caixas de alimentação, cada uma com 200g de um alimento diferente (Ipomoea carnea; concentrado comercial; capim verde recém colhido, principalmente Brachiaria spp.; e feno de Cynodon dactylon). A ingestão de concentrado foi significativamente maior (P<0,05) do que o consumo de capim verde, feno e I. carnea. Em um segundo ensaio de 4 dias, em que o concentrado foi substituído por Amorimia septentrionalis recém-colhida, a ingestão de capim verde (Brachiaria spp.) foi significativamente maior (P<0,05) do que o consumo dos outros alimentos. Em nenhuma das duas espécies, houve diferenças no comportamento ingestivo entre animais habituados e não habituados a ingerir I. carnea. Os resultados sugerem que ovinos e caprinos habituados e não habituados a ingerir I. carnea não preferem a planta quando é oferecida com outros alimentos ou forragens, o que sugere que os animais irão evitar a planta e não haverá intoxicação se outras opções de alimentos estão disponíveis.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Óleo de fritura residual na alimentação de ovinos: consumo e digestibilidade
    (Universidade Federal do Pará, 2014-08-27) OLIVEIRA, Cristiane do Socorro Barros de; RÊGO, Aníbal Coutinho do; http://lattes.cnpq.br/4330113577933018; FATURI, Cristian; http://lattes.cnpq.br/8389692203753236
    Objetivou-se avaliar o efeito da inclusão de óleo de fritura residual no consumo e digestibilidade aparente da matéria seca e dos nutrientes das dietas e balanço de nitrogênio. No ensaio do consumo e digestibilidade aparente utilizou-se 20 cordeiros da raça Santa Inês, com idade média de 90 dias e peso corporal médio inicial de 19,29±3,17 kg, em delineamento inteiramente casualizado. O período experimental teve duração de 19 dias, 14 dias de adaptação e cinco de coleta total das dietas fornecidas, sobras, fezes e urina. A coleta total das fezes foi realizada em coletores de plástico e pesada diariamente. A urina foi coletada em baldes de plástico e adicionada diariamente nos coletores solução de ácido clorídrico a 10%. Os animais foram alojados em gaiolas metabólicas individuais e alimentados duas vezes ao dia, com dietas a base de volumoso e concentrado (50:50), enquanto o óleo residual foi incluído nas dieta nas concentrações 0; 2; 4; 6 e 8% da matéria seca do concentrado. A adição do óleo de fritura residual não apresentou efeito significativo (p>0,05) no consumo de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), matéria orgânica (MO), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente acido (FDA), carboidrato total (CHOT), carboidrato não fibroso (CNF). No entanto, o consumo de extrato etéreo (CEE) aumentou linearmente com a inclusão de óleo no concentrado, Y= 0,0244+0,0051X (p<0,01). Também, não houve efeito na digestibilidade da MS, PB, MO, FDN, FDA, CHOT e CNF e balanço de nitrogênio. A digestibilidade do EE aumentou linearmente com a inclusão do óleo na dieta, Y= 83,68+1,66X (p<0,01). A inclusão do óleo de fritura residual, na dieta de ovinos, no nível de inclusão de até 8% na matéria seca no concentrado pode ser utilizada sem prejuízo ao consumo e digestibilidade dos nutrientes.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Óleo de palma na alimentação de ovinos, degradabilidade ruminal e digestibilidade aparente
    (Universidade Federal do Pará, 2014-02-28) MORAIS, Eziquiel de; ÁVILA, Sandra Cristina de; http://lattes.cnpq.br/9683521652094464; SILVA, André Guimarães Maciel e; http://lattes.cnpq.br/8940750096354420
    Foram estudados os efeitos de inclusões crescentes de óleo de palma nos parâmetros de degradação ruminal in situ dos nutrientes, matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA), da silagem de capim elefante e a digestibilidade aparente da MS, MO, PB, FDN, FDA e extrato etéreo (EE) das dietas experimentais em ovinos. Foram testados os seguintes tratamentos: inclusão de óleo de palma em 0, 25, 50, 75 e 100 g/kg MS da dieta total. As dietas constituíam de silagem de capim elefante e concentrado a base de milho, farelo de soja e mistura mineral, o óleo de palma foi misturado ao concentrado para facilitar a distribuição, mantendo-se uma relação volumoso:concentrado de 1:1, formuladas para serem isoprotéicas, isofibrosas, porém não isoenergéticas oferecidas na razão de 1.5% do peso vivo (consumo restrito). Não foram observadas semelhanças significativas (P>0.05) nas variáveis de degradação ruminal avaliadas, até a inclusão de 75 g de óleo /kg MS. A matéria orgânica apresentou redução linear na digestibilidade aparente, efeito contrário ao observado para o EE que apresentou aumento linear na digestibilidade aparente, os demais nutrientes não tiveram suas digestibilidades afetadas pelas inclusões de óleo de palma à dieta, e indica que essa fonte lipídica pode ser utilizada em níveis superiores às recomendações para inclusão de gordura livre à dieta de ruminantes.
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