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Navegando por Assunto "Comunidades quilombolas"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Conflito socioambiental e gestão de recursos naturais em territórios quilombolas marajoaras: o caso da comunidade Deus me Ajude, Salvaterra, Marajó/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-19) LEÃO, Raphaela Cibelly dos Santos; MORAES, Sérgio Cardoso de; http://lattes.cnpq.br/4568311568729454; LOPES, Luis Otávio do Canto; http://lattes.cnpq.br/1013147545099173
    O estudo investigou a relação entre os conflitos socioambientais e a gestão de recursos naturais em territórios quilombolas da Ilha de Marajó/PA. Para tanto, tomou-se o contexto das comunidades quilombolas do município de Salvaterra, mais especificamente, o da comunidade Deus me Ajude. A apreciação, conduzida sob a perspectiva teórica dos conflitos socioambientais e da gestão de recursos naturais, baseou-se numa investigação de caráter qualitativo, utilizando-se de análise documental e bibliográfica, além da realização de pesquisa de campo. No universo de pesquisa, sucede que fazendeiros confinantes, objetivando satisfazer seus interesses, apropriam-se de modo particular de áreas necessárias as comunidades quilombolas, algo que tem gerado uma série de condições limitantes aos modos de produzir e organizar a vida social dos comunitários. No entanto, diante da ação dos fazendeiros a reação dos comunitários não é de marasmo, contrariamente, os quilombolas intensificam sua organização coletiva e posicionam-se diante do grupo oponente. Surge daí, em virtude da redução abrupta de recursos naturais ao acesso e controle quilombola, um movimento autônomo de construção coletiva de estratégias organizativas e adaptativas que figuram, neste cenário, quanto gestão de recursos naturais. O grupo quilombola cria, de maneira independente e endógena, formas de administrar os recursos disponíveis, objetivando satisfazer as demandas e necessidades do sustento familiar. Por esta perspectiva, os conflitos socioambientais, embora provoquem inúmeros efeitos negativos e danosos ao cotidiano quilombola, é substancial a ao adensamento da luta quilombola, bem como favorece/ auxilia a gestão de recursos naturais.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Cordas que tecem a história: identidade e cultura quilombola na Amazônia paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2018-04) SANTOS, Fabrício Rodrigues dos
    De acordo com a história da região e os relatos de moradores, a localidade faz parte de uma “grande porção de terras em que, no passado, várias famílias de negros fugitivos ou não” habitaram e constituíram seus pequenos grupos familiares a partir do processo de convivência marital. Ressalta-se esta forma de laços familiares, porque as pessoas do lugar ainda apresentam a constituição familiar por meio do que chamam de “viver juntos”. Diga-se que, para a modernidade, seria o casamento. Como as terras eram consideradas “Terras devolutas” da Coroa portuguesa (leia-se terras sem dono), muitos negros passaram a habitar e fazer suas moradias. O lugar trata-se de uma ilha de terra firme em meio aos campos naturais de Tracuateua; antigamente fora conhecida por “Pequena Ilha Ponta da areia”. Neste período, para se acessar a localidade, havia um caminho que até hoje existe no lugar, agora denominado de “Pontinha” – também terra de negros. Consta que os moradores iniciais descendem das Famílias Gomes, Rosário e Monteiro; consideradas famílias de precursores de outras comunidades quilombolas de Tracuateua (exemplo, Torre e Cigano), das quais surgiram os primeiros desbravadores da Ilha/Pontinha, sendo que, ao longo dos anos; outras famílias de traços nordestinos e indígenas também passaram a fazer parte do território. Porém sempre conheceram a localidade como sendo de cunho tradicional, oriunda de povos negros da região de campos de Tracuateua. Neste ínterim, outras pessoas também oriundas das comunidades de remanescentes: Jurussaca e Cigano migraram para a Ilha, estabeleceram propriedades e formaram famílias. Contudo, este contexto sócio-histórico já está visibilizado como um território Afrodescendente. A intenção é compreender como as famílias de remanescentes estão constituindo seu território, considerando os aspectos ancestrais e as ponderações da modernidade. esta pesquisa se afirma por meio de métodos qualitativos (CHIZZOTTI, 2003).
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Inflorescência terminal da bananeira em dois atlas linguísticos brasileiros: um estudo comparativo
    (Centro Latinoamericano de Estudos em Cultura, 2019-08) DIAS, Marcelo Pires; OLIVEIRA, Marilúcia Barros de
    Trata o presente artigo da diversidade lexical a partir de dados do Atlas Geossociolinguístico Quilombola do Nordeste do Pará (AGQUINPA) e do Atlas Linguístico do Brasil (ALiB). Trata-se de um estudo comparativo que tomou como base as respostas mapeadas nos dois atlas referidos para a questão 44 do Questionário Semântico-lexical do ALiB. O ALiB registrou respostas obtidas nas capitais brasileirase considerou doisníveis de ensino: fundamental e superior. Já o AGQUINPA registrou a diversidade lexical emseis comunidades quilombolas localizadas no Nordeste Paraensee considerou apenas o ensino fundamental. Os resultados apresentados nos dois atlasmostram número alto de variantes para a referida questãoa depender da regiãoe apresentam diferenças e semelhanças entre a variedade usada nas capitais brasileirase nas comunidades quilombolas paraenses.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A Morosidade do processo de titulação como ameaça às comunidades quilombolas do Marajó: a análise da ação de antagonistas no município de Salvaterra
    (Universidade Federal do Pará, 2023-03-24) CAMPOS, Thalyta Brandão de; ACEVEDO MARIN, Rosa Elizabeth; http://lattes.cnpq.br/0087693866786684; https://orcid.org/0000-0002-7509-3884
    A titulação dos territórios quilombolas é uma ferramenta de fundamental importância para a efetivação de direitos das comunidades que historicamente lutam para se manterem nas terras que tradicionalmente ocupam. O presente trabalho é desenvolvido com o objetivo de identificar e analisar as ações dos antagonistas (fazendeiros) diante da ausência do título definitivo das comunidades quilombolas do Munícipio de Salvaterra, Ilha do Marajó no Pará. Por meio de pesquisa bibliográfica, análise documental e entrevistas é possível concluir que apesar do extenso arcabouço jurídico que reconhece o direito territorial das comunidades quilombolas, a efetivação deste é prejudicada não apenas pelo processo administrativo moroso e burocrático instalado no Brasil, mas também pela atuação de antagonistas ao processo de titulação, que agem violando direitos face à fragilidade das comunidades que não possuem o documento de suas terras.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Notas sobre as vivências de criança numa comunidade quilombola: brincando e aprendendo
    (Universidade Federal do Pará, 2018) SILVA, Emanuele Nazaré da
    Diversas relações e experiências são vivenciadas no território de uma comunidade quilombola. As crianças fazem parte do estabelecimento de práticas e saberes que, para olhos despreparados, soam como simples e corriqueiras atividades, mas que carregam uma vasta carga identitária e necessária para a perpetuação e rememoração do sentimento de pertencimento, fundamental dentro da comunidade quilombola...
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Reflexões sobre construção de fronteiras sociais e étnicas: levantamentos etnográficos e estudos de caso no contexto regional do Baixo Amazonas, Santarém-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2020-08-05) DEL ARCO, Diego Pérez Ojeda; O’Dwyer, Eliane Cantarino; http://lattes.cnpq.br/7254906067108841; https://orcid.org/0000-0003-0523-188X
    Considerando os distintos processos identitários étnicos protagonizados por grupos sociais que orientam as suas ações em prol do autorreconhecimento enquanto comunidades remanescentes de quilombos na região do Baixo Amazonas, o objetivo geral deste trabalho é analisar aprodução e reprodução da etnicidade partindo do entendimento de que ela não decorre de descontinuidades culturais empiricamente observáveis. Cientes de sua variação, destacamos as complexas relações existentes entre etnicidade e cultura por meio de uma etnografia dos processos políticos de reconhecimento territorial como quilombo feita com base na análise situacional realizada na comunidade quilombola de Surubiu-Açú, cuja associação comunitária foi a última em passar a compor a Federação das Organizações Quilombolas de Santarém (FOQS), e na comunidade quilombola de Saracura, uma das primeiras comunidades em passar a se autorreconhecer como quilombola no município de Santarém, Pará. Assim, levando em conta diferentes escalas de análise, daremos ênfase aos contextos de interação onde a identidade étnica é manifestada, seja na interação social com outras comunidades vizinhas ou com o próprio Estado, na reivindicação de direitos étnicos e territoriais. Com isso, as similitudes presentes nos modos de fazer, criar e viver observadas entre as comunidades quilombolas e “ribeirinhas”, serão comparadas contrastivamente aos diferentes processos de distintividade cultural. É justamente por meio desses processos que sinais diacríticos são eleitos e se tornam relevantes tanto na interação intercomunitária, quanto na configuração de identidades étnicas e políticas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Saberes tradicionais quilombolas e a política nacional de assistência técnica e extensão rural: o caso do Arapapuzinho (Abaetetuba-PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03-29) GOMES, Rosenilda Botelho; TAVARES, Francinei Bentes; http://lattes.cnpq.br/2305847447719005
    Os povos quilombolas perseveram na luta pela constituição de direitos e, apesar de algumas conquistas, ainda se encontram em vias de acessa-los plenamente. E, com a efetivação da ATER (Assistência Técnica e Extensão Rural) no território, que representa o conhecimentos técnicos científicos e os quilombolas com o saber tradicional no desenvolvimento da agricultura. Sendo que ambos são de suma importância para o desenvolvimento das atividades agrícolas. Assim, esta dissertação consiste em analisar se a ATER está contribuindo para o fortalecimento da agricultura familiar no território quilombola, no que diz respeito à organização produtiva, ao manejo sustentável e ao diálogo com os saberes socioambientais desses povos tradicionais na comunidade de Arapapuzinho, em Abaetetuba-PA. Esta investigação centrou-se na referida comunidade onde os quilombolas trabalham na agricultura, usando os conhecimentos passados de pai para filho. Assim, traz-se para a discussão o papel do Estado e dos Movimentos sociais na Política Nacional da ATER (PNATER) para os quilombolas; o desenvolvimento das atividades da agricultura familiar mediante as orientações técnicas; os saberes dos quilombolas nos plantios e cultivos na agricultura; e, por fim, a mediação dos agentes de desenvolvimento entre o conhecimento técnico-científico e os saberes populares e as contribuições da PNATER para os agricultores. Por meio de um Estudo de Caso, esta pesquisa é sustentada pelos seguintes autores: Yin (2014); Gil (2008); Minayo (2013) e Triviños (1987), além de autores que dialogam com a discussão teórica sobre os saberes, entre eles: Diegues (2000, 2001); Cunha (2007) e outros. Porém, não se pode deixar de enfatizar sobre o papel do Estado e os que debatem sobre outros temas, no caso a ATER, como Schmitz (2003); políticas públicas, como Pierre Muller; e, Yves Surel (2000); e, dentre os demais temas, Freire (1983, 1987) e muitos outros teóricos que estão subsidiando esse texto. Utilizou-se a pesquisa qualitativa, a observação participante e a entrevistas semiestruturadas, dirigida aos agricultores quilombolas, técnicos e coordenador da COODERSUS (Cooperativa de Trabalho em Apoio ao Desenvolvimento Rural Sustentável), que prestou assistência aos agricultores, e representantes do movimento quilombola – ARQUIA (Associação dos Remanescentes de Quilombos das Ilhas de Abaetetuba). Os resultados despontam o fortalecimento da agricultura familiar, com a presença da ATER, sendo que a cooperativa apresenta uma inovação de orientação que busca a interdependência econômica, social e ambiental, que consolida um modelo de desenvolvimento sustentável. Por outro lado, expõe que o desenvolvimento local e o aumento produtivo estão nas práticas do conhecimento técnico, entretanto, não desmerece o saber tradicional. Temos também a resistência dos quilombolas diante da orientação técnica em relação à transição agroecológica, pois, mesmo reconhecendo a importância da ATER, esses agricultores continuaram a desenvolver a atividade da roça e do manejo do açaí conforme os seus saberes. A presença de conflitos e as relações de poder foi perceptível nas ações da ater no território.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Variação e territorialização linguísticas: um estudo geolinguístico da diversidade lexical em comunidades quilombolas do Baixo Amazonas
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06-28) COSTA, Celiane Sousa; OLIVEIRA, Marilucia Barros de; http://lattes.cnpq.br/9728768970430501
    Fundamentada nos pressupostos teóricos e metodológicos da Dialetologia Pluridimensional (RADTKE; THUN, 1996; THUN, 1998, 2000, 2009, 2010a; ALTENHOFEN, 2013, 2014), esta tese investiga o uso de itens léxicos. Aborda correlações entre variantes, contatos intervarietais, espaço pluridimensional e suas implicações na territorialização linguística. É um estudo de caso da territorialização linguística de variantes, desenvolvido a partir do tema variação lexical do português falado em comunidades quilombolas do Baixo Amazonas paraense (Abuí, Água Fria, Arapucu, Silêncio, Pacoval de Alenquer, Saracura e Tiningu) e com base em uma amostra diversificada e oral das ocorrências léxicas. O objetivo central desta pesquisa é descrever a variação, buscando, em padrões de variação léxica e em dinâmicas de movimento nos espaços, a identificação de características e estratégias da territorialização linguística. Mais especificamente, ela objetiva flagrar o comportamento de itens léxicos supostamente representativos ou com potencial de representação simbólica da territorialidade no espaço variacional e sua condição (resistência, neutralidade ou perda) na territorialização. Considera-se que diferentes formas de apropriação de itens léxicos e de representações espaciais afetam dinâmicas de movimento nos espaços a ponto de interferir no potencial de referência simbólica das variantes na territorialização linguística. A análise revelou que os espaços linguísticos pressupõem redes de conexão com outras variedades e particularidades de uso, e que as representações simbólicas, fundamentadas no contexto sociocultural, manifestam-se integradas ao costume e à experiência, sinalizando aspectos do modo de vida, da organização da vida social, das concepções e convenções estabelecidas e possibilitando a construção da referência simbólica da territorialidade. Os resultados confirmam que a flexibilidade do uso de variantes e as representações simbólicas convencionalizadas nas comunidades quilombolas dão condições de acesso à territorialização linguística, evidenciando-a como um fenômeno ajustável, em razão do comportamento linguístico e social, a diferentes direções e sentidos do movimento mais ou menos próximos, simbolicamente, da territorialidade linguística. Territorialização linguística de variantes é um fenômeno dinâmico e, como tal, aspectos linguísticos e sociais convencionalizados amparam-se na trajetória contínua dos grupos, revelando capacidade de movimento e renovação nos espaços linguísticos. Por ampliarem representações espaciais de modo a revelar transformação dos espaços, construção de referencial simbólico da territorialidade e identidades menos fixas, os conceitos de territorialidade e territorialização linguísticas reafirmam importantes avanços trazidos pelo enfoque pluridimensional ao paradigma dialetológico.
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