Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Congenital syphilis"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Características epidemiológicas e análise temporal de sífilis congênita na região norte do Brasil de 2010 a 2019
    (Universidade Federal do Pará, 2022-07-29) SANTOS, Fabio Conceição dos; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460
    Introdução: As infecções sexualmente transmissíveis (IST’s) são consideradas um problema de saúde pública, com impacto direto sobre a saúde reprodutiva e infantil, acarretando infertilidade e complicações na gravidez e no parto, além de causar morte fetal e agravos à saúde da criança de forma permanente. Dentre as IST´s, a sífilis é uma das mais frequentes, sendo exclusiva do ser humano, e quando ocorre a transmissão vertical, denomina-­se sífilis congênita. Esforços mundiais são empregados para eliminação da Sífilis Congênita, no entanto, a sua incidência ainda é alta em diversos países do mundo, inclusive no Brasil. Objetivo: Avaliar a epidemiologia e tendência temporal de Sífilis Congênita na região Norte do Brasil de 2010 a 2019. Materiais e Método: Trata-­se de uma Pesquisa epidemiológica-descritiva, retrospectiva com abordagem quantitativa, que analisou o perfil epidemiológico e temporal de casos de Sífilis Congênita na Região Norte do Brasil de 2010 a 2019, através de dados constados no SINAN E SINASC. Foi realizada a análise descritiva dos dados sociodemográficos, seguida da análise temporal, através de cálculo da incidência do modelo de regressão por pontos de inflexão (Joinpoint Regression Analysis), e que permite conhecer a variação percentual anual (VPA) e a do período completo, denominada variação percentual anual média (VPAM). Para cada tendência detectada foram considerados o intervalo de confiança de 95%. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados: Foram registrados 14.434 casos de sífilis congênita na Região Norte, sendo o estado do Pará o que mais notificou, seguido de Amazonas e Tocantins. Os dados sinalizaram as características maternas, mostrando que a maioria se encontrava em idade reprodutiva, seguido daquelas com período migratório para a idade adulta. Grande parte não concluíram o ensino fundamental e médio, havendo predominância fenotípica da cor parda, seguida da cor branca. Ainda, a maioria do diagnóstico da sífilis gestacional aconteceu no pré-­natal, com elas realizando acompanhamento em 79,54 % dos casos, e parceiros em tratamento em apenas 34,68 %, sendo a sífilis congênita recente como a mais diagnosticada em 99,73 % do nascimento até 23 meses incompletos. Houve significância para as taxas de incidência crescente anual média, em vários Estados e capitais da região. Todas as capitais apresentaram tendência a crescimento ano a ano, com períodos oscilantes, como verificado nas capitais Macapá e Boa Vista entre os anos de 2014 a 2015. A capital Belém apresentou pico de incidência de casos de sífilis congênita entre os anos de 2015 a 2016 (maior taxa de incidência entre os anos). Outras capitais como Manaus e Palmas tiveram explosão de casos no ano de 2018, com 19,8 e 17,6 para cada mil nascidos vivos. Considerações finais: Neste estudo houve uma limitação em relação ao tempo para uma investigação com maior acurácia, devendo englobar outros dados epidemiológicos e locais, e em regiões de maior incidência desta patologia. Assim sendo, se faz necessário à realização de outros estudos sobre SC que trabalhem com análise espacial em suas diversas regiões, contribuindo para a melhora dos indicadores de saúde materno­-infantil na região em estudo.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Investigação das internações por sífilis congênita: distribuição espaço-temporal, fluxos e gastos
    (Universidade Federal do Pará, 2020-03-16) NERI, Débora Talitha; FERREIRA, Glenda Roberta Oliveira Naiff; http://lattes.cnpq.br/7459094802051187; https://orcid.org/0000-0002-8206-4950; ARAÚJO, Eliete da Cunha; http://lattes.cnpq.br/5906453187927460
    No estado do Pará a elevada incidência de diagnóstico da sífilis gestacional no terceiro trimestre de gestação e no momento do parto podem ser preditores de maior utilização de serviços hospitalares, no entanto, a falta de disponibilidade de informações sobre a magnitude e o padrão de distribuição das internações no estado, não possibilitam estimar completamente o impacto da sífilis congênita para o sistema público de saúde, principalmente nos aspectos financeiros, de acesso e suficiência de serviços de qualidade. Objetivo: Investigar as internações hospitalares por sífilis congênita no Pará, em menores de um ano de idade, de 2009 a 2018. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico, transversal, de abordagem quantitativa. Os dados foram coletados no Sistema de Informação Hospitalar e Sistema de Informação de Nascidos Vivos. Foram realizadas análises descritivas das taxas de internação, letalidade, mortalidade e proporção de gastos. Análises temporais, espaciais e mapeamento dos fluxos de internações por sífilis congênita. Os programas Minitab 18®, Joinpoint®, versão 4.7.0.0, Terraview 4.2.2, Tabwin 4.1.5 e ArcGis 10.3.1 foram usados nas análises do estudo. Resultados: Foram registradas 6.487 internações por SC, nos 10 anos estudados, com maior frequência no período neonatal precoce, 94% (6.096) dos casos. A taxa bruta de internação por SC no Pará apresentou tendência crescente significativa com variação percentual anual de 11,9%. Apesar do crescimento no número de casos e na taxa bruta de internação, houve redução na taxa de letalidade. As internações por SC registradas resultaram em um gasto ao SUS de R$ 6.014.782,17, sendo R$ 927,20 a média de gasto das internações. A análise espacial indicou autocorrelação espacial direta no padrão alto-alto nos dois períodos. Quanto ao fluxo, a Metropolitana I foi a única que atendeu na própria região todas as internações de seus residentes. Assim como, teve a maior absorção de internações oriundas de outras regiões e saldo positivo. Conclusão: Os resultados aqui apresentados evidenciaram um crescimento significativo na taxa de internação por SC no Pará, em diversas regiões e em todas as macrorregiões de saúde, com aumento proporcional dos gastos. Apesar das falhas na atenção primária a saúde, houve melhoria na qualidade da atenção terciária. O mapeamento das redes e dos fluxos assistenciais apontou a predominância de IH ocorridas no mesmo local de residência do internado. No entanto, demonstrou diferenças na organização e cumprimento dos fundamentos da Rede Cegonha, no âmbito das regiões de saúde e macrorregiões, sendo a Macrorregião I a que mais conseguiu garantir a resolubilidade da atenção à saúde hospitalar.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA