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Navegando por Assunto "Controle aversivo"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    B. F. Skinner e o uso do controle aversivo: um estudo histórico-conceitual
    (Universidade Federal do Pará, 2012-03-12) MARTINS, Tatiana Evandro Monteiro; MAYER, Paulo César Morales; http://lattes.cnpq.br/5360949596306254; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    B.F. Skinner (1904-1990) é frequentemente citado como apresentando um posicionamento contrário ao uso de controle aversivo. Entretanto, em determinados momentos, o autor apresentaria uma postura mais flexível quanto ao uso deste tipo de controle comportamental, aceitando sua utilização em determinados contextos. O presente trabalho teve como objetivo identificar e analisar em quais momentos Skinner prescreve ou adverte o uso do controle aversivo. Um estudo histórico-conceitual foi feito, no qual oito obras (Skinner 1938/1991; 1948/1975; 1953/1989; 1968/1972; 1969/1980; 1971; 1974/2006; 1989) foram analisadas conforme as categorias: 1) a definição de controle aversivo e conceitos envolvidos; 2) os aspectos positivos do controle aversivo e prescrições; e 3) os aspectos negativos do controle aversivo e proibições. Não foi possível encontrar uma definição específica de controle aversivo, constatou-se que em determinados momentos Skinner justifica o uso deste tipo de controle, mas não o prescreve genericamente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Discriminação com três tipos de contingências supressivas: extinção, punição e extinção + punição
    (Universidade Federal do Pará, 2010) FARIAS, Danielle Chaves de; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Nos estudos sobre controle de estímulos é predominantemente utilizado reforçamento em SD e Extinção em SΔ para se estabelecer uma discriminação simples. Poucos estudos utilizaram Punição em SΔ para estabelecer tal responder diferencial, contudo, a maioria desses produziu uma aprendizagem mais rápida do que a tradicionalmente obtida apenas com extinção. Quando este tipo de procedimento foi utilizado, em geral, o choque elétrico foi usado como punidor. Carvalho Neto e Cols. vêm testando um jato de ar quente (JAQ) como estímulo aversivo alternativo e até agora obtiveram êxito em contextos supressivos (apresentação contingente e não contingente) e fortalecedores negativos (fuga e esquiva). Carvalho Neto e Farias (2006) e Carvalho Neto e Costa (2008) testaram o JAQ como supressor diante de SΔ buscando produzir uma discriminação claro/escuro e nesses estudos as contingências punitivas foram mais eficazes do que a tradicional. Contudo, foram identificados alguns problemas metodológicos nesses trabalhos que limitariam suas conclusões. O presente trabalho buscou controlar algumas dessas variáveis, em especial, a passagem do tempo fixo e o tipo de esquema em vigor. Foram utilizados seis ratos machos divididos em três condições: Extinção, Punição e Extinção+Punição. Foi utilizada uma Caixa de Condicionamento Operante adaptada ao JAQ. O procedimento para as três condições foi o mesmo, alterando-se apenas as sessões de Treino Discriminativo (reforçamento em SD para todas as condições e durante SΔ: Extinção para a condição Extinção, Punição para a condição Punição e Punição+Extinção para a condição Punição+Extinção). Os sujeitos nas condições em que a punição foi usada mostraram um responder discriminado, enquanto que a condição Extinção falhou em produzir tal responder, indicando que o uso do controle aversivo foi mais eficiente que o procedimento tradicional.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos da punição sobre respostas mantidas em diferentes sistemas econômicos (aberto e fechado) em Rattus norvegicus
    (Universidade Federal do Pará, 2010-01-08) RODRIGUES, Bernardo Dutra; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Os sistemas econômicos comportamentais são definidos como diferentes relações existentes entre o consumo e a forma como o organismo o obtém. Existem tipicamente dois tipos de sistemas econômicos: a economia fechada, na qual a porção alimentar diária do sujeito só pode ser adquirida dentro da sessão experimental; e a economia aberta, na qual, além desta, o sujeito recebe uma complementação alimentar após a sessão. Este estudo teve como objetivo averiguar os efeitos da punição positiva sobre respostas mantidas em diferentes sistemas econômicos. Foram realizados dois experimentos. No Experimento 1 dois Rattus norvegicus, machos, privados de água por 24 horas, divididos entre as duas economias: A1 (aberta) e F1 (fechada). O estímulo aversivo foi um Jato de ar-quente (JAQ) por 5 segundos e contingente a cada resposta de pressão à barra (RPB). Cada sujeito passou pelas seguintes fases: Nível Operante, Modelagem da RPB, Fortalecimento em CRF, Punição e Recondicionamento. No Experimento 2 foram utilizados quatro Rattus norvegicus, Wistar, machos, privados de água por 24 horas, divididos em duas duplas: FAF (Fechada/Aberta/Fechada) e AFA (Aberta/Fechada/Aberta). O estímulo aversivo foi um choque de 1.3mA, por cinco segundos e contingente a cada RPB. Durante o experimento, ambos passaram pelas seguintes fases: Nível Operante, Modelagem da RPB, Fortalecimento em FR10, Punição (em uma economia), Recondicionamento, Punição (em uma economia diferente da anterior), outro Recondicionamento, por fim, uma sessão de Punição na economia inicial. Os dados dos dois Experimentos demonstraram uma supressão média no responder durante as fases de Punição em comparação com as fases de Fortalecimento/Recondicionamento, em ambas as economias e em todos os sujeitos: 48,7%(F1); 96,6%(A1); 99,9%, 99,9% e 89,8%(FAF1); 93,2%, 99,4% e 84,8% (FAF2); 99,8%, 83,6% e 95% (AFA1); 92,3%, 90,9% e 91,6% (AFA2). Estes resultados demonstram que tanto o choque quanto o JAQ funcionaram como estímulos aversivos, porém a diferença entre as duas economias foi maior nos sujeitos que tiveram suas respostas punidas com o JAQ.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O jato de ar quente como estímulo punidor em rattus norvegicus
    (2005-12) CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; MAESTRI, Thrissy Collares; TOBIAS, Gracy Kelly da Silva; RIBEIRO, Thalita Coutinho; COUTINHO, Eduarda Cristina Notargiacomo Novaes; MICCIONE, Mariana Morais; OLIVEIRA, Rita de Cássia Valente; FERREIRA, Fabiane Soraia da Silva; FARIAS, Danielle Chaves de; MOREIRA, Daniele
    Na pesquisa experimental sobre controle aversivo, o choque elétrico tem sido predominantemente utilizado como estímulo punidor. O presente trabalho descreve o uso de um equipamento que emite um jato de ar quente o qual pode ser um estímulo alternativo a ser usado em estudos sobre contingências aversivas. A função punidora do jato de ar quente foi avaliada tanto quando aplicado continuamente (CRF) quanto intermitentemente (FR3) e nos dois casos foi registrada supressão parcial (98,4% e 71,15%, respectivamente) da resposta de pressão à barra previamente fortalecida de forma contínua. A supressão foi maior na punição contínua, corroborando os dados com choque elétrico descritos na literatura. O equipamento e o estímulo mostraram-se adequados do ponto de vista técnico e científico e o aparato pode ser uma alternativa atraente do ponto de vista econômico.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Reforçamento negativo em microculturas de laboratório
    (Universidade Federal do Pará, 2015-03-05) GUIMARÃES, Thais Maria Monteiro; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    A análise experimental da cultura tem tido como uma de suas frentes de investigação a avaliação de análogos de processos comportamentais ontogenéticos no nível cultural. O presente trabalho teve como objetivo avaliar os efeitos do uso de reforçamento negativo sobre contingências comportamentais entrelaçadas (CCEs) em microculturas de laboratório. Para tanto, foram realizados dois estudos, o primeiro com o objetivo de analisar o efeito de reforçamento negativo em nível operante sobre a seleção de CCEs e seu produto agregado (PA) e sobre a ocorrência de abandono da tarefa; e o segundo com o objetivo de verificar o efeito de análogo do reforçamento negativo em nível cultural sobre a seleção de CCEs + PA e sobre a ocorrência de abandono da tarefa. Participaram 39 universitários no Estudo 1 e 41 no Estudo 2. A tarefa experimental consistia de escolhas de linhas em uma matriz 10x10 com linhas numeradas e coloridas e colunas representadas por letras. A resposta operante foi a escolha de uma linha, sendo utilizados pontos trocáveis por dinheiro como reforçadores. A CCE+PA alvo consistia da escolha de linhas de cores diferentes pelos três participantes, sendo a escolha do primeiro jogador de uma linha com cor diferente da escolhida na jogada anterior. Itens escolares foram utilizados como consequências culturais (CC). A cada 20 ciclos ocorria uma mudança de geração (entrada de um novo participante). Após 15 ciclos de uma geração (período de 20 ciclos), perguntava-se ao participante mais antigo da geração se gostaria de abandonar a tarefa. Caso afirmativo, era dispensado, restando dois participantes até o início de uma nova geração. Cada estudo foi realizado com duas microculturas: Microcultura 1 (MC1) e Microcultura 2 (MC2). No Estudo 1, a MC1 foi exposta às condições experimentais SR+I/SR-I/SR+II/SR-II e MC2 às SR-I/SR+I/SRII/SR+II. A condição SR+ consistia de reforçamento positivo e a SR- de reforçamento negativo, as duas em nível operante. No Estudo 2 adotou-se o delineamento CC+I/CCI/CC+II/CC-II para a MC1 e CC-I/CC+I/CC-II/CC+II para a MC2. A condição CC+ foi um análogo cultural de reforçamento positivo e CC- um análogo cultural de reforçamento negativo. No Estudo 1 o uso de reforçamento negativo em nível operante pareceu não afetar a seleção de CCEs+PA e a ocorrência de abandono aparentou não ser função das condições programadas. No Estudo 2, consequências reforçadoras negativas em nível cultural selecionaram entrelaçamentos e houve pouco abandono, independente da condição, o que sugere o controle por variáveis não programadas. Mudanças nos procedimentos são sugeridos para um melhor controle das variáveis.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Supressão condicionada com diferentes estímulos aversivos: choque elétrico e jato de ar quente
    (Universidade Federal do Pará, 2009-07-23) NASCIMENTO, Gabriela Souza do; CARVALHO NETO, Marcus Bentes de; http://lattes.cnpq.br/7613198431695463
    Um estímulo neutro, quando pareado a um estímulo aversivo incondicional, adquire a função de aversivo (condicional) e, indiretamente, também é capaz de suprimir operantes. Tal fenômeno foi denominado de “supressão condicionada” e está principalmente relacionado a certos estados emocionais, como a ansiedade. A literatura mostra que, em geral, o estímulo aversivo incondicional utilizado se restringe ao choque elétrico. Foram poucos os estímulos aversivos alternativos testados que se mostraram eficazes. Entretanto, mesmo utilizando o choque como aversivo incondicional, há outras variáveis que podem influenciar diretamente o surgimento do fenômeno. Este trabalho teve por objetivo examinar e comparar a produção de supressão condicionada com dois tipos de estímulos aversivos: jato de ar quente (JAQ) e choque elétrico. Foram utilizados 4 ratos albinos (Rattus norvegicus, Wistar). Duas Caixas de Condicionamento Operante, uma utilizada para o estímulo choque e a outra adaptada para o JAQ, serviram de equipamentos. Os sujeitos foram divididos em duplas e expostos a pareamentos de um estímulo neutro com diferentes estímulos aversivos: Som+JAQ (Sujeito J1 e J2) e Som+Choque elétrico (Sujeito C1 e C2). Os dados mostram que os sujeitos expostos ao delineamento com choque apresentaram uma razão supressiva total (0,0) após dois (C1) ou três (C2) pareamentos, o que significa que o som tornou-se um aversivo condicional capaz de suprimir integralmente a freqüência da resposta de pressão à barra (RPB). Já para os sujeitos expostos ao procedimento com JAQ ocorreu somente supressão parcial da RPB frente ao som, sendo necessárias no mínimo oito (J1) e sete (J2) pareamentos para que os valores da razão supressiva chegassem a 0,5 (J1) e 0,2 (J2). As análises de outras respostas mostraram que em média ocorreu um aumento de 83,3% (J1) e 275% (J2) na frequência das respostas exploratórias durante a apresentação do som, nas sessões de pareamento com o JAQ, comparado com a apresentação do som nas sessões de habituação, enquanto que para os sujeitos que foram expostos ao pareamento com o choque houve uma supressão de 44,2% (C1) e 57,1% (C2) em tais respostas. Tais dados permitem concluir que a supressão ocasionada pelo pareamento do som+choque atingiu outras classes de respostas, diferente do som pareado com o JAQ. A supressão ocasionada pelo JAQ parece ter sido conseqüência da emissão de respostas exploratórias. É possível que o parâmetro intensidade do JAQ, utilizado neste experimento, tenha sido a variável responsável por tais resultados. Futuras pesquisas poderão elucidar estes dados.
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