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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Análise da formação de classes ordinais sob controle condicional
    (Universidade Federal do Pará, 2010-08-20) NUNES, Ana Letícia de Moraes; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201; ASSIS, Grauben José Alves de; http://lattes.cnpq.br/0722706223558223
    Estudos têm demonstrado a formação de classes ordinais em humanos a partir do ensino de sequências independentes. A reversão de funções ordinais é uma variável importante quando uma seqüência é submetida ao controle condicional. Tem-se verificado a formação de classes ordinais sob controle condicional quando se utiliza o encadeamento no estabelecimento das contingências originais. O ensino de sequências por sobreposição de pares (e.g. A1->A2, A2- >A3, A3->A4, A4->A5) pode garantir a emergência da transitividade intra-sequência de forma inequívoca. Não há resultados conclusivos com o procedimento de ensino por sobreposição sob controle condicional. Este trabalho investigou a emergência de relações ordinais em crianças, a partir do ensino por sobreposição de pares de estímulos em três experimentos. As sessões experimentais foram realizadas em uma sala de uma instituição de atendimento social. Um software (REL na versão 5.0) foi utilizado para apresentação dos estímulos e registro das respostas no computador. A tarefa experimental era responder em sequência aos estímulos apresentados simultaneamente na tela do computador. As respostas corretas eram reforçadas diferencialmente no ensino. O Experimento piloto teve como objetivo verificar a emergência de relações ordinais após o ensino de três sequências por pares sobrepostos sob controle condicional com reversão da função (e.g. se verde, A1->A2; se vermelho, A2->A1). Três crianças pré-escolares participaram do estudo. Os estímulos visuais eram numerais cardinais (“A”), nomes escritos dos numerais (“B”) e quantidades (“C”). Dois participantes demonstraram a emergência de relações transitivas e um deles demonstrou a formação de classes ordinais sob controle condicional. O Experimento 1 teve como objetivo analisar a formação de classes ordinais após o ensino de duas sequências por pares sobrepostos. Dois conjuntos (“A” e “B”) de cinco estímulos visuais foram utilizados (numerais e quantidades). Todos apresentaram a emergência de relações transitivas e a maioria apresentou formação de classes ordinais e desempenhos de generalização. Cinco crianças que foram submetidas ao Experimento 1 participaram do Experimento 2. O objetivo do Experimento 2 foi investigar os efeitos da introdução do controle condicional nas sequências previamente aprendidas. Todos os participantes apresentaram a emergência de relações transitivas e indícios de formação de classes sob controle condicional. Três participantes apresentaram a emergência das relações da segunda sequência (“B”) quando os estímulos foram apresentados os pares sob controle condicional. Os resultados nos testes de sequenciação mostraram variabilidade, possivelmente relacionada a controles de estimulos não previstos. Discutem-se os dados em função dos pré-requisitos para a emergência de relações ordinais com a ampliação da contingência; e das implicações do estudo para compreensão do comportamento conceitual numérico em crianças.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Emergência de controle condicional sobre a construção de sentenças em crianças
    (Universidade Federal do Pará, 2015-08-28) TENÓRIO, Analu da Costa; BRINO, Ana Leda de Faria; http://lattes.cnpq.br/9930065472602966; ASSIS, Grauben José Alves de; http://lattes.cnpq.br/0722706223558223
    Este estudo buscou condições de ensino para produzir e manter repertório de construção de sentenças na voz ativa e passiva, sob controle condicional de cores, em seis crianças com histórico de fracasso escolar. A construção de quatro pares de sentenças (uma ativa e uma passiva) sob controle condicional foi ensinada como linha de base. Seguiram-se testes repetidos de emergência de controle condicional sobre a construção de novas sentenças na voz ativa e passiva, compostas por recombinações das sentenças de linha de base. Por fim, aplicou-se um teste de manutenção desse desempenho após 45 dias do encerramento do estudo. Para cada par de sentenças, três crianças foram submetidas ao treino da sequência na ordem ativa seguido da sequência na ordem passiva, e assim sucessivamente, e as outras três crianças passaram pelo treino inverso. Todas as crianças aprenderam a construir as sentenças de linha de base sob controle condicional, sendo necessárias mais exposições ao treino das sentenças da passiva para atingir os critérios de aprendizagem. Nos testes de desempenho emergente de recombinação, o número de construções corretas na ativa (92,4%) foi maior do que na passiva (31%), independente da ordem de ensino das sentenças. No teste de manutenção, o desempenho cresceu, sendo 78,9 % corretos para a passiva e 80,3% para a ativa. Neste estudo, um melhor desempenho nos testes de manutenção foi observado em relação a estudos prévios, sugerindo que o treino de um número maior de sentenças de linha de base é condição favorecedora para a manutenção do repertório.
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