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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise comportamental e eletrofisiológica do uso de glicocorticoides no sistema nervoso central em modelos animais de depressão
    (Universidade Federal do Pará, 2017-01-31) CARDOSO, Keilla Gisele Mendonça; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; LIMA, Silene Maria Araújo de; CV: http://lattes.cnpq.br/8961057812067156
    A Dexametasona é um glicocorticoide largamente prescrito na medicina utilizado como imunossupressor e anti-inflamatório, bem como, a fluoxetina, que é um antidepressivo, inibidor da recaptação de serotonina, que podem ser utilizados em algum momento ao mesmo tempo com o objetivo das suas respectivas finalidades. O objetivo deste trabalho foi estudar as alterações eletroencefalográficas em animais administrados com essas drogas, como também, os efeitos comportamentais avaliados num modelo animal de depressão, o nado forçado. O estudo foi realizado em ratos wistar machos adultos, submetidos à administração de dexametasona em dose aguda de 4 mg/kg, 24 horas antes do registro eletrocorticográfico, e crônica, administrada durante sete dias a cada 24 horas na dose de 4 mg/kg i.p. A fluoxetina foi administrada na dose de 5 mg/kg, por sete dias, por via oral, com ferramenta semelhante à sonda orogástrica, procedimento de gavagem. Após a administração, os parâmetros eletroencefalográficos da atuação das drogas foram registrados e analisados. Ao comparar, a administração aguda de dexametasona com a crônica, não houve diferença estatística, porém, houve uma tendência para a diminuição das forças Theta e Gamma, para o uso crônico. O grupo que recebeu fluoxetina teve média de amplitude de 2,661 ± 0,5850 mV²/Hz x 10-3comprovando a eficácia da fluoxetina no controle da depressão provocada pelo nado forçado. Para o grupo que recebeu dexametasona de forma crônica e fluoxetina para reverter o quadro a média de potência foi de 0,4758 ± 0,2514 mV²/Hz x 10-3, como não existe diferença estatística entre os grupos dexametasona e dexametasona fluoxetina, a fluoxetina não conseguiu reverter o quadro depressivo ocasionado pela dexametasona. No nado forçado, o grupo fluoxetina teve diminuição do tempo de flutuação, com média de tempo de 45,33 ± 23,26 segundos, demonstrando que o grupo não ficou depressivo. No grupo em que se administrou dexametasona de forma crônica e se avaliou a possibilidade de reverter o quadro depressivo com a fluoxetina a média de tempo de imobilidade foi de 169,8 ± 24,5 segundos indicando que a fluoxetina não teve efeito sobre a depressão ocasionada pela aplicação crônica de dexametasona. Concluímos nesse estudo que o glicocorticoide causa alterações no eletrocorticograma e depressão no teste do nado forçado (TNF). A fluoxetina não obteve efeito nos ratos submetidos ao TNF após o uso de dexametasona.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeito do cortisol na produção in vitro de embriões bovinos
    (Universidade Federal do Pará, 2014-12-19) ALMEIDA, Nathalia Nogueira da Costa de; MIRANDA, Moysés dos Santos; http://lattes.cnpq.br/3354029928888919; OHASHI, Otávio Mitio; http://lattes.cnpq.br/5547874183666459
    O objetivo dessa tese foi avaliar o efeito do cortisol, na maturação oocitária e cultivo de embriões bovinos. No ARTIGO 1 foi analisada a distribuição e localização de receptor de glicocorticóide (GR) por imunocitoquímica em oócitos, células do cumulus, embrião de 2-4 células, 8-16 células, mórula e blastocisto, e foi verificado também a presença de RNAm (rtPCR qualitativa) para GR nos referidos estádios. Os resultados apontam que o GR está presente em todas as células analisadas. A fim de verificar a funcionalidade de GR no desenvolvimento embrionário préimplantacional, a tradução do RNAm para GR foi silenciada em zigotos pela técnica de RNAi, e o desenvolvimento embrionário subsequente foi analisado. A diminuição de transcrito e proteínas de GR pela técnica de RNAi prejudicou o desenvolvimento embrionário (p<0,05. A presença de GR em oócito e células do cumulus nos indica que essas células são sensíveis ao uso de GC. Visto isso, no ARTIGO 2 foi avaliado o efeito de diferentes concentrações do cortisol durante a maturação in vitro (MIV) de oócitos bovinos sobre o desenvolvimento embrionário, índice de apoptose e expressão de gênica (NRF1, COX, TFAM, GLUT1, FASN e HSP70). As concentrações de cortisol utilizadas foram 0,01; 0,1 e 1 μg/mL.. Não houve diferença estatística em relação ao número de células e taxa de clivagem, porém a concentração de 0,1 μg/ml de cortisol aumentou a taxa de blastocisto quando comparada ao grupo controle (sem cortisol na MIV) (41 ± 10 versus 21 ± 1,2; p<0,05; respectivamente). A taxa de apoptose e a expressão gênica em oócitos, células do cumulus, e blastocistos foi avaliada apenas na concentração de 0,1 μg/ml de cortisol. Não houve diferença estatística com relação ao índice apoptótico, e nem com relação à expressão gênica em oócitos e células do cumulus para os genes COX, NRF1, HSP70 e FASN (p>0,05). Em relação à expressão gênica embrionária, apenas as quantificações relativas de RNAm para FASN, GLUT1 e HSP70 estavam aumentadas nos blastocistos tratados com 0,1μg/mL durante a MIV quando comparados aos embriões do grupo Controle (p<0,05), os demais genes não mostraram alteração (p>0,05). No ARTIGO 3 foi analisado o uso do cortisol durante o cultivo in vitro (CIV) de embriões bovinos. Visto que no Capítulo 1 foi identificado GR em todos os estádios de desenvolvimento embrionário e quando a expressão de GR foi silenciada o desenvolvimento embrionário foi prejudicado. Sendo assim, no experimento 3 foram adicionadas diferentes concentrações (0,01; 0,1 e 1 μg/mL) de cortisol na CIV e o desenvolvimento embrionário foi avaliado, mesmos parâmetros do Capítulo 2. Não houve diferença estatística nos embriões tratados com Cortisol em diferentes concentrações quando comparados com o Controle para nenhum dos parâmetros analisados (p>0.05). A concentração de 0,1 μg/mL foi escolhida para avaliar outros parâmetros de qualidade embrionária. Sendo assim, embriões CIV Com ou Sem 0,1 μg/mL de Cortisol, foram analisados quanto à taxa de apoptose e expressão gênica, não sendo observada diferença estatística em nenhuma das análises (p>0,05). Após estes estudos concluímos que oócitos e embriões são responsivos a GC, que a adição de cortisol na MIV melhora a competência oocitária, porém a suplementação com cortisol na CIV não influenciou o desenvolvimento embrionário.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Fotoperíodo sobre parâmetros fisiológicos relacionados ao estresse em alevinos de tilápia-do-nilo
    (2013-10) VERAS, Galileu Crovatto; MURGAS, Luis David Solis; ZANGERONIMO, Márcio Gilberto; ROSA, Priscila Vieira; SOLIS DE LEON, Jonathan Antonio; SALARO, Ana Lúcia
    Com este trabalho objetivou-se avaliar a influência de diferentes fotoperíodos sobre parâmetros fisiológicos relacionados ao estresse em alevinos de tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus). Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado, com cinco tratamentos (0L; 6L; 12L; 18L; 24L) e quatro repetições, sendo o aquário a unidade experimental. Cento e sessenta alevinos de tilápia, 3,21±0,05g e 4,35±0,07cm, foram distribuídos em 20 aquários de 20 litros, em sistema de recirculação com temperatura controlada em 27oC e densidade de oito peixes por aquário. Por um período de 75 dias, a alimentação foi realizada duas vezes ao dia com ração extrusada contendo 40% de proteína bruta. Ao final do período experimental, os dados de crescimento, sobrevivência, cortisol, glicose e hematócrito foram submetidos à análise de variância e, posteriormente, em caso de significância (P<0,05), foi realizado um teste Tukey a 5% para comparação das médias. A manipulação do fotoperíodo demonstra não alterar a homeostase dos alevinos, uma vez que não há diferença sobre a sobrevivência, glicose sanguínea, hematócrito e cortisol plasmático (P>0,05).
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