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Navegando por Assunto "Crédito agrícola"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Crédito hipotecário no Brasil: uma análise comparativa entre as praças de Belém e São Paulo (1870 – 1930)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-07-06) LEANDRO, Leonardo Milanez de Lima; MARCONDES, Renato Leite; http://lattes.cnpq.br/0017510939441350; SILVA, Fábio Carlos da; http://lattes.cnpq.br/3704903975084467
    A extração de borracha nativa e a cafeicultura, nos anos finais do século XIX e iniciais do século XX, constituíram na base econômica das regiões Norte e Sudeste do Brasil. Em tais regiões, o avanço do capitalismo mundial pôs em contato aquelas economias regionais aos centros industrializados, requerendo delas, borracha e café. Os trajetos percorridos pelas respectivas economias as colocaram como as principais fontes de acumulação privada e arrecadação pública. Belém e São Paulo se tornaram, naquele período, polos fundamentais do capitalismo brasileiro. Eram as principais praças daquelas economias. Contudo, quando o fornecimento de borracha às economias industrializadas passou a ser disputado pelas plantações de borracha da Ásia tropical, uma grave crise fez com que a região amazônica não conseguisse se manter como um dos polos do capitalismo brasileiro, como havia ocorrido entre os anos de 1888 e 1917. A região Sudeste, ao contrário, manteve-se expressivamente dinâmica, confirmando seu posto de principal centro da economia brasileira. Sabe-se que capitais de origem estrangeira foram as principais fontes de financiamento dessas economias. Por outro lado, as dinâmicas de produção de borracha e café, a partir dos seus padrões internos de acumulação, deram origem a poupanças internas, que puderam ser negociadas em um mercado de crédito privado, dinamizando as economias regionais. Considerando que diversos estudos apontaram e analisaram a participação do capital estrangeiro nessas economias, esta tese aborda um tema ainda não tratado pela historiografia econômica: a análise comparativa da participação das poupanças internas no financiamento das atividades e da vida econômica e social de Belém e São Paulo. Ao abordar a história das economias da borracha e do café a partir da análise documental das características dos mercados de crédito hipotecário de suas principais praças, e das mudanças institucionais aí observadas, buscou-se trazer à discussão novos elementos que auxiliem no entendimento dos trajetos diferenciados tomados por aquelas economias, que fez com que São Paulo emergisse como centro e Belém como polo de região periférica do capitalismo brasileiro.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Trabalho de Sísifo: crédito a comerciantes e reprodução do sistema de aviamento (1914-1919/1943-1952)
    (Universidade Federal do Pará, 2002) SAMPAIO, Aldo César Figueira; SILVA, Fábio Carlos da; http://lattes.cnpq.br/3704903975084467
    A relação de crédito, comercialização em espécie e controle do trabalho por endividamento, tida como característica específica da região amazônica, teve similares pelo mundo relacionados a diversas formas de produção: extrativismo vegetal, agricultura familiar, artesanato e mesmo plantations de seringueiras no Sudeste asiático. O monopólio comercial por falta de acesso ao mercado e usual ausência de moedas garante ao comerciante o poder de arbitragem sobre a equivalência de trocas, endividando o produtor que lhe toma adiantado mantimentos e instrumentos em troca da produção futura. A ampliação das relações de financiamento capitalistas com a expansão do sistema bancário em meados do século XX pretendeu desestruturar o sistema de aviamento substituindo o tradicional crédito em espécie, monetarizando a economia, multiplicando o número de comerciantes concorrentes e rompendo o monopólio dos aviadores no sertão. A persistência atual desta relação na Amazônia é explicada por se concretizar como alternativa de integração ao mercado financeiro e de produtos capitalista em uma realidade caracterizada historicamente por unidades de produção dispersas, com precária estrutura de escoamento e comunicação.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O padrão de financiamento rural e a regulação da modernização da agricultura brasileira nos anos 80: expansão, auge e declinio da política de crédito rural no Brasil
    (Universidade Estadual de Campinas, 1991-11-09) CARVALHO, David Ferreira; GUEDES FILHO, Luis Carlos
    Na década de 80, a crescente fragilidade financeira do setor público, juntamente com a queda dos depósitos à vista dos bancos comerciais, realçaram os problemas do padrão de financiamento rural criado na metade dos anos 60. Neste sentido, o objetivo desta tese é analisar a dinâmica desse padrão de financiamento rural e seus reflexos sobre a modernização da agricultura nos anos 80. Para tal busca-se estudar os fatores determinantes das mudanças ocorridas nas regras, condições e fontes do crédito rural frente às políticas macroeconômicas, especialmente durante os anos 80, com vistas a delimitar as possibilidades e limitações do governo federal no gerenciamento da crise do padrão de financiamento rural. A revisão da literatura sobre os problemas do financiamento do desenvolvimento da agricultura em seus aspectos essenciais, permitiu que se desenhasse um esboço teórico alternativo, centrado na visão pós- keynesiana, que serviu de balizamento à compreensão da dinâmica do financiamento da modernização da agricultura brasileira. Apesar da base de sustentação desse padrão de financiamento rural, os fundos públicos e os depósitos à vista, as fontes de financiamento rural foram emitindo sinais de sua fragilidade financeira justamente no período que a economia brasileira passou a sofrer os efeitos perversos da divida externa e interna e da aceleração inflacionária. Assim, se nos anos 70, esse padrão de financiamento rural, mesmo com alguns desvios,funcionou como o principal indutor da modernização da agricultura nos anos 80, a crise do sistema financeiro rural acabou interrompendo a dinâmica da modernização da agricultura brasileira. Finalmente, procura-se analisar as determinações macroeconômicas que precipitaram a ruptura do padrão de financiamento na fase pós-cruzado. Neste período recente, análise busca captar os efeitos das medidas adotadas pelos planos de estabilização no sentido de criar fontes alternativas de financiamento à produção agropecuária, sem contudo, resolver o problema do crédito de investimento para a modernização da agricultura.
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