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Navegando por Assunto "Criptococose"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização epidemiológica, genotípica e fenotípica da criptococose em uma unidade de referência no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2012) FURTADO, Karen Cristini Yumi Ogawa; ISHIKAWA, Edna Aoba Yassui; http://lattes.cnpq.br/3074963539505872; SOUSA, Rita Catarina Medeiros; http://lattes.cnpq.br/3560941703812539
    A criptococose é uma infecção fúngica causada por uma levedura encapsulada do gênero Cryptococcus que afeta tanto humanos quanto animais, sendo considerada como uma infecção oportunista normalmente associada à imunodepressão. Trata-se de uma das infecções fúngicas humanas de significativa morbidade e mortalidade tanto em indivíduos imunocomprometidos quanto em imunocompetentes, e manifesta-se principalmente sob a forma de meningoencefalite. O objetivo deste trabalho foi realizar a caracterização epidemiológica, genotípica e fenotípica da criptococose em uma unidade de referência no estado do Pará. A população alvo foi composta pelos pacientes atendidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto/UFPA, de janeiro de 2010 a dezembro de 2011 com diagnóstico de criptococose confirmado laboratorialmente. Os dados pessoais, clínicos e laboratoriais foram coletados a partir da revisão dos prontuários do arquivo médico do HUJBB e os isolados foram identificados e caracterizados morfológica e bioquimicamente. O tipo sexuado e o genótipo foram identificados através de PCR utilizando iniciadores específicos. No período de janeiro de 2010 a dezembro de 2011 foram identificados 59 casos de criptococose. A maioria dos pacientes eram homens (36/59, 61%), com idade entre 5 a 70 anos, média de 30,8 anos. A faixa etária que predominou foi de 34 a 43 anos (39% dos casos). Os principais sinais e sintomas apresentados por eles foram cefaleia (85,5%), vômito (80%) e febre (76,4%). Todas as crianças (6/6) eram HIV negativas, tendo como agente causador o C. gattii (31,6%); já em adultos 71,1% das infecções eram causadas por C. neoformans, sendo a maioria HIV positivo. Os casos de óbito e de recidivas foram mais elevados entre os pacientes infectados por C. neoformans e a presença de sequelas foi mais frequente entre os pacientes infectados por C. gattii. Todos os isolados eram MAT α e houve a predominância de dois tipos moleculares: VNI (64,4%) e VGII (35,6%). Este estudo reforça que o estado do Pará é endêmico para a infecção por Cryptococcus spp., cuja forma de apresentação clinica principal, a meningoencefalite determina elevadas taxas de morbi-mortalidade.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Criptococose em crianças no Estado do Pará, Brasil
    (1999-10) CORRÊA, Maria do Perpétuo Socorro Costa; OLIVEIRA, Eliseth Costa; DUARTE, Rosineide Roseli Barros Seixas; PARDAL, Pedro Pereira de Oliveira; OLIVEIRA, Flávio de Mattos; SEVERO, Luiz Carlos
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fatores prognósticos de letalidade na meningoencefalite criptocócica em crianças e adolescentes no estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2016) CARNEIRO, Rose Sheyla Rodrigues; SOUSA, Rita Catarina Medeiros; http://lattes.cnpq.br/3560941703812539; RODRIGUES, Anderson Raiol; http://lattes.cnpq.br/4030747999301402
    Introdução: A criptococose é uma infecção fúngica sistêmica que frequentemente acomete adultos, especialmente os indivíduos portadores de alterações na imunidade celular. A Região Norte do Brasil é considerada área endêmica para a doença e apresenta uma maior prevalência da criptococose em crianças e adolescentes, dados que divergem de outras regiões do mundo, onde a criptococose é descrita como doença rara em pediatria. Objetivo: Descrever o perfil clínico, epidemiológico, radiológico e laboratorial das crianças e adolescentes com meningoencefalite criptocócica e avaliar quais as circunstâncias que afetam a evolução desses pacientes e aumentam as taxas de mortalidade da doença. Materiais e Métodos: Foi realizada um estudo longitudinal de coorte retrospectiva, através de revisão de prontuários, em que foram avaliados os fatores prognósticos de 62 pacientes com menos de 16 anos de idade, com diagnóstico de meningoencefalite criptocócica, admitidas no Hospital Universitário João de Barros Barreto, referência para pacientes com doenças infecciosas em Belém-PA, no período de 1999-2013. Resultados: A idade variou de 4 a 15 anos. A média de idade foi de 10 anos e 66% eram do sexo masculino. A distribuição dos casos conforme as microrregiões do Estado do Pará apresentou a seguinte classificação: Cametá (n=18; 29%), Guamá (n=8; 12,9%), Belém (n=8; 12,9%), Tomé-Açu (n=7; 11,3%), Bragantina (n=6; 9,7%), Castanhal (n=4; 6,5%) e outros (n=11; 17,7%). A apresentação clínica predominante foi a forma subaguda, descrito em 50% dos casos. As manifestações clínicas mais frequentes foram: cefaléia (n=61; 98,4%), febre (n=57; 91,9%) e vômito (n=55; 88,7%). A tomografia computadorizada do crânio foi realizada em 54 pacientes, e foram identificadas anormalidades em 43 (79,6%) crianças. A hidrocefalia foi descrita em 27 casos. O Cryptococcus gattii foi o principal agente envolvido (n=35; 71,4%). No total, (n=57; 91,9%) dos pacientes foram tratados com anfotericina B em monoterapia durante a fase de indução. Conclusões: Taxa de letalidade de 19,3%. A presença de convulsão foi um fator prognóstico de letalidade. No Estado do Pará, onde a criptococose por Cryptococcus gattii é endêmica, a doença em crianças é relativamente frequente. No entanto, os estudos nesta população são ainda escassos e não há diretrizes próprias para manejo dos casos. Novos estudos são necessários para melhorar o atendimento de crianças com meningite criptocócica.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Perfil clínico-epidemiológico da Criptococose em pacientes HIV positivos atendidos em uma unidade de referência em Belém do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2012) ALMEIDA, Jairo Cunha de; SOUSA, Rita Catarina Medeiros; http://lattes.cnpq.br/3560941703812539
    A criptococose em residentes no estado do Pará apresenta-se como endemia grave, ocorrendo nas diferentes mesorregiões do estado e na área metropolitana de Belém. Ocorre causando neurocriptococose, com letalidade acima de 40%. Para tentar elucidar o comportamento clínico e epidemiológico da criptococose em pacientes HIV positivos, realizamos um estudo retrospectivo, analítico de série de casos, com revisão de prontuários dos últimos 05 anos (2006 –2010), com pacientes HIV positivos em um hospital de referência em Belém – Pará. A doença ainda é uma das causas mais freqüentes de óbitos em pacientes HIV positivos na região norte e deve-se ao C. neoformans o maior número de casos, contribuindo com 57 (60,6%) de um total de 94 casos. No que diz respeito à forma clínica, da criptococose, desenvolvida pelos pacientes HIV positivos, observou-se que o acometimento do sistema nervoso está presente em 46,8% dos pacientes e a disseminação da doença em 27,7% dos casos. A relação entre a causa do óbito e a presença do Cryptococcus, ocorre por um conjunto complexo de fatores que devem ser esclarecidos e correlacionados com o óbito dos pacientes e o mais importante, estabelecerem o quão forte é essa relação uma vez detectada.
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