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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Caminhos de um Clube de Ciências na Amazônia em perspectiva decolonial: de suas origens a seus desdobramentos
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-09) CABRAL, Raimunda Ediane da Silva; RAMOS, João Batista Santiago; http://lattes.cnpq.br/8078757512392983; MALHEIRO, João Manoel da Silva; http://lattes.cnpq.br/7502225344402729; https://orcid.org/0000-0002-2495-7806
    Esta pesquisa apresenta um estudo que visa analisar se há presença da decolonialidade nas ações realizadas no Clube de Ciências Prof. Dr. Cristovam W. P. Diniz, pluralizando as perspectivas do saber. A sua construção surgiu das reflexões da trajetória de vida pessoal e profissional da pesquisadora, que durante todo o caminho percorrido fez muitas ponderações acerca da Educação Matemática e de outras Ciências, de como elas são repassadas de geração em geração. Diante disso, com a finalidade de problematizar os processos de ensino e aprendizagem estabelecidos neste ambiente não formal de educação científica, aplicamos uma entrevista semiestruturada, através da plataforma Google Meet, na qual buscamos interpretar o processo de surgimento e funcionamento do Clube de Ciências, numa perspectiva da decolonialidade. Como instrumentos de composição de dados, utilizamos as vídeo gravações das entrevistas, e em seguida, a transcrição das falas dos participantes. A proposta metodológica da pesquisa consiste em uma abordagem qualitativa, na qual utilizamos análise de conteúdo para analisar os dados qualitativos e interpretação das informações. O ambiente da pesquisa é um espaço educacional diferenciado, que permite ao Professor-Monitor atuar de maneira distinta também. Os participantes da pesquisa foram o Professor-Coordenador, três ProfessoresMonitores e dois alunos, totalizando 06 (seis) sujeitos sociais. E no decorrer das análises, observamos nas falas dos participantes a pluralidades dos diálogos dos saberes presentes nas atividades desenvolvidas, o protagonismo dos alunos e Professores-Monitores durante a fundação e funcionamento do Clube e o envolvimento dos sujeitos no processo educacional. Concluiu-se que o Clube de Ciências Prof. Dr. Cristovam W. P. Diniz mantém práticas decoloniais nas suas atividades pedagógicas, valorizando os conhecimentos prévios dos alunos, como também precisa melhorar nas questões que envolvem o meio social do aluno, compreendendo que são amarras que vão além da sala de aula e que precisam ser questionadas, ou seja, pensar a partir da realidade do outro.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O Descompasso do “modelo” na urbe amazônida: o caso de Porto Velho, Rondônia
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-30) MORELATO, Adriana Hiromi Nishida; CARDOSO, Ana Cláudia Duarte; http://lattes.cnpq.br/3138101153535395
    A company town Madeira Mamoré Railway Company constituiu a gênese da cidade de Porto Velho. Desde então, a sua expansão urbana foi marcada pela hegemonia da lógica funcionalista de produção, voltada para a exploração dos recursos naturais e a acumulação de capital, em contraste ao modo de vida pré-existente, estabelecido por comunidades diversas que tratavam o meio natural com a deferência necessária à convivência harmônica com ele. Assim, esta pesquisa tem por objetivo analisar os desdobramentos do modelo de cidade adotado na gênese de Porto Velho, baseado na matriz pragmática e funcional da company town MMR, para a qualidade de vida da população e para sua convivência com o meio natural. Para tanto, buscouse compreender os modelos de cidade da sociedade industrial no século XX, por meio da antologia do Urbanismo elaborada por Choay (1965), e demonstrar que a expansão do capital sobre o Sul Global se deu como uma reapresentação do colonialismo, porquanto esteve assentada na necessidade de dominação e domesticação de uma realidade local distinta. Recorreu-se a autores como Fanon (1952), Acosta (2009) e Cusicanqui (2015) para evidenciar a necessidade de uma visão holística e cosmopolita sobre a realidade das cidades do Sul Global, em especial, da Amazônia, em vistas a um verdadeiro desenvolvimento, na linha da concepção decolonial. O higienismo urbano (ordem-desordem), a industrialização (progresso-atraso) e a integração da Amazônia (ruptura-continuidade ou moderno-tradicional) foram assumidos como dicotomias estabelecidas no decorrer da implantação e difusão do paradigma urbano industrial no Brasil. Por isso, elas foram utilizadas para analisar a cidade de Porto Velho em sua gênese e na contemporaneidade, a partir das categorias de análise "agentes de produção do espaço", "provisão de infraestrutura", "malha viária", "organização socioespacial", "habitação" e "elementos naturais". Como resultado, restou comprovada a ineficiência das soluções exógenas que conduziram o processo de criação e expansão da cidade, impondo-se refletir, à luz das ideias decoloniais, acerca da premente necessidade de superação das concepções dominantes de progresso e civilização, para que sobrevenham proposições que acolham e conciliem a diversidade amazônica com as necessidades humanas, a partir de uma aliança entre os saberes ancestrais e as novas tecnologias, constituindo-se, enfim, alternativas inovadoras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Feminino pau e corda na Amazônia: as sereias de Vila Silva Tocadoras de Carimbó
    (Universidade Federal do Pará, 2021-11-24) MENDES, Roberta Pinheiro; CASTRO, Marina Ramos Neves de; http://lattes.cnpq.br/6636359546031674
    Este trabalho pretende superar a imagem essencializada e midiatizada da mulher carimbozeira proposta pelas mídias tradicionais. O grupo escolhido como fio condutor dessa narrativa descolonial que se realiza através de imagens é o grupo pioneiro, composto, prioritariamente, por mulheres oriundas do vilarejo Vila Silva, localizado em Marapanim, denominado Sereia do Mar. Apresentações musicais, articulações e o cotidiano da Vila, evidenciado a partir da perspectiva de um feminismo descolonial (LUGONES, 2010) são o foco deste trabalho que enseja discutir outras formas de narrativas provenientes da Região Amazônica. Este trabalho também dialoga com o termo Escrevivência (EVARISTO,2021) de Conceição Evaristo que propõe uma perspectiva feminina e afrodescendente (2018/ Revista Língua & Literatura) na construção do texto, em sua poética. Este conceito foi criado analisando obras literárias, entretanto este trabalho utiliza este recorte na escrita para o texto acadêmico. Por isso, o relato em primeira pessoa da pesquisadora em vários momentos vem à tona e se faz importante na construção dessa narrativa visual. Por que, pautado nesse pensar de Evaristo, de onde parte a escrita se revela muito sobre o trabalho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Fora dos padrões: estética negra e identidade como proposta decolonial no ensino de História
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-28) CASTELO BRANCO, Juliene Dias; CHARLET, Eliane Cristina Soares; http://lattes.cnpq.br/6000275052016633; orcid logo https://orcid.org/0009-0007-0797-4894; SILVA, Wesley Garcia Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/2125737316069934; orcid logo https://orcid.org/0000-0002-2734-5442
    A proposta deste trabalho é oferecer novas possibilidades referentes ao ensino de história africana e afro-brasileira, por meio de projeto educacional, apresentando as formas de resistência africana a dominação europeia e ao racismo estrutural existente em nossa sociedade, propondo assim, uma educação decolonial. Tendo como foco, o processo de formação e aceitação de uma estética negra. Considerando e destacando a relevância de se trabalhar as questões étnico-raciais em sala de aula para uma maior aceitação, da mesma maneira que promover uma identificação racial e desenvolvimento escolar dos discentes, sobretudo, daqueles que reconhecem ou passam a reconhecer sua negritude. Como resultado do projeto educacional proposto, assim como, da dissertação, pretende-se desenvolver um vídeo documentário voltada para a estética negra, formulado e desenvolvido pelos próprios discentes que terá como pretensão enriquecer os debates sobre a resistência negra estampada em sua estética. Assim como, apresentar discursos objetivando contribuir com uma educação antirracista, exibindo possibilidades e elos para com o processo do ensino de história e as relações étnico raciais, da mesma maneira que, oferecer possibilidades de uma educação decolonial, segundo as proposições da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), tal qual, as Leis de Diretrizes e Base da Educação (LDB), mais especificamente a lei 10.639/03, dinamizando e contribuindo para um ensino de história africano e afro-brasileiro.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A formação dos docentes de História e a Lei nº 11.645/2008: mudanças de perspectivas no trato da temática indígena no ensino de História (2008-2018)
    (Universidade Federal do Pará, 2020-08-31) BARARUÁ, Marcus Vinícius Valente; LIMA, Maria Roseane Corrêa Pinto; http://lattes.cnpq.br/0040917069487308; https://orcid.org/0000-0002-8396-0618
    O presente trabalho pretende compreender as transformações ocorridas na formação inicial de professores e professoras de história em relação à temática indígena após a promulgação da Lei nº 11.645/2008 até o ano de 2018. O objetivo geral da dissertação é analisar a mudança de perspectiva sobre o agente histórico indígena nos documentos oficiais das faculdades de História da Universidade Federal do Pará (os Campi Belém, Bragança e Tocantins/Cametá) através das disciplinas, no desenvolvimento do planejamento curricular, projetos de pesquisa e extensão. Os Projetos Pedagógicos de Curso (PPC’s) são as diretrizes da graduação de licenciatura em história, sendo uma fonte de percepção das mudanças ocorridas após a Lei nº 11.645/2008. Também como objetivo, analisar os relatos de experiência dos docentes formadores de professores e professoras de História da Educação Básica, possibilitando analisar as ações pedagógicas e acadêmicas realizadas após a promulgação da legislação, principalmente, para lecionar em sala de aula. As fontes documentais e orais foram analisadas através dos conceitos da decolonialidade e da interculturalidade crítica. Por meio das reflexões observou-se que as transformações em relação à temática indígena na formação de professores e professoras de História ocorreram de maneira particular a cada região dos campi da Universidade Federal do Pará. As maiores mudanças de perspectiva em relação à temática indígena nas graduações de licenciatura em história no Estado do Pará são perceptíveis no trabalho protagonizado pelos docentes que pesquisam, ensinam e promovem a História Indígena e do Indigenismo. Como desdobramento das reflexões nesta dissertação, foi desenvolvida uma cartilha que tem a intenção de apresentar o conceito da interculturalidade crítica e como essa linha de pensamento pode ser utilizada na formulação de sequências didáticas que valorizam a luta política, o conhecimento e a história dos povos indígenas brasileiros.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Guia didático para o Laboratório de Práticas e Experimentações Sala Arthur Leandro Tatá Kinamboji de Ensino Cultura e Artes Visuais Afro-Amazônica: caminhos para a decolonialidade
    (Universidade Federal do Pará, 2023-06-29) VASQUEZ, Jessica Calandrine; RODRIGUES, Ronaldo de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/1573942492848983; https://orcid.org/0000-0001-5721-2926
    Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de criação do produto educacional que se caracteriza como o Guia didático para o Laboratório de Práticas e Experimentações Sala Arthur Leandro Tatá Kinamboji de Ensino, Cultura e Artes Visuais Afro-amazônicas. Metodologicamente a abordagem da pesquisa foi qualitativa, que se desdobrou em pesquisa documental e pesquisa participante. Os documentos que serviram de base foram o projeto do laboratório, plano de curso, projeto pedagógico do curso de Artes Visuais do ano de 2019, projeto de extensão, projeto da Sala e projeto de ensino. A pesquisa participante foi baseada nas vivências na disciplina de Arte Afro-brasileira, nas reuniões e ações a partir do Laboratório e Sala Tatá Kinamboji. Na criação do produto foi necessária a utilização de duas metodologias, o design thinking e a metodologia do laboratório aberto. A primeira para pensar a construção deste produto de forma prática, e a segunda como forma de pensar dinâmicas de potencialização para o referido espaço. Neste processo houve a realização de uma ação pedagógica, utilizando o acervo da Sala Tatá Kinamboji, na disciplina de arte afro-brasileira. A validação e avaliação do produto foi realizada a partir da aplicação de questionários físico e online com os discentes da turma, questionário somente online com os docentes da faculdade de Artes Visuais, como também com o setor pedagógico do curso e integrantes do laboratório e Sala Tatá Kinamboji. Os resultados apresentam a construção do guia como proposta de direcionamento e somam de forma satisfatória para validar o produto desenvolvido. Embora o produto esteja finalizado, é de suma importância seu desdobramento e atualização, pois o laboratório esta em uma constante atualização, por conta do local onde está situado, necessidade da continuidade da catalogação de materiais que chegam e novas produções. Assim este produto contribui com o processo de ensino-aprendizagem, auxilia na utilização do laboratório, fortalecendo práticas, pesquisas e ações na perspectiva decolonial do Ensino de Artes Visuais.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Guia para formação de professores: adaptação de música regional para aulas de trompa com iniciantes
    (Universidade Federal do Pará, 2024-03-28) LOUZADA, Jaqueline Wailse Lira; DINIZ, André Monteiro; http://lattes.cnpq.br/5064351890235151; https://orcid.org/0000-0002-4895-7421
    Este trabalho apresenta o "Guia de Adaptação Musical para Professores de Trompa em Formação", um roteiro de adaptações de músicas regionais para iniciantes. Este produto educacional emergiu como proposta para enfrentar os desafios no ensino de música, especialmente no contexto do ensino de trompa, onde há grande presença de materiais didáticos e repertórios de procedência europeia. Esses materiais originários de outros países e muitas vezes desconhecidas dos alunos e suas comunidades, não levam em conta suas especificidades culturais e regionais. Essa prática precisa ser discutida na formação de professores de trompa, a fim de promover o desenvolvimento de novas abordagens por eles. A escassez de recursos que integrem a cultura local limita o acesso dos alunos a uma educação musical potencialmente representativa e significativa. Desenvolvido no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Criatividade e Inovação em Metodologias de Ensino Superior (PPGCIMES) da Universidade Federal do Pará (UFPA), com ênfase em Inovações Metodológicas no Ensino Superior (INOVAMES), o produto resultante visa suprir essas carências, especialmente a falta de adaptações de músicas regionais da Amazônia brasileira para iniciantes. A metodologia envolveu uma pesquisa bibliográfica sobre os desafios e as perspectivas no ensino de trompa no Brasil, a literatura utilizada para o ensino e a influência da delação musical na aprendizagem da trompa. Embasado nas teorias de aprendizagem significativa de Ausubel (2003) e na abordagem decolonial de Quijano (2015), além da análise dos elementos idiomáticos presentes em obras escritas por trompistas, conforme discutido por Matosinhos (2021). Além disso, foi realizada a análise de Projetos Pedagógicos de Cursos (PPCs) de música na Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto Estadual Carlos Gomes (IECG) e Universidade do Estado do Pará (UEPA). Em seguida, deu-se a elaboração do produto educacional e sua aplicação, bem como entrevistas com professores e alunos para validar as adaptações musicais propostas. Os resultados destacam o potencial do produto educacional desenvolvido para habilitar professores em formação e profissionais atuantes, proporcionando uma ferramenta prática e acessível para a formação de professores e uma educação musical que incorpore a cultura local. Além disso, evidencia-se que o material desenvolvido serve como um recurso para professores em formação, auxiliando-os na integração de elementos culturais locais em seu ensino, promovendo uma educação musical mais contextualizada e significativa.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    O movimento da Zwanga African fashion: comunicação e moda ativista como prática decolonial na Amazônia-amapaense
    (Universidade Federal do Pará, 2024-12-20) NEVES, Lúcio Dias das; AMARAL FILHO, Otacílio; http://lattes.cnpq.br/2605877670235703; https://orcid.org/0000-0001-5467-8528
    A tese faz uma análise sobre a compreensão da experiência comunicativa das mulheres que participaram dos desfiles de moda propostos pela Zwanga nas edições de 2020, 2022 e 2023, bem como de uma pequena amostra dos homens que participaram da edição de 2023. A importância de estudar a Zwanga como lócus de pesquisa doutoral transcende a moda, visto que ela articula a economia criativa, o empreendedorismo, o resgate da autoestima dos afrobrasileiros. A fundamentação teórica teve como base as obras de pesquisadores da Amazônia como Amaral Filho (2016), tendo suas ideias reforçadas em autores como Tarcízio Silva (2020), Joaze Bernardino-Costa, Nelson Maldonado-Torres e Ramón Grosfoguel (2018) e Molefi Kete Asante (2009) que robustecem as ideias sobre decolonialidade com base na cultura local, o racismo, o marabaixo, quilombismo e outras manifestações da cultura afroamapaense e uma importante aproximação sobre a Zwanga e outras manifestações culturais do Amapá. A pesquisa de comunicação é de natureza básica, tendo como estudo de caso o meio para a investigação sobre as tradições e heranças afroamapaenses que atravessam o movimento da Zwanga. Sob esse enfoque, optamos por uma pesquisa do tipo explicativa e participante – uma vez que o autor faz parte e se conhece neste processo, para estudar fenômenos pontuais, de modo analítico e crítico, referentes ao universo da moda afroempreendedora no Amapá – a experiência da Zwanga. Para coleta e análise de dados foram utilizadas diversas entrevistas abertas com a afroempreendedora e entrevistas semiestruturadas com mulheres e homens que participaram dos eventos de moda e sociais da Zwanga entre o período de 2020–2023.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Museus e colonialidade: uma análise da exposição de longa duração o Museu do Estado do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2021-09-15) LEÃO, Andrey Manoel Leão de; BRITTO, Rosângela Marques de; FIGUEIREDO, Silvio José de Lima; http://lattes.cnpq.br/2578700144404800; https://orcid.org/0000-0002-6810-1639
    O trabalho busca discorrer sobre como a colonização no estado paraense firmou diversas narrativas sobre a região, fazendo com que se colocasse no centro os grupos de origens europeias e seus estilos de vida, e todos os outros grupos na margem. Isso se manteve durante toda a história do estado do período colonial até a época conhecida como Belle Époque, período de um boom econômico na região que, buscando o desenvolvimento urbano local, baseou suas políticas públicas em um ideal de vida de cidades europeias. Portanto, discuto como essas visões estão postadas no Museu do Estado do Pará que é cunhado como museu histórico, e, por isso, tem por objetivo contar a história do estado. Essa hierarquização de culturas e povos em detrimento de outras, a partir da ideia de raça, que se mantém mesmo com a independência dos países ou com a descolonização é conhecida como colonialidade. Com isso, a análise se dá criticamente sobre a expografia de longa duração do museu, vendo quem está em destaque, quem não está, como os grupos culturais são mostrados, o que é mostrado, como é feita a sensibilização, etc. Estas ações são feitas para mostrar como a colonialidade estar postada nas representações do museu . O trabalho também aponta como deveriam ser certas representações para combater essas perspectivas colonializantes, se baseando que a noção de decolonialidade seria o modo de desfazer a perspectiva de hierarquização cultural construída. Para isso, as novas perspectivas museológicas apontam que os museus, principalmente os de histórias que tem um papel de legitimador do que é a verdade, devem ter um papel social que busque resolver problemas atuais, sobretudo os discursivos, que se deram historicamente de forma unilateral e tem alto poder coercitivo sobre a sociedade. Por fim, quando não há equivalência discursiva e quando as perspectivas colonializantes são transportada para a atualidade da região, ao não discuti-las e nem ligá-las aos problemas locais, o museu acaba sendo, em certos momentos, um reforçador destas perspectivas hierárquicas e preconceituosas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A natureza do feminino decolonial no romance latino-americano: representações ecofeministas em Eva Luna e tropical sol da liberdade
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01-28) LARANJEIRA, Jéssika Vales; ALMEIDA, Carlos Henrique Lopes de; //lattes.cnpq.br/9511564560016368
    Na literatura latino-americana, em especial as criadas por mulheres, há uma curiosa sucessão de narrativas que relacionam, em alguma medida, as explorações das mulheres e da Natureza. Essa percepção evidencia a necessidade de articulação entre diversas perspectivas críticas para ampliar o alcance de uma crítica ecofeminista delecolonial. Desse modo, este trabalho tem como objetivo identificar representações ecofeminstas como mecanismos de resistência à colonialidade nos romances Eva Luna (1987), da chilena Isabel Allende, e Tropical Sol da Liberdade (1988), da brasileira Ana Maria Machado. Para isso, a pesquisa foi desenvolvida sob abordagem qualitativa dedutiva de natureza teórica a partir de duas categorias de análise: as relações de cuidado e as percepções sensíveis sobre a Natureza. No corpus teórico, destacam-se: Zinani (2013) e Navarro (1995) quanto à mulher na literatura; Perrot (2017) quanto à historicidade da mulher como categoria social; Quijano (2005 e 2008) e Lugones (2008 e 2010) quanto à decolonialidade latino-americana; Kheel (1993) e Shiva (2001, 2003 e 2018) quanto à filosofia ecofeminista e Candau (2016), Bosi (1994) e Sarlo (2007) quanto à memória, a identidade e a resistência, temáticas que envolvem as narrativas analisadas com frequência. Como resultados comparativos entre os romances, foram identificadas duas similaridade de resistência ecofeminista e subversão à colonialidade: a valorização/ressignificação do trabalho de cuidado feminilizado e a escrita como meio de visibilizar a perspectiva feminina marginalizada.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Periferia e negritude: ritmo e poesia (rap) como produção estratégica do mundo periférico em Belém-PA (1996-2023)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-08) MAIA, Emily Maria Pantoja; COSTA, Antonio Maurício Dias da; http://lattes.cnpq.br/2563255308649361; https://orcid.org/0000-0002-0223-9264
    Em 1994, tem-se a primeira aparição de um grupo de rap na cidade de Belém do Pará. Surgido do bairro da Terra Firme, periferia de Belém, o grupo MBGC – Manos da Baixada do Grosso Calibre – revolucionou com um novo estilo musical para a retratar a realidade da periferia belenense. Desde a década de 80, momento de grande mudança de representação cultural, incluindo o âmbito historiográfico, o rap divulgou-se mundialmente como forma de espelhar a cultura popular e as insatisfações sofridas nos bairros afastados do centro. Surgido na década de 1970, nos Estados Unidos, após um panorama de grande crise, veio como forma inovadora para denunciar os problemas sociais vivenciados pelos jovens dos bairros marginalizados. Já no cenário brasileiro, o rap se inicia como forma de divertimento e posteriormente, revela-se politizado. Thaide e DJ Hum dão início ao rap nacional e logo outros nomes surgem, ganhando destaque, como Racionais Mc’s, que deram ao rap uma forma engajada. A partir desses eventos e da visibilidade nos jornais em Belém que retratavam o “rapping” e a cultura hip hop, o estilo musical ganhou força e influenciou novos sujeitos na região, atentando-se ao cenário amazônico e as dificuldades sofridas nos bairros da cidade, incluindo os artistas paraenses como Pelé do Manifesto e o Th091, com grande visibilidade em “poemas abolicionistas”. Desse modo, o objetivo geral desse trabalho é perceber as possibilidades do estilo musical rap como suscetível para análises e compreensão histórica, no que alberga os sujeitos da periferia – Pelé do Manifesto, Th091 e outros que deram início ao movimento como Mc Negro Edi, Bruno BO, Marcelo Muslim, Dj Morcegão – com suas rimas carregadas de aspectos da cultura diaspórica. O rap é um estilo caracterizado como “canto falado”, que busca contrapor as injustiças sociais, econômicas, culturais e históricas, e assume o papel de retratar realidades enfrentadas, estritamente, do povo negro, portanto, pode ser caracterizado como um efeito da colonização. Diante disso, é perceptível o estímulo aos pensamentos contrários a uma hegemonia formada, para confrontar as tensões culturais e o racismo.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    "Póngase las plumas" - A decolonialidade no sistema das artes visuais contemporâneas pelas perspectivas de gênero e corpos dissidentes: complexidades e contradições entre Brasil, Colômbia e Peru
    (Universidade Federal do Pará, 2024-08-30) VIVIANI, Maria Cristina Simões; GONTIJO, Fabiano de Souza; http://lattes.cnpq.br/7539767705260462
    O conceito de decolonialidade tem sido agenciado com frequência pelo sistema das artes visuais contemporâneas. O termo proposto pelo Grupo Modernidade/Colonialidade é utilizado principalmente para apontar curadorias com a presença de artistas dissidentes - indígenas, negras, queer e periféricas. Contudo, o campo realizado entre Brasil, Colômbia e Peru indicou que a “decolonialidade” foi apropriada pelo campo das artes, tornando-se um termo nativo das instituições do circuito artístico. A capitalização do conceito pelo mercado das artes resultou em uma abordagem exclusivamente a partir das identidades que apenas se refere à presença de produções de artistas não hegemônicas, sem as devidas transformações que a decolonialidade deveria acarretar a nível estrutural. Sendo assim, agentes das artes acusam de terem suas identidades, antes marginalizadas, agora instrumentalizadas pelo sistema das artes. Diante de tal problemática, a pesquisa investigou o circuito das artes dos três países a partir de entrevistas com artistas, curadoras e galeristas mulheres (cis e transgênero), não bináries e homens transgênero. Considerando o sistema das artes uma estrutura porosa, formado por uma rede de relações de poder entre agentes, instituições e obras de arte, buscou-se evidenciar as complexidades e contradições inerentes a tal campo pela perspectiva de gênero e corpos dissidentes. A conexão territorial, demarcada pela tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, marca também a perspectiva hegemônica do Norte Global sobre suas produções artísticas. Dinâmicas de hierarquizações de poder se repetem em um modelo colonial replicado nas instituições de artes dos três países. Os conflitos e disputas de quem decide o que é arte, quem vende arte e quem consome arte, revelam que a perspectiva decolonial está mais voltada ao discurso do que à prática no circuito artístico. O avanço da decolonialidade propiciada pela pressão social por aumento da representatividade de grupos minoritários em espaços de poder, juntamente com produção acadêmica de alto impacto sobre decolonialidade e a demanda mercadológica, gerou a busca pelas identidades dissidentes que vive hoje o sistema das artes do Sul Global. As limitações sobre as produções das artistas demarcadas pela alteridade a partir da perspectiva hegemônica expõem a necessidade de novas estratégias para, de fato, decolonizar o sistema artístico. A essencialização das identidades e a leitura reducionista como esses corpos e produções são absorvidos pelo sistema das artes indicam que há uma percepção simplista sobre vivências complexas. O questionamento e a resistência das agentes das artes apontam para a necessidade de uma reparação histórica em que as produções sejam localizadas e o sujeito “universal” seja contestado. Assim, as produções dessas agentes determinam por uma descentralização da rigidez imposta sobre as identidades dissidentes, permitindo um esgarçamento do imaginário sobre seus corpos e experiências.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Os tambores da África reverberam aqui: o projeto batuque como prática decolonial na comunidade quilombola de São Pedro dos bois-AP
    (Universidade Federal do Pará, 2022-08-11) BARBOSA, Adrian Kethen Picanço; PEIXOTO, Rodrigo Corrêa Diniz; http://lattes.cnpq.br/9872938064820413
    Esta pesquisa tem como tema a Educação Escolar Quilombola (EEQ) e, inserido neste contexto da referida modalidade de ensino, analisarei o Projeto Batuque como uma prática decolonial na comunidade quilombola de São Pedro dos Bois - AP. O estudo segue a metodologia da Pesquisa-Ação-Participante de Orlando Fals Borda (1978), atualizando-a segundo uma perspectiva decolonial para identificar as transformações promovidas pela Educação Escolar Quilombola, com ênfase na análise do Projeto Batuque na citada comunidade quilombola. Dessa forma, a pesquisa apresenta a prática decolonial dentro da Escola Quilombola Estadual Teixeira de Freitas que é resultado de uma educação engajada e comprometida com o meio em que a instituição está inserida.
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