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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição espacial e temporal da comunidade de rotifera na usina hidrelétrica de Tucuruí-PA, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2015) BEZERRA, Márcia Francineli da Cunha; NAKAYAMA, Luiza; http://lattes.cnpq.br/3771896759209007; OHASHI, Otávio Mitio; http://lattes.cnpq.br/5547874183666459
    O objetivo desta tese foi o estudo da variabilidade espacial e temporal da comunidade de rotíferos da Usina Hidrelétrica de Tucuruí-PA e o estado da arte da biodiversidade de rotíferos em reservatórios brasileiros. Para o estudo da variação espacial e temporal, foram filtrados 560 l de água, em uma rede de plâncton (60 μm), retirados do estrato 1 (superfície) e do 2 (oito metros), por meio de uma motobomba, em doze pontos distribuídos a montante (Zona Próxima a Barragem-ZPB e Zona de Transição-ZTR) e a jusante (Zona a Jusante), do reservatório, durante os períodos de maior (dez/11 e mar/12) e menor (set/11, jul/12 e set/12) precipitação de chuva. No primeiro período, foram realizadas coletas interanual e quadrimestrais, por meio de rede de plâncton (60 μm) na superfície da coluna d’água, em um total de 10 pontos amostrais, localizadas na zona limnética. No segundo, a coleta foi interanual e trimestrais, sendo realizada em diferentes estratos da coluna d’água (superfície-E1 e oito metros de profundidade-E2). As famílias Brachionidae, Lecanidae e Trichocercidae foram as mais representativas, em termos de frequência e abundância, nos dois períodos. As espécies Keratella americana e Rotariasp. foram consideradas espécies mais abundantes, principalmente na Zona Próxima a Barragem (ZPB) e na de Transição (ZTR), respectivamente, com um padrão de distribuição, provavelmente mais afetada pela pluviosidade. Variações sazonais foram observadas entre na abundância das espécies, destas a K. Americanae Rotaria sp. foram as que apresentaram maiores valores no período menos chuvoso e menores no mais chuvoso e outras ocorreram apenas em um dos períodos. No entanto, a correlação entre as abundâncias de espécies de rotíferos e variáveis limnológicas, durante o períodomais chuvoso, não foi significativa, mas foi no período mais chuvoso. Os altos valores dos eixos canônicos (Abundância de espécies de rotíferos vs variáveis limnológicas) foram influenciados pela transparência, condutividade e OD no E1, e pelo OD e pH no E2. Os maiores valores de diversidade foram apresentados na ZPB, no período mais chuvoso (mar/12) e na ZTR durante no menos chuvoso (set/12). A equitabilidade, entre as profundidades e entre as zonas, sugere menor variabilidade na abundância das espécies e maior riqueza. A composição, a abundância e a diversidade específica da comunidade de rotíferos da Usina Hidrelétrica de Tucuruí podem ser afetadas pelas variações morfométricas e limnológicas do local de coleta e pela pluviosidade. Para o Estado da Arte foram realizados levantamentos bibliográficos, artigos indexados, sobre a biodiversidade de rotíferos planctônicos, em reservatórios brasileiros. A maioria dos trabalhos aborda, principalmente, os temas: distribuição horizontal, composição e riqueza, seguidas de distribuição vertical, de densidade, de aspecto sazonal e temporal, de abundância relativa e de diversidade e equitabilidade. A maior parte dos reservatórios está localizada na região Sudeste, com a maior riqueza, contando o número total de espécies (incluindo as repetidas nos diferentes artigos) e na Nordeste, com menor número de reservatório e com a menor riqueza. A região Centro- Oeste apresentou a maior riqueza e a Nordeste a menor (apenas espécies e subespécies não repetidas). Percebe-se, portanto, que há um esforço cada vez maior dos autores das regiões Sudeste e Centro-Oeste na identificação ao menor nível taxonômico possível. As espécies Keratella americana e Conochilus unicornis foram as mais comuns em todas as regiões brasileiras, seguidas de K. lenzi, Polyarthra vulgaris, Brachionus falcatus e Filinia longiseta, consideradas cosmopolitas. Portanto, as espécies da comunidade de rotíferos se distribuem heterogeneamente e apresentam diferenças consideráveis em sua distribuição vertical e horizontal, nos ambiente do reservatório da UHE Tucuruí, podendo ser afetadas pelas variações morfométricas e limnológicas do local de coleta e pela pluviosidade. Portanto, os rotíferos possuem ampla distribuição em todas as regiões brasileiras, devendo-se à capacidade de habitarem variados cursos hídricos e de se dispersarem, por meio de ovos de resistência presos a diferentes organismos ou embarcações.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Espécies arbóreas presentes na zona urbana de Altamira - Pará: índices espaciais e diversidade florística
    (Universidade Federal do Pará, 2023-04-28) FEIO, Elnatan Ferreira; VELOSO, Gabriel Alves; http://lattes.cnpq.br/9757471213923099; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-3655-4166; HERRERA, Raírys Cravo; http://lattes.cnpq.br/2153779197306503; https://orcid.org/0000-0002-9699-8359
    Nas últimas décadas, o interesse por estudar o processo de urbanização nas cidades tornou-se um assunto de extrema importância, visto que, quando esse fenômeno não é trabalhado com planejamento, desprezando as diferenças regionais, torna-se difícil projetar cidades mais sustentáveis. Uma das formas de alcançar esta sustentabilidade é a promoção de ações que incentivem a inserção da arborização que consiga surtir efeitos positivos, tal como a amenização do calor decorrido do asfaltamento e concretização dos espaços urbanos. Assim, a promoção da arborização nas cidades é um dos meios de minimizar os efeitos adversos do clima nas cidades e melhorar a qualidade de vida dos habitantes. Este trabalho foi realizado na sede do município de Altamira, localizada na região Sudoeste do Estado do Pará. Foi desenvolvido em três etapas: (i) realização do mapeamento da arborização a partir da vetorização manual para geração de uma nuvem de pontos que possibilitou a análise, por meio da aplicação da Estatística de Densidade Kernel, da distribuição espacial das espécies arbóreas utilizando cálculo das estimativas de parâmetros ambientais como: Índices de Cobertura Vegetal (ICV) e Percentual de Cobertura Vegetal (PCV); (ii) aquisição de imagens de sensoriamento remoto com baixa nebulosidade durante o período de estiagem, referente aos anos 2011 e 2021 dos Satélites Landsat 5 sensor TM e Landsat 8 Sensor Tirs, respectivamente, com imagens adquiridas no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); e (iii) levantamento do censo arbóreo em três bairros da cidade a partir dos índices de coberturas maiores calculados na primeira etapa da pesquisa para determinar os Índices de Diversidade de Shannon-Weaver, Simpson e Equabilidade de Pielou. Observou-se que a distribuição da arborização da cidade de Altamira é muito variável e deficiente, onde a maioria dos bairros da cidade apresenta um déficit na densidade de árvores. Os bairros centrais são os mais consolidados e apresentaram maiores densidades de indivíduos. O PCV foi de 0,49% e ICVH de 1,72 m² de copa/habitante, valores abaixo do recomendado pela Organização das Nações Unidas - ONU e Sociedade Brasileira de Arborização Urbana - SBAU. Para o ano de 2011, as condições térmicas terrestres da cidade de Altamira variaram entre a mínima de 23,97°C e máxima de 34,80°C, mantendo uma constante em torno de 32°C na área urbanizada, destoando da temperatura máxima registrada de 34°C em poucos pontos da cidade, com temperatura média de 32,09°C nos bairros centrais e mais urbanizados. Em 2021, a temperatura da cidade de Altamira alcançou mínima de 23,35°C e máxima de 33,89°C. O resultado do cálculo dos índices para os bairros Premem, Jardim Uirapuru e Esplanada do Xingu, apresentaram os seguintes valores, respectivamente: a) diversidade de Shannon-Weaver (H’): 1,734, 1,816, 2.28; b) Equabilidade de Pielou (J’): 0.65, 0.57, 0.72, e c) Simpson (C): 0.69, 0.71, 0.85, respectivamente. A análise qualitativa indicou que quanto maior o valor de C, menor é a diversidade de espécies, portanto, a maior diversidade distribuída encontra-se no bairro Premem. Para a análise quantitativa, foram catalogados 793 indivíduos arbóreos, divididos em 61 espécies, pertencentes à 40 famílias botânicas, para os quais se verificou que 68% são espécies exóticas e 32% nativas. Observa-se que o arranjo da espacialização da arborização urbana não acompanhou o crescimento da malha urbana, permitindo o surgimento de zonas com pouca densidade arbórea, o que demonstra que há urgência à elaboração de política que contemple áreas verdes na cidade, de modo a humanizar as vias e logradouros públicos e contribuir para a regulação do microclima altamirense, com efeitos positivos no bem-estar da população e daqueles que por aqui transitam. Desta forma, este estudo possui os atributos necessários para subsidiar ao planejamento urbano em ações que visem a promoção do conforto e a futura atenuação dos eventos de sensação térmica, valorizando para isto o plantio de espécies nativas em detrimento das exóticas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Identificação e caracterização das massas d´água da Plataforma Continental do Maranhão, durante os períodos seco (Novembro, 1997) e chuvoso (Junho 1999)
    (Universidade Federal do Pará, 2007-10-26) PONTES, Paulo Henrique Parente; KAMPEL, Milton; http://lattes.cnpq.br/0063119667740811; EL-ROBRINI, Maâmar; http://lattes.cnpq.br/5707365981163429; https://orcid.org/0000-0001-7850-1217
    A Plataforma Continental do Maranhão (PCM), entre a foz dos rios Gurupi e Parnaíba, possui 203 km de largura em frente ao litoral ocidental e 72 km a partir da baía do Tubarão em direção sudeste. A costa do Maranhão é diversificada: a NW, as Reentrâncias Maranhenses, a leste, o litoral de dunas, sendo separados pelo Golfão Maranhense, onde o rio Mearim descarrega suas águas com uma vazão de 770 m3/s. Outros rios com menor descarga hídrica deságuam no litoral: Gurupi, Maracaçumé, Turiaçú, Itapecuru e Parnaíba. Os parâmetros de temperatura, salinidade e densidade serviram para identificar e caracterizar as massas de água, durante os períodos: seco (novembro de 1997), e chuvoso (junho de 1999), com o intuito de observar a variabilidade sazonal das massas d’água. As imagens AVHRR (Advanced Very High Resolution Radiometer) de alta resolução (1,1 km) de temperatura da superfície do mar (TSM) dos satélites NOAA 14 e 15 serviram para verificar a variação deste parâmetro durante o período em estudo e identificação de feições oceanográficas. A série temporal de médias mensais de imagens AVHRR Pathfinder de TSM com resolução de 4 km (1985 até 2001), fornecida pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), permitiu a observação da variabilidade temporal e espacial da TSM através do cálculo de médias climatológicas e respectivas anomalias mensais de TSM em 3 pontos na PCM para verificar se há mudanças significativas das características físicas das águas da PCM em anos de El-Niño/La-Niña, pois estes fenômenos podem ou não ocasionar grandes mudanças no comportamento das massas d’água superficiais e na circulação local. Observou-se que no período seco (1997), ocorreu apenas a Água Tropical, que é uma massa d´água oceânica, provando que durante este período as águas continentais não atuam sobre a PCM e no período chuvoso (1999), foi observado a Água Costeira, Água de Mistura, Água Tropical e a Água Central do Atlântico Sul. A Água Costeira é uma massa d’água proveniente dos rios que deságuam na PCM e a Água de Mistura é uma massa d’água que apresenta características oceânica e costeira. Logo, a presença destas duas massas de água na PCM prova que neste período ocorrem águas continentais na área de estudo. As massas de água da PCM possuem as seguintes características físicas: (i) Água Tropical: salinidade maior que 36, temperatura entre 26,6º e 28,7º C e densidade entre 23 kg/m3 e 23,8 kg/m3, que durante o período seco ocorre desde a superfície até mais de 60 m de profundidade, enquanto no período chuvoso só foi observada a 40 km da costa, da superfície até mais de 60 m; (ii) Água Costeira: salinidade inferior a 33, temperatura entre 28º e 29,4º C e densidade entre 19 kg/m3 e 21,4 kg/m3, que se estendeu até 10 km da costa, sendo encontrada da superfície até 28 m; (iii) Água de Mistura: salinidade entre 33 e 36, temperatura entre 25,8º e 28,75º C e densidade entre 21,8 kg/m3 e 23,8 kg/m3, podendo ser observada até 60 km da costa, se estendendo da superfície até 60 m; (iv) Água Central do Atlântico Sul: salinidade oscilando entre 35,6 e 36, temperatura inferior a 18º C e densidade entre 23,9 kg/m3 e 25,8 kg/m3, encontrada somente a partir de 31 km da costa e em profundidade superior a 50 m. As imagens AVHRR/NOAA revelam pouca variação do campo de TSM sobre a PCM. Nas imagens de novembro de 1997, a variação máxima da TSM foi de 2,5º C (mínimo de 27º C e máximo de 29,5º C), praticamente os mesmos valores obtidos in situ, em que o máximo de TSM foi de 28,6º C e o mínimo de 27,1º C. Nas imagens de junho de 1999, a oscilação deste parâmetro ficou entre 27º e 29º C, assemelhando-se com os valores adquiridos durante o cruzeiro oceanográfico do mesmo ano, que foram de 27,4º C (mínimo) e 29,2º C (máximo). Os gráficos de anomalia de TSM em 3 pontos geográficos da PCM mostram ínfima oscilação de anomalia de TSM na área de estudo durante o evento El-Niño de 97/98. A anomalia de TSM é maior na PCM no ano de 1998, isto é, entre os cruzeiros oceanográficos deste trabalho, logo não houve influência significante deste fenômeno sobre as características de temperatura das massas de água superficiais da PCM durante os períodos de coleta. A ocorrência de diferentes massas de água na PCM está relacionada principalmente à sazonalidade da região de estudo, que apresenta maior influência estuarina durante o período chuvoso e pouca ou nenhuma influência no período seco, como pode ser comprovado pela predominância da água oceânica (Água Tropical) no período seco e presença da Água Costeira e Água de Mistura no período chuvoso, determinando maior estratificação das águas.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Microfitoplâncton de águas costeiras amazônicas: Ilha Canela (Bragança, PA, Brasil)
    (Sociedade Botânica do Brasil, 2008-09) SOUSA, Eliane Brabo de; COSTA, Vanessa Bandeira da; PEREIRA, Luci Cajueiro Carneiro; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da
    Variações sazonal e nictemeral do microfitoplâncton foram estudadas em uma estação fixa (00º46'37,2''S-046º43'24,5''W), localizada em uma área costeira próxima à ilha Canela (Norte do Brasil), durante os meses de setembro e dezembro/2004 (período seco) e março e junho/2005 (período chuvoso). As amostras destinadas à análise qualitativa do fitoplâncton foram obtidas a partir da filtragem de 400 L de água, através de uma rede planctônica (65 μm de abertura de malha), durante marés de sizígia, em intervalos regulares de três horas, por um período de 24 horas. O material coletado foi fixado com formol neutro a 4%. Paralelamente a essas coletas foi medida a salinidade da superfície da água. A salinidade apresentou variação significativa ao longo do período de estudo, variando entre 26,1 (junho/2005) e 39,0 (dezembro/2004), caracterizando o ambiente como eualino-polialino. Foram identificados 130 táxons incluídos nas divisões Cyanophyta (dois táxons), Bacillariophyta (115 táxons) e Dinophyta (13 táxons). As diatomá
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Use of intertidal areas by shrimps (Decapoda) in a brazilian Amazon estuary
    (2014-03) SAMPAIO, Herbet Aranha; MARTINELLI-LEMOS, Jussara Moretto
    O presente trabalho investigou a ocupação e a correlação da abundância de camarões em relação às variáveis ambientais nos diferentes habitats (manguezal, marisma e afloramento rochoso) em um estuário amazônico. As coletas foram realizadas em agosto e novembro de 2009, na maré baixa de sizígia na praia do Areuá, situada na RESEX Mãe Grande de Curuçá, Pará, totalizando 20 poças. Em cada ambiente foram registrados os fatores físicoquímicos (pH, salinidade e temperatura) e mensuradas a área (m²) e o volume (m³) de cada poça através da técnica de batimetria. A média do pH, salinidade, temperatura, área e volume das poças-de-maré foram 8,75 (± 0,8 desvio padrão) 35,45 (± 3), 29,49 °C (± 2,32), 27,41 m² (± 41,18) e 5,19 m³ (± 8,01), respectivamente. Foi capturado um total de 4.871 indivíduos, distribuídos em três famílias e quatro espécies: Farfantepenaeus subtilis (marinha) a mais frequente (98,36%), seguida de Alpheus pontederiae (0,76%) (estuarina), Macrobrachium surinamicum (0,45%) e Macrobrachium amazonicum (0,43%) predominantemente dulcícolas. As espécies F. subtilis e A. pontederiae ocorreram nos três habitats, enquanto que M. surinamicum ocorreu no afloramento rochoso e marisma e M. amazonicum somente no marisma. O pH e a temperatura foram os descritores ambientais mais importantes que afetaram significativamente a densidade e a biomassa dos camarões.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Variação temporal do fitoplâncton e dos parâmetros hidrológicos da zona de arrebentação da Ilha Canela (Bragança, Pará, Brasil)
    (Sociedade Botânica do Brasil, 2009-12) SOUSA, Eliane Brabo de; COSTA, Vanessa Bandeira da; PEREIRA, Luci Cajueiro Carneiro; COSTA, Rauquírio André Albuquerque Marinho da
    As variações sazonal e nictemeral do fitoplâncton e dos parâmetros hidrológicos foram estudadas em uma estação fixa (00º46'37.2"S-046º43'24.5"W) localizada na Ilha Canela (Bragança-Pará) em setembro e dezembro de 2004 e março e junho de 2005. Amostras subsuperficiais de água foram coletadas para os estudos qualitativos, quantitativos e para a determinação das concentrações de clorofila a. Simultaneamente, foram medidos os parâmetros físico-químicos da água: salinidade, temperatura, pH, oxigênio dissolvido e percentual de saturação. Foram identificados 64 táxons entre Cyanophyta (um táxon), Bacillariophyta (54 táxons) e Dinophyta (nove táxons). A concentração de clorofila a variou de 4,67 mg m-3 (período seco) a 5,44 mg m-3 (período chuvoso) e acompanhou a densidade fitoplanctônica, que foi mais elevada durante o período chuvoso (média=1.870 x 103 cél L-1). Os fitoflagelados dominaram quantitativamente o fitoplâncton local, seguidos pelas diatomáceas. Dimeregramma minor e Skeletonema sp. constituíram espécies
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