Navegando por Assunto "Desempenho psicomotor"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estimulação transcraniana por corrente contínua em esportes de combate: efeito sobre o desempenho físico e cognitivo(Universidade Federal do Pará, 2021-11) LOBÃO, Thais Alves; GOMES, Bruno Duarte; http://lattes.cnpq.br/4932238030330851; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274A estimulação elétrica transcraniana por corrente contínua (ETCC) é uma técnica de neuromodulação não invasiva utilizado para promover melhoria dos sintomas clínicos de doenças neurodegenerativas. Existem evidências que a ETCC poderia modular as capacidades psicomotoras de esportistas, as quais são importantes para o desempenho destes atletas. Dentre os esportes de combate, o judô e jiu-jitsu são duas modalidades representativas de lutas com exigências físicas e cognitivas específicos. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi de investigar os efeitos de uma única estimulação na região M1 (motora primária), sobre parâmetros cognitivos (ansiedade, tempo de reação) e físicos (força, potência muscular, flexibilidade) em atletas do sexo masculino e federados dessas modalidades. Para tanto, os lutadores foram submetidos à duas sessões experimentais de ETCC (sham e estimulado, 2 mA por 20 minutos), em esquema de cross-over (A-B-A), compostas por avaliações psicomotoras utilizando como medidas o salto contra movimento (SCM), banco de Wells, dinamometrias manual e escapular, IDATE (índice de ansiedade traço-estado) e o tempo de reação, através do software TReaction, Não houve diferenças estatisticamente significativo entre as condições pré e pós estimulação (sham ou anódica) e no percentual da diferença entre as duas condições pré e pós testes. Nossos resultados indicam que não há efeitos da ETCC nesta região e nos valores utilizados sobre os parâmetros medidos.Tese Acesso aberto (Open Access) Semelhanças cognitivas inesperadas entre idosos e jovens: variabilidade e desempenho cognitivo(Universidade Federal do Pará, 2023-08) JARDIM, Naina Yuki Vieira; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X; DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço; http://lattes.cnpq.br/2014918752636286O estudo da variabilidade interindividual no desempenho cognitivo pode fornecer pistas importantes sobre o declínio cognitivo multivariado relacionado à idade. No presente trabalho, investigamos a variabilidade, as semelhanças e as diferenças cognitivas entre idosos e jovens. Para isso, utilizamos a análise de cluster hierárquico e função discriminante canônica de escores cognitivos usando tarefas específicas e sensíveis da Cambridge Neuropsychology Test Automated Battery - CANTAB. Entre os 415 voluntários testados, foram encontrados três grupos cognitivos distintos, baseados principalmente nos escores de memória de trabalho e memória episódica: o grupo 1 foi composto quase que exclusivamente por adultos jovens (94% jovens), enquanto os grupos 2 (82% idosos) e 3 (95% idosos) foram compostos predominantemente por adultos idosos. Embora o grupo 1 fosse o grupo mais jovem e com maior nível de escolaridade em relação aos outros grupos, 18% dos jovens compartilhavam desempenhos semelhantes aos do grupo 2 de idosos, enquanto 5% compartilhavam semelhanças cognitivas com o grupo 3. Em comparação ao grupo 1, os grupos predominantemente de idosos 2 e 3 teve pontuações igualmente mais baixas em memória de trabalho, mas em comparação com o grupo 3, o grupo 2 apresentou melhores desempenhos em tempo de reação, atenção sustentada e memória episódica. Quando as análises de cluster hierárquico e função discriminante foram limitadas à mesma faixa etária, encontramos 4 e 5 clusters distintos entre adultos jovens e idosos, respectivamente. A memória episódica, a atenção sustentada e o tempo de reação contribuíram mais para a formação de grupos em idosos, enquanto a memória de trabalho e a atenção sustentada contribuíram para a formação de grupos de adultos jovens. A variabilidade cognitiva entre os sujeitos mostrou dispersão significativa no processamento visual rápido, memória de trabalho espacial, tempo de reação e aprendizado associado emparelhado. A análise comparativa dessas diferenças mostrou que elas não ocorrem na mesma direção e magnitude entre indivíduos, domínios cognitivos e tarefas. Constatamos que idosos com maior escolaridade e estilo de vida mais ativo devam ter maior reserva cognitiva e por isso se desviaram menos do grupo de referência de adultos jovens. Em conjunto, nossos dados destacam a importância do estudo da variabilidade como instrumento para a detecção precoce de declínios cognitivos sutis e para a interpretação de resultados que se desviam da normalidade.Tese Acesso aberto (Open Access) A tomada de decisões no judô: o que se diz e o que se faz? Relação entre tomada de decisões e perfil neurocognitivo(Universidade Federal do Pará, 2023-03) RIVERA, Luis Felipe Sarmiento; GOUVEIA JUNIOR, Amauri; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274; https://orcid.org/0000-0003-1710-9662Existem duas formas de pensar como o processo de tomada de decisões é feito. O processo pode ser automático e ter características psicomotoras ou pode ser mediado por processos linguísticos – de uma forma deliberada-. Além disso, as lutas geram um ambiente de alta emocionalidade, apresentando-se a ansiedade. O objetivo deste estudo é entender como o processo de tomada de decisões, a ansiedade e a impulsividade apresentadas na atividade física do combate, uma luta de judô, que demanda decisões constantes como resposta em tempo limitado. Para isto, os participantes foram divididos em dois grupos (30 lutadores e 15 não lutadores). O grupo de lutadores foi dividido em dois subgrupos (15 em um subgrupo e 15 em outro). Um desses subgrupos assistiu a um vídeo antecipando os movimentos dos lutadores com um questionário, e o outro subgrupo foi filmado em uma luta. Os dois grupos também fizeram um teste de impulsividade e outro de ansiedade. Cada participante tinha mais de 4,5 anos de treinamento e era competidor. Foram encontradas diferenças entre as decisões tomadas pelos participantes na luta e as decisões faladas, especificamente na hora de executar uma ação. Também foi encontrada diferença significativa nos níveis de ansiedade, na qual os lutadores apresentaram níveis mais elevados que o grupo controle. Não houve diferença significativa quanto a impulsividade entre os grupos. Os resultados desta pesquisa ajudam a entender como é a cognição dos judocas, indicando focos para futuros programas de treinamento e preparação para competição dos atletas.
