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Navegando por Assunto "Deterritorialization"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A desterritorialização das crianças e dos adolescentes face à UHE Belo Monte: uma análise a partir dos RUC São Joaquim e Laranjeiras em Altamira-PA
    (Universidade Federal do Pará, 2019-12) CONCEIÇÃO, Ronicleici Santos da; HERRERA, José Antônio; CARVALHO, Gleiciely Barroso
    O presente artigo tem por objetivo analisar a desterritorialização das crianças e dos adolescentes realocados para os Reassentamentos Urbanos Coletivos (RUC) São Joaquim e Laranjeiras no município de Altamira, Sudoeste do Pará, caracterizando as dinâmicas e as condições de vida no processo de reterritorialização. Para tal, utilizou-se a pesquisa qualitativa, pesquisa documental nas instituições da rede de proteção das crianças e dos adolescentes, e órgãos e instituições ligados ao empreendimento Belo Monte. Também foram realizadas entrevistas semiestruturadas com crianças, adolescentes e adultos, além da produção de desenhos como forma de capturar a percepção do sujeito sobre os diferentes espaços. A desterritorialização está relacionada às rupturas nas relações materiais e imateriais no uso e apropriação do território dos sujeitos em análise, desencadeadas pela inserção da Usina Hidrelétrica (UHE) Belo Monte, além das dificuldades de adaptação ao novo espaço de moradia. Assim, em meados de 2015 e 2016, foi realizada análise nos RUCs São Joaquim e Laranjeiras e constatou-se, nos serviços básicos de educação, saúde e lazer, ausências e deficiências que têm, consequentemente, interferido de forma direta nas condições de vida das crianças e adolescentes sendo possível observar, através dos desenhos e falas, um grande sentimento de pertencimento aos territórios de origem, sobretudo por causa da ruptura parcial ou total das redes de sociabilidade familiar e comunitária.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    “Partindo mais ou menos pobre, voltando mais ou menos rico”: a emigração de aveirenses ao Pará (1882-1918)
    (Universidade Federal do Pará, 2021-03-10) TAVARES, Anndrea Caroliny da Costa; CANCELA, Cristina Donza; http://lattes.cnpq.br/8393402118322730
    O presente trabalho analisa a emigração de portugueses, naturais do Distrito de Aveiro, ao Pará entre os anos de 1882 e 1918, com o qual o Pará manteve longos períodos de afinidades. A temporalidade sobre a qual desenvolvemos as análises é marcada por diversos e significativos movimentos de desterritorialização das populações mundiais, especialmente a europeia, conjugados ao desenvolvimento socio econômico do continente americano – e notadamente o regional, no Pará –, reestruturações permissivas à emigração e igualmente alinhadas aos interesses particulares dos emigrantes. Partindo do uso de fontes privilegiadas e ainda pouco utilizadas na historiografia regional – os registros de passaportes –, pudemos não apenas quantificar essa emigração, analisando-a sobre o prisma de outros contextos nacionais como São Paulo e Rio de Janeiro, como também qualificar os emigrados, dentro de suas naturalidades, formação profissional, condição matrimonial, faixa etária e instrução. Tendo o nome como fio condutor, rastreamos diversas trajetórias que materializaram os infortúnios e os sucessos no processo migratório. Condições aprofundadas no estudo da trajetória dos irmãos Amador Leite no Pará que, em uma série de solidariedades e animosidades, abalizaram a história da imigração portuguesa na região, retrataram a pluralidade em torno desse grupo e reforçaram a diversidade como marca das sociedades amazônicas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Quando os fios se esgarçam: memórias e identidades nos processos de desintrusão de famílias agricultoras em Garrafão do Norte (PA)
    (Universidade Federal do Pará, 2025-07-10) SILVA, Maria Rosângela da Silva e; LOUREIRO, Violeta Refkalefsky; http://lattes.cnpq.br/3092799127943216; BARBOZA, Myrian Sá Leitão; http://lattes.cnpq.br/4827055067722362; https://orcid.org/0000-0002-6712-7386; BARBOZA, Roberta Sá Leitão; PONTE, Vanderlúcia da Silva; http://lattes.cnpq.br/9331256487699477; http://lattes.cnpq.br/2911877430319887; https://orcid.org/0000-0003-2367-553X
    O objetivo central desta dissertação foi investigar os conflitos territoriais ocorridos na área da Vila Tauari, no município de Garrafão do Norte (PA), buscando compreender as percepções dos colonos/agricultores sobre o processo de desintrusão e seus desdobramentos. A pesquisa buscou dar visibilidade às experiências e memórias desses sujeitos, historicamente marginalizados e frequentemente silenciados pela narrativa oficial, destacando os impactos sociais, culturais e territoriais decorrentes da perda da terra e da ruptura dos laços comunitários O método adotado foi qualitativo, apoiado em referenciais da memória, da escrevivência e da história oral. A investigação articulou documentos históricos, análises acadêmicas e relatos de vida dos agricultores da Vila Tauari, compreendendo o território não apenas como espaço físico, mas como eixo simbólico e identitário. As narrativas coletadas foram tratadas como ferramentas analíticas, permitindo resgatar vozes invisibilizadas e compreender as tensões que atravessam o processo de desterritorialização. Os resultados evidenciam que os conflitos entre colonos e indígenas não derivam de rivalidades diretas, mas da omissão e contradição do Estado, que incentivou a ocupação da área por migrantes, mas não garantiu condições de permanência digna nem alternativas justas no processo de retirada. A análise revelou a centralidade da terra como espaço de memória e pertencimento, destacando como a desintrusão provocou não apenas deslocamento físico, mas também fragmentação identitária e comunitária. Ao mesmo tempo, emergiram formas de resistência, reorganização territorial e estratégias de sobrevivência, que reafirmam a resiliência camponesa. Nas considerações finais, a pesquisa aponta que a desintrusão, embora necessária para garantir os direitos territoriais indígenas, foi conduzida de maneira desorganizada e desigual, desrespeitando agricultores pobres e agravando vulnerabilidades. Ressalta-se a importância de políticas públicas que integrem justiça social e territorial, capazes de assegurar tanto a proteção dos povos originários quanto a dignidade dos agricultores. O estudo contribui, assim, para a reflexão crítica sobre a desterritorialização na Amazônia, reforçando o papel da memória coletiva como resistência e como instrumento de construção de direitos.
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