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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise do remédio artesanal “tintura de pata-de-vaca” tendo a tintura de Bauhinia monandra Kurz como referência
    (Universidade Federal do Pará, 2016-03-17) SILVA, Ana Paula Paiva da; SILVA, Marcos Valério Santos da; http://lattes.cnpq.br/0379783635000306; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; http://lattes.cnpq.br/1372405563294070
    O diabete melito é uma entre as diversas patologias que podem ser controladas com o uso de plantas medicinais, que apresentam atividade hipoglicemiante através de diferentes mecanismos. Em Marudá, Marapanim-PA, o Grupo de Mulheres “Erva Vida”, produz e comercializa a “Tintura de pata-de-vaca”, consumida por turistas e moradores locais para tratar o diabete. Esse remédio é preparado a partir de folhas de Bauhinia monandra Kurz (pata-de-vaca). Diferentes classes metabólicas de vegetais já tiveram a ação hipoglicemiante comprovada, como exemplo os flavonoides. Com isso, pretende-se neste trabalho caracterizar o remédio artesanal através de parâmetros farmacobotânicos, farmacognósticos, fitoquímicos e cromatográficos, em compararação com uma tintura de Bauhinia monandra, quanto à presença de flavonoides. Tanto a análise fitoquímica preliminar, quanto a análise por Cromatografia em Camada Delgada, detectaram metabólitos fenólicos, possivelmente flavonoides, no remédio artesanal e no extrato hidroetanólico da espécie vegetal. Na análise por CLAE, foi evidenciada a presença de rutina no remédio artesanal bem como no extrato hidroetanólico de Bauhinia monandra.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Concentrações séricas de rifampicina e glicemia em pacientes com tuberculose pulmonar ativa
    (Universidade Federal do Pará, 2019-08-30) FONSECA, Adriana Aparecida Durães; VIEIRA, José Luiz Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2739079559531098; https://orcid.org/ 0000-0003-4842-8762
    A tuberculose (TB) é uma doença infectocontagiosa causada pelo Micobacterium tuberculosis responsável por cerca de 70 a 90 mil casos por ano no Brasil, o qual pertence a lista de 30 países com maior carga mundial da doença. O número de indivíduos obesos e as comorbidades crônicas associadas cresceu nos últimos anos e aumentou a coexistência de tuberculose e diabetes. A diabetes mellitus promove alterações fisiológicas que podem influenciar na farmacocinética dos fármacos usados na quimioterapia da tuberculose, por outro lado, a infecção pode dificultar o controle glicêmico. O objetivo do presente estudo foi avaliar a influência do Diabetes Mellitus sobre as concentrações plasmáticas de rifampicina em pacientes sob tratamento de tuberculose pulmonar ativa através de um estudo de coorte. Foram determinadas as concentrações séricas de rifampicina, níveis de glicemia e hemoglobina glicada, após 1 hora da administração do fármaco, em jejum. Participaram do estudo 49 pacientes, que constituíram os grupos TB (n=36) e TB-DM (n=13). As doses administradas de rifampicina foram semelhantes entre os grupos TB e TB-DM, 9,82mg/kg e 10,14mg/kg, respectivamente. Apenas 12,25% dos pacientes apresentaram concentrações séricas de rifampicina superiores ao recomendado (8µg/ml). As medianas dos níveis do fármaco nos grupos TB e TB-DM, na fase intensiva foram de 6,83µg/ml e 2,2µg/ml, e na manutenção de 2,75µg/ml e 2,48µg/ml, respectivamente. As concentrações séricas de rifampicina foram semelhantes entre os grupos de estudo nas duas fases de tratamento, entretanto o grupo TB apresentou concentrações elevadas na fase de ataque em comparação a segunda fase (U=94; p=0,014) e suas concentrações diferiram entre os meses (F=3,161; p=0,0213). Não houve correlação dos níveis de glicemia ou HbA1c com a concentrações séricas do fármaco em ambos os grupos. O diabetes não promoveu alterações significativas na farmacocinética da rifampicina, as quais foram relacionadas a fase de tratamento da tuberculose.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito da suplementação de altas doses de colecalciferol sobre o comportamento da pressão arterial em pacientes normotensos com diabetes mellitus tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2018-12-26) QUEIROZ, Natércia Neves Marques de; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863
    O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma endocrinopatia associada a alto risco cardiovascular (CV). A deficiência de vitamina D (VD) foi relacionada ao desenvolvimento de diversas doenças sistêmicas, em função da presença de receptores de vitamina D (VDR) em variados tecidos, incluindo músculo liso vascular, endotélio, cardiomiócitos e células justa-glomerulares. Alguns estudos sugerem uma relação inversa entre níveis VD e valores pressóricos. Médias de pressão arterial (PA) maiores em pessoas deficientes em VD foram observadas. Adicionalmente, sugere-se que o complexo VD - VDR possa atuar como um fator de regulação negativo sobre o sistema renina-angiotensina-aldosterona, no aparelho justa-glomerular em diabéticos, podendo exercer efeitos positivos sobre o comportamento da pressão arterial. Desse modo, nosso estudo visou a avaliar o efeito da suplementação de altas doses de vitamina D sobre o comportamento da pressão arterial em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 normotensos. Realizamos um estudo prospectivo e intervencionista em 35 pacientes com DM1. Aqueles que tinham níveis de VD inferiores a 30 ng/mL receberam 10.000 UI/ dia, e quando de 30 a 60 ng/mL, utilizaram 4.000 UI/dia. Os pacientes foram submetidos ao sistema de monitorização ambulatorial de pressão arterial por 24 horas (24h-MAPA), HbA1c, creatinina, lipídios e PCRus (proteína C reativa ultrassensível) no basal e após 12 semanas. Houve uma redução marcante nas pressões arteriais sistólica e diastólica matutinas ao final do estudo (117 ± 14 vs 112±14, p<0,05; 74±9 vs 70±10 mmHg, p<0,05, respectivamente), sem alterações em outras variáveis pressóricas. Observou-se também correlação entre o nível de vitamina D pós-suplementação e a PA diastólica matutina (r= -0,4; p <0,05). Nosso estudo sugerr uma associação entre a suplementação de altas doses de VD e redução da PA matutina em pacientes com diabetes mellitus tipo 1 normotensos.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Influência da suplementação de altas doses de vitamina D no controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus tipo 1
    (Universidade Federal do Pará, 2018-12-10) MELO, Franciane Trindade Cunha de; FELÍCIO, João Soares; http://lattes.cnpq.br/8482132737976863; YAMADA, Elizabeth Sumi; http://lattes.cnpq.br/7240314827308306
    Embora o controle glicêmico intensivo do Diabetes Mellitus (DM) com insulina tenha reduzido a incidência de complicações microvasculares e macrovasculares, a maioria dos pacientes ainda desenvolve essas injúrias com elevada morbimortalidade. Tem sido sugerido que baixos níveis de vitamina D (VD) podem estar associados com desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1) e controle glicêmico precário. Como potencial terapêutico, a utilização de VD em pacientes com DM1 tem apresentado resultados controversos no que diz respeito à redução dos níveis de glicose. O objetivo deste estudo é analisar os efeitos da suplementação de altas doses de vitamina D no controle glicêmico de pacientes com DM1, avaliado através dos níveis da hemoglobina glicada (HbA1c). Foi realizado um ensaio clínico prospectivo, com duração de 12 semanas, incluindo 52 pacientes portadores de DM1, os quais foram suplementados com altas doses de colecalciferol. A dose utilizada dessa vitamina foi de acordo com o valor sérico da VD do participante. Pacientes com níveis de VD inferiores a 30 ng/mL, receberam 10.000 UI/ dia, e quando de 30 a 60 ng/mL, utilizaram 4.000 UI/dia. Os níveis de VD e HbA1c foram avaliados antes e após 3 meses de suplementação dessa vitamina. Quando analisamos o total de pacientes (N= 52), não houve melhora do controle glicêmico avaliado pela HbA1c. Para melhor estudar os efeitos da VD sobre a HbA1c, os pacientes foram divididos em 3 grupos de acordo com a variação da HbA1c: aqueles cuja HbA1c reduziu ≥ 0,5% (grupo 1, N= 13); aqueles sem variação na HbA1c (grupo 2, N= 19) e aqueles com aumento ≥ 0,5% na HbA1c (grupo 3, N= 20). Houve diminuição da HbA1c apenas em um grupo específico (N= 13). Adicionalmente, não ocorreu redução nas necessidades das insulinas basais, prandiais e nem na dose total, após os três meses da suplementação com VD. Assim, nossos dados sugerem que não haja benefício adicional da suplementação de VD na otimização do controle glicêmico avaliado pela HbA1c em pacientes com DM1.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Pacientes portadores de diabetes mellitus tipo2 atendidos no Instituto de Previdência e Assistência do município de Belém IPAMB: aspectos epidemiológicos e genéticos
    (Universidade Federal do Pará, 2019-06-18) OLIVEIRA, Bárbara de Alencar; GUERREIRO, João Farias; http://lattes.cnpq.br/1000688763895346
    O diabetes mellitus tem sido considerado a epidemia do século XXI e, a cada ano que passa, o número de pessoas com a doença só aumenta em todo o mundo. Trata-se de uma doença causada por fatores modificáveis, como dieta hipercalórica e sedentarismo; e fatores não modificáveis, como herdabilidade genética. Este trabalho teve como objetivo geral descrever a ocorrência de marcadores genéticos associados ao diabetes mellitus tipo2 na população do município de Belém do Pará, Brasil. Os objetivos específicos foram: validar a associação entre diabetes mellitus tipo2 e os SNPS: KCNJ11 rs5219, TCF7L2 rs7901695, PPARγ rs1801282, ABCA1 rs9282541, FTO rs8050136 e rs9939609; e investigar a associação entre fatores relacionados ao desenvolvimento e evolução do diabetes mellitus tipo2 como: IMC, circunferência da cintura, hipertensão arterial sistêmica, sedentarismo, tabagismo, etilismo e síndrome metabólica. Para isso, foi aplicado um formulário de pesquisa e coletado sangue para extração do DNA. Realizou-se um estudo de caso-controle que contou com 147 indivíduos. A amostra foi formada por 54 mulheres e 49 homens, totalizando 103 indivíduos com a doença, e o grupo controle 27 mulheres e 17 homens sem diabetes mellitus tipo2, pré-diabetes ou qualquer outro tipo de diabetes, totalizando 44 indivíduos. A pesquisa foi realizada no Instituto de Previdência e Assistência do Munícipio de Belém. Dos genes pesquisados, apenas o KCNJ11 rs5219 foi estatisticamente significante nas mulheres (n=81, p=0,025). Dos fatores associados ao diabetes mellitus tipo2, apenas a síndrome metabólica apresentou significância estatística em ambos os gêneros (p=0,01).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O potencial de Luehea divaricata como tratamento fitoterápico tradicional no combate a diabetes mellitus em uma comunidade amazônica
    (Universidade Federal do Pará, 2023-12-12) SILVA, Gabrielle de Nazaré Falcão da; OLIVEIRA, Euzébio de; http://lattes.cnpq.br/1807260041420782; https://orcid.org/0000-0001-8059-5902; SILVA, Iracely Rodrigues da; http://lattes.cnpq.br/5393264898435715
    Esta dissertação tem como propósito investigar a utilização de Luehea divaricata, uma planta medicinal com notável potencial fitoterápico, no tratamento de Diabetes mellitus na Agrovila Quilombola de Macapazinho, situada no município de Castanhal, na região nordeste do estado do Pará. A pesquisa foi conduzida por meio de uma abordagem metodológica qualitativa descritiva, empregando técnicas como o Respondent Driven Sampling (RDS), entrevistas e revisão científica das propriedades ativas da referida espécie. Os resultados indicaram o potencial antidiabético da planta devido à presença de princípios ativos que atuam na redução da glicemia, conferindo-lhe promissoras perspectivas para futuras investigações científicas no enfrentamento do diabetes. A validação do seu uso como medicamento fitoterápico exigirá uma aplicação sistemática de testes de precisão e exatidão, alinhada às diretrizes estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
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