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Navegando por Assunto "Direito à cidade"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Direito à cidade na perspectiva paroara: concepções dos agentes do sistema de justiça do estado do Pará
    (Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2020) PEREIRA, Carla Maria Peixoto; VASCONCELLOS SOBRINHO, Mário
    O artigo objetiva discutir a concepção de direito à cidade colocado em prática nos projetos urbanoambientais e nos discursos e ações dos agentes das distintas instituições do sistema de justiça na Amazônia brasileira, particularmente na cidade de Belém, estado do Pará.A pergunta orientadora do artigo é: “quais são as concepções de direito à cidade na Amazônia dos agentes pertencentes ao sistema de justiça que atuam administrativamente e judicialmente nas grandes intervenções urbanas de macrodrenagem na cidade de Belém, estado do Pará?”. Metodologicamente o estudo está alicerçado no estudo de caso, de caráter exploratório e abordagem qualitativa. Os agentes públicos entrevistados são os que atuam hodiernamente nos casos envolvendo os projetos de macrodrenagem das bacias do Una, Tucunduba e Estrada Nova, e que estão vinculados aos seguintes órgãos: Ministério Público do Estado do Pará (MPE), Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE), Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB), Procuradoria do Estado do Pará (PGE) e Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJE). A principal conclusão é a de que o exercício do direito à cidade está dentro do sistema político e que o sistema jurídico atua na mediação dos conflitos que insurgem nas disputas políticas e de concepções de desenvolvimento que se expressam na cidade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A participação nos conselhos gestores como expressão do direito à cidade: construção de portal eletrônico de participação popular e análise do processo de revisão do Plano Diretor de Belém/PA
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12-02) CORRÊA, Eduardo de Morais; VASCONCELLOS SOBRINHO, Mário; http://lattes.cnpq.br/7843288526039148
    O trabalho analisa a interseção entre a participação social e a participação popular na revisão de planos diretores. De forma particular, examina a participação social e popular na revisão do Plano Diretor (PD) de Belém, que foi iniciada em 2019 em função da necessidade, estabelecida pelo Estatuto da Cidade, de ocorrer a sua atualização em um período de pelo menos dez anos. Metodologicamente, a análise da participação ocorreu sob dois prismas. O primeiro pela observação não participante nas reuniões do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CDU); e o segundo pelo exame da participação popular em um Portal de participação eletrônica desenvolvido no processo da pesquisa (Portal Participe! - https://participe.info) para receber contribuições de cidadãos interessados na construção coletiva da cidade. Esse portal se apresenta, ao mesmo tempo, como instrumento metodológico para coleta de dados e produto da pesquisa, uma vez que, ao ser apresentado ao CDU e ao Prefeito de Belém, o mesmo passou a ser utilizado como um dos principais instrumentos para receber críticas ao PD anterior e contribuições para a construção da versão em revisão. Entende-se, portanto, que a pesquisa assumiu um duplo caráter, um de pesquisa aplicada pelo uso do Portal Participe! e outro de pesquisa critico-reflexiva em função da análise do conteúdo, forma e qualidade de participação social sob o prisma teórico de Direito à Cidade a luz de Lefèbvre (2015). A questão teórica que direcionou a pesquisa foi: em que medida a participação social interage com a participação popular na construção de planos diretores e promove o exercício do direito à cidade? Desta questão emergiram 3 questões empíricas subjacentes: como ocorre a participação social na revisão do Plano Diretor de Belém? Como o CDU tem conduzido a participação social em interação com a participação popular? Qual a efetividade da participação popular por via eletrônica? A pesquisa mostra que, ainda que a participação social promova na consecução de planos diretores o exercício do Direito à Cidade, ainda é baixa a relação com a participação popular e o engajamento da população para expressar suas demandas e anseios. No caso específico de Belém, o poder público trata a participação social como mera condição de legalidade. Exemplo disso foi quando houve limitação das interações sociais causadas pela pandemia de COVID-19, as audiências públicas foram totalmente substituídas por consultas virtuais. Ainda que a participação eletrônica seja importante para revisão do Plano diretor, a Prefeitura e o CDU buscaram utilizá-la apenas na formalidade, nãousando-a para aumentar a efetividade da participação popular, deixando, assim, como mero instrumento para atendimento legal e político. A despeito de que o Portal Participe! tenha induzido a participação popular de forma eletrônica em vários ambientes educacionais, reuniões e eventos que ocorreram para discutir a revisão do Plano Diretor, houve pouco engajamento das pessoas. Conclui-se, assim, que até então o modelo de participação social para revisão do Plano Diretor Urbano de Belém é apartado da população da cidade e as decisões podem acabar por se resumirem aos Conselheiros eleitos para o CDU.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    “Se esta rua fosse minha...”: uma análise da privatização de espaços públicos na cidade de Belém e seus efeitos no uso democrático da cidade
    (Universidade Federal do Pará, 2021-01-27) TELES, Clarice Costa; DIAS, Daniella Maria dos Santos; http://lattes.cnpq.br/1345611606547188
    Um fenômeno que ocorre nas capitais mais populosas do país tem sido reproduzido na cidade de Belém: o fechamento de ruas públicas para fins de apropriação privada. Tal prática chegou a ser regulamentada em janeiro de 2018, quando entrou em vigor a Lei Municipal nº 9.353/2018, que dispõe sobre a instalação de portão, cancela, correntes ou similares na entrada de vilas, ruas e/ou qualquer via denominada “rua sem saída”. Acontece que tal lei afeta diretamente o direito à cidade da coletividade. Considerando este contexto, a presente pesquisa foi norteada pelo seguinte questionamento: Em que medida os aspectos jurídicos da trajetória da organização condominial urbana vigentes no ordenamento jurídico brasileiro permitem a legalização da apropriação privada de espaços públicos na cidade de Belém? O objetivo geral da presente pesquisa é compreender a relação entre os aspectos jurídicos da trajetória da lei que rege a organização condominial urbana e a apropriação privada de espaços públicos na cidade de Belém. Os objetivos específicos consistem em apresentar a construção teórica do direito à cidade proposta por Lefebvre (2011) e a explicação da estrutura urbana capitalista sob a ótica de David Harvey (2014), além de apresentar as questões apontadas por Marcelo Lopes de Souza (2008) e Teresa Pires do Rio Caldeira (2000) quanto à pertinência dos temas segregação urbana e sensação de insegurança; apresentar a trajetória da Lei de Condomínio (4.591/1964), discutindo sua relação com a Lei de Parcelamento do Solo Urbano (6.766/1979) e de Regularização Fundiária (13.465/2017), especialmente no que tange às modalidades de arranjo espacial urbana; e analisar empiricamente o tratamento jurídico adotado nos temas de segregação urbana e insegurança, por meio de estudo de caso em ruas fechadas no Conjunto Maguari, buscando compreender a relação entre os aspectos jurídicos da ocupação urbana e a apropriação privada de espaços públicos na cidade. Na seção final serão apresentadas as considerações finais sobre a pesquisa, em que os resultados demonstram que a trajetória legislativa tem promovido a lógica de privatização de espaços que inicialmente têm destinação pública e posteriormente são apropriados por particulares. A abordagem metodológica adotada na pesquisa é dialética, utilizando-se o estudo de caso como método de investigação.
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