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Navegando por Assunto "Dom Eliseu - PA"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Comportamento silvicultural e dinâmica de serapilheira em plantios de duas espécies florestais na Amazônia oriental brasileira
    (Universidade Federal do Pará, 2011) SOUSA, Vanesa Gomes de; BRIENZA JÚNIOR, Silvio; http://lattes.cnpq.br/1750852376922258
    O desmatamento na Amazônia brasileira já alterou cerca de 750 milhões de hectares e desse total, 20% encontra-se com algum nível de degradação. A reincorporação ao processo produtivo das áreas alteradas com o reflorestamento de espécies tropicais, de valor comercial, é uma alternativa para minimizar os impactos ambientais, com benefícios ecológicos, aumento da oferta de madeira e diminuição da pressão sobre as florestas naturais remanescentes. No entanto, um dos grandes empecilhos para o reflorestamento é a falta de conhecimentos científicos sobre o crescimento de espécies nativas e exóticas. Diante disto, este trabalho teve como objetivo avaliar a eficiência de diferentes sistemas de plantios com espécies florestais nativa e exótica para recuperação de áreas alteradas. O trabalho foi realizado no município de Dom Eliseu, estado do Pará, em três sistemas de uso da terra: plantio puro (Schizolobium parahyba var. amazonicum e Khaya ivorensis), consórcio de espécies florestais (S. parahyba var. amazonicum e Khaya ivorensis), sistema agroflorestal (S. parahyba var. amazonicum e Musa sp). Aos 40 meses de idade, em plantio homogêneo, Schizolobium parahyba var. amazonicum mostrou maior crescimento silvicultural (altura e diâmetro) no espaçamento 4 m x 3 m e Khaya ivorensis no espaçamento 4 m x 4 m. No entanto, o paricá apresentou melhor desempenho em sistema de consórcio e sistema agroflorestal. O melhor desempenho de K. ivorensis foi no consórcio de espécies. Entre os sistemas de plantio estudados (SAF e misto de espécies), a deposição de biomassa foi maior no sistema de consórcio de espécies com 3.737,5 kg ha-1, sendo que, a maior contribuição de material vegetal foi do paricá. Foi evidenciada correlação negativa entre a deposição de serapilheira e a precipitação pluviométrica para o paricá, e positiva para K. ivorensis. Os resultados obtidos mostraram que o modelo florestal de consórcio de espécies mostrou-se promissor e pode ser uma alternativa para recuperação de áreas alteradas, de modo a oferecer diferentes opções de madeira e ao mesmo tempo, agregar fatores positivos em relação a produção de biomassa e aspectos físico-químicos do solo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Equações alométricas para estimar a biomassa acima do solo em floresta plantada com tachi-branco (Tachigali vulgaris), Dom Eliseu/ Pará.
    (Universidade Federal do Pará, 2019-07-24) CERVEIRA, Suzane Serrano; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350
    O estudo de biomassa em floretas tropicais tem assumido um papel de grande importância em relação à contribuição dos ecossistemas para o ciclo global do carbono. Muitos artigos sugerem o plantio de Tachigali vulgaris (Taxi-Branco) para projetos de captação de carbono na Amazônia e geração de créditos de carbono. Porem pouco se sabe como estimar o incremento de biomassa e como diferentes espaçamentos interferem no microclima local. O presente trabalho foi conduzido na Fazenda Gênesis no município de Dom Eliseu, Estado do Pará, teve por objetivo determinar curvas alométricas para acumulo de biomassa acima do solo, utilizando métodos destrutivos, o teor de carbono na biomassa e consequentes variações micrometeorológica em Taxi-Branco, nos espaçamentos 4mx2m, 4mx3m e 4mx4m, com densidade populacional variando de 208 até 403 plantas por parcela. Para as equações utilizou-se uma base de dados de 54 árvores de uma única espécie, nas quais foram medidas as variáveis altura total, diâmetro à altura do peito (DAP), sendo que cada árvore amostra foi derrubada e dividida nos componentes tronco, galhos e folhas. O peso verde de cada componente foi obtido in loco, sendo que amostras verdes foram coletadas, pesadas e trazidas ao laboratório em Belém para secagem em estufa até peso constante. Foram utilizados 17 modelos de equações de regressão comumente utilizados na literatura, sendo escolhidas as equações com maior coeficiente de determinação (R²). O estoque de biomassa e carbono da parte aérea foi observado no espaçamento mais denso, ou seja, 4mx4m, concentrando-se principalmente no tronco da árvore. A distribuição do teor de umidade por classes foi: folhas > galhos > tronco. O segmento tronco foi dividido conforme a sua altura nas medidas (BASE, DAP, 25%, 50%, 75% e 100% da altura total do tronco, o DAP obteve maior teor de umidade do que os outros compartimentos. A temperatura foi maior no espaçamento com menor densidade (4mx4m) e a umidade relativa teve seus maiores valores para espaçamentos com maiores densidades (4mx2m). Os meses de setembro e outubro apresentaram maior temperatura, e menor umidade relativa, entretanto, os meses de novembro e dezembro, apresentaram menor temperatura e maior umidade relativa do ar.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estoques e fluxos de carbono em plantações florestais jovens de Acacia mangium e Schizolobium parahyba var. Amazonicum na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2010) FREITAS, Jorge Fernando Barros de; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543
    Plantações florestais são consideradas como alternativas de uso da terra para mitigação dos efeitos das mudanças climáticas, devido ao potencial de sequestro de carbono em espécies arbóreas. No entanto, há poucas informações sobre estoques e fluxos de carbono em espécies comumente usadas em plantações florestais, sobretudo na Amazônia. O objetivo deste estudo foi determinar o estoque de carbono na fitomassa e o efluxo de dióxido de carbono do solo em plantios de Acacia mangium Willd e Schizolobium parahyba var. amazonicum em diferentes espaçamentos. O estudo foi conduzido em Dom Eliseu, Pará, cujo clima apresenta temperatura média anual em torno de 25 ºC e precipitação anual de 2250 a 2500 mm; o solo predominante é Latossolo amarelo distrófico típico A moderado textura muito argilosa. Neste estudo foram selecionadas duas espécies (A. mangium e S. parahyba) em dois espaçamentos (4,0 m x 2,0 m e 4,0 m x 3,0 m), com duas repetições, totalizando 4 tratamentos e 8 parcelas, estudadas por um período de um ano, dos 2,5 aos 3,5 anos de idade. As parcelas mediram 48 m x 60 m. Mediram-se altura total, diâmetro à altura do peito, fluxo de CO2 do solo, e estimou-se o estoque de carbono na fitomassa acima do nível do solo. O efluxo de CO2 do solo nos plantios de A. mangium tiveram uma média global de 5,61 ± 1,30 Mg C ha-1 ano-1, e, em S. parahyba, a média global foi 7,07 ± 1,50 Mg C ha-1 ano-1. O acúmulo anual de carbono na fitomassa acima do solo nos plantios de A. mangium foi 16,41 ± 1,16 e 14,03 ± 0,82 Mg C ha-1 ano-1, no 4,0 x 2,0 m e 4,0 x 3,0 m, respectivamente. Em S. parahyba o acúmulo anual global foi 8,93 ± 1,87 Mg C ha-1 ano-1. O plantio de A. mangium acumulou mais carbono na fitomassa acima do solo em relação a S. parahyba, com efluxos anuais de CO2 menores em relação ao plantio de S. parahyba em ambos espaçamentos. Dessa forma, plantios de A. mangium, no espaçamento 4,0 x 2,0 m, são recomendados para projetos de sequestro de carbono. Entre os espaçamentos de plantio testados para S. parahyba, 4,0 x 3,0 m seria recomendado devido a mesma eficiência no sequestro de carbono em relação a 4,0 x 2,0 m, porém com menor requerimento de mudas. A continuidade no monitoramento nessas plantações florestais é fundamental para que conclusões mais definitivas sejam feitas a respeito da dinâmica do carbono.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Recuperação de áreas de reserva legal: influência da densidade nos indicadores ambientais do plantio de Sclerolobium paniculatum Vogel
    (Universidade Federal do Pará, 2014-06-30) NARDUCCI, Tainah Silva; BRIENZA JÚNIOR, Silvio; http://lattes.cnpq.br/1750852376922258
    A Reserva Legal é uma área localizada no interior das propriedades rurais, prevista no Código Florestal brasileiro, que deve ser protegida e apresentar coberta por vegetação natural, necessária à conservação, à proteção da fauna e flora e reabilitação dos processos ecológicos, além de servir como corredores ecológicos para o fluxo gênico das espécies. Muitas propriedades possuem estas áreas desmatadas, alteradas e em estágios avançados de degradação, tornando-se importante estudar o comportamento de plantios de espécies arbóreas de rápido crescimento com a finalidade de acelerar o processo de recomposição da vegetação natural e propor técnicas mais eficazes para recuperação destas áreas. Este trabalho teve como objetivo avaliar a influência da densidade do plantio homogêneo da Sclerolobium paniculatum Vogel, aos sete anos e meio de idade, como efeito catalizador do processo de regeneração. O experimento localiza-se na Fazenda Gênesis, Dom Eliseu, Pará. Avaliou-se o crescimento e verificou se a precipitação interfere no incremento diamétrico das árvores. Foram instaladas em blocos parcelas aleatórias com quatro repetições em cada tratamento. Para caracterização da composição florística, riqueza, diversidade e a similaridade da regeneração natural sob o plantio foram instaladas em cada tratamento (espaçamento), parcelas com oito repetições para três classes de avaliação da regeneração. E para caracterização da composição florística, riqueza, diversidade e similaridade do banco de sementes do solo foram instaladas aleatoriamente oito pontos de coleta do solo, com quatro repetições em cada tratamento, foram coletados quatro amostras compostas de oito e levadas para a casa de vegetação da Embrapa - CPATU onde foram dispostas em bandejas plásticas e regadas diariamente. Este experimento teve um período de quatro meses e a cada trinta dias as plântulas germinadas eram contadas e identificadas por um parabotânico. As árvores apresentaram maior altura no espaçamento 4m x 2m, maior diâmetro no espaçamento 4m x 3m, maior sobrevivência no espaçamento 4m x 4m. A regeneração natural apresentou maior similaridade na composição florística entre os espaçamentos 4m x 2m e 4m x 3m. Os valores da diversidade do índice de Shannon foram altos, não diferindo estatisticamente entre os espaçamentos. O banco de sementes mostrou maior riqueza de plântulas no espaçamento 4m x 3m, maior similaridade na composição entre os espaçamentos 4m x 2m e 4m x 4m. A diversidade das espécies em nível de 5% de significância não apresentou diferença entre os espaçamentos. Os resultados permitiram constatar que as áreas vêm sendo recuperadas e que algumas técnicas poderão ser aplicadas buscando reduzir custos e através de um manejo adequado poderá acelerar os processos ecológicos da regeneração natural.
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