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Navegando por Assunto "Dor crônica"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre características clínicas, funcionais e psicossociais com o risco de cronicidade dos sintomas em pacientes com dor lombar crônica não específica
    (Universidade Federal do Pará, 2024-10-20) SILVA, Lucas Yuri Azevedo da; MAGALHÃES, Maurício Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7766377002832983; https://orcid.org/0000-0002-7857-021X
    Introdução: A dor lombar é considerada a principal causa de incapacidade ao redor do mundo. A sensibilização central é um dos mecanismos que explica como a desregulação no sistema nervoso central pode modular a cronicidade da dor lombar, porém não é claro como as variáveis clínicas, funcionais e psicossociais estão associadas com a estratificação do risco de cronificação da dor lombar. Objetivo: Verificar a associação entre o baixo risco e o alto risco de cronicidade dos sintomas com os achados clínicos, funcionais e psicossociais em pacientes com dor lombar crônica não específica. Método: Trata-se de um estudo do tipo transversal, aplicado em pessoas com dor lombar crônica não específica, que seguiu as recomendações do The Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) e que ocorreu entre abril de 2023 e junho de 2024. Foram utilizadas a escala de intensidade da dor Numerical Pain Rating Scale (NPRS) e o algômetro de pressão da marca INSTRUTHERM DD2000 20K para avaliar a intensidade e o limiar de dor; o questionário de Incapacidade de Roland-Morris (QRM) para avaliar a incapacidade funcional; o questionário Start Back Screening Tool (SBST) para estratificação do risco de cronicidade; a escala de catastrofização da dor (ECD), a escala tampa de cinesiofobia (ETC) e a Escala hospitalar de ansiedade e depressão (EHAD). A estatística descritiva foi realizada e foram conduzidas para testes de correlação entre as estratificações de cronicidade do SBST e os escores dos instrumentos de avaliação. Além disso, análises de regressão multinominal também foram utilizadas. Resultados: 150 participantes foram incluídos na análise. Na correlação entre o baixo risco de cronicidade e os parâmetros clínicos, funcionais e psicossociais, as variáveis com diferença estatística e correlações negativas e moderadas foram o QRM (r= -0,40), a ECD (r= - 0,48). As correlações entre o alto risco de cronicidade significativas, positivas e moderadas foram o QRM (r= 0,40) e a ECD (r= 0,48) e as positivas e fracas foram ETC (r= 0,39) e EHAD (r= 0,27). Além disso, na análise de regressão multinominal entre o alto risco e o baixo risco de cronicidade apresentou a incapacidade funcional como um preditor significativo para o risco elevado de cronicidade. Para cada aumento de uma unidade no questionário de incapacidade, a chance de estar no grupo de alto risco de cronicidade aumentou em 8,8% (OR = 1,088, IC 95%: 1,003 - 1,181, p = 0,043). Além disso, a catastrofização, também, foi um preditor significativo. Cada unidade adicional no escore de catastrofização aumentou a chance de ser classificado no grupo de alto risco de cronicidade em 10,0% (OR = 1,100, IC 95%: 1,049 - 1,154, p < 0,001). O modelo apresentou um intercepto significativo (β = -4,621, p < 0,001), indicando que, na ausência dos fatores preditores, a probabilidade de estar no grupo de alto risco de cronicidade é extremamente baixa (OR = 0,009, IC 95%: 0,002 - 0,043). Conclusão: Diante disso, os resultados sugerem que a probabilidade de apresentar um alto risco de cronicidade em relação ao baixo risco de cronicidade, foi de 36,8% e pode ser explicado pela incapacidade funcional e pela catastrofização da dor.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito de programa de telerreabilitação versus cartilha de autocuidado na dor e incapacidade funcional de pacientes com dor cervical crônica não especifica: um ensaio clínico controlado, simples cego com 3 meses de seguimento
    (Universidade Federal do Pará, 2023-07-25) BARBOSA, Juliene Corrêa; MAGALHÃES, Maurício Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7766377002832983; https://orcid.org/0000-0002-7857-021X
    Introdução: A dor cervical é uma condição incapacitante comum que afeta diretamente a realização de atividades de vida diárias e na participação em atividades profissionais, sociais e esportivas, sendo uma das principais causas de incapacidade funcional no mundo. Os tratamentos baseados em telerreabilitação tem demonstrado sua importância devido à sua facilidade de uso, baixo custo e sua tendência de melhorar os resultados clínicos. No entanto, nas evidências científicas atuais há falta de estudos de boa qualidade metodológica mostrem a efetividade de protocolos de telerreabilitação em indivíduos com dor cervical crônica não específica. Assim, o objetivo deste estudo foi verificar o efeito de um protocolo de telerreabilitação versus cartilha de autocuidado online, em indivíduos com dor cervical crônica não específica. Método: Trata-se de um ensaio clínico randomizado controlado, cego que compara um programa de telerreabilitação para dor cervical com o grupo controle que recebeu uma cartilha de autocuidado online. Setenta pacientes foram recrutados por telefone na lista de espera na clínica escola de universidade pública, além de ampla divulgação nas redes sociais. Para esse propósito, as avaliações e acompanhamentos foram efetuados de forma totalmente remota, através de plataformas online (Google Meet, mensagens de smartphone, e-mail) e ligações telefônicas. O desfecho primário foi a incapacidade funcional medida pelo questionário Neck Disability Index. Os desfechos secundários foram a intensidade da dor medida através da escala de número da dor, o efeito global percebido medido usando a escala de efeito global percebido, a autoeficácia do paciente por meio da Chronic Pain Self Efficacy Scale, qualidade de vida pelo SF-12 e cinesiofobia por meio da Tampa Scale of Kinesiophobia. As medidas foram avaliadas na linha de base, 6 semanas e 3 meses após a randomização. Resultados: Houve diferença significativa entre grupos para as variáveis incapacidade funcional (Média 10,3, IC 95% 4,8 a 15,7), intensidade de dor (Média 2,8, IC 95% 1,4 a 4,1), efeito global percebido (Média -2.3, IC 95% -3.7 a -0.9) e autoeficácia (Média -24.7, IC 95% - 41.0 a -8.4) no período de 6 semanas após a randomização. Em 3 meses apenas para as variáveis de efeito global percebido (Média -2.0, IC 95% -3.4 a -0.6) e autoeficácia (Média -26.31, IC 95% -42.82 a -9.80) foram observadas diferença estatisticamente significante. Conclusão: A telerreabilitação é eficaz para melhora da incapacidade e intensidade de dor, quando comparado a cartilha de autocuidado em pacientes com dor cervical crônica não específica.
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