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Navegando por Assunto "Ecologia agrícola - Pará, Nordeste (PERGAMUM)"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Assessoria técnica e estratégias de agricultores familiares na perspectiva da transição agroecológica: uma análise a partir do Pólo Rio Capim do Programa Proambiente no Nordeste Paraense
    (Universidade Federal do Pará, 2008-08-29) VASCONCELOS, Marcelo Augusto Machado; KATO, Osvaldo Ryohei; http://lattes.cnpq.br/4241891652832872; Porro , Roberto; http://lattes.cnpq.br/2282097420081043
    O estudo faz uma reflexão da intervenção das metodologias da assessoria técnica junto aos diferentes grupos familiares (agroextrativista, roceiro, diversificado, diarista e pequeno criador) identificadas no Pólo Rio Capim do Programa Proambiente e analisa as suas estratégias para adoção de práticas de base agroecológica. O estudo Indica que os planos de uso e os acordos comunitários influenciam nessas estratégias de cada um dos grupos e revela uma predisposição em realizar a mudança no agrossistema, uma vez que a capacitação dos agricultores e da equipe técnica conseguiu incorporar os conhecimentos técnicos e saberes dos agricultores. Assim, observa-se neste estudo que ocorreu uma contribuição significativa da intervenção da assessoria técnica sobre o enfoque agroecológico proporcionado por meio das unidades familiares capacitadoras, o que propiciou um ambiente empírico e técnico para a formação de todos. Também é apontada a dificuldade de executar algumas práticas de base agroecológica que, em geral, são muito exigentes em mão-de-obra. Neste caso, muitos desses grupos estudados fazem uso de estratégias produtivas, como a compra de mão-de-obra, e de estratégias comunitárias ¿ mutirão, troca de dias, troca de dias por meio de mutirão, além das estratégias relacionadas a compadrio e vizinhança. Os mutirões são bastante mencionados como uma das estratégias primordiais a promover o espírito do associativismo entre os agricultores, uma vez que são expressivos nos grupos familiares estudados, bem como importantes na participação e na implementação de práticas de base agroecológica em conjunto com outros agricultores, o que estimula a aprendizagem, o diálogo e a troca de experiências entre eles. Mas, por outro lado, as metodologias da assessoria técnica e as estratégias dos grupos familiares para adoção dessas novas práticas não asseguram a produção, sobrevivência e reprodução das famílias, visto que não há nenhuma segurança para amortizar possíveis perdas ou frustrações em relação aos investimentos e esforço físico com as atividades agroecológicas. Assim, as práticas tradicionais, mesmo significando menor retorno econômico e/ou pouca recuperação e preservação dos recursos naturais, mostraram ser preferidas pelos diferentes grupos representativos, que não querem apostar no risco, frente a contextos de mudanças que envolvem incertezas como as do Programa Proambiente. Falta, no entanto, uma maior segurança nas condições oferecidas pela intervenção do programa, pois não há comercialização e preços diferenciados para produção de base agroecológica, remuneração pela prestação dos serviços ambientais para os agricultores dos grupos familiares (a qual, até o momento, não foi efetivada) e, principalmente, continuidade de recursos financeiros para assessoria técnica, visto que os planos de uso e os acordos comunitários devem, obrigatoriamente, acompanhar as mudanças no meio biofísico dos agrossistemas, pois carecem ser reelaborados a todo tempo e dispõem de constante acompanhamento técnico.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Trajetória de Institucionalização da Agroecologia no Nordeste Paraense: as experiências de Irituia e Santa Luzia do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2019-05-15) PINTO, Elly Crystian de Oliveira; PIRAUX, Marc; http://lattes.cnpq.br/3690302287055789
    A presente pesquisa teve como objetivo explicar o nível atual de Consolidação da Agroecologia em duas experiências no Nordeste Paraense. Para tal, foram analisados e comparados processos de Institucionalização da Agroecologia nos municípios de Irituia e Santa Luzia do Pará. A construção da pesquisa se deu a partir do estudo da trajetória de institucionalização, para descrever o grau de Institucionalização da Agroecologia, comparar trajetórias e identificar fraquezas e potencialidades em ambos os municípios. Para isso, fizemos a análise bibliográfica, análise de documentos, entrevistas não diretivas e oficina de intercâmbio, com a finalidade de verificar a percepção e o discurso dos atores acerca do avanço da transição agroecológica e sua consolidação. Chegou-se à conclusão que a Agroecologia encontra-se consolidada em ambos os municípios, devido ao processo de Institucionalização nas suas diferentes dimensões, devido à articulação de atores como agricultores familiares e suas instituições, a introdução de mulheres e jovens na agroecologia, assim como, o acesso a novos mercados e políticas públicas. Contudo, verificamos que é necessário avançar no diálogo com a gestão local, renovação dos atores e aproximação com movimentos como STTRS, intercâmbios e sistematização das experiências, ação coletiva (fundamental), consolidação das feiras.
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