Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Ecologia das florestas tropicais"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito da paisagem sobre a diversidade de vertebrados terrestres em fragmentos florestais na Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2019-01-17) SILVA, Jacqueline Almeida da; MASCHIO, Gleomar Fabiano; http://lattes.cnpq.br/7967540224850999
    Contexto: O avanço das atividades antrópicas sobre a fronteira amazônica tem provocado um intenso processo de fragmentação florestal que reduz a biodiversidade e submete as espécies a uma situação de alta vulnerabilidade. Objetivos: Testar em múltiplas escalas espaciais a relação do tamanho do fragmento, isolamento e caracterização da matriz de fragmentos florestais, sobre a riqueza de anfíbios da ordem Anura, répteis da ordem Squamata e mamíferos de pequeno, médio e grande porte. Métodos: O estudo foi realizado em 12 fragmentos no nordeste da Amazônia. O tamanho do fragmento foi calculado em hectares, o isolamento em ENN_MN (média da distância euclidiana dos vizinhos mais próximos) e a matriz foi organizada em categorias. Essas métricas de paisagem foram consideradas como variáveis explicativas e calculadas em três escalas espaciais: 1, 2 e 3 km. Avaliamos a relação das métricas com a riqueza de vertebrados terrestres através de regressões múltiplas com seleção de modelos. Resultados: Registramos 130 espécies de vertebrados terrestres. Não houve efeito significativo do tamanho do fragmento nas escalas espaciais para nenhum grupo de espécies. O isolamento se mostrou significativo apenas na escala de 3 Km para o grupo de espécies de anfíbios e serpentes. A categoria de áreas abertas na matriz foi significativa nas três escalas espaciais para o grupo de espécies de lagartos e de mamíferos de médio e grande porte. Conclusões: A configuração da paisagem é extremamente importante no contexto de fragmentação, houve respostas diferentes dos grupos taxonômicos, possivelmente devido às diferenças quanto ao uso do habitat.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Integrando conhecimentos locais e armadilhas fotográficas para avaliar a detecção e as características ecológicas que afetam a presença e a abundância de vertebrados médios e grandes no Vale do Xingu, Amazônia Oriental
    (Universidade Federal do Pará, 2024-10) VULCÃO, Otávio Augusto Pereira Leão; CARVALHO JUNIOR, Elildo Alves Ribeiro de; http://lattes.cnpq.br/7456274393700395; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0003-4356-2954; PEZZUTI, Juarez Carlos Brito; http://lattes.cnpq.br/3852277891994862; https://orcid.org/0000-0002-5409-8336
    A escolha de métodos adequados para observar mudanças populacionais de espécies de interesse em monitoramento ambiental é crucial para garantir a sustentabilidade de programas a longo prazo. Este é um desafio na avaliação de vertebrados de médio e grande porte, pela sua importância ecológica e custos relativamente elevados para avaliação. Na região tropical é usual o método de censo em transectos ou armadilhas fotográficas. Porém ambos os métodos tem suas limitações e podem ter custos elevados e de dificil manutenção, sobretudo em países tropicais megadiversos. A inclusão de métodos baseados no conhecimento ecológico local (CEL) pode contribuir com a sustentabilidade de programas de monitoramento. Avaliamos a congruência entre taxas de detecção obtidas por armadilhas fotográficas e avistamentos e vestígios detectados através de LEK em duas áreas protegidas da Amazônia Oriental, comparamos a probabilidade de detecção e testamos a influência de três traços ecológicos. Observamos que, apesar de uma relação positiva geral, as taxas obtidas por ambos os métodos apresentam alta variabilidade. Para 11 das 20 espécies, a probabilidade de detecção foi maior pelo método utilizando vestígios identificados pelo LEK dos monitores locais. Dentre os traços selecionados, massa corporal, sociabilidade e nicho trófico, apenas a última característica foi significativa dentro dos nossos modelos, apontando para uma capacidade de detecção baseada principalmente pelos padrões de comportamentais das espécies. Nossos resultados demonstram a grande capacidade dos monitores locais em detectar a presença de espécies de interesse, e da aplicabilidade do CEL em monitoramentos faunísticos. Recomendamos estratégias de pesquisa colaborativa e a inclusão de seus saberes e experiência das populações locais em programas de monitoramento e conservação na Amazônia e em outros sistemas tropicais, que são as regiões mais ricas tanto em diversidade biológica como sóciocultural.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Variação intraespecífica de características funcionais de espécies arbóreas ao longo de um gradiente de degradação florestal no leste da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2017-03-28) CORDEIRO, Amanda Cardoso Nunes; FERREIRA, Joice Nunes; http://lattes.cnpq.br/1679725851734904; BARLOW, Bernard Josiah; http://lattes.cnpq.br/8559847571278134
    A degradação de florestas tropicais tem sido intensificada por atividades antrópicas como queimadas e extração predatória de madeira, as quais são associadas a diversas mudanças de uso da terra. Em consequência, na região tropical, cerca de 156 milhões de hectares de degradação florestal foram detectados no período 2000-2012. Somente na Amazônia existem cerca de 10,3 milhões de hectares de florestas degradadas. Diante da magnitude e expansão da degradação florestal na região, é muito importante compreender a capacidade de resiliência da vegetação às alterações ocasionadas pelas mudanças ambientais. Os estudos da diversidade funcional permitem investigar os mecanismos utilizados para sobrevivência e persistência das plantas que determinam a resiliência dos ecossistemas. Neste trabalho foi testada a hipótese de que as espécies de plantas arbóreas da Amazônia estão respondendo às pressões da degradação florestal através da variabilidade de suas características funcionais. Portanto, espera-se que em ambientes mais perturbados, as plantas apresentem maior variabilidade de suas características funcionais, como estratégia de adaptação e sobrevivência, frente às mudanças geradas pela degradação florestal. Desta forma, o objetivo deste estudo é investigar se espécies de plantas arbóreas apresentam variabilidade intraespecífica de suas características funcionais ao longo de um gradiente de degradação em resposta às alterações ocasionadas pelos distúrbios na floresta. O estudo foi desenvolvido em Santarém, Leste da Amazônia em uma paisagem que varia entre as classes de florestas primárias conservadas (N= 5), florestas primárias com extração madeireira (N= 5), florestas primárias queimadas e exploradas para madeira (N= 5) e florestas secundárias (N= 5). Foram selecionadas as espécies arbóreas que contribuíram com 80% da área basal de cada uma das vinte parcelas de estudo, N= 268. Dentre as espécies mais abundantes, foram avaliadas aquelas que apresentaram no mínimo 4 indivíduos em duas ou mais classes de floresta. No total foram avaliados trezentos e quatro indivíduos e vinte e uma espécies arbóreas. Foram medidas seis características funcionais: espessura foliar e do pecíolo, área foliar específica, área foliar, matéria seca foliar e espessura da casca foram realizadas com base em protocolos estabelecidos na literatura. Foram utilizados como dados secundários a densidade média da madeira coletada da base de dados global de densidade de madeira (DRYAD). Neste trabalho, dentre as vinte e uma espécies estudadas, dezesseis não apresentaram variação significativa de suas características funcionais entre pares de classes de floresta e 5 apresentaram diferenças significativas para as características espessura foliar, espessura do pecíolo, área foliar e área foliar específica. As características funcionais matéria seca foliar e espessura da casca não apresentaram variações entre as classes de floresta. Nas classes de floresta com maior abundância de espécies, o coeficiente de variação das características funcionais não diferiu ao longo do gradiente de degradação florestal. Aqui também foi testada a relação entre a densidade média da madeira e o coeficiente de variação das características funcionais de plantas arbóreas, foi observado que com o aumento da densidade média da madeira a variabilidade das características funcionais reduziu. Estes resultados demonstram que as plantas possuem baixa plasticidade e que podem não sobreviver caso a degradação florestal se intensifique, levando à mudança de composição florística e perda de espécies com funções únicas para o funcionamento dos ecossistemas.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA