Navegando por Assunto "Econometria"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Análises dos testes de cointegração e de correção de erro dos preços do café e do cacau no mercado internacional de futuros e opções(2007-06) CARVALHO, David Ferreira; RIBEIRO, Mário Ramos; SANTANA, Antônio Cordeiro de; CARVALHO, André CutrimNeste artigo, analisam-se as séries de tempo individuais dos preços do café e do cacau no mercado internacional por meio de apropriados testes de estacionariedade e de raiz unitária. A diferença existente entre as séries temporais econômicas de curto prazo e de longo prazo tem atraído bastante a atenção de economistas nas duas últimas décadas. Os dados de longo prazo são freqüentemente associados às séries temporais não estacionárias conhecidas por tendências, enquanto as flutuações de curto prazo são séries de tempo estacionárias e são chamadas de ciclos. As séries temporais econômicas e financeiras podem ser vistas como combinações desses componentes de ciclos e tendências. Entretanto, a presença ou não de fatores comuns entre duas ou mais séries temporais pode produzir um efeito tal que a combinação das séries temporais não manifeste possuir nenhuma característica individualmente. Poderia haver uma tendência comum partilhada por duas séries temporais. Se não há mais tendências numa série de tempo, então as duas séries de tempo são cointegradas. Esse tipo de análise fator comum pode ser estendido e aplicado aos ciclos comuns.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Causas do desmatamento da Amazônia: uma aplicação do teste de causalidade de Granger acerca das principais fontes de desmatamento nos municípios da Amazônia Legal brasileira(2009) DINIZ, Marcelo Bentes; OLIVEIRA JÚNIOR, José Nilo de; TROMPIERI NETO, Nicolino; DINIZ, Márcia Jucá TeixeiraMuitas são os fatores, apontadas pela literatura pertinente, acerca das causas do desmatamento da Amazônia Legal brasileira. Desde aspectos endógenos como as condições edafo-climáticas, a aspectos relacionados à ação antrópica como os movimentos populacionais, o crescimento urbano e, em especial, as ações autônomas ou induzidas dos diversos agentes econômicos públicos e privados que têm atuado na região, configurando historicamente os processos de ocupação do solo e aproveitamento econômico do espaço amazônico. Este artigo tem como objetivo realizar um teste de causalidade, no sentido de Granger, nas principais variáveis sugeridas como importantes para explicar o desmatamento da Amazônia Legal, no período de 1997 a 2006. A metodologia a ser empregada se baseia em modelos dinâmicos para dados em painel, desenvolvidos por Holtz-Eakin et al. (1988) e Arellano-Bond (1991), que desenvolveram um teste de causalidade baseado no artigo seminal de Granger (1969). Entre os principais resultados obtidos está a constatação empírica de que existe uma causalidade bidirecional entre desmatamento e as áreas de culturas permanente e temporária, bem como o tamanho do rebanho bovino.Tese Acesso aberto (Open Access) Limites e condicionantes à expansão da soja em Mato Grosso e no complexo MAPITOBA: uma abordagem utilizando econometria espacial(Universidade Federal do Pará, 2014-09-12) PESSOA, Ruben Eurico da Cunha; CAMPOS, Índio; http://lattes.cnpq.br/9134366210754829A presente tese objetiva analisar os fatores condicionantes da expansão da soja no estado do Mato Grosso e no complexo MAPITOBA. Foi constatado que existe uma relação de dependência espacial dentro de cada mesorregião produtora. A dependência espacial é representada pela tentativa de aglomeração dos polígonos (municípios produtores de soja) em torno de um ou vários atributos que torna aquela região especial. Isso é possível, no caso da soja, quando fatores condicionantes necessários a produção se fazem presentes, sendo estes: a) Solo e relevo; b) Exigências climáticas como água, luminosidade e temperatura; c) Infraestrutura e logística para entrega de insumos e defensivos, como também o escoamento da produção; e d) Financiamento da produção. Na presença desses fatores condicionantes é possível a expansão da produção da soja. Os estados produtores de soja como Mato Grosso e os pertencentes ao conglomerado MAPITOBA detêm aproximadamente 48,8 milhões de hectares com cobertura savânica nos seus cerrados, o que corresponde a 64,55% da fisionomia citada de todo o bioma. Diante disso, restam cerca de 26,8 milhões de hectares (35,45%) com esse tipo de cobertura que poderá sustentar o crescimento da área plantada nos próximos anos. Corroborando a possibilidade de expansão, foram estimados coeficientes de elasticidade da produção de soja maiores que a unidade através de modelos econométricos espaciais. A disponibilidade hídrica do cerrado é dependente da grande quantidade de vapor d’água formada no Bioma Amazônia. O uso intensivo de irrigação por meio de pivôs nas lavouras, a expansão da produção de biodiesel a partir de oleaginosas, certamente elevará a demanda de recursos hídricos em qualquer região produtora e pode comprometer a oferta de água para os usuários e seus múltiplos usos na agricultura, caso não haja gestão eficiente desses recursos nas bacias hidrográficas do Cerrado. No médio prazo, o agronegócio dependerá da disponibilidade hídrica do Cerrado e dos serviços ecossistêmicos amazônicos para o cultivo da soja e sua expansão nas regiões produtoras.Dissertação Acesso aberto (Open Access) O Pólo industrial de Manaus como modelo de desenvolvimento econômico avaliado sob o enfoque da Lei de Kaldor-Verdoorn(Universidade Federal do Pará, 2006-03-23) SILVA, Renilson Rodrigues da; COSTA, Francisco de Assis; http://lattes.cnpq.br/1820238947667908Este estudo tem como objetivo mensurar e avaliar a dinâmica econômica do Pólo Industrial de Manaus como um modelo de desenvolvimento sob o enfoque da Lei de kaldor-Verdoorn. Especificamente, analisar a relação entre produção e produtividade, sob as condições preconizadas por esta lei, aplicadas às indústrias do Pólo Industrial de Manaus. A Lei de Kaldor-Verdoorn propõe que à medida que a produção aumenta, há uma forte tendência, ao longo do tempo, de crescimento da produtividade. Economias de escala são geradas endogenamente por mudança técnica e aprendizagem tecnológica (learning by doing), fruto do crescimento da demanda que permite que se explore as economias de escala dinâmicas presentes, principalmente, no setor manufatureiro. Dessa forma, estima-se a produtividade total de fatores e a produtividade parcial. Analisa-se a dinâmica dessa economia efetuando-se teste empírico para a indústria do Pólo Industrial de Manaus, no período de janeiro de 1995 a dezembro de 2004, através de um modelo de correção de erros, teste de causalidade de Granger e modelo VAR estrutural,. Os resultados obtidos indicam um razoável grau de dinamismo dessa economia, dado que a combinação de efeitos de curto e longo prazo fez com que a produtividade crescesse num ritmo mais acelerado, com respostas rápidas no curto prazo, da produtividade a choques de mudanças no valor total da produção e emprego. Comprovam também a existência de fontes endógenas de crescimento da produtividade, evidenciando economias de escala crescente.
