Navegando por Assunto "Economia colonial"
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Tese Acesso aberto (Open Access) As drogas do sertão e a Amazônia colonial (1677-1777)(Universidade Federal do Pará, 2021-09-20) POMPEU, André José Santos; CHAMBOULEYRON, Rafael Ivan; http://lattes.cnpq.br/7906172621582952; https://orcid.org/0000-0003-1150-5912O presente trabalho é centrado na atividade econômica das drogas do sertão, consideradas como a principal atividade econômica da Amazônia durante o período colonial. Durante o século XX, se convencionou em boa parte da historiografia que essa atividade econômica estava sob um monopólio missionário, principalmente, dos integrantes da Companhia de Jesus. E que, após a expulsão dos jesuítas, essa predominância recaiu sob os povoamentos de índios criados durante o reinado de D. José I, quase como herdeiros diretos do monopólio jesuítico. A presente tese propõe uma revisão dessa perspectiva, buscando demonstrar a participação ativa de outros sujeitos nessa atividade econômica, sobretudo, os particulares. A partir da análise das fontes, é possível destacar a participação desses sujeitos na atividade das drogas do sertão, sendo que, em diversos momentos é possível visualizar a predominância desses particulares em detrimento tanto de missionários, quanto das canoas das povoações de índios. O presente trabalho está focado nas relações, exercidas na atividade das drogas do sertão, dentro da própria colônia, em um espaço, comumente, conhecido como Amazônia portuguesa.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Planta-me no pó e não tenhas de mim dó: agricultura no Grão-Pará setecentista (1730- 1822)(Universidade Federal do Pará, 2017-12-18) BARBOSA, Carlos Eduardo Costa; NUNES, Francivaldo Alves; http://lattes.cnpq.br/4125313573133140O século XVIII é um momento importante para a agricultura no Grão-Pará, através de variadas fontes documentais, pudemos evidenciar o processo de ocupação da calha do rio Tocantins, uma região que foi pode ser compreendida como o primeiro círculo agrícola densamente povoado sob o domínio de Belém, uma influência observável pela organização territorial e o rearranjo das unidades familiares em estruturas relativamente autônomas de produção e consumo, como parte do projeto agrário, que foi caracterizado pela introdução de novas técnicas produtivas, incorporação de novas terras à agricultura seguida de novos gêneros e métodos de cultivo. O projeto agrário refletiu sobre os diversos sujeitos que compuseram o mundo rural paraense ao longo dos Setecentos, principalmente na região do Vale do rio Tocantins devido à proximidade de Belém. Nesta região, observamos a migração de colonos, a miscigenação, e o processo de dispersão populacional, como fatores que contribuíram para gestar famílias com précondições endógenas para viver e produzir sem dificuldades no meio ambiente amazônico, reproduzindo-se apenas pelo trabalho de seus membros. Nesse sentido, essa população dispersa vai se apropriar dos espaços possíveis e desenvolver atividades agroextrativistas. O que precisamos compreender de forma clara é que a agricultura colonial se equilibrava dentro de uma diversa gama de influências que determinavam suas condições e características, assim como perceber a múltipla composição do mundo rural. Nesse sentido, este trabalho procura enfatizar a participação dessa população dispersa, contribuindo para uma compreensão da complexidade de organização da sociedade colonial e do dinamismo existente na região do Vale do rio Tocantins setecentista.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A teia de relações entre índios e missionários. A complementaridade vital entre o abastecimento e o extrativismo na dinâmica econômica da Amazônia Colonial(Universidade Federal do Pará, 2013-08) RAVENA, Nírvia; MARIN, Rosa Elizabeth AcevedoO artigo analisa o papel do abastecimento na dinâmica sócioeconômica da Amazônia no período colonial, através da descrição das relações sociais construídas entre índios e missionários nesse período. A análise apresenta a complementaridade entre o abastecimento e o extrativismo destacando as formas específicas que estas atividades assumiram na região. O artigo apresenta a domesticidade, a reciprocidade e a redistribuição como elementos chave na reprodução dos costumes indígenas no espaço dos aldeamentos. Por outro lado, demonstra também o papel que a demanda do mercado mundial pelas drogas do sertão impunha a esses grupos causando uma abrupta dizimação das populações indígenas que foram as responsáveis pela manutenção da vida na Amazônia Colonial.
