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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização do grupo Edessa rufomarginata e descrição de sete novas espécies (Heteroptera, Pentatomidae, Edessinae)
    (2006-09) SILVA, Eduardo José Ely e; FERNANDES, José Antônio Marin; GRAZIA, Jocélia
    Neste trabalho é proposto o grupo Edessa rufomarginata, que inclui E. rufomarginata (De Geer, 1773), E. marginalis (Dallas, 1851), E. albomarginata (Stål, 1855), E. abdominalis Erichson, 1848, E. corallipes Erichson, 1848, E. aulacosterna Stål, 1872, E. ovalis Stål, 1872 e E. nigropunctata Berg, 1884. São descritas sete novas espécies pertencentes ao grupo, seis do Brasil e uma da Argentina: E. brasiliensis sp. nov., E. castaneolineata sp. nov., E. cerradensis sp. nov., E. chapadensis sp. nov., E. luteovenulata sp. nov., E. rufodorsata sp. nov. (Argentina) e E. virididorsata sp. nov. As espécies deste grupo ocorrem na Venezuela, Suriname, Guiana, Brasil, Paraguai e Argentina.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Proposição de um novo gênero de Edessinae (Heteroptera, Pentatomidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2015-02-12) CORREIA, André Oliveira; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Edessinae é uma subfamília de Pentatomidae que possui sete gêneros, dentre os quais Edessa figura como o maior, com mais de 250 nomes propostos e uma estimativa de mais de 300 espécies a serem descritas. Tamanha diversidade gerou um histórico taxonômico complexo, tornando Edessa o gênero com maiores problemas taxonômicos e nomenclaturais em Edessinae. A revisão do gênero a partir de grupos de espécies é a proposta mais aceita para organizar Edessa e já resultou na descrição de dois novos gêneros de Edessinae. Considerando essa proposta, este trabalho selecionou três espécies relacionadas por Breddin (1905), em adição a oito espécies novas reunidas por estados de caracteres morfológicos potencialmente sinapomórficos. Um Gênero novo para Edessinae é proposto, reunindo espécies que apresentam quatro faixas negras longitudinais e pontuadas na superfície dorsal da cabeça; ângulos umerais projetados lateralmente, levemente achatados dorso-ventralmente; processo metasternal com braços da bifurcação estreitos, longos, afilados no ápice; ambos os tricobótrios abdominais deslocados lateralmente, não alinhados ao espiráculo; gonocoxitos 8 e laterotergitos 8 sempre pontuados; gonocoxitos 8 grandes, de comprimento subigual aos laterotergitos 9; pigóforo com bordo ventral com escavação semicircular, parâmero projetado posteriormente, processo superior da taça genital escuro, laminar, parcialmente fundido à taça genital. Edessa pallicornis, E. bugabensis, E. rorativentris e E. stillativentris foram redescritas e transferidas para o novo gênero. Edessa strigiceps é proposta como sinônimo júnior de Gen. nov. pallicornis. Um sintipo de Gen. nov. bugabensis será designado como lectótipo da espécie. São descritos pela primeira vez os machos de Gen. nov. bugabensis e Gen. nov. rorativentris. As distribuições foram estendidas para Gen. nov. bugabensis (Costa Rica), Gen. nov. rorativentris (Brasil), Gen. nov. stillativentris (Colômbia). São descritas oito espécies novas dentro do novo gênero: Gen. nov. sp. n. 203a, Gen. nov. sp. n. 203e, Gen. nov. sp. n. 205, Gen. nov. sp. n. 206, Gen. nov. sp. n. 207, Gen. nov. sp. n. 207c, Gen. nov. sp. n. 297 e Gen. nov. sp. n. 297b.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Proposição e descrição das espécies do grupo Edessa pallida, Dallas, 1851 (Heteroptera, Pentatomidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2008) CAXIAS, Fabricio da Costa; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Pentatomidae é a quarta maior família dentro de Heteroptera sendo composta por 760 gêneros e 4700 espécies. Esta família tem distribuição mundial, mas as subfamílias Cyrtocorinae, iscocephalinae e Edessinae são exclusivas da região Neotropical. Dentre as subfamílias de Pentatomidae, Edessinae é uma das que apresenta o maior número de problemas taxonômicos e nomenclaturais, concentrados basicamente no gênero Edessa. Edessinae é um táxon megadiverso (cerca de 280 espécies conhecidas e mais de 350 desconhecidas da ciência) e formada atualmente por cinco gêneros: Edessa (259 espécies descritas), Olbia (5), Pantochlora (1), Peromatus (7) e Brachystethus (10). O estudo atual de Edessa é feito através da organização de exemplares em grupos de espécies morfologicamente semelhantes. Este trabalho segue esta linha com a proposição do grupo Edessa pallida. Este grupo é baseado em características morfológicas externas como a forma afunilada do corpo, padrão de pontuação do corpo, reticulação das asas, padrão de manchas no abdome, bem como características da genitália dos machos. As espécies incluídas neste grupo são Edessa pallida Dallas, 1851, Edessa inscripta Walker, 1868 e Edessa polymita Distant, 1890, além de cinco espécies novas para ciência. O número total de exemplares examinados neste trabalho foi 70 indivíduos pertencentes a 12 coleções nacionais e estrangeiras. As espécies foram descritas, ilustradas e medidas seguindo um padrão adotado para a família. As espécies já conhecidas tiveram suas distribuições geográficas ampliadas. A sp. nov. 1 foi descrita de exemplares provenientes do Suriname, Guiana Francesa e Brasil; a sp. nov. 2 da Guiana e Brasil; a sp. nov. 3 do Brasil; a sp. nov. 4 da Guiana Francesa; e a sp. nov. 5 da Guiana, Suriname. Guiana Francesa e Brasil. Uma chave de identificação e um mapa com a distribuição geográfica das espécies são apresentados.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão de Aceratodes Amyot & Serville, 1843 (Heteroptera, Pentatomidae, Edessinae)
    (Universidade Federal do Pará, 2013) SIQUEIRA, Emely Laiara Silva de; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Edessinae é uma das maiores e mais diversas subfamílias de Pentatomidae, sendo encontrada apenas na região Neotropical e sul dos Estados Unidos. Este fato se deve ao grande número de espécies descritas (cerca de 260) e ainda não descritas (cerca de 300). Compreende atualmente seis gêneros: Edessa, Brachystethus, Peromatus, Olbia, Pantochlora e Doesburgedessa. Ao longo do tempo, as espécies que não se encaixavam em nenhum dos outros gêneros foram sendo alocadas em Edessa, levando a uma confusão entre os limites do gênero e da subfamília. O grande número de espécies levou a uma concentração dos problemas taxonômicos e nomenclaturais de Edessinae em Edessa. Portanto, são necessários estudos taxonômicos que visem solucionar estes problemas, revisando os gêneros conhecidos, reavaliando os subgêneros de Edessa, redescrevendo espécies existentes e realizando novos arranjos nomenclaturais. O presente trabalho objetivou reavaliar o status taxonômico de Aceratodes, bem como resolver problemas nomenclaturais. Foram estudados 283 exemplares obtidos por empréstimos de 22 instituições, nacionais e estrangeiras. Para cada espécie, são apresentadas descrições, medidas, fotografias, desenhos de estruturas com importância sistemática (processo metasternal e genitália de ambos os sexos), chave dicotômica e mapa de distribuição. Aceratodes é elevado a gênero com base em caracteres morfológicos comuns as espécies, tais como: ângulo umeral não desenvolvido e arrendondado; placas genitais da fêmea não, ou pouco projetadas posteriormente; segmento abdominal VI não projetado posteriormente; hemiélitro com embólio apresentando textura, coloração e padrão de pontuação distintos do restante do cório; braços do processo metasternal achatados lateralmente e não atingindo o terço anterior do mesosterno. Aceratodes passou a ser formado por 19 espécies. Uma espécie nova da Mata Atlântica; duas originalmente descritas neste gênero: A. albomarginatus e A. marginalis; e 16 transferidas de Edessa: E. abdominalis, E. aulacosterna, E. brasiliensis, E. carnosa, E. castaneolineta, E. cerradensis, E. chapadensis, E. fulvicornis, E. luteovenulata, E. meditabunda, E. mexicana, E. ovalis, E. piperitia, E. rufodorsata e E. rufomarginata, E. sternalis. A fêmea de A. meditabundus é descrita pela primeira vez. O lectótipo de Edessa mexicana foi aqui designado. As espécies Edessa corallipes, Edessa cogitabunda e Edessa virididorsata foram sinonimizadas a A. carnosus, A. meditabundus e A. fulvicornis, respectivamente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão e análise cladística do gênero Ascra say, 1832, com considerações sobre a filogenia de Edessinae (Heteroptera, Pentatomidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2014) SANTOS, Bianca Tamires Silva dos; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245
    Edessinae é uma das maiores subfamílias de Pentatomidae com cerca de 300 espécies conhecidas e mais de 300 ainda não descritas, distribuídas em apenas seis gêneros - Edessa, Brachystethus, Peromatus, Olbia, Pantochlora e Doesburgedessa. A maior parte das espécies pertence ao gênero Edessa que concentra também quase a totalidade dos problemas taxonômicos da subfamília. Esse gênero é usado como depósito de espécies da subfamília, sendo que tal fato se deve à confusão entre os limites da própria subfamília e do gênero Edessa. A solução desses problemas passa necessariamente pela reavaliação dos subgêneros de Edessa e mudanças taxonômicas em Edessinae. O presente trabalho objetivou reavaliar o status taxonômico de Ascra até então subgênero de Edessa, e seu posicionamento filogenético em Edessinae. Foram estudados 411 exemplares obtidos por empréstimos de várias instituições e coleções particulares. Foram apresentadas descrições, medidas e fotografias das espécies, desenhos de estruturas com importância sistemática como o processo metasternal e genitália de ambos os sexos, chave dicotômica e mapa de distribuição. Para a análise cladística foram incluídos 28 táxons e levantados 33 caracteres morfológicos, dos quais oito multiestados que foram tratados como não aditivos. O grupo externo, foi composto por 14 espécies representando todos os gêneros de Edessinae e subgêneros de Edessa. Edessinae resultou como monofilético, no entanto Edessa saiu como parafilético. Ascra foi reconhecido como monofilético, apoiado por duas sinapomorfias. Esse gênero passou a ser formado pelas espécies: A. bifida, A. cordifera, A. petersii, A. abdita, A. championi, A. privata, A. conspersa, A. morbosa e por mais seis espécies novas. Dois novos grupos de espécies foram propostos para Ascra: bifida e privata. Os machos de A. abdita, A. morbosa e A. cordifera e as fêmeas de A. championi e A. privata, desconhecidos até o momento, foram descritos. Novos arranjos nomenclaturais foram realizados. O lectótipo de Edessa abdita foi designado. As espécies Edessa cornuta, Edessa densata, Edessa picata e Edessa florida foram consideradas sinônimos-juniores de A. bifida.
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