Navegando por Assunto "Efeito estufa (Atmosfera)"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) O aterro sanitário de Marituba: estimativa e dispersão das emissões de biogás e a percepção da mudança da qualidade do ar pela população do entorno.(Universidade Federal do Pará, 2019-02-18) MACHUCA ESPÍRITU, José Guillermo; IMBIRIBA, Breno Cesar de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7979656297541988; SOUZA, Everaldo Barreiros de; http://lattes.cnpq.br/6257794694839685Os Resíduos Sólidos Urbanos em aterros e lixões são uma importante fonte antropogênica de Gases de Efeito Estufa, principalmente o Metano (CH4), que possui alta capacidade de reter calor na atmosfera. Na Central de Processamento e Tratamento de Resíduos Sólidos (CPTR) Marituba localizada na Região Metropolitana de Belém, Pará, foi estimada a geração de metano atual e futura a partir do ano 2015 através do modelo do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) considerando uma data mínima de operação de 15 anos. O aterro deverá gerar durante sua história em torno de 610 mil toneladas de CH4, das quais aproximadamente 95% serão emitidas nos próximos anos. Considerando o potencial de aquecimento global do metano que é 28 vezes maior do que o dióxido de carbono (CO2), ao longo dos anos, o não aproveitamento deste gás gerará uma quantidade equivalente a 17 milhões de toneladas de dióxido de carbono. A dispersão do gás metano como traçador de outros gases e odores gerados na CPTR Marituba utilizando um modelo de dispersão gaussiana mostra que no período noturno (18:00-06:00) a acumulação dos gases é maior na área circundante ao aterro e causa desconfortos na população validando esta informação com os resultados das entrevistas aos moradores da área circundante dos municípios de Ananindeua e Marituba, que sofrem maiores incômodos a causa dos maus odores neste mesmo período noturno. Os resultados desta pesquisa devem ser levados em conta na definição de políticas públicas para a localização de novos aterros sanitários e na implementação de ações para mitigar o impacto negativo dos aterros existentes. Apesar da relevância da temática abordada nesse trabalho, estudos sobre a geração e dispersão dos gases assim como o impacto na população circundante em aterros na Região Amazônica são escassos na literatura, portanto este trabalho acrescenta às pesquisas, a compreensão a respeito dos aterros e seus impactos na Amazônia assim como também o aproveitamento do biogás.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Emissões de gases de efeito estufa de um aterro na Amazônia: simulação das emissões de metano no aterro do Aurá - Região Metropolitana de Belém, PA(Universidade Federal do Pará, 2017-08-31) SILVA, Renato de Sousa; IMBIRIBA, Breno Cesar de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7979656297541988Resíduos sólidos urbanos em aterros e lixões representam uma importante fonte antropogênica de Gases de Efeito Estufa, principalmente o Metano (CH4), que possui alta capacidade de reter calor na Atmosfera. Essa emissão é influenciada por fatores como composição dos resíduos, teor de umidade e idade dos resíduos, além de fatores específicos do local como o clima regional e o modo de gerenciamento do aterro. Na literatura há poucos estudos que estimam as emissões de gases estufa de aterros com enfoque na Região Amazônica e suas características climáticas. Deste modo, este trabalho tem como objetivo descrever a dinâmica de emissão do gás Metano no Aterro do Aurá, local onde, por décadas, foram depositados os resíduos sólidos urbanos da Região Metropolitana de Belém, estado do Pará, e que se encontra desativado por exigências na legislação ambiental. Para tal foram realizadas simulações utilizando modelos de 1ª ordem de emissão de biogás propostos pelo IPCC e pela USEPA (LandGEM 3.02). Os modelos foram comparados e as variações nos seus principais parâmetros foi avaliada, assim como a influência das condições climáticas e características dos resíduos nas emissões de Metano. Devido à alta precipitação e umidade da Região Amazônica, foi observado que os resíduos degradam rapidamente, sendo necessário se tomar decisões imediatas no sentido de aplicar métodos de controle de emissões em aterros para se evitar que os gases escapem para a Atmosfera.Tese Acesso aberto (Open Access) Estimativa do fluxo de metano e dióxido de carbono em áreas de manguezais do município de São Caetano de Odivelas - PA.(Universidade Federal do Pará, 2019-12-03) MARTINÉZ CASTELLÓN, Saúl Edgardo; SILVA, José Francisco Berrêdo Reis da; http://lattes.cnpq.br/1338038101910673; ROLLNIC, Marcelo; http://lattes.cnpq.br/6585442266149471; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350Os manguezais são considerados ecossistemas tanto ambientais e como socioeconomicamente produtivos, dado pela contribuição na mitigação das mudanças climáticas, como a captura e armazenamento do CO2 na biomassa aérea e subterrânea. As áreas de mangue são importantes contribuidores dos gases de efeito de estufa (GEE). Este estudo investiga os fluxos de Metano (FCH4) e de Dióxido de Carbono (FCO2) em floresta de mangue nas interfaces solo-atmosfera (Ilha da Macaca), e água-atmosfera (Estuário Mojuim). As medições incluíram uma escala temporal (período seco: julho a dezembro 2017 e chuvoso: janeiro a junho 2018) e espacial (topografia alta: 2,5 m e baixa: 2,0 m), e em diferentes ambientes aquáticos. Os fluxos foram medidos através do método de câmaras dinâmicas associadas a um analisador de gás infravermelho. Adicionalmente, foram registrados parâmetros: A) ambientais, como temperatura do ar, umidade relativa do ar, velocidade do vento, B) físicos e químicos da água, como a temperatura, oxigênio dissolvido e pH; C) físicos e químicos do solo, como a temperatura, umidade, matéria orgânica, pH, carbono e nitrogênio total, relação C/N, carbono orgânico, carbono microbiano, nitrogênio microbiano. O FCH4 médio no solo variou de 0,1874 g m-2 d-1 a 0,0711 g m-2 d-1 entre época seca e chuvosa respectivamente. O FCO2 médios no solo variou de 6,3607, a 7,0542g m-2 d-1 entre época chuvosa e seca respectivamente. Os FCH4 variaram de 0,2360 g m-2 d-1 a 0,0271 g m-2 d-1 para a topografia baixa e alta, respectivamente. Os FCO2 variaram de 5,4383 a 7,079 g m-2 d-1 para topografia baixa e alta, respectivamente. Com isto os fluxos foram maiores para CO2 na época seca e FCH4 foram menores na estação chuvosa. Os fluxos de FCH4 no ecossistema aquático variaram entre época seca e chuvosa de 0,039 a 0,050 g m-2 d-1 respectivamente. O FCO2 entre época seca e chuvosa variou de 10,474g m-2 d-1 a 28,985, g m-2 d-1, respectivamente. Os FCO2 mostraram diferenças significativas (p < 0,05) entre a época seca e chuvosa, podendo estar influenciado pela entrada de água salubre na maré enchente e a entrada de água doce do rio Mojuim na vazante. Neste estudo foi observado que os maiores fluxos de FCH4 e FCO2 ocorrem na época chuvosa, e variação mínima do FCO2 no solo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Fluxos de dióxido de carbono e metano de um lixão na Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2018-08-03) PINHEIRO, Layse Teixeira; CATTANIO, José Henrique; http://lattes.cnpq.br/1518769773387350Este trabalho teve como objetivo a quantificação da emissão dos gases de efeito estufa, dióxido de carbono e metano, existentes no aterro não controlado Aurá, conhecido como “Lixão do Aurá”, além da coleta de informações após o seu encerramento parcial no ano de 2015.A pesquisa contou com uma análise qualitativa de aspectos ambientais do local e uma parte experimental, com o desenvolvimento de câmaras de fluxo, para captura dos gases através da cobertura de células distintas do aterro. As medidas foram realizadas de duas formas, sendo a primeira com 24 câmaras distribuídas em três pontos distintos de duas células com idades relativamente diferentes e 90 câmaras, distribuídas em grade, em uma célula encerrada. Estas medidas ocorreram em período menos chuvoso e tiveram seus pontos localizados através de coordenadas geográficas. Foi utilizado um analisador de gases portátil que permitiu a obtenção simultânea da concentração dos gases em ppm. Os cálculos de fluxo, envolveram a seleção dos intervalos de cada câmara, determinação da reta de regressão das concentrações dos gases pelo tempo, equação barométrica e inserção dos dados obtidos na equação principal de fluxo. Os valores encontrados das emissões de metano nas células intituladas A, B e C foi de 191,226 g m² d-¹, 397,7 g m² d-¹ e 36,30 g m² d-¹, respectivamente. Já os fluxos de dióxido de carbono alcançaram valores de 10.554,1 g m² d-¹, 11.786,65 g m² d-¹ e 7.529,77 g m² d-¹.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Impactos das mudanças climáticas na ecoclimatologia de Aleurocanthus Woglumi Ashby, 1903 (Hemiptera: Aleyrodidae) no estado do Pará(2014-03) MORAES, Bergson Cavalcanti de; SOUZA, Everaldo Barreiros de; RIBEIRO, João Batista Miranda; FERREIRA, Douglas Batista da Silva; MAIA, Wilson José de Mello e SilvaAs atividades humanas que alteram as concentrações de gases de efeito estufa terão influências diretas sobre os problemas fitossanitários. A fim de minimizar tanto a perda de produção, quanto a qualidade de safras, além de orientar a escolha de estratégias de adaptação e de gestão, novos estudos para investigar os impactos das mudanças climáticas na agricultura - nas escalas espaciais e temporais - e seus patógenos são necessários. O objetivo principal deste trabalho foi investigar o impacto da mudança climática global, na ecoclimatologia da mosca-negra-dos-citrus (Aleurocanthus woglumi Ashby) no Estado do Pará. Para isso, foram analisadas as exigências térmicas da A. woglumi, desenvolvidas em laboratório e no zoneamento ecoclimatológico, com base no número de gerações do inseto a cada ano, realizado a partir de dados de temperatura do ar de 15 estações meteorológicas ao longo do estado. Em seguida, foi simulado o aumento populacional de insetos estudados, através das projeções do modelo climático global CCSM 3.0, entre os anos de 2030 e 2090. Os resultados das simulações sugerem que o número de gerações do inseto vai aumentar 50% no Estado do Pará.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) O mecanismo de desenvolvimento limpo como mitigador do aquecimento global e a participação do Brasil(2009-06) COTA, Raimundo Garcia; REIS, Maria Aparecida Martins Cardoso; VALE, Lorena Alves doEste estudo, de relevância econômico-ambiental, parte do problema do aquecimento global para analisar o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) como uma ferramenta capaz de contribuir para a mitigação dos gases de efeito estufa (GEE) por meio do cumprimento de metas de redução de emissões pré estabelecidas pelo Protocolo de Quioto. Examina-se e participação do Brasil como país hospedeiro dos projetos do MDL. Conclui-se que, embora a implementação do MDL diminua o custo global de redução de emissões de gases estufa pelos países desenvolvidos e apóie iniciativas que promovam o desenvolvimento sustentável, a falta de maior especificidade nas regras do mecanismo pode abrir precedentes ao direito de poluir. Entende-se que o mecanismo não deve restringir-se somente ao cumprimento de meta, mas é fundamental que atue como desestimulante da poluição em sua origem, conforme a proposta de sustentabilidade, norte da política ambiental climática.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Variação temporal do efluxo de dióxido de carbono CO² do solo em sistemas agroflorestais com palma de óleo (Elaeis guineensis) na Amazônia Oriental(Universidade Federal do Pará, 2013-09-20) SILVA, Carolina Melo da; VASCONCELOS, Steel Silva; http://lattes.cnpq.br/0719395243841543A região amazônica tem sido submetida a contínuo desflorestamento e expansão do uso da terra, para a implantação de atividades como pecuária, exploração madeireira, agricultura, mineração e urbanização. A queima e a decomposição da biomassa da floresta liberam gases que contribuem para o efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2). Nesse contexto, surge o interesse em avaliar a dinâmica do efluxo de CO2 do solo na Amazônia, em especial em sistemas agroflorestais de palma de óleo (Elaeis guineensis), visto o destaque da produção dessa cultura no estado do Pará, que teve uma razoável expansão, transformando o estado do Pará em um dos maiores plantadores e produtores do país. Este trabalho teve como objetivo investigar a dinâmica do efluxo de CO2 do solo em sistemas agroflorestais onde a palma de óleo é a cultura principal, na escala temporal e os fatores bióticos e abióticos que influenciam diretamente neste processo. Foram quantificados os carbono da biomassa microbiana do solo, carbono total do solo, respiração microbiana do solo, raízes finas do solo e zona de influência das espécies; e os fatores abióticos: umidade e temperatura do solo, em dois sistemas agroflorestais de cultivo de palma de óleo, o sistema adubadeiras e o sistema biodiverso. As medições foram feitas nos períodos seco e no chuvoso. Os resultados mostraram que o maior efluxo de CO2 do solo ocorreu no período chuvoso, provavelmente devido à maior atividade microbiana nesse período influenciada por fatores climáticos aliados a fatores bióticos. O sistema biodiverso apresentou maior efluxo de CO2 do solo do que o sistema adubadeiras, provavelmente devido à maior atividade biológica no solo nesse sistema. O efluxo de CO2 do solo não mostrou correlação forte com as variáveis testadas. Pôde-se concluir que o efluxo de CO2 do solo sofreu influencia apenas da sazonalidade climática. O fato da área de plantio ser muito jovem pode ser um fator determinante para que não tenha sido encontrada relação mais forte da respiração do solo com as variáveis analisadas.
