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Navegando por Assunto "Efeitos antropogênicos"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Conservação de tartarugas marinhas na costa maranhense, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2022-03) RIBEIRO, Luis Eduardo de Sousa; BARRETO, Larissa Nascimento; http://lattes.cnpq.br/1295307492454506; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-3396-4821; PEZZUTI, Juarez Carlos Brito; http://lattes.cnpq.br/3852277891994862; https://orcid.org/0000-0002-5409-8336
    Tartarugas marinhas têm longo histórico de exploração humana em todo o mundo, o que tem contribuído para o declínio populacional das espécies, juntamente com outras ameaças, com destaque para a captura acidental por diversos tipos de pesca, destruição dos hábitats e poluição. Atualmente, a interação com a pesca é a maior causa de mortandade entre as tartarugas marinhas, seguida por ingestão de material inorgânico (lixo). O acúmulo desses resíduos no mar, principalmente os plásticos, tem atraído uma considerável atenção nas últimas décadas, visto que a poluição é uma grande ameaça para a vida marinha. Neste trabalho, realizamos o mapeamento das áreas de ocorrência e de nidificação de cada espécie de tartaruga marinha na zona costeira do Estado do Maranhão, a análise da frequência de encalhes ao longo dos anos e a avaliação dos impactos sobre as populações de tartarugas marinhas no Parque Nacional (PARNA) dos Lençóis Maranhenses, assim como a composição da dieta e ingestão de resíduos sólidos. Essa pesquisa inclui registros de encalhes de animais vivos ou mortos durante os anos de 2005 a 2020, oriundos do banco de dados do Projeto Queamar - Quelônios Aquáticos do Maranhão – UFMA e de campanhas bimestrais ao PARNA dos Lençóis Maranhenses. Cinco espécies de tartarugas marinhas foram observadas (Caretta caretta, Eretmochelys imbricata, Lepidochelys olivacea, Chelonia mydas e Dermochelys coriacea), com registros reprodutivos para duas delas (E. imbricata e L. olivacea), ao longo de todo o litoral maranhense. Dos impactos registrados, a interação antrópica foi o fator mais notado (n=35), sendo o afogamento e a amputação as principais consequências do emalhamento (n=12). A obstrução intestinal causada pela ingestão de material inorgânico também foi frequentemente observada (n=13). Durante o período da pesquisa, foram realizadas duas Pesquisas Sísmicas Marítimas Marinhas 3D para prospecção de petróleo e gás, e que coincidiram com um aumento significativo na frequência de encalhes no PARNA dos Lençóis Maranhenses, que podem ter sido provocados pela poluição sonora causada pelos ruídos dos canhões de ar. Ainda que o litoral maranhense seja coberto por áreas legalmente instituídas para conservação, como o PARNA Lençóis Maranhenses e a RESEX de Cururupu, estudos a longo prazo sobre espécies de ciclo migratório internacional, como as tartarugas marinhas, que ocupam posição importante no cenário de conservação, possibilitam detectar tendências temporais e mudanças, assim como avaliar os impactos das zonas de atividades antropogênicas costeiras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Micropoluentes orgânicos emergentes na região amazônica: efeitos de concentrações ambientalmente realistas de ftalato em Hyphessobrycon heterorhabdus (Teleostei: Characidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-05-03) SANTOS, Erika Monteiro dos; SOUSA, Daniele Salgado de; http://lattes.cnpq.br/5686432777054273; https://orcid.org/0000-0001-8435-7071; AMADO, Lílian Lund; http://lattes.cnpq.br/3382900147208081; https://orcid.org/0000-0001-7693-8191; CARVALHO, Leandro Machado de; ARRIFANO, Gabriela de Paula Fonseca; http://lattes.cnpq.br/6652387343920028; http://lattes.cnpq.br/3401378700297133; https://orcid.org/0000-0002-2172-0520; https://orcid.org/0000-0003-2817-3539
    dos programas de monitorização ambiental e que esteja diretamente associado a atividades antropogênicas. Um exemplo são os ftalatos, produtos sintéticos amplamente utilizados na indústria de plastificantes. Podemos citar o di-butil ftalato (DBP), um dos mais encontrados no meio ambiente, que pode causar efeitos como genotoxicidade, apoptose, neurotoxicidade, hepatoxicidade, etc. Estudos recentes em todo o mundo têm identificado e quantificado DBP no meio ambiente, investigando seus efeitos em organismos aquáticos. No entanto, no Brasil, mais especificamente na região amazônica, ainda não existem estudos nesse sentido, deixando uma lacuna sobre a presença de MEs no ambiente aquático e seus efeitos sobre as espécies nativas. Assim, o objetivo geral desta dissertação foi identificar e quantificar MEs em rios urbanos da cidade de Belém, PA, Brasil, e avaliar as respostas de estresse oxidativo da espécie Hyphessobrycon heterorhabdus (Tetra Bandeira) à exposição a maior concentração de DBP encontrada na região. A dissertação está estruturada em dois capítulos: I) um estudo de campo, no qual foram identificados e quantificados MEs em rios urbanos de Belém, uma das cidades mais urbanizadas da Amazônia Oriental e; II) um estudo experimental, no qual foram avaliadas as alterações bioquímicas em H. heterorhabdus expostos a três concentrações de DBP. O estudo de campo coletou amostras de dois rios urbanos, os canais Tamandaré e Tucunduba. As amostras de água foram coletadas em garrafas âmbar, identificadas e enviadas ao laboratório para quantificação dos MEs por cromatografia líquida. Os peixes foram obtidos no Parque Ecológico do Gunma e aclimatados em laboratório para o experimento. Os animais foram expostos a três concentrações de DBP: (i) controle acetona (CA); grupo 1 (G1): 10 μg/L; grupo 2 (G2): 100 μg/L e grupo 3 (G3): 1000 μg/L durante sete dias. Amostras de água foram coletadas de todos os grupos em momentos específicos para a quantificação de DBP no meio experimental. Os animais foram dissecados nas porções anterior, média e posterior para análises bioquímicas, como a capacidade antioxidante total (ACAP), atividade da glutationa-S-transferase (GST) e lipoperoxidação (LPO). Foram identificados três grupos de MEs: organoclorados, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HPAs) e ftalatos. Entre os ftalatos, o DBP e o di(2-etilhexil) ftalato (DEHP) foram os MEs com as concentrações mais elevadas, com 10.428 μg/L e 7.547 μg/L, respectivamente. No estudo experimental, a ACAP não variou entre os grupos nas porções anterior e posterior, enquanto na porção média observamos um efeito concentração-dependente. A GST não variou na porção posterior, mas na porção anterior, houve um aumento da GST no grupo G2 e uma diminuição no G1 na porção média. O LPO mostrou efeitos concentração-dependente e hormético nas porções anterior e posterior, respectivamente. Na porção média, a LPO não variou entre os grupos. Em geral, concluímos que organoclorados, HPAs e ftalatos estão presentes nos rios estudados e que a exposição ao DBP resulta em estresse para os organismos testados. Além disso, nossos resultados são de grande relevância para a região amazônica, pois este é um estudo pioneiro.
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