Navegando por Assunto "Elasticidade"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Deflection test evaluation of different lots of the same nickel-titanium wire commercial brand(Universidade Federal do Pará, 2016-02) NEVES, Murilo Gaby; LIMA, Fabrício Viana Pereira; GURGEL, Júlio de Araújo; VERCELINO, Célia Regina Maio Pinzan; REZENDE, Fernanda Soares; BRANDÃO, Gustavo Antônio MartinsIntrodução: o objetivo deste estudo experimental in vitro foi comparar a as propriedades elásticas da relação carga/deflexão para fios de diferentes lotes de uma mesma marca comercial. Métodos: foram selecionados quarenta segmentos de arcos de níquel-titânio superelástico (NiTi) (Morelli Ortodontia, Sorocaba/SP, Brasil), com diâmetro de 0,016”. Os grupos foram ordenados de acordo com os lotes (lotes 1, 2, 3 e 4). Foram utilizados segmentos com 28mm de comprimento da parte reta (extremidades) dos arcos pré-contornados. Os testes de deflexão foram realizados em uma máquina universal de ensaios EMIC, com célula de carga de 5N e velocidade de 1mm/minuto. A força durante a desativação foi registrada nas deflexões de 0,5; 1; 2 e 3mm. O teste de Análise da Variância (ANOVA) foi utilizado para comparar diferenças entre as médias dos grupos. Resultados: na comparação de força dos lotes em um mesmo ponto de deflexão (3, 2 e 1mm), durante a desativação, não houve diferenças estatísticas. Conclusões: não ocorre alteração nas propriedades elásticas em diferentes lotes da mesma marca. Assim, o uso de diferentes lotes dos fios ortodônticos utilizados nesta pesquisa não comprometeu o resultado final da relação carga/deflexãoTese Acesso aberto (Open Access) Limites e condicionantes à expansão da soja em Mato Grosso e no complexo MAPITOBA: uma abordagem utilizando econometria espacial(Universidade Federal do Pará, 2014-09-12) PESSOA, Ruben Eurico da Cunha; CAMPOS, Índio; http://lattes.cnpq.br/9134366210754829A presente tese objetiva analisar os fatores condicionantes da expansão da soja no estado do Mato Grosso e no complexo MAPITOBA. Foi constatado que existe uma relação de dependência espacial dentro de cada mesorregião produtora. A dependência espacial é representada pela tentativa de aglomeração dos polígonos (municípios produtores de soja) em torno de um ou vários atributos que torna aquela região especial. Isso é possível, no caso da soja, quando fatores condicionantes necessários a produção se fazem presentes, sendo estes: a) Solo e relevo; b) Exigências climáticas como água, luminosidade e temperatura; c) Infraestrutura e logística para entrega de insumos e defensivos, como também o escoamento da produção; e d) Financiamento da produção. Na presença desses fatores condicionantes é possível a expansão da produção da soja. Os estados produtores de soja como Mato Grosso e os pertencentes ao conglomerado MAPITOBA detêm aproximadamente 48,8 milhões de hectares com cobertura savânica nos seus cerrados, o que corresponde a 64,55% da fisionomia citada de todo o bioma. Diante disso, restam cerca de 26,8 milhões de hectares (35,45%) com esse tipo de cobertura que poderá sustentar o crescimento da área plantada nos próximos anos. Corroborando a possibilidade de expansão, foram estimados coeficientes de elasticidade da produção de soja maiores que a unidade através de modelos econométricos espaciais. A disponibilidade hídrica do cerrado é dependente da grande quantidade de vapor d’água formada no Bioma Amazônia. O uso intensivo de irrigação por meio de pivôs nas lavouras, a expansão da produção de biodiesel a partir de oleaginosas, certamente elevará a demanda de recursos hídricos em qualquer região produtora e pode comprometer a oferta de água para os usuários e seus múltiplos usos na agricultura, caso não haja gestão eficiente desses recursos nas bacias hidrográficas do Cerrado. No médio prazo, o agronegócio dependerá da disponibilidade hídrica do Cerrado e dos serviços ecossistêmicos amazônicos para o cultivo da soja e sua expansão nas regiões produtoras.
