Navegando por Assunto "Embodiment"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Corpo-Raiz: O processo de criação do bolero Interamor(Universidade Federal do Pará, 2025-06-25) ALCANTARA, Wallesson Amaral; MENDES, Ana Flávia de Mello; http://lattes.cnpq.br/6144243746546776A presente pesquisa trata da noção de Corpo-Raiz, que é um modo de fazer-pensar a Dança de Salão imbricado com a trajetória de vida e arte de um artista-professor-pesquisador. Esta trajetória é permeada por diferentes experiências artísticas na Dança de Salão, sobretudo no bolero, constituindo-se de vivências atravessadas pela Neurociência (Marçal, 2019), tendo como fundamentação teórico-prática a Ecologia do Movimento (Bolsanello, 2016) e a Dança Imanente (Mendes, 2008), além da noção de “dança como política de aparecimento” (Castelo, 2022). Como resultado, apresenta-se a poética Interamor, seus desdobramentos metodológicos, aplicáveis tanto na criação quanto no ensino da Dança de Salão e a discussão de cunho social disparada pela obra de arte.Tese Acesso aberto (Open Access) Uma Fotoetnografia de masculinidades Quilombolas(Universidade Federal do Pará, 2026-05-13) BANDEIRA NETTO, Felipe; ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson; http://lattes.cnpq.br/8210836935303968; https://orcid.org/0000-0002-2721-6659; CARDOSO, Denise Machado; http://lattes.cnpq.br/2685857306168366; GONÇALVES, Telma Amaral; DANTAS, Luisa Maria Silva; http://lattes.cnpq.br/7335593537033167; http://lattes.cnpq.br/1573989294603242Esta tese investiga as masculinidades quilombolas por meio de uma abordagem fotoetnográfica que articula antropologia visual, estudos de gênero e reflexões sobre território, ancestralidade, espiritualidade e corporeidade. Desenvolvida em comunidades quilombolas amazônicas e em diálogo com experiências afro-diaspóricas vivenciadas durante o doutorado sanduíche na África do Sul, a pesquisa compreende as masculinidades como construções relacionais produzidas nas experiências comunitárias, nos vínculos intergeracionais e nas formas de pertencimento ao território. A fotografia é assumida como linguagem antropológica e como dispositivo de produção de conhecimento, reconhecendo a fotoetnografia não apenas como técnica de registro, mas como prática relacional atravessada por negociações, afetos, confiança e disputas de visibilidade. Os resultados evidenciam que as masculinidades quilombolas se constituem em estreita relação com a memória ancestral, a vida coletiva e a circulação entre diferentes espaços sociais, ao mesmo tempo em que revelam processos de transformação nos quais modelos associados à virilidade, ao controle emocional e à autoridade cedem lugar a formas de masculinidade orientadas pelo respeito, pela responsabilidade, pelo cuidado e pela maturidade nas relações. Ao ampliar o campo da fotoetnografia mediante a incorporação da circulação digital das imagens, dos deslocamentos transnacionais e da centralidade do corpo como espaço de produção de sentidos, a tese contribui para o desenvolvimento metodológico da antropologia visual e para a compreensão das masculinidades negras como experiências plurais, situadas e continuamente produzidas nas relações sociais.
