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Navegando por Assunto "Endocrinologia"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação das anormalidades do metabolismo mineral ósseo em pacientes portadores de lipodistrofia e HIV positivos
    (Universidade Federal do Pará, 2012-03-21) OLIVEIRA, Danielle Lima de; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618
    Os avanços na terapia antirretroviral (TARV) suprimiram marcadamente a atividade virótica e aumentaram a longevidade daqueles que vivem com HIV/SIDA; entretanto, uma variedade de anormalidades metabólicas relacionadas ao tratamento foi descrita após a introdução da TARV combinada. Entre estas complicações, as alterações da densidade mineral óssea merecem destaque, não só por suas implicações em longo prazo, mas também pelos dados conflitantes disponíveis na literatura atualmente. OBJETIVO: avaliar as alterações das densidade mineral óssea, e correlacioná-las ao sexo, idade, índice de massa corpórea, tipos de lipodistrofia, níveis laboratoriais de cálcio sérico, paratormônio e vitamina D e perfil hormonal. METODOLOGIA: neste estudo transversal foram analisados 77 pacientes HIV positivos com síndrome lipodistrófica em tratamento com a terapia antirretroviral altamente ativa (TARV), e inscritos no ambulatório de lipodistrofia do Hospital Universitário João de Barros Barreto. O exame clínico dos pacientes envolveu a medida do peso, altura e circunferência abdominal. Os exames laboratoriais realizados incluíram a medida de cálcio sérico, vitamina D, paratormônio, estradiol (mulheres e homens), testosterona (homens). Os pacientes foram divididos em três grupos de acordo com a forma de lipodistrofia: mista, atrófica e hipertrófica. RESULTADOS: a maioria dos pacientes era do sexo masculino, e a forma de lipodistrofia predominante foi a mista. O tempo médio de infecção após o diagnóstico do HIV foi de 10,98±6,03 anos. A prevalência de osteopenia foi 61,03% e osteoporose foi 25,97%. Os pacientes do sexo masculino apresentaram com maior freqüência osteoporose em colo femoral e as pacientes do sexo feminino, em coluna lombar. A osteoporose em coluna lombar foi mais prevalente na forma mista de lipodistrofia e em colo femoral e demonstrou ser semelhante entre as formas mistas e atrófica de lipodistrofia. E a frequência de osteoporose ocorreu em todas as sequências de idade no sexo masculino, sendo no feminino apenas após os 50 anos. CONCLUSÃO: a prevalência de osteoporose aumenta de acordo com a idade no sexo feminino. Não houve associação entre DMO e a forma de lipodistrofia.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Hormônios tireoidianos, anti-TPO e concentrações de mercúrio total na avaliação da disfunção glandular em população ribeirinha da Amazônia
    (Universidade Federal do Pará, 2015) OIKAWA, Teiichi; PINHEIRO, Maria da Conceição Nascimento; http://lattes.cnpq.br/6353829454533268
    Há evidências que o acúmulo de mercúrio na tireóide pode causar distúrbios endócrinos e imunes. Populações ribeirinhas da Amazônia com histórico de exposição prolongada ao mercúrio têm sido investigadas para danos neurológicos, porém, pouco se conhece sobre os distúrbios hormonais e imunes específicos da tireóide. O objetivo deste estudo foi verificar a associação das concentrações de HgT em amostras de cabelo com as concentrações dos hormônios tireoidianos e com a titulação do anticorpo anti-TPO. O estudo incluiu 86 ribeirinhos do Tapajós com exposição em longo prazo ao mercúrio. Participaram homens e mulheres com idade entre 14 e 54 anos, residentes no local por mais de cinco anos. As concentrações hormonais no soro (TSH, T3 e T4 livre) e os títulos de Anti-TPO foram obtidas através de método imunoenzimático. Mercúrio total (HgT) em amostras de cabelo foi medido pela espectrofotometria de absorção atômica usando o Mercury Analyzer SP3D da Nippon Corporation. Disfunções hormonais ocorreram em 10,3% com aumento de T3, 2,3% com redução de T4L, 3,4% de redução de TSH e 4,6% com aumento de TSH que expressou o máximo valor de 8,9 μU/m. Títulos de Anti-TPO foram normais em todos os participantes. Não houve correlação dos marcadores hormonais (TSH, T3 e T4L) nem do Anti-TPO com os níveis de mercúrio. Os resultados mostraram que as concentrações de HgT em cabelo, de TSH no soro e os títulos de Anti-TPO não foram influenciados pelo sexo; que os níveis dos hormônios tireoidianos e os títulos de Anti_TPO não mostraram associação com os níveis de HgT sugerindo a interferência de fatores protetores na função tireoidiana.
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