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Navegando por Assunto "Enriquecimento ambiental"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Alterações da morfologia da micróglia do septo lateral e comportamento semelhante ao ansioso em um modelo murino de inoculação sequencial de VDEN1 e VDEN4: influência do enriquecimento ambiental
    (Universidade Federal do Pará, 2016-05-05) GOMES, Giovanni Freitas; DINIZ, Cristovam Wanderley Picanço; http://lattes.cnpq.br/2014918752636286; SÓSTHENES, Márcia Consentino Kronka; http://lattes.cnpq.br/7881527576747420
    A infecção por dengue é a maior causa de mortes por infecções por arbovírus no Brasil. A despeito de sua importância epidemiológica e um século de estudos sistemáticos dedicados aos mecanismos patogênicos da doença eles permanecem mal compreendidos. No continente americano, as epidemias parecem associadas ao fato de que múltiplos sorotipos circulam de forma simultânea, mas pouco se sabe sobre as alterações que ela é capaz de induzir no sistema nervoso central. O objetivo do presente trabalho foi o de avaliar possível influência do enriquecimento ambiental sobre as manifestações do comportamento e da morfologia microglial no septo lateral associadas à inoculação sequencial alternada de diferentes sorotipos do vírus da dengue (VDEN1 e VDEN4). Para esse fim, foram usadas fêmeas adultas de 10 meses de idade de camundongos imunocompetentes da variedade suíça albina, mantidas em ambiente padrão ou enriquecido. Foi feita uma única infecção intraperitoneal com homogenado cerebral infectado com VDEN1 seguida 28 dias após, por infecção com homogenado cerebral infectado com VDEN4. Com o intuito de acentuar os sintomas clínicos, foi implantado nos últimos sete dias a contar do 29º dia após a primeira infecção, um regime de infecções múltiplas alternadas de VDEN1 e VDEN4 acentuadas por anticorpo heterólogo anti-VDEN3. Animais controles receberam igual regime de inoculações e volumes de homogenado cerebral não-infectado. A avaliação comportamental, feita por meio da atividade exploratória do campo aberto (CA) e do labirinto em cruz elevado (LCE), mostrou que animais infectados de ambiente padrão apresentaram redução do tempo de permanência na periferia do CA e no braço fechado do LCE, sendo esse o único grupo experimental que apresentou tal modificação do comportamento. Para avaliar possíveis alterações da morfologia microglial nesses grupos experimentais, foram sacrificados para análise neuropatológica de 5 indivíduos em função das janelas de infecção. Para imunomarcação seletiva da micróglia, utilizamos anticorpo anti-IBA-1 e o método de reconstrução tridimensional para a análise morfométrica. De forma geral, células obtidas a partir de animais infectados de ambiente padrão, quando comparados aos não-infectados, apresentaram alterações significativas, com aumento significativo da complexidade, K-Dim, número e densidade de segmentos e comprimento dos ramos. Animais de ambiente enriquecido não apresentaram a mesma alteração. Além disso, testamos a hipótese de que as micróglias do septo lateral encontram-se divididas em subtipos e que essa conformação também poderia ser alterada pela infecção. Notamos que, em estado fisiológico, micróglias do septo lateral de animais de ambiente padrão ou enriquecido apresentam-se subdivididas em três subpopulações, uma mais complexa, uma menos complexa e uma intermediária. Após a infecção por VDEN1 ou por VDEN4, houve alteração desse padrão na população de micróglias do septo lateral do animais de ambiente padrão, com surgimento de um subtipo de alta complexidade e aumento do percentual de células mais complexas, porém não em animais de ambiente enriquecido. Baseado nessas evidências sugerimos que as micróglias do septo lateral apresentam um padrão morfológico heterogêneo e que a infecção pelos sorotipos 1 e 4 da dengue é capaz de induzir alterações na morfologia da micróglia e no padrão de subdivisão dessas células, associado ao aumento do percentual de células de alta complexidade, além de induzir alterações comportamentais importantes detectadas no CA e no LCE, e que o enriquecimento ambiental parece proteger os animais contra as alterações comportamentais e da morfologia da micróglia do septo lateral no presente modelo de infecção.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Bem estar em cativeiro: análise e planejamento da ocupação do tempo em macacos-prego (Cebus apella)
    (Universidade Federal do Pará, 2009) LESSA, Miguel Angelo Monteiro; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075
    O forrageamento é uma das principais atividades de primatas neotropicais em ambiente natural e consome grande parte do tempo diário. No ambiente de vida livre os macacos-prego podem gastar até 80% do seu tempo se deslocando e forrageando. No cativeiro, porém, não é necessário nenhum esforço dos animais para encontrar e preparar o alimento para o consumo. Portanto, a oportunidade de expressar atividades de forrageio fica praticamente excluída. O principal objetivo deste trabalho foi criar e avaliar a efetividade de uma ferramenta de enriquecimento ambiental denominada de “painel de cuia”, com a função de dificultar o acesso dos macacos-prego ao alimento, aumentando o tempo para alcançar o alimento. As observações foram realizadas em quatro contextos diferentes, sendo um na parte da manhã e três pela parte, utilizando o método de animal focal. As durações relativas de cada evento comportamental foram comparadas na ausência e presença do enriquecimento. Foi encontrado que o cuieiro estendeu o tempo de forrageamento, funcionado como instrumento de enriquecimento ambiental. Foi observado também uma considerável redução nos comportamentos anormais, ao passo que a manipulação e a procura por alimento consumiram muito mais tempo.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Bem-estar de macacos-prego no cativeiro: engenharia comportamental no enriquecimento ambiental e análise da dinâmica espacial.
    (Universidade Federal do Pará, 2014-03-25) LESSA, Miguel Angelo Monteiro; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075; https://orcid.org/0000-0001-9912-3833
    Diferentemente do que ocorre no ambiente natural dos macacos-prego (Sapajus ssp.), no ambiente de cativeiro há, naturalmente, poucas oportunidades para o desempenho de habilidades características desses macacos. Enquanto responsáveis pelo bem-estar dos macacos-prego que residem na Escola Experimental de Primatas procuramos descobrir que condições no cativeiro podem torná-lo mais saudável. Tentamos implantar no ambiente de cativeiro condições que tenham funcionalidades similares às do ambiente natural, usando as chamadas técnicas de enriquecimento ambiental. As técnicas são utilizadas em diversos seguimentos do enriquecimento ambiental: o enriquecimento físico, alimentar, cognitivo e social. Interessados em saber sobre as relações sociais no âmbito das interações espaciais propomos também descrever as relações das distâncias interindividuais (proximidade espacial) e as posições espaciais (alturas preferidas) em diferentes grupos de Sapajus spp. mantidos em cativeiro. Quatro grupos de três Instituições foram observados, totalizando catorze indivíduos. Todos os indivíduos foram observados em três contextos distintos: antes, durante e após a alimentação. As posições de cada indivíduo foram registradas por meio do método de amostragem por varreduras. Os resultados mostraram um padrão de distância interindividual entre diferentes díades de animais nos grupos observados. Os macacos observados no presente estudo ficaram mais próximos após a alimentação e mais distantes no momento anterior e no momento durante a alimentação. Diferenças entre locais preferidos também foram observadas. Os macacos dominantes permaneceram mais tempo em locais que apresentavam maior atratividade. Já os subordinados permaneceram mais tempo em locais opostos aos dominantes e que apresentavam menos atratividade. Concluiu-se que o padrão geral de espaçamento interindividual foi semelhante ao observado na natureza, os macacos-prego machos possuem uma característica de evitação e não aproximação.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Enriquecimento alimentar e cognitivo para o bem-estar em cativeiro
    (Universidade Federal do Pará, 2012) COUTINHO, Paulo Henrique Módena; GALVÃO, Olavo de Faria; http://lattes.cnpq.br/7483948147827075
    Quando colocamos um animal em cativeiro, limitamos suas ações, assumindo o controle de boa parte das variáveis que atuam sobre um ambiente restrito. Essas variáveis, apesar de suprirem as necessidades básicas dos animais, tem o potencial de ser extremamente previsíveis e, por conseguinte, estressantes. Enriquecimento ambiental pode ser um dos mais importantes avanços na área de saúde animal em cativeiro nos últimos tempos, elevando os parâmetros psicológicos e fisiológicos de bem-estar, suprimidos pelo cativeiro. O principal objetivo deste trabalho foi criar e verificar a efetividade de um equipamento de enriquecimento ambiental denominado “roleta”, com a função de minimizar os efeitos danosos do cativeiro a dois macacos-prego, ao aumentar o tempo dedicado às atividades de forrageamento, aproximando seu orçamento de atividades àquele pertinente aos animais em vida livre. As observações foram realizadas pelo método de amostragem instantânea, em cinco etapas: 1) pré-intervenção, 2) D5, 3) D10, 4) D15 e 5) pós-intervenção, sendo, posteriormente, comparadas longitudinalmente. Os dados demonstram a efetividade da roleta como item enriquecedor do ambiente, uma vez que a frequência de comportamentos associados à exploração e deslocamento sofreu incremento ao longo das intervenções – com exceção à D10, que oportunamente será reavaliada – mantendo-se frequência média de forrageamento próxima ao esperado em animais de vida livre (Rímoli, 2001) ainda nas observações pós-intervenção, em detrimento da frequência de comportamentos considerados anormais ou estereotipados.
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