Navegando por Assunto "Ensino regular"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A literatura infantil no processo de inclusão de alunos com deficiência auditiva(Universidade Federal do Pará, 2019-12) PINTO, Carla Georgia Travassos Teixeira; NUNES, Marcia Cristina Ribeiro GonçalvesO presente trabalho focaliza numa experiência de inclusão de aluno surdo em escola regular de ensino, sendo que o deficiente auditivo possui privação auditiva e como consequência disso o processo de aquisição e desenvolvimento de fala e linguagem oral sofre atraso. Dentro desse contexto a linguagem é elemento crucial no desenvolvimento linguístico-cognitivo do sujeito e dessa forma torna-se de grande relevância no processo de aprendizagem. Em sujeitos ouvintes a aprendizagem da linguagem escrita se dá através da linguagem oral, no entanto, no sujeito com deficiência auditiva, esse processo sofre um significativo atraso tanto na leitura como na escrita, já que ambas são produções consideradas abstratas para estes. O presente estudo possui como objetivo divulgar através da literatura infantil possibilidades de facilitar o desenvolvimento de interpretação e compreensão de textos pelos sujeitos que possuem deficiência auditiva. A metodologia do presente estudo foi desenvolvida tendo como orientação a tendência bilíngue, com seis deficientes auditivos, com idades entre 7 a 12 anos, todos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Gabriel Lage da Silva. O percurso metodológico foi construído em três etapas: leitura de texto usando a Língua Brasileira de Sinais, dramatização e por fim produção textual. Como apreciação avaliativa da dinâmica os respectivos sujeitos melhoram a compreensão e interpretação de texto consideravelmente, ainda que com dificuldades gramaticais e sintáticasArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A literatura infantil no processo de inclusão de alunos com deficiência auditiva(Universidade Federal do Pará, 2019-12) PINTO, Carla Georgia Travassos Teixeira; NUNES, Marcia Cristina Ribeiro GonçalvesO presente trabalho focaliza numa experiência de inclusão de aluno surdo em escola regular de ensino, sendo que o deficiente auditivo possui privação auditiva e como consequência disso o processo de aquisição e desenvolvimento de fala e linguagem oral sofre atraso. Dentro desse contexto a linguagem é elemento crucial no desenvolvimento linguístico-cognitivo do sujeito e dessa forma torna-se de grande relevância no processo de aprendizagem. Em sujeitos ouvintes a aprendizagem da linguagem escrita se dá através da linguagem oral, no entanto, no sujeito com deficiência auditiva, esse processo sofre um significativo atraso tanto na leitura como na escrita, já que ambas são produções consideradas abstratas para estes. O presente estudo possui como objetivo divulgar através da literatura infantil possibilidades de facilitar o desenvolvimento de interpretação e compreensão de textos pelos sujeitos que possuem deficiência auditiva. A metodologia do presente estudo foi desenvolvida tendo como orientação a tendência bilíngue, com seis deficientes auditivos, com idades entre 7 a 12 anos, todos alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Gabriel Lage da Silva. O percurso metodológico foi construído em três etapas: leitura de texto usando a Língua Brasileira de Sinais, dramatização e por fim produção textual. Como apreciação avaliativa da dinâmica os respectivos sujeitos melhoram a compreensão e interpretação de texto consideravelmente, ainda que com dificuldades gramaticais e sintáticas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Saberes de professores que ensinam matemática para alunos surdos incluídos numa escola de ouvintes(Universidade Federal do Pará, 2010-02-26) PAIXÃO, Natalina do Socorro Sousa Martins; GONÇALVES, Tadeu Oliver; http://lattes.cnpq.br/6789250569319668Com esta pesquisa objetivou-se investigar os saberes em ação na prática docente no ensino de Matemática a alunos surdos incluídos em uma escola com alunos ouvintes. Direcionados pela pergunta norteadora que saberes os professores desenvolvem para incluir o aluno surdo nas aulas de Matemática com alunos ouvintes na Escola Regular? Buscaram-se respostas nos dados coletados em uma escola que atua nas séries iniciais, no Município de Belém-Pa, em uma turma de 4ª série, com 25 alunos, 20 ouvintes e 05 surdos incluídos. Os sujeitos informantes foi a professora regente da turma (PR), a professora itinerante que atende a turma (PI) e 03 futuros professores de Matemática (FP), alunos da Licenciatura em Matemática da UFPA também envolvidos no processo a partir de um trabalho colaborativo com a pesquisadora e o orientador da pesquisa. Trata-se de um estudo de caso do tipo etnográfico em que foram realizadas: observação participante sistemática e assistemática durante 08 meses, entrevista não estruturada com os 05 sujeitos e análise documental de plano anual, livro didático de Matemática, atividades de aula e diário de bordo dos futuros professores, que foram trianguladas originando eixos de análises para cada sujeito e seus saberes e ainda 03 episódios de sala de aula durante as aulas de fração dos quais foram extraídas 03 categorias que subsidiaram as análises sendo elas: (1) o saber da Língua nas aulas de matemática para alunos surdos incluídos com alunos ouvintes em que os resultados apontam para a importância dos saberes disciplinares / específicos, os curriculares, os experienciais e o saber da reflexão – na - ação como saber público validado evidenciando o saber da língua de sinais como o diferencial da cultura surda, gerou-se 02 subcategorias: 1ª a Língua de Sinais como saber necessário e a Língua Portuguesa Oral como imposição de saber e poder cultural e assim foi possível sinalizar para o conflito de culturas no processo de ensino de Matemática para alunos surdos incluídos na escola de ouvintes; (2) o saber inclusivo, o impacto entre a cultura surda e a cultura ouvinte no mesmo ambiente de aprendizagem, o que sinalizou para a existência de duas escolas no mesmo espaço e situações de aulas que propiciaram a inclusão e a exclusão dos alunos surdos no contexto; (3) o saber da reflexão – na - ação durante as aulas de Matemática a alunos surdos com alunos ouvintes enquanto o constituinte do habitus profissional desde a formação inicial como forma de propiciar a assimilação da diversidade cultural na prática docente.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A tradição oral no ensino de línguas indígenas: uma proposta para o povo Parkatêjê(Universidade Federal do Pará, 2014-02-26) SILVA, Maria de Nazaré Moraes da; FERREIRA, Marília de Nazaré de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/4291543797221091Esta dissertação tem como objetivo principal “apresentar uma proposta para o ensino da língua parkatêjê apoiada na tradição oral do povo de mesma denominação, com vistas a sua implantação na Escola Indígena Pẽmptykre Parkatêjê”, da aldeia Parkatêjê, localizada na Terra Indígena Mãe Maria, à altura do quilômetro 30 da rodovia BR 222, no município Bom Jesus do Tocantins. Com base em Severino (2007), caracteriza-se como uma pesquisa etnográfica, por visar compreender a cotidianidade da aludida escola, no que se refere ao ensino e aprendizagem da língua tradicional, e também como pesquisa bibliográfica, tendo em vista a natureza das fontes utilizadas para sua tessitura. A pesquisa está vinculada à Linguística Aplicada, uma área da INdisciplina ou transdisciplinar, segundo Moita Lopes (2006), pautada na democracia cognitiva por uma educação emancipadora, conforme Petraglia (2013). O texto está estruturado em quatro partes, além da introdução e das considerações finais. A primeira parte apresenta considerações gerais sobre os Parkatêjê. A segunda parte trata de uma abordagem histórica acerca do desenvolvimento da linguística indígena no contexto educacional brasileiro, com base nos acontecimentos observados desde o ano de 1540 até os dias atuais. A terceira parte reúne algumas características de sociedades reguladas pela tradição oral, ou principalmente por meio dessa tradição, e, a partir de uma definição de cultura, apresenta reflexões sobre cultura oral e cultura escrita. A quarta parte trata do histórico da educação formal na aldeia parkatêjê e aborda informações referentes ao protagonismo do povo de mesma denominação no momento contemporâneo da mencionada escola. Ainda nesta última parte, a aludida proposta de ensino, que se intitula “A tradição oral no ensino da língua parkatêjê”, é apresentada, com o apoio de Queiroz e Pereira (2013), Belintane (2007; 2008), Calvet (2011) e de outros estudos levados a efeito por autores favoráveis à pujança da oralidade no ensino de língua. A pesquisa destaca os velhos da aldeia, índios de primeira geração, como atores importantes no processo de ensino e aprendizagem da língua tradicional na educação formal.
