Navegando por Assunto "Enteroparasitoses"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Caracterização sérica da lectina ligadora de manose (MBL) em indivíduos portadores de parasitoses intestinais(Universidade Federal do Pará, 2012) ALENCAR, Maria de Nazaré Costa Santos; VALLINOTO, Antonio Carlos Rosário; http://lattes.cnpq.br/3099765198910740; BATISTA, Evander de Jesus Oliveira; http://lattes.cnpq.br/2206444845201080Apesar de as parasitoses intestinais, serem conhecidas desde muito tempo e serem estudas desde sua identificação, ainda constituem um desafio quanto ao seu diagnóstico e tratamento. Existe a necessidade de investimentos em pesquisas para o diagnóstico mais preciso, para a pronta intervenção, para os casos existentes. Além da prevenção dos fatores de risco que favorecem o surgimento, a manutenção e a propagação desses agentes. O conhecimento de que a competência imunológica do hospedeiro é um fator limitante da carga parasitária de diversas espécies. Considerando-se que a lectina ligadora de manose (MBL), componente do sistema do complemento, é uma proteína chave do sistema imune inato, atuando na primeira linha de defesa contra os patógenos pois é considerada de fase aguda, este estudo com 221 amostras de indivíduos de ambos os sexos e idades variadas, coletadas em três laboratórios distintos, no período de janeiro a abril de 2012. Foi estabelecido o perfil da população do estudo e fez-se a análise da associação entre fatores sociais e demográficos com as entero-parasitoses e avaliada a influência dos níveis séricos da lectina ligadora de manose(MBL) na susceptibilidade das enteroparasitoses, distribuição por faixa etária e sexo. Estabelecida também a comparação entre as concentrações séricas de MBL dos grupos com identificação de parasitas. Foram observadas associações estatisticamente significativas quando se relacionou os protozoários E.histolytica e G.lamblia com a concentração sérica da MBL.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência de enteroparasitoses e anemia e suas correlações com estado nutricional das crianças ribeirinhas do furo do Maracujá - Acará/PA(Universidade Federal do Pará, 2011) FERNANDES, Adriana Prado; MARTINS, Luisa Caricio; http://lattes.cnpq.br/1799493244439769Nas últimas décadas houve o reconhecimento que ações de prevenção de doenças e promoção de hábitos de vida saudáveis promovem, na criança, um pleno crescimento e desenvolvimento. Sendo que estas ações só são viáveis através de estudos sobre a população que a criança está inserida. Entretanto, estes benefícios tornam-se inviáveis as crianças que residem em comunidades ribeirinhas, já que os estudos sobre elas são extremamente escassos. Sabe-se que anemia e enteroparasitoses afetam o estado nutricional infantil prejudicando assim, o seu pleno desenvolvimento. Participaram do estudo 80 crianças com idade de 1 a 10 anos, sendo que 45 (56%) eram do sexo feminino e 35 (44%) eram do sexo masculino. Observou-se uma alta prevalência de enteroparasitoses, encontrando estas em todas as crianças. Os parasitas encontrados foram Entamoeba. histolytica/dispar (36,8%), Giardia. lamblia (31,2%), Ascaris. lumbricoides (23,2%), Trichuris. trichiura (4,8%), ancilostomídeos sp (2,4%) e Strongiloydes.stercoralis (1,6%). Houve também uma elevada prevalência de anemia (77,5%), observando-se que crianças de 1-5 anos de idade eram as mais atingidas. A correlação de anemia e deficiência de ferro sérico foi significante (p= 0.0001), já que, 91% das crianças estavam anêmicas e com deficiência de ferro. O mais surpreendente neste trabalho foi que 72,5% das crianças estavam eutróficas, perante tanto parasitismo intestinal e anemia. Não se achou quase nenhum estudo referente a estas variáveis na população infantil ribeirinha, mas só pelo que observamos e os resultados obtidos nos mostra um contexto marcado por precárias condições de vida.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência e aspectos epidemiológicos das enteroparasitoses e sua relação com o estado nutricional em crianças residentes no Bairro Beira Rio de Imperatriz, MA em 2011(Universidade Federal do Pará, 2012) PIRES, Renata de Cássia Coêlho; CORVELO, Tereza Cristina de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7253864056606024As parasitoses intestinais são consideradas um problema de saúde pública, que apesar de todos os avanços tecnológicos e da medicina, ainda são fortemente incidentes na atualidade, sendo capazes de desencadear consequências diversas aos seus portadores, especialmente em crianças, que se encontram em fase de crescimento e desenvolvimento e que podem ter este momento prejudicado através do retardo físico, mental e social. Assim, a presente pesquisa teve por objetivo conhecer a prevalência e os aspectos epidemiológicos das enteroparasitoses e sua relação com anemia e estado nutricional em crianças residentes no Bairro Beira-Rio, na faixa etária de 01 a 10 anos e que são acompanhadas pela Estratégia Saúde da Família do referido Bairro. Para tanto, foram analisados 102 prontuários referentes às crianças atendidas na Unidade Básica de Saúde (UBS), através do atendimento oferecido pela equipe de saúde no período de 2011 e que realizaram exame parasitológico de fezes, dosagem de hemoglobina e ferro sérico, além das medidas antropométricas. Foi encontrada uma prevalência de 60% para as enteroparasitoses, especialmente por Ascaris lumbricoides (20%); Giardia lamblia (14%) e Endolimax nana (14%). Quanto ao gênero e faixa etária não foram identificadas diferenças significativas na prevalência das parasitoses intestinais, no entanto, foi observada uma associação entre enteroparasitoses e anemia por ferro sérico, ao contrário da análise por hemoglobina. A avaliação nutricional demonstrou que (50,98%) das crianças estavam com estado nutricional adequado (eutrófico) e (34,31%) apresentaram alterações com baixo peso e risco nutricional, e destas, (57,14%) estavam parasitadas, o que alerta para a maior atenção para este público em razão de doenças e complicações que podem advir desta condição. Nos aspectos epidemiológicos houve uma significativa relação entre a baixa escolaridade materna e as parasitoses intestinais, assim como deficiência quanto ao tratamento da água consumida, o que reforça que medidas preventivas são essenciais para o controle deste agravo, pois além dos prejuízos a saúde, refletem as condições de vida a que a comunidade está exposta, como saneamento básico deficiente e má qualidade de vida, especialmente para as crianças.
