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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A comunidade de Curculionidae (Coleoptera) de inflorescências da palmeira Euterpe longebracteata Barb. Rodr. em uma área de transição Amazônia-Cerrado, Mato Grosso, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2009-10-30) GUIMARÃES, José Raimundo Rocha; VALENTE, Roberta de Melo; http://lattes.cnpq.br/9638288458835324
    Foi realizado o estudo da comunidade de Curculionidae de inflorescências da palmeira Euterpe longebracteata em Áreas de Preservação Permanente, degradadas e preservadas, na Fazenda Tanguro, Mato Grosso, Brasil, com o objetivo de fornecer subsídios às políticas de manejo e recuperação das áreas. Os curculionídeos representaram o componente mais importante da fauna associada às inflorescências de Euterpe longebracteata, com riqueza de 23 espécies, frequência de 97% nas amostras e abundância de 10.000 exemplares (ou 90% da abundância total). As espécies Phyllotrox sp. 18, Phyllotrox sp. 19, Erirhininae gen.n.Asp.1 , Erirhininae gen.n.Esp.1 e Bondariella sp.n.3 representaram mais de 98% da abundância, foram consideradas dominantes nas inflorescências de E. longebracteata e, portanto, especificamente associadas à palmeira, podendo atuar como as espécies polinizadoras efetivas de E. longebracteata na área. Apesar das diferenças entre APPs preservadas e degradadas, as populações de E. longebracteata e a composição de espécies de Curculionidae não apresentaram correlação com o nível de degradação das APPs. A riqueza de Curculionidae também não apresentou correlação com a cobertura do dossel, distância da amostra à borda, tamanho das inflorescências e o número de flores por inflorescências de E. longebracteata. A influência do período de coleta sobre a abundância da maioria das espécies dominantes foi considerada indício de flutuação populacional e sucessão ecológica. Enquanto que Phyllotrox sp. 19, parece apresentar padrão de distribuição agregada. As espécies Phyllotrox sp.18 e Erirhininae gen.n.Asp.1 foram consideradas com tendo abundância mais sensível a degradação das APPs. A palmeira Euterpe longebracteata apresenta potencial de uso na recuperação das áreas degradadas da Fazenda Tanguro, pois suas populações e suas espécies de prováveis Curculionidae polinizadores apresentaram tolerância à degradação observada.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Descrição e comparação morfológica da terminália feminina das espécies de Agromyzidae (Diptera: Opomyzoidea)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-10) MONTEIRO, Nilton Juvencio Santiago; ESPOSITO, Maria Cristina; http://lattes.cnpq.br/2112497575917273
    A família Agromyzidae é composta por mosca fitófagas de grande semelhança morfológica. A terminália masculina é a principal estrutura que auxilia na identificação das espécies. No entanto, a terminália feminina tem sido negligenciada por muitos trabalhos até agora. Neste estudo, foram descritas as terminálias femininas de 27 espécies em 9 gêneros de Agromyzidae (Japanagromyza Sasakawa, Melanagromyza Hendel, Calycomyza Hendel, Galiomyza Spencer, Liriomyza Mik, Nemorimyza Frey, Phytoliriomyza Hendel, Phytomyza Fallén, Pseudonapomyza Hendel) depositados no Museu de Zoologia da Universidade Federal do Pará (UFPA) e na Coleção Entomológica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG). Os abdomens das fêmeas foram clareados em KOH 10%, dissecados e a terminália feminina foi desenhada utilizando um microscópio acoplado a uma câmara lucida. O formato do nono esternito abdominal, a forma das espermatecas e o número de cerdas marginais foram importantes características para a identificação das espécies. O formato e comprimento da guia de ovos foi importante na identificação das subfamílias de Agromyzidae (Agromyzinae e Phytomyzinae). Algumas considerações sobre os caracteres similares foram baseadas nas hipóteses de relacionamento filogenético entre os gêneros da família Agromyzidae. Espera-se que os resultados obtidos neste estudo possam auxiliar na identificação de espécimes fêmeas de agora em diante.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Desenvolvimento colonial em abelhas nativas sem ferrão Amazônicas (Apidae: Meliponini): tamanho populacional, nutrição e alocação fenotípica
    (Universidade Federal do Pará, 2019-11) LEÃO, Kamila Leão; MENEZES, Cristiano; http://lattes.cnpq.br/9845970576214577; CONTRERA, Felipe Andrés Léon; http://lattes.cnpq.br/0888006271965925; https://orcid.org/0000-0002-7078-5048
    Os meliponíneos ou abelhas sem ferrão compreendem um diverso e abundante grupo de abelhas eusociais, que vivem em colônias perenes e apresentam uma ampla variação quanto às características comportamentais. O objetivo geral desta tese é entender alguns padrões populacionais e de desenvolvimento das espécies de abelhas sem ferrão amazônicas. Na Seção I, avaliamos o tamanho da população em abelhas sem ferrão com o objetivo de determinar o tamanho da colônia de cinco espécies de abelhas sem ferrão amazônicas e entender como outras características da colônia se relacionam com o tamanho da população. Encontramos uma população adulta de 1.046,00 em Melipona flavolineata Friese, 1900, 592,75 em Melipona fasciculata, Smith, 1854, 7.404,00 em Scaptotrigona aff. postica (Latreille, 1807), 2.425,33 em Frieseomelitta longipes (Smith, 1854) e 404,75 em Plebeia minima (Gribodo, 1893). A atividade externa foi a variável que melhor explicou o tamanho da população. Na Seção II investigamos a longevidade de operárias de abelhas sem ferrão alimentadas com dieta à base de soja. Nosso objetivo foi comparar o efeito de uma dieta semiartificial à base de soja versus uma dieta natural sobre a longevidade de operárias adultas de duas espécies de abelhas sem ferrão (Melipona flavolineata Friese, 1900 e Scaptotrigona aff. postica (Latreille, 1807)). Encontramos uma maior longevidade nas operárias que consumiram apenas pólen em comparação com aquelas que consumiram a dieta à base de soja para as duas espécies estudadas. Por fim, Na Seção III avaliamos a alocação fenotípica nas abelhas sem ferrão. Nesse trabalho investigamos a alocação fenotípica como resposta a variações climáticas e ambientais, usando como modelo de estudo a abelha sem ferrão Melipona fasciculata Smith, 1854. Nossos resultados revelam que a alocação fenotípica em M. fasciculata está fortemente associada à variação climática (estação) e não a qualidade do ambiente (local). A produção de rainhas virgens foi influenciada pela estação e o ano (sendo maior na estação seca), mas não pelo local. A produção de machos foi explicada pelas variáveis estação e local e a estação e o ano de coleta exerceram influência sobre a porcentagem de operárias produzidas, apresentando diferença entre anos. Acreditamos que esta tese contribui para o maior entendimento da história natural das abelhas sem ferrão e para o fortalecimento da meliponicultura na região amazônica.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Efeito das paisagens modificadas por práticas agrícolas sobre a composição e estrutura das assembléias e espécies de Drosophilidae (Diptera)
    (Universidade Federal do Pará, 2014-11-28) FURTADO, Ivaneide da Silva; MARTINS, Marlúcia Bonifácio; http://lattes.cnpq.br/8882047165338427
    A Floresta Amazônica sustenta a maior diversidade biológica do mundo. Ocupa mais de 40% do território brasileiro. Nos últimos anos as taxas de perda florestal e degradação da Amazônia aumentaram consideravelmente, como resultado da expansão agrícola, criando um mosaico de paisagens altamente modificadas. Estas mudanças colocam em perigo tanto a biodiversidade como os serviços ecossistêmicos associados, além de provocar forte perturbação sobre as espécies. Efeitos de estresse podem resultar em alterações fisiológicas que se refletem em diferenciação morfológica entre as populações remanescentes, que agora ocupam a nova paisagem. O objetivo deste trabalho foi testar o efeito de alguns tipos de uso da terra sobre a assembléia de drosofilídeos frugívoros e sobre a morfologia da asa de quatro espécies (Drosophila malerkotliana, D. paulistorum, D. willistoni e Scaptodrosophila latifasciaeformis) presentes em áreas originalmente florestais que se transformaram num mosaico de paisagem, que apresentam fragmentos florestais, vegetação sucessional e zonas de cultivos. O primeiro estudo foi desenvolvido com dados de três localidades que apresentavam áreas de floresta manejada e agrícolas, o segundo abrangeu dados de seis localidades, três áreas agrícolas e três áreas de floresta preservada. As coletas foram realizadas de forma padronizada, com armadilhas dispostas ao longo de transecção abertos nos usos de terra predominantes nas áreas de estudo. Nossos resultados mostraram que a análise de riqueza de espécies não diferiu entre os diferentes tipos de uso da terra, mas a distribuição de abundância e composição de espécies foram claramente distintas entre os usos agrícolas intensivos e os sistemas florestais. A cobertura florestal e umidade relativa do ar foram as variáveis determinantes da distribuição das espécies. Os usos agrícolas foram dominados por espécies cosmopolitas não nativas associadas a áreas mais abertas. Constatou-se diferenciação morfológica entre os indivíduos capturados nas localidades de floresta preservada e nas áreas de usos agrícolas, independentemente da espécie. Surpreendentemente os indivíduos capturados nas florestas foram menores em relação aqueles capturados nos tipos de uso mais intensivo. Estes resultados mostram os efeitos da mudança da paisagem sobre as populações remanescentes de espécies nativas indicando a amplitude das mudanças quantitativas e qualitativas sobre o conjunto de espécies. No entanto a manutenção de porções florestais nas áreas de uso agrícola pode beneficiar a permanência das espécies nativas nestas paisagens.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeito do tamanho da área florestada, grau de isolamento e distância de estradas na estruturação de comunidades de aranhas em Alter do Chão, Santarém, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2008-10-24) SILVA, Bruno José Ferreira da; BONALDO, Alexandre Bragio; http://lattes.cnpq.br/8721994758453503; ALBERNAZ, Ana Luisa Kerti Mangabeira; http://lattes.cnpq.br/1220240487835422
    Dados recentes mostram que os processos de destruição da floresta e formação de fragmentos estão avançando muito rapidamente na Amazônia brasileira. Definir como esses processos afetam a fauna nas diferentes fito fisionomias amazônicas é fundamental para que se possam planejar políticas visando avaliar a vulnerabilidade relativa de diferentes grupos biológicos a esse processo assim estimar o valor de áreas fragmentadas para a conservação. Os invertebrados podem ser usados como bons indicadores para esse objetivo, pois são grupos com grande capacidade adaptativa e de dispersão, dependendo diretamente do ambiente para sua sobrevivência. A utilização de aranhas para avaliar o efeito da fragmentação florestal é recente e ainda pouco explorada, apesar das aranhas serem um grupo megadiverso e com sua biologia diretamente relacionada com a composição e estrutura do ambiente em que vivem. Destarte este trabalho objetivou avaliar os efeitos do tamanho da área florestada, do grau de isolamento e da distância das estradas sobre as comunidades de aranhas em 15 ilhas de floresta, isoladas por matriz de savana e seis áreas de mata contínua no distrito de Alter do Chão, no município de Santarém, no oeste do estado do Pará. As amostragens envolveram um esforço de 252 horas, utilizando-se guarda-chuva entomológico e coleta manual noturna, ambas com controle de tempo e área, sendo a unidade amostral representada pela soma dos resultados obtidos por três coletores em cada área, em transectos de 250m. O protocolo resultou na captura de 7751 aranhas sendo 5477 imaturos e 2274 adultos. Após a identificação do material araneológico obteve-se uma lista com 306 espécies distribuídas em 32 famílias. Os padrões da comunidade de aranhas, analisados através de um MDS (Multidimensional Scaling ou escalonamento multidimensional) utilizando a distância de Bray-Curtis mostraram separação entre as áreas de mata contínua e ilhas de floresta. A análise da resposta à primeira dimensão da ordenação foi feita para as espécies com mais de 10 indivíduos na amostra e uma ordenação direta foi feita com as características das áreas (distância das ilhas de floresta para a floresta contínua, o tamanho e o índice de forma das ilhas de floresta). Uma análise GLM, utilizada para avaliar os efeitos da degradação ambiental, indicou diferenças significativas para o número de árvores por área florestada e para a distância das estradas: a fragmentação florestal sobre a comunidade de aranhas foi significativa apenas para o tamanho das ilhas em relação ao eixo 1 do MDS. A análise de variância (anova), que foi utilizada para se achar as médias das riquezas que foram maiores nas matas contínuas, diferindo do resultado das curvas de rarefação, que apontaram uma riqueza levemente maior nas ilhas de florest. O padrão de hierarquia da comunidade de aranhas foi achado no programa Nestedness Temperature Calculator Program - Nestcalc (Atmar; Patterson, 1995).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Inventário dos Drosofilídeos (Diptera) associados a frutos, na Floresta Nacional de Caxiuanã, Melgaço, Pará, Brasil
    (Universidade Federal do Pará, 2005-02-25) PRAXEDES, Catarina de Lurdes Bezerra; MARTINS, Marlúcia Bonifácio; http://lattes.cnpq.br/8882047165338427
    O objetivo deste estudo foi descrever a diversidade de Drosophilidae (Diptera) frugívoros, da Floresta Nacional de Caxiuanã, Melgaço, Pará, Brasil, através da implementação de um protocolo estruturado. Entre 2003 e 2004 foram realizadas duas expedições, onde procederam-se coletas com armadilhas contendo isca de banana fermentada, distribuídas em 12 transectos de 1 km, sendo dois deles em cada um dos seis interflúvios ao norte da baía de Caxiuanã, na Estação Científica Ferreira Pena, FLONA Caxiuanã. Foi obtido um total de 4.320 indivíduos, distribuídos em 35 táxons, pertencentes aos gêneros Drosophila, em sua maioria, e Neotanygastrella. A espécie dominante foi D. willistoni com 33,96% dos indivíduos coletados, seguido por D. paulistorum (21,94%), D. sturtevanti (18,73%), D. tropicalis (11,39%) e D. equinoxiahs (37%). Cinco espécies cosmopolitas do grupo melanogaster ocorreram em Caxiuanã, porém a freqüência do grupo foi apenas de 1,75%. As curvas de acumulação de espécies, com 315 amostras, aproximaram-se da assíntota, com estimativas que variaram entre 40 e 53 espécies para Caxiuanã. O estimador Chao2 produziu curvas que chegaram a estabilização, com estimativa de 50 espécies. As análises da matriz de incidência e abundância mostraram que os sítios são similares entre si, compartilhando entre 40% e 66% em composição (Jaccard), com distribuições de abundância praticamente iguais (Morisita entre 85% e 100%). O percentual de completitude do inventário (79%) indica que seriam necessárias somente 83 amostras adicionais (21% de incremento de esforço, sem adição de singletons), para acessar a diversidade total de Drosophilidae na FLONA Caxiuanã. Estes resultados refletem bem a eficiência do método utilizado para estimar diversidade de drosofilídeos de frutos. Das 23 espécies do subgênero Sophophora, identificadas nesse estudo, foram registradas 4 novas ocorrências para o Brasil (D. dacunhai, D. mil/cri, D. saltans e D. septentriosaltans) e 8 para Amazônia brasileira (D. austrosaltans, D. dacunhai, D. magalhaesi, D. milleri, D. neocordata, D. neoelhptica, D. saltam e D. septentriosaltans).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Revisão taxonômica do grupo de espécies de Mischocyttarus (Omega) filiformis (de Saussure, 1854) (Hymenoptera: Vespidae, Polistinae)
    (Universidade Federal do Pará, 2017-01-31) BORGES, Rafael Cabral; SILVEIRA, Orlando Tobias; http://lattes.cnpq.br/9654506257169791
    Mischocyttarus de Saussure é o único gênero pertencente à tribo Mischocyttarini. Essa tribo é composta por, aproximadamente, 250 espécies, sendo este o gênero com maior número de espécies dentre os Polistinae. M. filiformis (de Saussure) é espécie tipo do subgênero Omega, e foi descrito a partir de um único espécime proveniente do Estado do Pará (Brasil). Três espécies relacionadas, que foram posteriormente descritas compõe o grupo de espécies de M. filiformis: M. buyssoni (Ducke), M. napoensis Richards e M. omicron Richards. Este trabalho teve como objetivo realizar a revisão do grupo de espécies de Mischocyttarus filiformis, baseada na análise de caracteres de morfologia externa dos espécimes tipo das espécies descritas e em materiais adicionais provenientes de coleções do Brasil e de outros países. Quatro espécies foram redescritas nesse estudo, M. filiformis, M. buyssoni, M. napoensis e M. omicron, e seis novas espécies foram descritas, Mischocyttarus sp. nov 1, Mischocyttarus sp. nov 2, Mischocyttarus sp. nov 3, Mischocyttarus sp. nov 4, Mischocyttarus sp. nov 5, Mischocyttarus sp. nov 6, aumentando assim o número de espécies desse grupo para 10 ao total. Os registros de distribuição geográfica das espécies M. filiformis, M. buyssoni e M. omicron foram ampliados. O macho de M. filiformis foi descrito. Foram descritos os ninhos de M. filiformis, M. buyssoni, Mischocyttarus sp. nov 3, Mischocyttarus sp. nov 4, Mischocyttarus sp. nov 5 e informações adicionais sobre paralectótipos de M. buyssoni presentes na coleção do MPEG foram disponibilizadas.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Urhai gen. nov., um novo gênero para Edessinae (Hemiptera: Heteroptera: Pentatomidae)
    (Universidade Federal do Pará, 2025-03) FERREIRA, Adiney Ferreira; FERNANDES, José Antônio Marin; http://lattes.cnpq.br/6743352818723245; https://orcid.org/0000-0001-7450-5296
    Edessinae é a segunda mais diversa subfamília de Pentatomidae, com aproximadamente 500 espécies descritas distribuídas em 17 gêneros. Este táxon é considerado monofilético, sustentado por evidências moleculares e características morfológicas. Entre os gêneros, Edessa destaca-se por abrigar mais de 300 espécies, porém enfrenta desafios taxonômicos, incluindo problemas de nomenclatura e de classificação, sendo frequentemente considerado um "depósito de espécies". Este trabalho tem como objetivo a descrição de um novo gênero com três espécies anteriormente alocadas em Edessa e cinco espécies novas. Para o estudo foram analisados 94 exemplares provenientes de instituições nacionais e estrangeiras. Urhai gen. nov. é facilmente reconhecido pela morfologia do corpo por apresentar pincipalmente a cabeça com pontuações medianas formando duas listras verticais no clípeo, artículos antenais I–III com pequenas manchas circulares escuras, pronoto com ângulo umeral desenvolvido; achatado e pontuado dorsoventralmente; margem distal laminar; ângulo posterior espiniforme, margem posterior do pronoto cobrindo a parte anterior do escutelo, processo metasternal achatado; braços anteriores da bifurcação atingindo ou quase o limite da propleura; margem distal geralmente reta. Diagnoses, chave de identificação das espécies e mapas de distribuição foram apresentados. Esse estudo representa grande importância na compreensão da diversidade de Edessinae.
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