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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Entre cabeças, olhos e boca: transitanto por Moqueca de maridos e História do olho
    (Universidade Federal do Pará, 2020-12-22) FERNANDEZ, Rafaella Dias; LEAL, Izabela Guimarães Guerra; http://lattes.cnpq.br/2507019514021007
    Esta tese inicia-se com uma reflexão sobre a leitura do mito da criação e da destruição do mundo para os Tupinambá. A partir desta narrativa, surge um elemento fundamental para este povo: a terra sem mal. Após uma reflexão sobre a importância desta terra para os Tupinambá, constata-se que a vingança e a antropofagia são vetores de força e auxiliam a construir a memória deste povo indígena. Estes dois componentes, tão primordiais para os Tupinambá, surgem também como elementos essenciais para compreender as narrativas presentes no livro da antropóloga Betty Mindlin, Moqueca de Maridos – mitos eróticos indígenas. De autoria da antropóloga e de narradores indígenas de seis etnias: Makurap, Tupari, Wajuru, Djeoromitxí, Arikapú e Aruá. Vale salientar que os seis povos indígenas que constroem os registros dos mitos no livro derivam do tronco Tupi, tal qual os Tupinambá. Após a leitura, verificou-se a presença constante da vingança, assassinatos, tortura, erotismo e antropofagia. Com isto, propõe-se analisar o sentido simbólico de cada vetor destes presentes nas narrativas indígenas e sua provável relação com a novela História do Olho, de Georges Bataille. Essas duas leituras, longe de serem conflitantes, flagram a relação intrínseca que há entre dois campos tidos como distintos: os mitos indígenas e a literatura ocidental. Após uma análise investigativa, constatou-se que há pontos em que ambos aparentemente são ressoantes. Assim, em que sentido é possível pensar em convergências entre os mitos e a novela batailliana? Qual o sentido simbólico da violência, do erotismo e da antropofagia em ambos? Desta forma, o objetivo central desta tese é propor uma análise comparativa entre as obras e problematizar o sentido metafórico do erotismo, da antropofagia e da violência em cada uma das obras. A convergência entre a literatura francesa e os mitos eróticos indígenas foi pensada por Eliane Robert Moraes, estudiosa do erotismo no Brasil. A autora situa uma breve correspondência entre ambos ao afirmar que o imaginário indígena soa bastante familiar para quem conhece a moderna literatura erótica. Para realizar este trabalho, fundamentamo-nos principalmente dos estudos de Georges Bataille, O Erotismo (2013) e A literatura e o mal (2015), de Georges Didi-Huberman, A Semelhança Informe (2015), e do antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, A inconstância da alma selvagem (2016). Deste modo, com o intuito de dar fôlego a um trabalho inédito de comparação entre ambos, visamos propor ressonâncias temáticas e ressaltar as diferenças nas duas leituras.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Pele de terra, minha morada: memorial da criação do ritual cênico-erótico em diálogo com a obra Magma de Olga Savary
    (Universidade Federal do Pará, 2016-06-10) BARROS, Ana Carolina Magno de; LIMA, Wladilene de Sousa; http://lattes.cnpq.br/4769018199137074
    Este memorial desnuda a criação do ritual cênico-erótico Pele de terra: minha morada feito em diálogo com a obra Magma de Olga Savary. É compreendido como uma cartografia (PASSOS; KASTRUP; ESCÓSSIA: 2009), só que uma cartografia sibilada, um serpentear entre linguagens artísticas espiraladas e o movimento criador (SALLES: 2011) da escrita em sibilares. Tendo a imagem como “operador metodológico” (RANGEL: 2009), esta pesquisa enlaça quatro elementos, o referido ritual cênico-erótico (ARTAUD: 2006), enraizado na busca do corpo erótico (BOGART: 2011) do atuante (QUILICI: 2015); um ensaio em que degluto signos do erotismo (BATAILLE: 2013), do sagrado (MAÇANEIRO: 2011), do mito (CAMPBELL: 1990) e da imagem-força Uroboros, para jorrar em uma escrita performativa; o diário da encenadora, feito de imagens em forma de poesia, desenhos, pinturas, rabiscos e colagens, dispositivos utilizados para conceber a encenação (ROUBINE: 1998); e o diário de cena, um relato na estrutura literária de diário, no qual narro o dia a dia dos ensaios e apresento o roteiro do ritual. Neste trabalho proponho despir o ato criador que se desdobra em novas obras, numa circularidade que se retroalimenta, similar às Uroboros, como um ritual erótico.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Procedimento e erotismo na obra deleuziana: considerações
    (Universidade Federal do Pará, 2010-06) FEIL, Gabriel Sausen
    O conceito de Procedimento é de suma importância na obra de Deleuze. Não por acaso, os seus autores preferidos são justamente aqueles que criam seus próprios Procedimentos. 2) Na maioria das vezes, o conceito aparece próximo à temática do Erotismo. Diante dessas duas constatações, o presente artigo objetiva traçar relações entre esses dois conceitos, usando, como estratégia, a escrita por considerações breves (pois acreditamos que Deleuze lida com esses dois conceitos em forma de considerações: não os tomando como objeto central, mas usando-os como modo de proceder diante de seus objetos). A partir de tal relação, concluímos que, em Deleuze, todo Procedimento é Erótico, sendo precisamente por isso que essa expressão se diferencia do sentido comum: quando o Procedimento funciona Eroticamente, distingue-se do manual de conduta. Além disso, concluímos que o Procedimento, apesar de implicar a dissolução das Formas, é, ainda assim, sempre de Formação, alcançando nisso a sua positividade.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A roda-viva da corporalidade: vivências e ressignificações dos desejos em "A estória de Lélio e Lina"
    (Universidade Federal do Pará, 2021-08-30) RAMOS, Pablo Rossini Pinho; LEAL, Izabela Guimarães Guerra; http://lattes.cnpq.br/2507019514021007
    Levando em conta que é possível ler “A estória de Lélio e Lina”, texto originalmente integrante do primeiro volume de Corpo de baile (1956), de Guimarães Rosa (1908-1967), como uma narrativa intercalada por planos imagéticos e sugestivos das experiências sexuais das personagens, faz-se mister examinar algumas das diversas nuances correlacionadas à corporalidade, que, na novela em tela, se desdobra no erotismo, na representação da mulher negra (em que observamos um conjunto de elementos socioculturais da opressão masculina sobre o corpo feminino) e no exercício da sexualidade propriamente dita. Sendo assim, concernente ao primeiro tópico supracitado, com base nos argumentos de Bataille (2016; 2017), intenciona-se elucidar como se dá o rompimento sistemático dos interditos e a violação de leis/tabus (transgressão) na relação ambígua e tumultuada de Lélio, vaqueiro protagonista, e da jovenzinha Sinhá-Linda, cuja presença-ausência permeia o passado e presente do sertanejo errante. Pela via do patriarcado (FREYRE, 2006), discute-se como determinados estereótipos associados à mulher negra, como o sexo imoral e a prostituição, são entretecidos num sertão de natureza plurissignificativa por meio da sensual Conceição (uma das ‘tias’). Se o intuito é denunciar e contrapor concepções forjadas pela herança colonial e patriarcal a respeito da negritude, estudos feministas contemporâneos que, de alguma forma, incitam outros debates, em torno dessas vozes silenciadas historicamente, também serão oportunos, a exemplo de bell hooks (2019). Por fim, discutiremos a temática da sexualidade (FREUD, 2016) predisposta e reencenada nos comportamentos, atos e desejos masculinos e femininos tensionados em Lélio e sua principal interlocutora, Rosalina (Lina). Referente ao método seguido nesta dissertação, adotar-se-ão os postulados de Hans Robert Jauß (1994; 2002), na Estética da recepção, sobretudo aqueles que tratam de categorias-base, como recepção, leitura e experiência estética, auxiliando-nos, assim, no engendramento de novas investigações para a hipótese central do trabalho: a de que estamos diante de formas particulares de narração das experiências sensoriais e das atividades sexuais. Além da natureza da primeira seção, já explanada, acrescentam-se mais duas seções textuais, cujas naturezas conjugam, respectivamente, interpretação da narrativa rosiana e estudos de recepção crítica que trataram de temáticas caras à “A estória de Lélio e Lina”, como o erotismo (REBELLO, 2006; VALENTE, 2011) e a tradição frente a modernidade no sertão (ROCHA e SILVA, 2010).
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Travestidas formas: arte, beleza e erotismo em corpos de travestis no Bairro do Reduto em Belém do Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2012-02-28) SOUZA, Paulo Sérgio das Neves; COSTA, Luizan Pinheiro da; http://lattes.cnpq.br/5390750292706184
    Este estudo aborda a dimensão poética e estética presentes em corpos de travestis que trabalham e transitam no bairro do Reduto, na cidade de Belém do Pará, discutindo questões de arte, beleza e erotismo, sua exibição e constituição na cidade. Contribui para estabelecer debates acerca do corpo na cidade se embasando em diálogos de campos teóricos oriundos da Antropologia, Filosofia e, fundamentalmente, da Arte. Entendemos a importância de pensar o tema Travesti a partir de um estudo acadêmico em Artes e sua contribuição na construção e desconstrução de ações, pensamentos e conceitos em arte na contemporaneidade
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