Navegando por Assunto "Escola privada"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Efeitos de histórias experimentais e de justificativas sociais sobre o comportamento de seguir regras(2015-09) SOUSA, Lorena de Medeiros; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; ALBUQUERQUE, Luiz Carlos deEste estudo avaliou o efeito de justificativas sobre o comportamento de seguir regras, quando foi construída uma história de reforço para não seguir regra. Dez crianças foram expostas a um procedimento de escolha segundo o modelo, cuja tarefa era tocar um de dois estímulos de comparação na presença de um estímulo contextual. Nas Condições I e II, as Fases 1, 2 e 4 eram iniciadas com a apresentação de instruções discrepantes das contingências programadas, cujo comportamento de segui-las produzia perda de fichas. Na Fase 3 era apresentada uma instrução correspondente com uma justificativa para seguir a instrução que produzia perda de fichas. A Condição I diferia da Condição II apenas com relação ao tipo de justificativa apresentada na Fase 3. Na Condição I era apresentada uma justificativa para ajudar crianças carentes e na Condição II uma justificativa que envolvia a aprovação do experimentador. O comportamento de nove dos 10 participantes ficou sob o controle da história de reforço para o não seguir instrução e das consequências imediatas produzidas pelo comportamento de não seguir instruções; o comportamento de um participante ficou sob o controle da justificativa para seguir a instrução correspondente.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Interações entre pré-escolares: possibilidades de análises(2003-12) LOPES, Lene Wilma Rodrigues; MAGALHÃES, Celina Maria Colino; IZAR, PatríciaBuscou-se, neste trabalho, construir a rede de relações sociais entre pré-escolares e analisar a pertinência das metodologias utilizadas para a coleta e análise dos dados. Participaram dezessete pré-escolares de uma escola privada em Belém-PA. Os dados foram coletados através de teste sociométrico e observação comportamental. A estrutura do grupo foi analisada a partir da rede de relações sociais, construída através de Árvores Geradoras Mínimas (Teoria dos Grafos). Os resultados mostraram preferências por parcerias diferentes no teste sociométrico e no comportamento interativo. As duas medidas complementaram-se. O uso da Teoria dos Grafos demonstrou-se relevante por possibilitar análises quantitativa e qualitativa do fenômeno social.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Percepções de adolescentes de escola pública e de escola privada na cidade de Belém-PA acerca de saúde e doença mental(Universidade Federal do Pará, 2011-09-09) LUZ, Priscila Carla Costa; FERREIRA, Eleonora Arnaud Pereira; http://lattes.cnpq.br/6600933695027723Estudos sobre saúde mental na adolescência destacam este tema como questão relevante, pois essa faixa etária, além de constituir-se como uma grande parcela da população que precisa e não procura atendimento, é identificada como um grupo etário vulnerável e de risco. A família e a escola têm sido consideradas como fatores de proteção à saúde mental de adolescentes. Sendo assim, precisa-se pensar em formas de intervenção mais eficazes, considerando o contexto familiar, cultural e social destes indivíduos. O objetivo do estudo foi investigar percepções sobre saúde e doença mental de adolescentes de escola pública e de escola privada na cidade de Belém-PA, bem como as principais redes de apoio e estratégias de cuidado utilizadas pelos adolescentes. Realizou-se um estudo transversal, do tipo quantitativo, no qual participaram 60 adolescentes, de ambos os sexos, e seus cuidadores. Os adolescentes tinham idades entre 12 a 17 anos, sendo 30 alunos de escola pública, localizada em um bairro periférico, e 30 de escola privada, localizada em um bairro central, na cidade de Belém-PA. Os cuidadores eram do sexo feminino, com idade entre 25 a 57 anos. Como instrumentos foram utilizados: roteiro de entrevista familiar, roteiro de entrevista com os coordenadores das escolas e questionário sobre saúde e doença mental e sobre serviços de saúde (versão para adolescente). Os resultados dos questionários foram analisados preferencialmente pelo teste do Qui-quadrado e o teste G para amostras independentes. Todo o processamento estatístico foi realizado no software BioEstat versão 5.2. Os resultados obtidos nas entrevistas permitiram a análise de aspectos socioeconômicos e de fatores de risco e de proteção na família dos adolescentes. Os resultados obtidos com os questionários revelaram que as percepções dos adolescentes da escola pública acerca da saúde mental estavam associadas a não ser tão sensível/frágil e a pensar positivo, ser otimista. Na escola privada, estavam associadas a sentir-se equilibrado e ser algo muito importante. Quanto às percepções de doença mental, na escola pública estavam relacionadas ao momento em que o corpo não está bem e a quando profissionais aconselham um tratamento; na escola privada, a ter sentimentos feridos e ser algo que não se percebe logo. Com relação à origem das ideias sobre saúde/doença mental, não houve real diferença entre os grupos. No que tange à religião, houve discordância apenas em relação a cura da doença mental. Como estratégia de enfrentamento, na escola pública esta esteve relacionada a falar com alguém sobre o problema enquanto na escola privada os adolescentes relataram que não procuravam ajuda. A mãe foi apontada como principal na busca de ajuda pelos adolescentes da escola pública; na escola particular, a principal referência foi o médico da família. A principal barreira para os adolescentes da escola pública no acesso ao serviço de saúde mental foi não saber o que o psicólogo/psiquiatra vai fazer com ele, e na escola privada foi não querer ser gozado/caçoado. Nos dois grupos, os principais problemas em saúde mental relatados foram problemas na escola e de comportamento. Os adolescentes de escola privada responderam que somente às vezes sentem-se sozinhos e felizes, enquanto na escola pública, os adolescentes afirmaram que sempre estiveram de bom humor e satisfeitos com a vida. Discute-se a necessidade de promover fatores de proteção à saúde mental de adolescentes.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A precisão na fluência em leitura oral: avaliando a leitura de alunos do 6º ano do Ensino Fundamental(Universidade Federal do Pará, 2016-03-09) MOUTINHO, Michell Gadelha; PICANÇO, Gessiane Lobato; http://lattes.cnpq.br/8504849027565119Este trabalho tem como objetivo diagnosticar o nível de desempenho na dimensão da precisão na fluência em leitura oral de 46 alunos do 6º ano do ensino fundamental de quatro escolas de Belém – Pará, sendo duas da esfera pública e duas da esfera privada. Este diagnóstico pretende contribuir para as discussões acerca da avaliação da habilidade de leitura, considerando o baixo desempenho dos alunos em exames como a Prova Brasil, Enem e PISA. Para alcançar este objetivo, utilizamos o método CBM (Curriculum-based measurement), desenvolvido por Deno (1985), que utiliza um minuto da leitura oral dos alunos, o bastante para analisar e determinar as dificuldades apresentadas de maneira mais específica que, neste estudo, estão relacionadas à precisão na decodificação de palavras. Os dados foram coletados em duas visitas, sendo a primeira no início e a segunda no final do ano letivo de 2015. A análise dos dados foi feita baseando-se nos níveis de desempenho em relação à precisão (RASINSKI, 2004) e as taxas de precisão e autocorreção. Os resultados mostram que há uma diferença entre as escolas públicas e privadas, pois estas tiveram desempenhos melhores que aquelas, embora todas as escolas onde houve duas visitas melhoraram seus desempenhos em relação à precisão na decodificação. Além disso, os tipos de erros mais cometidos pelos alunos foram os de substituição de palavras (que incluem quatro tipos de erro diferentes: semelhança lexemática, semelhança gráfica, pluralização/singularização e influência do contexto) e de pronúncia (que são: desconhecimento parcial da relação grafema-fonema, apagamento de sons das palavras e desconhecimento de sinais gráficos). Estes erros, além de apresentarem diferentes manifestações, são os que mais causam impacto na compreensão do texto lido, o que os destaca em relação aos demais erros detectados. Concluímos que a dificuldade na precisão se dá em grande parte nas esferas públicas de ensino e que, se não houver intervenção precisa para sanar as dificuldades, os alunos tendem a se distanciar ainda mais uns dos outros no desenvolvimento de suas habilidades leitoras.
