Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Escrita de si"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 4 de 4
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Cadernos do abismo: memorial de uma poética desenhada entre páginas de sketchbooks
    (Universidade Federal do Pará, 2017) FOLHA, Aline Rickmann; SAMPAIO, Valzeli Figueira; http://lattes.cnpq.br/6142863342585522
    Este memorial apresenta o processo de criação dos cadernos do abismo, pequenos sketchbooks nos quais despejo conteúdos existenciais em desenhos autobiográficos, constituídos como objetos poéticos desta pesquisa. Com base na noção de “desenho como abismo”, desenvolvida por Icleia Cattani, elaboro poeticamente o abismo como as questões que movimentam as profundezas do ser e impulsionam meu fazer criador e minha trajetória pessoal, situando esta prática artística no âmbito das pertencentes ao espaço autobiográfico e no contexto do desenho contemporâneo, cujo aspecto experiencial é exaltado: liga-se mais às histórias de vida, ao resgate das memórias pessoais e à expressão das emoções e dos sentimentos. A pesquisa tem como objetivo principal explorar o processo de criação dos cadernos do abismo, a partir do desenho autobiográfico como linguagem poética cuidadora, geradora de conhecimento e autoconhecimento na trajetória poética de criação dos cadernos em questão, os quais compreendo como livros de artista – ou da artista –. Cruzando os pensamentos de Michel Foucault e Marcia Tiburi, teço aproximações da minha poética com a noção de “escrita de si” e “cuidado de si” para apresentá-la como um fazer cuidador, uma prática da vida. Despetalo os seus procedimentos operatórios instauradores e desenvolvo reflexões acerca do desenhar a partir do espelho; da linha e do rastro como potências poéticas; e da conexão entre palavra e imagem como característica dessa minha escritura viva, ávida por reforçar a compreensão dos cadernos de desenho como espaços de abertura do artista, seus processos e pensamentos a si mesmo e ao outro.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O corpo e a experiência de si: experimentações com o ensino de ciências
    (Universidade Federal do Pará, 2021-04-13) SILVA, Nadson Fernando Nunes da; BRITO, Maria dos Remédios de; http://lattes.cnpq.br/6896268801860211; https://orcid.org/ 0000-0002-0478-5285
    Este processo de escrita traz o corpo como mecanismo de forças que atravessam a pesquisa e o pesquisador por uma escrita de si, delineando os percursos que os tomam a partir da diferença e multiplicidade que compõem saídas para discorrer sobre outras formas de compreender o que pode vir a ser um corpo. Por essas linhas compartilhamos dos escritos de Deleuze e Guattari indo ao encontro a Filosofia da Diferença fazendo com que o pensamento corra na possibilidade de alcançar outros lugares onde a memória, o corpo, a ciência e a educação se cruzam criando devires por onde a pesquisa toma potência. A escrita nesse contexto emerge como ponto de ruptura fragmentada entre linhas poéticas, colagem, fotografias, desenhos e rabiscos que colidem com o texto causando aberturas para experimentar a diversidade de um corpo-bicha que transita a educação como professor de ciências e que ocupa o território amazônico como lugar da experiência. Dessas vivências trazemos a educação como espaço que consomem a existência por marcadores sociais que pontuam a diferença assinado corpos por uma linha muito tênue que cabe nas páginas biológicas e consequentemente nas aulas de ciências. Ao traçar esses questionamentos buscamos as experimentações como processos que se deslocam em direção a outras formas de manifestação, onde são possíveis criar possibilidades de ensino para aulas de ciências, deslocando as imagens corporificadas do seu status biológico ao sentir suas vibrações, sexualidade, identidade, subjetividade e desejos que rasgam a formas descolando-o de suas funções organizadas. Por essas travessias deseja-se romper com a ideia do que se tem arquitetado sobre o corpo, nos debruçando sobre as imagens que os livros didáticos nos trazem como fonte de conhecimento e aprendizagem para o ensino de ciências, emergindo como um convite que descola o corpo e o pensamento de sua base sólida, colidindo a uma educação mais solúvel e esteticamente sensível ao experimentar imagens em movimentos. Temos assim por esses deslocamentos um corpo e uma educação movente que desalinha as costuras rígidas e encarna uma nova abordagem de imagem-corpo no sentido que a experimentação acontece dentro e fora do percurso educacional, apontando que as aulas de ciências também se compõem de sua desconstrução no desejo de alcançar um ensino onde o corpo torna-se fonte de invenção e a educação um lugar a ser experimentado na sua pluralidade.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A escrita de si na docência de matemática: inquietações éticas da figura do professor em formação
    (Universidade Federal do Pará, 2021-04-22) CASTILLO, Ana Del Valle Duarte; BRITO, Maria dos Remédios de; http://lattes.cnpq.br/6896268801860211; https://orcid.org/0000-0002-0478-5285
    A ética, assumida como uma forma de relação com nós mesmos e com o outro, não tem sido o foco de atenção dos Educadores Matemáticos, isto se mostra nas poucas pesquisas sobre esta temática. A grande maioria das pesquisas neste campo de estudo, apresenta o conhecimento matemático como algo do qual o estudante se apropria de forma individual, sendo o saber concebido como uma mercadoria que os professores vendem aos estudantes. Ademais, as reflexões sobre o ensino-aprendizagem da matemática tem sido, em geral, direcionadas à busca de mecanismos que facilitem a aprendizagem desta disciplina. As primeiras reflexões em torno do final do século XIX e início do século XX, em que emerge o nosso campo de estudo, situam-se ao redor do currículo que a escola necessita para responder às necessidades cada vez mais urgentes das sociedades que embarcam no caminho da industrialização. Por meio do qual, correntes educativas se caracterizam pelo interesse no desenvolvimento de processos de aprendizagem de conceitos matemáticos e não é levado em conta a formação de valores éticos. Por um lado, os saberes da escola e as estruturas das instituições educativas são utilitarista e individualista. Por outro, temos verdades reducionistas que apresentam algumas matemáticas escolares através de currículos dirigidos ao desenvolvimento de técnicas, uma aprendizagem impessoal, um ensino baseado em livros e por vezes em suposições falsas. Uma dimensão ética no ensino da matemática torna-se fundamental para efetivar uma melhor relação entre estudante e professor e para explicitar algumas escolhas que faz o professor no momento do ensino da matemática, como, por exemplo, estudar contextos relacionados ao preço do quilowatt na periferia das principais cidades. A tese parte do seguinte argumento: a ética na docência do professor de matemática em formação possibilita uma abertura para o cuidado de si, cuidado das práticas educativas (aluno, professor, espaço educativo). O ensino da matemática se torna sensível ao outro, ao mundo. O objetivo desta pesquisa é apresentar a ética na docência do professor em formação que irá ensinar matemática por meio da prática da “escrita de si”, no que se refere ao “cuidado de si” e ao cuidado do outro. O estudo dialoga teoricamente com Michel Foucault (2005, 2006, 2007, 2010), sem necessariamente permanecer nele, mas fazê-lo indica abertura para o pensamento. Com isso, a tese dialogará, de modo geral, com autores do campo da matemática e da educação. A parte prática, por sua vez, consistiu em realizara exercícios filosóficos de escrita de si na sala de aula, feitos com professores em formação continuada pertencentes ao curso da Licenciatura Integrada em Ciências, Matemática e Linguagens da Universidade Federal do Pará, ano de 2018-2019, em particular, exercícios de escrita com preocupação relacionada à docência de matemática. Estes exercícios ocorrerem em forma de narrativas orais e escritas, destacando-se o último deles para esta tese. Como resultados, foi possível expor como, na educação matemática, são praticáveis e possíveis (as) aberturas aos espaços de escuta, de narrativas, de escritas de si, que permitem olhar a si mesmo, suas práticas e condutas, construindo uma prática educativa que percorre uma estética da existência, na medida em que as verdades dogmáticas do campo formativo podem ser colocadas em reflexão e por tanto, em estágios de conhecimentos para que os professores em formação passem, a seguir, para um fazer ético além dos fazeres mecânicos.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Representações das identidades homoafetivas na prosa contemporânea brasileira: leituras da escrita de si
    (Universidade Federal do Pará, 2019-03-12) OLIVEIRA, Rubenil da Silva; SIMÕES, Maria do Perpétuo Socorro Galvão; http://lattes.cnpq.br/0672011058049782; https://orcid.org/0000-0002-1365-6258
    A tese, cujo título é “REPRESENTAÇÕES DAS IDENTIDADES HOMOAFETIVAS NA PROSA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA: leituras da escrita de si” tem como objetivo geral analisar as identidades homoafetivas na prosa contemporânea brasileira, a partir da leitura de Stella Manhattan, de Silviano Santiago (2017); Confissões ao mar, de Kadu Lago (2010); O terceiro travesseiro, de Nelson Luiz de Carvalho (2007); O diário de Marjorie: memórias de uma travesti, de Marcos Soares (2014); Olho de Boto, de Salomão Larêdo (2015) e o conto “Cachorro Doido”, de Haroldo Maranhão (1986), à luz da abordagem dos estudos culturais na literatura, da literatura de autoria de minorias sexuais e da escrita de si. Como abordagem da pesquisa foi usada a qualitativa, uma vez que se dispensa a quantificação de dados e a pretensão é analisar como são feitas as representações das identidades homoafetivas sob o viés das teorias e críticas da literatura apontadas anteriormente. Para as análises e elaboração dos capítulos teóricos foi necessário um aprofundamento de leituras acerca da literatura e suas teorias críticas em Cevasco (2003, 2005), Bhabha (2013), Compagnon (2010), Candido (1981, 2000 e 2007), Dalcastagnè (2012), Derrida (2014), D’Onofrio (2004), Eagleton (2011) e outros; da homoafetividade – Okita (2015), Figari (2007), Fry e Macrae (1983), Fry (1982), Trevisan (2002), Gomes Filho (2016) Mott (2003), Oliveira (2016, 2018); da memória e identidade – Le Goff (2016), Halbwachs (2013), Ricoeur (2007), Yates (2016), Hall (2014), Woodward (2014); da cultura e tradição oral – Zumthor (1997, 2001 e 2018), Câmara Cascudo (2008), Simões (2006), Mindlin (2006) e Paes Loureiro (2006); do poder e sexualidade – Foucault (2014, 2015, 2016 e 2017), Agamben (2005), além de outros. A pesquisa incluiu o tipo bibliográfico a fim de solidificar o conhecimento necessário para suportar a análise. Ao comparar o que está posto nas teorias com as leituras literárias conclui-se que as diferenças entre a escrita de si e do outro, as quais estão amalgamadas nas experiências dos sujeitos. Portanto, pode ser afirmado que há correspondência entre o viver e o não viver a homoafetividade, visto que no viver sugere-se maior proximidade entre o real a narrativa literária, enquanto o apenas ouvir sobre torna o narrador mais distante do fato, sobretudo, porque a literatura homoafetiva é uma atitude de resistência.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA