Navegando por Assunto "Esquizofrenia"
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Tese Acesso aberto (Open Access) Análise de variações genômicas em genes da região cromossômica 22q11.2 em pacientes esquizofrênicos do Estado do Pará(Universidade Federal do Pará, 2015-08-29) MORAES, Leopoldo Silva de; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099Os polimorfismos COMT Val158Met e ZDHHC8 rs175174 têm recebido papel de destaque no estudo molecular da esquizofrenia não apenas por estarem localizados no principal locus de suscetibilidade da doença, 22q11, mas também por relacionarem-se, respectivamente, ao estado dopaminérgico do córtex pré-frontal e à atividade de diversas proteínas em células neuronais. Para avaliar a influência dos genótipos polimórficos na esquizofrenia, genotipamos por PCR em tempo real 130 pacientes e 175 controles de uma população do Norte do Brasil. Nossos resultados indicaram uma ausência de associação entre ambos os polimorfismos com a chance de esquizofrenia na população estudada. Todavia, quando categorizada por sexo, encontramos uma associação dicotômica entre o genótipo Met/Met do polimorfismo COMT Val158Met e a suscetibilidade à esquizofrenia, conferindo uma chance maior da doença em homens (OR = 10,76; IC 95% = 2,09–55,34; p = 0,004) que em mulheres (OR = 0,23; IC 95% = 0,07–0,69; p =0,009). Além disso, a análise de variância revelou uma associação dos genótipos Val/Met (COMT Val158Met) e GG (ZDHHC8 rs175174) com maiores médias de idade de início da esquizofrenia. Nosso estudo suporta a hipótese de associação dependente de gênero do polimorfismo COMT Val158Met com a esquizofrenia, além de apontar uma influência de ambos os polimorfismos estudados com a idade de início da doença.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação de microRNAs circulantes na esquizofrenia: da desregulação epigenômica a potenciais biomarcadores(Universidade Federal do Pará, 2021-03) RODRIGUES, André Luiz de Souza; BURBANO, Rommel Mario Rodriguéz; http://lattes.cnpq.br/4362051219348099; https://orcid.org/0000-0002-4872-234XIntrodução: A esquizofrenia é uma patologia grave e complexa que afeta cerca de 0,5-1% da população mundial, sendo de característica crônica e é reconhecida como uma das 15 principais causas de incapacidade. Para o diagnóstico clínico de esquizofrenia, existem critérios clínicos a serem avaliados, que incluem sintomas de ordem positiva e negativa. Na origem da doença, existe uma intima relação entre os estímulos ambientais e fortes evidências demonstram que estes estímulos têm a capacidade de agir nos mecanismos epigenéticos, que agem na regulação da expressão gênica. Os microRNAs (miRNA’s) são biomarcadores estáveis e potencialmente confiáveis, e alguns miRNA’s já foram previamente identificados como potenciais biomarcadores para a esquizofrenia em amostras periféricas. Objetivo: Avaliar o perfil de expressão dos miRNA’s circulantes em pacientes portadores de esquizofrenia (hsa-miR-34a, miR-449a, miR-564, miR-432, miR-548d, miR-572 e miR-652) em relação a indivíduos controles negativos para a doença. Métodos: Estudo analítico, de caso-controle, transversal, utilizando amostras previamente colhidas de pacientes diagnosticados com Esquizofrenia (N = 650) e grupo de controles (N = 924), que preencheram adequadamente os critérios de inclusão. As amostras foram analisadas após extração de RNA através de sua quantificação e técnicas de obtenção da reação da transcriptase reversa e reação em cadeia da polimerase quantitativa em tempo real. Todos os dados foram analisados por meio do programa estatístico IBM SPSS22. Resultados: Utilizando o método de coleta de sangue periférico com a intenção de encontrar possíveis biomarcadores para a esquizofrenia, foi observada uma expressão aumentada dos miRNA’s miR-34a, miR-449a, miR-564, miR-432, miR-548d, miR- 572 e miR-652 em vários cenários analisados, confrontando os grupos caso e controle, assim como variáveis dentro do grupo-caso, demonstrando potencial valor diagnóstico.Artigo de Evento Acesso aberto (Open Access) Vivências no PIBID: experiência vivenciada com uma aluna com esquizofrenia e deficiência intelectual na Educação de Jovens e Adultos em Bragança(Executiva Paraense dxs Estudantes de Pedagogia, 2018-07) SILVA, Hanna Rodrigues da; VILA NOVA, Jennifer; SOUZA, DinaA pesquisa objetivou analisar as experiências didático-pedagógicas vivencia- da durante o estágio enquanto bolsista PIBID com uma aluna esquizofrênica e com deficiência Intelectual em uma turma de EJA numa escola pública no ano letivo de 2017 em Bragança-PA. Para obter os resultados da pesquisa utilizou-se um estudo de caso e como instrumentos de coleta de dados, observação participante e diários de campo, além de levantamento bibliográfico de pesquisas e teóricos que discutem a inclusão de alunos com deficiência na modalidade da EJA e os processos de ensino e aprendiza- gem desses educandos. Entre esses teóricos encontramos FERREIRA (2009), VILAR e ANJO (2014), SANTOS (2016), ARAUJO e NETO (2014), ZABALA (1998), as- sim como alguns marcos legais como a Declaração Mundial de Educação para Todos (1990), a Declaração de Salamanca (1994) e a Declaração de Guatemala (1999), a LDB no 9394/96, Art.37 e o Manual de Diagnósticos e Estatísticos de Transtornos Mentais (DSM-V). Durante a escrita do trabalho adotou-se o codinome F para identificar o sujeito da pesquisa. A experiência com a aluna provocou reflexões acerca da forma como os processos de ensino e aprendizagem de alunos com esquizofrenia e deficiência intelectual vem sendo repassado nas escolas de ensino regular em Bragança-PA, prin- cipalmente após a aluna ter sinalizado não conseguir associar as atividades de faz de conta ou abstratas, pois tais não atraía sua atenção e nem conseguia compreender sua importância para o seu processo de escolarização.
