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Navegando por Assunto "Estabelecimento familiar"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da casa da família à casa da escola: dimensões de gênero na experiência educativa em alternância no Município de Cametá - Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2008-03-28) SILVA, Márcia Cristina Lopes e; MOTA, Dalva Maria da; http://lattes.cnpq.br/4129724001987611
    Estudos sobre a Educação do Campo com o enfoque na Pedagogia da Alternância têm sido recorrente nas várias reflexões de autores no Brasil e no Pará. No entanto, torna-se necessário lançar um olhar sobre o cotidiano de alunos e alunas nas Casas Familiares Rurais, onde as peculiaridades da Casa Familiar Rural de Cametá- Pará (CFRC) mereceu atenção nessa dissertação, cujo objetivo principal é analisar as relações de gênero na CFRC e no estabelecimento familiar através da divisão do trabalho realizada nestes dois espaços. A hipótese é que a formação recebida por homens e mulheres na CFRC reforça a divisão do trabalho exercitada nas suas famílias em que atividade pesada é considerada de homens e leves de mulheres. Para essa analise utilizou-se a pesquisa teórica e de campo privilegiando-se o estudo de caso. Os principais procedimentos utilizados foram questionário, observação e conversas ocasionais. A amostra foi constituída por alunas regularmente matriculadas, desistentes ou que já concluíram, assim como, as suas famílias. As conclusões mostram que no âmbito das relações familiares, a casa é o espaço da mulher e o roçado do homem. Essas relações são reproduzidas nas atividades de campo da escola. Apesar da existência dessa relação diferenciada, nas atividades de limpeza das instalações escolares ocorre um processo de ajuda mútua, mostrando que da Casa da família à casa da escola as dimensões de gênero assumem outras perspectivas nos espaços múltiplos que são freqüentados por alunos e alunas no lócus da pesquisa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A várzea está para peixe: viabilidade socioeconômica da piscicultura praticada na Bacia do Aricurá, Cametá, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2016-05-30) SILVA JUNIOR, Walmiro Amador da; MARTINS, Paulo Fernando da Silva; http://lattes.cnpq.br/3223618156268542
    A partir da década de 1980, em resposta à redução do estoque pesqueiro os agricultores do baixo Tocantins passaram a criar peixe em cativeiro, através de viveiro escavado em várzea os quais os agricultores chamam de tanque. Por se tratar de uma atividade introduzida recentemente ao sistema de produção, objetivou-se através deste trabalho investigar se a introdução provocou mudanças nos aspectos socioeconômico dos estabelecimentos rurais. A pesquisa foi realizada no distrito Sede do município de Cametá, mais precisamente na bacia do rio Aricurá que tem os igarapés Ajó e Merajuba como seus tributários. A área de estudo se destaca pela diversidade quanto ao ecossistema, com presença de várzea, e de terra firme. O estudo envolveu 18 estabelecimentos e foi realizado em 3 etapas. Na primeira foi elaborada uma tipologia do sistema de produção. Na segunda, já com a formação de dois tipos, um formado por estabelecimentos que apresentam área de várzea e de terra firme, e outro por estabelecimentos que apresentam somente área de várzea, foram selecionado4 estabelecimento para representar cada tipo. Em todos os estabelecimentos selecionados foram levantados o itinerário técnico da piscicultura, efetuada uma análise de paisagem, entrevistas sobre o histórico e elaborado um croqui. Na terceira e ultima etapa, para analisar em profundidade as possíveis mudanças na relação social do trabalho, foi realizado um estudo de caso de uma unidade de produção. Em estabelecimento familiar, em virtude do pequeno porte, cerca 54 ha, a produção ocorre de maneira consorciada. Apesar da grande diversidade, as atividades são organizadas para diminuir a competição por espaço produtivo entre elas.Por isso, apesar da introdução da piscicultura tornar o sistema ainda mais complexo, não provocou o rearranjo espacial das áreas de produção, seja em estabelecimento com disponibilidade só de várzea, como naqueles com várzea mais terra firme. Por outro lado houve redução na intensidade e no recrutamento de força de trabalho aplicada à extração aquática (pesca e captura do camarão), essa que antes era praticada quase todas as noites, passou a ser realizada cerca 3 dias por semana. Outra coisa importante é que quando a criação passou a ser planejada para atender o mercado local, o peixe oriundo da piscicultura transformou-se em ingresso ao mercado e gerador de renda com efeito significativo na circulação do capital, assumindo o papel, que antes era somente dos produtos aquáticos. A piscicultura praticada em várzea por agricultores familiares tem garantido a reprodução socioeconômica do grupo familiar, sem que haja competição pela mão de obra e pelo espaço e pode ser desenvolvida sem impacto ambiental
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