Navegando por Assunto "Estado nutricional"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação antropométrica de pacientes com suspeita de erros inatos do metabolismo(Universidade Federal do Pará, 2012-09) SILVA, Francilia de Kássia Brito; OLIVEIRA, Ana Paula Pereira de; SILVA, Luiz Carlos Santana daObjetivos: avaliar antropometricamente os pacientes com suspeita de erros inatos do metabolismo (EIM) e descrever a prevalência de distúrbios nutricionais (desnutrição, sobrepeso e obesidade). Métodos: foram avaliados 55 pacientes de 0 a 10 anos, de acordo com os índices antropométricos (A/I, P/I E P/A e IMC/I), no laboratório de erros inatos do metabolismo (LEIM) da Universidade Federal do Pará, através de balança e antropômetro. Os dados foram coletados a partir da ficha de atendimento do LEIM. Para o diagnóstico nutricional foram utilizados os programas Anthro e Anthro Plus e o programa SPSS para a análise estatística. Resultados: os pacientes atendidos pertenciam, na maioria, a faixa etária de sete meses a nove anos. Os principais sintomas foram atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e infecções frequentes. Quanto ao estado nutricional, foi observado déficit de 23,7% no indicador de peso para idade, déficit de 50,9% no indicador de altura para idade, excesso de peso e obesidade de 15,4% para peso para altura, e 25,1% para índice de massa corporal para idade. Conclusões: os pacientes apresentaram estado nutricional inadequados, o qual na ausência de diagnóstico de EIM, os fatores envolvidos devem ser mais bem averiguados.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação antropométrica e dietética de pré-escolares em três creches de Brasília, Distrito Federal(Universidade Federal do Pará, 2005-12) TUMA, Rahilda Conceição Ferreira Brito; COSTA, Teresa Helena Macedo da; SCHMITZ, Bethsáida de Abreu SoaresObjetivos: traçar o perfil nutricional de crianças em creches de Brasília, DF, para subsidiar a formulação de estratégias de atendimento e controle dos problemas detectados. Métodos: estudo transversal realizado de março a dezembro de 2001, constante de entrevista sobre a situação socioeconômica das famílias, avaliação antropométrica de 230 crianças (87,5% do total de 263) pelos critérios da OMS e padrão do NCHS e análise do consumo alimentar, por meio de pesagem direta, recordatório 24 horas e freqüência de consumo. Resultados: observaram-se 6,1% de excesso de peso e 4,8% de déficit de estatura. A alimentação das creches apresentou adequada distribuição do percentual de energia proveniente dos macronutrientes. Houve diferença significante entre as faixas etárias, para energia, proteína, ferro, cálcio e vitamina C. O perfil de consumo habitual apresentou-se alto em produtos lácteos, arroz/macarrão, feijão, açúcar, pães e margarina; consumo médio de frutas, hortaliças, carne bovina, frango, ovos, biscoito; baixo consumo de peixes,vísceras sucos/chás e leite materno; além da introdução precoce de snack, refrigerante, fast food, enlatados/embutidos e doces/guloseimas. Conclusões: a ocorrência de excesso de peso acima do esperado na curva normal pode refletir o padrão alimentar, indicando a necessidade de intervenções de educação e saúde, para prevenir doenças crônicas não transmissíveis e melhorar a qualidade vida.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Determinantes do estado de saúde de crianças ribeirinhas menores de dois anos de idade do Estado do Pará, Brasil: um estudo transversal(2010-02) SILVA, Sara Araújo da; MOURA, Erly Catarina deO objetivo foi identificar os determinantes da saúde ruim em populações ribeirinhas menores de dois anos, residentes no Pará, Brasil. Foram avaliadas 202 crianças, considerando-se saúde ruim como variável desfecho, sendo composta pela combinação do estado nutricional, desenvolvimento físico-motor e intercorrências no último mês. Utilizou-se modelo multinível de análise hierárquica, considerando-se como preditoras da saúde ruim variáveis com p < 0,05 após ajuste. A razão de chance bruta apontou que o estado de saúde ruim é maior para as crianças de famílias que têm casa própria, são de maior idade e têm probabilidade de aleitamento materno exclusivo aos dois, três, quatro e cinco meses. Após ajuste, observa-se que crianças provenientes de famílias com casa própria têm 2,76 vezes mais chance de ter saúde ruim; esta também aumenta com a idade, chegando a ser 5,04 vezes maior entre as crianças de 18 a 23 meses, comparativamente às menores de 7 meses. Ter casa própria e mais idade representam, nessas comunidades, mais tempo de exposição ao risco de saúde ruim.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estado nutricional e marcadores clínico-bioquímicos em indivíduos portadores de carcinoma gastrointestinal(Universidade Federal do Pará, 2014-11-04) MIRANDA, Tayana Vago de; ARAÚJO, Marília de Souza; http://lattes.cnpq.br/9371703949781020O estado nutricional de indivíduos portadores de carcinoma gastrointestinal é frequentemente afetado, sendo agravado em função da carcinogênese promover ativação do processo inflamatório e consequente ativação do sistema imunológico, com produção de citocinas e proteínas de fase aguda, como proteína C- reativa, que resulta no hipermetabolismo, acelerando a perda de peso e progredindo para o quadro de caquexia. Este trabalho teve como objetivo analisar o estado nutricional e os marcadores clínico-bioquímicos em indivíduos portadores de carcinoma gastrointestinal, atendidos no Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB), em Belém-PA. Foi realizado estudo transversal, descritivo, observacional com pacientes adultos e idosos, portadores de carcinoma gastrointestinal atendidos na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia e na clínica cirúrgica do HUJBB, no período de dezembro de 2013 a julho de 2014. Realizou-se avaliação nutricional por meio de parâmetros antropométricos, que incluíram índice de massa corporal (IMC), percentual de perda de peso (%PP), circunferência do braço (CB), circunferência muscular do braço (CMB), área muscular do braço corrigida (AMBc), prega cutânea triciptal (PCT) e músculo adutor do polegar (MAP), parâmetros bioquímicos, por meio da classificação da hemoglobina, contagem total de linfócitos (CTL), albumina, transferrina, índice de prognóstico inflamatório-nutricional (IPIN) e parâmetros subjetivos, utilizando-se a avaliação subjetiva global produzida pelo paciente (ASG-PPP), além da identificação e classificação da caquexia. Foram avaliados 44 pacientes, sendo 63,30% do sexo masculino com idade média de 61,2 anos (±13,3). 95,50% eram naturais do Pará, 45,50% residentes no interior, 50,00% apresentavam escolaridade em ensino fundamental incompleto e 52,30% não possuíam renda familiar. Do total de pacientes avaliados, 63,60% possuíam neoplasia de estômago; destes, 50,00% estavam em estádio clínico IV e 73,30% em tratamento cirúrgico, com tempo médio de internação de 45,85 dias (±32,97). Na avaliação nutricional, verificou-se 20,50% de eutrofia para adultos e 42,30% para idosos, por meio do IMC, porém, em avaliação isolada dos compartimentos muscular e adiposo, verificou-se 59,10% de depleção grave por meio da AMBc, 54,50% por meio da PCT e 75,00% com presença de depleção em algum grau em CB e 68,18% em CMB. A perda de peso grave foi verificada em 61,36% dos pacientes avaliados e no MAP, obteve-se maior prevalência de depleção moderada (30,20%). Nos parâmetros bioquímicos, observou-se redução grave em hemoglobina em 61,40% dos pacientes, depleção leve em CTL em 56,80%, de albumina em 47,70% e depleção moderada de transferrina em 45,50%. Na avaliação do IPIN, verificou-se médio risco de complicação para 56,80% dos pacientes avaliados. Na ASG-PPP, 63,60% dos pacientes foram classificados em desnutrição grave e a presença de caquexia sintomática foi de 54,50%. No que se refere à análise de correlação, constatou-se que houve correlação positiva e significativa de IMC com CMB, CB, PCT, AMBc, MAP e Hemoglobina; CMB com CB e AMBc; CB com PCT, AMBc, MAP, e hemoglobina; PCT com AMBc; AMBc com MAP. Na análise de componente principal, verificou-se como métodos mais sensíveis para a detecção de desnutrição a avaliação de CB, AMBc, CMB, IMC, PCT, MAP, IPIN e avaliação da caquexia. Desta forma, os resultados obtidos no presente estudo evidenciam o comprometimento nutricional em pacientes portadores de carcinoma gastrointestinal, por diferentes parâmetros, demonstrando assim que a desnutrição ocorre de forma global, com perdas tanto de tecido adiposo quanto de tecido muscular, assim como alterações a nível bioquímico.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Estado nutricional na malária: influência nos aspectos clínicos e laboratoriais de pacientes naturalmente infectados por Plasmodium vivax(Universidade Federal do Pará, 2015-11-10) MONTE, Carlos Rodrigo Souza do; VENTURA, Ana Maria Revorêdo da Silva; http://lattes.cnpq.br/0682511755329264; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618A malária é considerada pela Organização Mundial de Saúde um problema global de saúde pública. No Brasil, a maioria dos casos ocorre por P. vivax. Esse estudo objetivou avaliar a influência da obesidade nos marcadores inflamatórios, bioquímicos, hematológicos, parasitológicos e manifestações sintomatológicas em pacientes com malária vivax. Participaram 78 pacientes (37 eutróficos, 25 sobrepeso e 14 obesos) com diagnóstico de malária por P. vivax de população residente de área hiperendêmica no Estado do Pará. O estado nutricional não apresentou influência na carga parasitária nesta população infectada por P. vivax, embora tenha sido observada tendência a parasitemia mais elevadas nos obesos. A frequência das manifestações clínicas, tais como calafrio, cefaleia, tríade malárica (febre, calafrio e cefaleia), mialgia, tosse e diarreia e o escore clínico, foram mais altos nos obesos em comparação aos eutróficos. Pacientes obesos apresentaram elevado nível de leucócitos totais, neutrófilos, monócitos, triglicérides, colesterol total, VLDL, AST e ALT em comparação aos eutróficos. Os níveis séricos das citocinas moduladoras da inflamação TNF-α e IL-10 não diferiram entre os grupos nutricionais, entretanto houve uma correlação negativa entre o TNF-α e a circunferência abdominal. O nível sérico de citocinas moduladoras da inflamação (TNF-α e IL-10) influenciaram a parasitemia, perfil hematológico, perfil bioquímico e o escore clínico de indivíduos naturalmente infectados por P. vivax. O estado nutricional influenciou a resposta imune na infecção pelo P. vivax, sendo um importante determinante de risco neste estudo. Embasado nessas considerações, outras pesquisas são necessárias para o melhor entendimento da doença nesse contexto.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Insegurança alimentar em famílias de crianças matriculadas na rede municipal de educação infantil, Belém-PA(Universidade Federal do Pará, 2018-08-20) LEITE, Juliane Costa; GONZAGA, Irland Barroncas; http://lattes.cnpq.br/4404609403033945Estudo analítico, observacional de delineamento transversal que objetivou estimar a prevalência de Insegurança Alimentar e Nutricional entre as famílias de crianças matriculadas na rede municipal de educação infantil, Belém-PA. Como instrumentos para essa mensuração foi utilizada a Escala Brasileira de medida de Insegurança Alimentar, e, para avaliar o perfil familiar, utilizou-se formulário sociodemográfico. Procedeu-se também à avaliação antropométrica das crianças para análise do estado nutricional. Foram pesquisadas 368 famílias do município de Belém-PA, distribuídas proporcionalmente entre seis distritos administrativos, oitenta e sete escolas e seis faixas etárias, considerando um erro de 5,16%, sendo uma amostra por conveniência. Na análise estatística da associação entre indicadores sociodemográficos e insegurança alimentar, utilizou-se o teste Qui-quadrado e o teste G. Usou-se a Regressão de Poisson com variância robusta para estimar as razões de prevalência e respectivos intervalos de confiança de 95%, considerando como variável dependente a insegurança alimentar. Em todos os testes foi adotado o nível de significância (α) igual a 5%. Os programas estatísticos usados nas análises foram o BioEstat 5.3 e o SPSS 24.0. Como resultado, encontrou-se prevalência de Insegurança Alimentar e Nutricional de 85,6%, que se distribuiu, de acordo com o gradiente de severidade, em 36,4% de Insegurança Alimentar leve, 28,8% moderada e 20,4% grave. Verificou-se associação estatisticamente significativa entre insegurança alimentar e renda familiar per capita, exercício de trabalho remunerado pelo entrevistado, escolaridade do chefe da família, recebimento do Bolsa Família e tipo de material empregado na construção do domicílio. No modelo de Regressão de Poisson, observou-se que a renda familiar per capita menor que meio salário mínimo e a condição de não possuir trabalho remunerado pelo entrevistado, associaram-se com a insegurança alimentar, apresentando razão de prevalência, 1,61 e 1,10, respectivamente. O estudo se apresenta como um instrumento importante na identificação do público pesquisado como um grupo de risco, no que se refere à Insegurança Alimentar e Nutricional, para o qual estratégias de intervenção e enfrentamento devem ser prioritárias e, também, favorece a criação e a análise de políticas públicas municipais de promoção de segurança alimentar e nutricional, além de permitir o reconhecimento das causas contemporâneas do problema investigado.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Perfil nutricional de pacientes com carcinoma de células escamosas e lesões potencialmente malignas de boca e orofaringe atendidos em um serviço de referência no município de Belém-PA(Universidade Federal do Pará, 2015-12-10) COSTA, Lilian Pereira da Silva; ARAÚJO, Marília de Souza; http://lattes.cnpq.br/9371703949781020O câncer da cavidade oral apresenta o quinto lugar em incidência entre os homens no Brasil. As lesões orais potencialmente malignas representam um estágio precoce do câncer de boca. O objeto do trabalho foi investigar o perfil nutricional de pacientes com carcinoma de células escamosas (CCE) e lesões potencialmente malignas de boca e orofaringe atendidos em um serviço de referência no município de Belém. Para tanto, foi realizado um estudo transversal, descritivo. A amostra foi composta por 41 participantes, sendo 58,5% de homens, média de 60,3 anos de idade, 43,9% com lesão potencialmente maligna (leucoplasia ou queilite actínica) e 56,1% com CCE. A localização predominante das lesões foi na boca. A maioria (63,4%) dos participantes residia em Belém e região metropolitana, 65,9% com renda familiar de até 2 salários mínimos, 51,2% com mais de 8 anos de escolaridade, 53,7% fumam ou já fumaram regularmente, 75,6% ingerem ou ingeriram bebidas alcóolicas diariamente, 65,9% relataram exposição solar moderada/intensa. Com relação ao estado nutricional, do total da amostra, segundo o Índice de massa corporal (IMC), 41,5% apresentaram peso adequado, 14,6% baixo peso e 43,9% sobrepeso/obesidade. Com relação à adequação do Peso Usual (PU), 70,7% encontrava-se eutrófico. Conforme a adequação da circunferência do braço (CB), 48,8% apresentaram diagnóstico de eutrofia, 46,5% desnutrição. Segundo a avaliação da adequação da prega cutânea tricipital (PCT), 39,0% apresentaram desnutrição, 36,6% sobrepeso/obesidade, 24,4% eutrofia. Considerando a adequação da circunferência muscular do braço (CMB), 51,2% apresentavam-se eutróficos, 48,8% desnutridos. Segundo a área muscular do braço corrigida (AMBc), 53,7% apresentaram desnutrição. Considerando a Avaliação Subjetiva Global (ASG), 87,8% encontravam-se bem nutridos. Quando analisada a presença ou ausência de desnutrição utilizando os diferentes métodos, comparando-se os grupos de lesões, identificou-se que o IMC, adequação do PU, adequação da CB, AMBc e ASG apresentaram resultados estatisticamente significantes (p<0,05). Com relação aos hábitos alimentares, a população avaliada apresentou baixo consumo de frutas, legumes e verduras, leguminosas, principais fatores dietéticos protetores, constituindo inadequação alimentar tanto para pacientes com lesões potencialmente malignas como para CCE. Portanto, o grupo com lesões potencialmente malignas apresentou para todos os métodos de avaliação usados predominância de eutrofia. Dentre os métodos que avaliaram as reservas musculares e de tecido adiposo, a AMBc foi a que apresentou maior percentual de indivíduos com desnutrição, com valores mais elevados para o grupo com CCE. A comparação do estado nutricional entre os dois grupos de lesões, pode-se observar maior percentual de desnutrição entre os pacientes com CCE, considerando os diferentes métodos antropométricos.
