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Navegando por Assunto "Estereotomografia"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Análise de sensibilidade para estereotomografia em meios elípticos e anelípticos
    (Universidade Federal do Pará, 2005-12) BARBOSA, Brenda Silvana de Souza; COSTA, Jessé Carvalho; http://lattes.cnpq.br/7294174204296739
    O método de estereotomografia é estendido para meios com anisotropia arbitrária e implementado para meios com anisotropia elíptica e anelíptica. Os modelos elípticos e anelípticos apresentam somente três parâmetros. Isto faz com que eles sejam menos sensíveis a ambiguidade, causada pela cobertura limitada dos raios em experimentos sísmicos de superfície e VSP, do que modelos transversalmente isotrópicos ou ortorrômbicos. As correspondentes aproximações para superfície de vagarosidade limita a validade desta implementação para eventos qP com anisotropia suave. Experimentos numéricos mostram o potencial e as limitações da estereotomografia para estimar macro modelos de velocidade adequados para o imageamento na presença de anisotropia e a importância dos eventos de transmissão de experimentos VSP de multiplo afastamento modelo para o sucesso desta abordagem.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Estudo comparativo entre estereotomografia e da tomografia da onda NIP: aplicação em dados sintéticos e reais
    (Universidade Federal do Pará, 2010) PRAXEDES FILHO, José Ribamar; CALLAPINO, German Garabito; http://lattes.cnpq.br/6064981270181319
    A determinação de um acurado modelo de velocidades é um requisito fundamental para a realização do imageamento sísmico. Métodos novos como a Estereotomografia préempilhamento e a Tomografia da onda NIP são ferramentas poderosas e bastante sugestivas para este propósito. Basicamente, a Estereotomografia pré-empilhamento se baseia no conceito de eventos localmente coerentes interpretados como reflexões primárias e associados com pares de segmentos de raios, que tem um mesmo ponto de reflexão em profundidade. Na Tomografia da onda NIP um evento sísmico é representado por uma onda hipotética NIP, que está relacionada a um ponto de reflexão em profundidade. Os atributos da onda NIP são determinados no decorrer do Empilhamento de Superfície de Reflexão Comum (empilhamento CRS). Este trabalho tem como objetivo, fazer um estudo comparativo de ambos os métodos de determinação do modelo de velocidades em profundidade. Assim, é realizada uma revisão dos fundamentos teóricos de ambos os métodos tomográficos, destacando as principais diferenças e aplicando estas aproximações em um dado sintético e um dado real marinho (linha sísmica 214-2660 da Bacia do Jequitinhonha). Para avaliar os modelos de velocidades encontrados pelas aproximações, foi utilizada a migração pré-empilhamento em profundidade do tipo Kirchhoff e também as famílias de imagem comum (CIG). Os resultados mostraram que ambos os métodos tomográficos fornecem modelos de velocidades representativos. Contudo, constatou-se que a estereotomografia tem melhor desempenho em meios com variações laterais de velocidades, porém, aplicável somente em dados pré-empilhados com alta razão sinal/ruído.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Regularização em estereotomografia
    (Universidade Federal do Pará, 2009) MELO, Luiz André Veloso; COSTA, Jessé Carvalho; http://lattes.cnpq.br/7294174204296739
    A obtenção de um modelo de velocidade é uma parte essencial do imageamento de estruturas complexas. Em um ambiente complexo, métodos convencionais não alcançam resultados satisfatórios. A estereotomografis é uma ferramenta efetiva para a melhora da estimativa da velocidade. Este método usa componentes de vagarosidade e tempo de trânsito selecionados nos eventos de reflexão ou difração na construção do modelo de velocidade. Por outro lado, devido as informações dos dados não serem completas é necessário informações adicionais para assegurar a estabilidade da inversão. Um vínculo natural da tomografia é o modelo de velocidade suave. Este estudo propõe avaliar os reguladores de suavização para a estereotomografia os quais requerem a o cálculo das derivadas parciais do modelo de velocidade em relação as coordenadas espaciais. Um dos reguladores avaliados é um novo tipo de vínculo de suavização baseado no ângulo de reflexão. Eu avaliei os resultados com ajustes dos dados, modelos de velocidade resultantes e recuperação dos pontos espalhadores após a inversão nos dados sintéticos. Nos testes numéricos, o novo vínculo conduz a modelos geologicamente consistentes.
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