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Navegando por Assunto "Estilo de vida sedentário"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Tabagismo associado a outros fatores comportamentais de risco de doenças e agravos crônicos não transmissíveis
    (2010-08) BERTO, Silvia Justina Papini; CARVALHAES, Maria Antonieta Barros Leite; MOURA, Erly Catarina de
    Foram entrevistados via ligação telefônica 1.410 indivíduos, amostra aleatória e representativa da população acima de 18 anos residente em domicílios conectados à rede de telefonia fixa. A prevalência de tabagismo foi de 21,8%, maior em homens (25%) e em indivíduos na faixa entre 18 e 29 anos. Tabagismo e sedentarismo juntos ocorrem em 13,9% dos homens e 14,2% das mulheres; tabagismo e baixo consumo de frutas em 12,9% dos homens e 12,3% das mulheres; e tabagismo e baixo consumo de legumes em 5,8% dos homens e 5,1% das mulheres. A associação de tabagismo e consumo excessivo de álcool foi observada apenas nos homens (em 3,5% deles) e, da mesma forma que verificada para tabagismo isoladamente, sua ocorrência concomitante a outros fatores comportamentais de risco de doenças e agravos crônicos não transmissíveis (DANT) associou-se inversamente à escolaridade. Os dados apontam indícios de efeito de aglomeração entre tabagismo e sedentarismo, tabagismo e álcool em excesso, tabagismo e dieta inadequada, justificando intervenções focadas na prevenção e redução concomitante dos principais fatores comportamentais de risco de DANT.
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    DissertaçãoEmbargo
    Treinamento resistido em dupla tarefa: estudo piloto de um ensaio clínico randomizado com pessoas idosas com Diabetes Mellitus tipo 2
    (Universidade Federal do Pará, 2025-02-04) CARVALHO, Josilayne Patricia Ramos; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X; MONTEIRO, Elren Passos; MONTEIRO JUNIOR, Renato Sobral; http://lattes.cnpq.br/0920248966438368; http://lattes.cnpq.br/6708716565086201; https://orcid.org/0000-0001-7757-6620; https://orcid.org/0000-0002-8472-262X
    Introdução: O processo de envelhecimento está associado à inflamação sistêmica crônica subclínica (inflammaging), tornando as pessoas idosas mais suscetíveis ao diabetes mellitus tipo 2 (DM2), e quando associado a um estilo de vida sedentário, esse risco se torna mais elevado. Do mesmo modo, a atrofia cerebral cortical e subcortical tem sido associada ao DM2 e as regiões cerebrais que mais sofrem influência da resistência à insulina são o hipotálamo e o hipocampo, áreas diretamente relacionadas ao desenvolvimento de declínios cognitivos e demências. Esses efeitos podem ser observados desde os estágios iniciais da disfunção glicêmica, de forma independente da presença ou ausência das complicações micro ou macrovasculares, enquanto o exercício físico regular se contrapõe a esse efeito, preservando o volume cerebral. Assim, a prática de exercícios físicos se torna essencial para o envelhecimento saudável, manutenção da capacidade intrínseca e habilidade funcional e, em particular, para a prevenção do declínio cognitivo relacionado à idade e agravamento clínico do DM2. Evidências recentes têm demonstrado que a tarefa cognitiva simultânea e o exercício (dupla tarefa) aumentam a função cognitiva em pessoas idosas saudáveis. No entanto, os benefícios dessa abordagem, especialmente quando associada ao exercício resistido, permanecem subexplorados na população com DM2. Objetivo: Conduzir estudo piloto de um ensaio clínico randomizado, controlado e cego simples, avaliando a influência de um protocolo de intervenção por exercícios resistidos em dupla tarefa (ER-DT) sobre o desempenho cognitivo, controle glicêmico, metabólico e capacidade funcional de pessoas idosas com DM2, em comparação aos impactos do exercício resistido praticado de modo isolado (ER) e aos cuidados habituais (Grupo controle - CON). Metodologia: Trata-se de um ensaio clínico piloto randomizado, controlado e simples-cego. Quinze participantes (idade média: 67,67 ± 5,84 anos) foram randomizados em três grupos: ER DT (n=5), ER (n=5) e CON (n=5). As intervenções duraram 12 semanas, com 3 sessões semanais de 60 minutos. As análises foram conduzidas por intenção de tratar e empregaram modelos lineares mistos com técnica de bootstrap para maior robustez estatística. A variável de interesse primária é o desempenho cognitivo e as secundárias a capacidade funcional e o controle glicêmico de pessoas idosas com DM 2. Resultados e Discussão: A função cognitiva, avaliada pelo Mini Exame do Estado Mental (MEEM), apresentou melhora significativa no grupo ER (Δ = 1,62; IC 95% [0,10; 3,22]; p = 0,004) e redução no grupo controle (Δ = -2,26; IC 95% [-3,80; -0,64]). O desempenho no Teste de Trilhas A melhorou significativamente no grupo ER-DT (Δ = -5,80 segundos; IC 95% [-8,90; -2,70]; p = 0,003), indicando aumento na velocidade de processamento. No Teste de Fluência Verbal, o grupo ER-DT evocou maior número de palavras (Δ = 3,42 palavras; IC 95% [1,10; 5,50]; p = 0,008), sugerindo melhora na função executiva e memória semântica. O tempo de resposta no Teste Flanker foi significativamente maior no grupo controle (Δ = 86,16 ms; IC 95% [21,2; 147,0]; p = 0,006). Na análise dos parâmetros metabólicos, a circunferência da cintura aumentou significativamente no grupo controle (Δ = 9,70 cm; IC 95% [7,20; 12,20]; p < 0,001), enquanto não houve variação significativa nos grupos ER e ER-DT. Não foram observadas diferenças significativas para a HbA1c (p = 0,213). Conclusão: Os resultados deste estudo piloto fornecem evidências iniciais sobre os efeitos do programa de intervenção ER-DT no desempenho cognitivo, perfil inflamatório e controle glicêmico em pessoas idosas com DM2. O estudo piloto também assegura a segurança da intervenção e a adesão dos participantes. Apesar das limitações metodológicas, os achados destacam tendências promissoras, segurança e viabilidade que justificam a continuidade da investigação.
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