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Navegando por Assunto "Estresse (Fisiologia)"

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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Efeitos do estresse crônico sobre o estado redox e tecidual das glândulas salivares parótida e submandibular: um estudo in vivo
    (Universidade Federal do Pará, 2025-03) MONTEIRO, Deiweson de Souza; LIMA, Rafael Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/3512648574555468; https://orcid.org/0000-0003-1486-4013
    O estresse é uma reação à pressão mental e emocional, ansiedade ou traumas. O estresse crônico é definido como a exposição constante a esses eventos. Ele pode afetar diversos sistemas do corpo, aumentar a pressão arterial e enfraquecer a imunidade, interferindo assim nos processos de saúde fisiológica. Sob essa perspectiva, diversos órgãos podem apresentar repostas ou alterações em estado de estresse crônico. Portanto, este estudo objetivou avaliar os efeitos do estresse crônico sobre as glândulas salivares de ratos, investigando sua bioquímica oxidativa e parâmetros histomorfológicos. Para isso, 32 ratos machos albinos da linhagem Wistar foram divididos aleatoriamente em dois grupos: estresse crônico e controle. Os animais submetidos ao estresse crônico passaram por um protocolo de imobilização, sendo alocados em um tubo de polivinil por 4 horas diárias durante 28 dias, o que limitava seus movimentos. Posteriormente, os animais foram eutanasiados para coleta das glândulas salivares parótida e submandibular. O estado redox das glândulas foi avaliado por meio dos ensaios de capacidade antioxidante contra radicais peroxil (ACAP) e substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS). A análise histológica foi realizada por morfometria dos tecidos corados com hematoxilina e eosina e histoquímica através da técnica de PicroSirius Red. Tanto as glândulas parótida quanto as submandibulares dos ratos estressados apresentaram estresse oxidativo, caracterizado por uma redução nos níveis de ACAP e um aumento nos níveis de TBARS. No entanto, as glândulas parótidas mostraram-se mais suscetíveis a alterações prejudiciais nos tecidos, como aumento da área do estroma e da fração de área de colágeno, redução da área acinar e menor tamanho dos ácinos e ductos. Enquanto as glândulas submandibulares não apresentaram nenhuma alteração histomorfológica. Nossos resultados sugerem que o estresse crônico pode causar uma modulação prejudicial do estado redox das glândulas salivares, com diferentes repercussões histológicas entre as glândulas.
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