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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    "Ela não mereceu ser estuprada”: a cultura do estupro, seus mitos e o (não) dito nos casos penais
    (Universidade Federal do Pará, 2018-05-14) ANDRADE, Mailô de Menezes Vieira; PINHO, Ana Cláudia Bastos de; http://lattes.cnpq.br/3470653249189577
    As mulheres só merecem ser estupradas em uma cultura do estupro. Esta expressão, elaborada pelo pensamento feminista, é designada e compreendida para anunciar a naturalização e normatização da violência masculina contra as mulheres, com tolerância e, por vezes, incitação, do estupro, por meio de diversos comportamentos, entre os quais a desconfiança em torno da narrativa da vítima e, sobretudo, sua culpabilização pela violência sofrida. Neste cenário, a presente pesquisa pretende responder em que medida esta cultura se manifesta nos discursos dos agentes do sistema penal em casos julgados no Pará. Partindo de leituras criminológicas e feministas sobre estupro e sobre a cultura do estupro, tive como objetivo, por meio da análise de 46 acórdãos envolvendo o crime de estupro julgados pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará no ano de 2017, discutir a conivência com o estupro ou, em outras palavras, as manifestações desta cultura, nos casos penais. A minha hipótese é a de que a violência institucional nestes casos indica a existência de uma cultura do estupro no Brasil, que é reafirmada e mantida pelo sistema de justiça criminal e que, muitas vezes, manifesta-se no não-dito.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Mulheres na rua: do “fiu-fiu” ao estupro
    (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2019) CÂMARA, Flávia Danielle da Silva; LIMA, Maria Lúcia Chaves; CRUZ, Crissia Roberta Pontes
    Os assédios em espaços públicos são recorrentes no cotidiano das mulheres. Diante dessa problemática, este estudo, de cunho bibliográfico e documental, tem por objetivo contribuir com as discussões acerca do assédio em lugares públicos a partir do documentário Femme de la rue. Doravante a reflexão sobre as histórias (não) contadas das mulheres, buscou-se traçar uma linha comum do “fiu-fiu” ao estupro que, embora se configurem em graus diferentes de violência contra as mulheres, tem em comum o processo de reificação do corpo feminino, que foi transformado em coisa e fetichizado como mercadoria em um processo sócio histórico. Deste modo, defende-se a importância de novas pesquisas para ampliar o debate, bem como a construção e fortalecimento de políticas públicas que passem a englobar no escopo de suas ações a árdua tarefa de enfrentar o sistema patriarcal, racista e heteronormativo, sustentáculo das violências contra as mulheres.
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