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Navegando por Assunto "Euphorbiaceae"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Molecular characterization of 'sweet' cassavas (Manihot esculenta) from a germplasm bank in Brazilian Eastern Amazonia
    (Sociedade Brasileira de Melhoramento de Plantas, 2016-03) CUNHA, Elisa Ferreira Moura; SILVA, Carlos Rogério de Sousa; ALBUQUERQUE, Paulo Sérgio Bevilaqua de; RAMALHO, Girena Fernandes; PONTES, Lígia Cristine Gonçalves; FARIAS NETO, João Tomé de
    A variabilidade genética de um conjunto de 81 acessos de mandioca 'doce' (Manihot esculenta) coletados principalmente na região Norte do Brasil foi investigada com nove locos microssatélites. Todos os locos foram polimórficos, com média de 6,33 alelos por loco. Análises indicaram que 35 perfis multiloci foram representados por um único acesso, e 46 apresentaram perfis não exclusivos, representados por onze genótipos. Quarenta e seis perfis multiloci diferentes foram detectados. A maioria dos supostos acessos duplicados foram coletados em diferentes locais. Após a remoção dos genótipos duplicados putativos, os parâmetros genéticos foram estimados e a heterozigosidade esperada foi alta (EH = 0,73), indicando variabilidade genética. A análise estrutural deste conjunto de mandiocas "doces" dividiu os 46 genótipos em dois grupos (K = 2), e alguns genótipos tinham ancestralidade mista. Os resultados indicaram o hábito de troca de materiais entre os agricultores da região Norte do Brasil e a variabilidade genética a ser explorada nos esforços de melhoramento genético.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Poderia um óleo atuar como analgésico opioide? oléo de Plukenetia polyadenia: elucidação do mecanismo de ação
    (Universidade Federal do Pará, 2016-09-05) MOTA, Amanda Sodré; MAIA, Cristiane do Socorro Ferraz; http://lattes.cnpq.br/4835820645258101; BASTOS, Gilmara de Nazareth Tavares; http://lattes.cnpq.br/2487879058181806
    O óleo de semente de Pukenetia polyadenia (Pp-óleo) é usado pelos povos amazônicos para artrite e reumatismo, espalhando-o nos braços e pernas. Baseando-se no conhecimento etnofarmacológico, procuramos investigar o mecanismo de ação do Pp-óleo Materiais e métodos: O Pp-óleo foi obtido por prensagem e avaliado em sua atividade antinociceptiva em modelos de nocicepção (contorção abdominal induzida por ácido acético, placa quente e teste de formalina) em camundongos. A elucidação do mecanismo de ação foi feita a partir do modelo de contorção por ácido acético e adição de antagonistas do sistema opioide juntamente com drogas não seletivas para COX , nesse caso o AAS, e drogas seletivas para COX-2 sendo assim, utilizado o Celecoxibe. Também foram utilizados ensaios neurocomportamentais responsáveis pela avaliação de possíveis danos ao sistema locomotor, os quais foram escolhidos o modelo de campo aberto, rotarod e pole teste. Resultados: Pp-óleo demonstrou um efeito antinociceptivo dependente de dose significativamente relevante (p <0,05) na estimulação química provocada pelo ácido acético no teste de contorção abdominal. No entanto, o resultado do teste da placa quente e da primeira fase da formalina não foram significativos (p> 0,05), sugerindo que Pp-óleo tem uma atividade analgésica, a qual é de origem periférica putativo. Para validar essa afirmação foram realizados testes neurocomportamentais de avaliação do sistema central. Os quais os resultados mostram-se não significativos nos três testes aplicados confirmando que Pp-óleo não age na via central. Além disso, nos testes de elucidação do mecanismo de ação, a antinocicepção foi revertida pela naloxona. Conclusão: Pp-óleo mostrou ter propriedades analgésicas. Além disso, os resultados sugerem que receptors opioides estejam envolvidos na sua ação antinociceptiva e que estejam agindo por uma via periférica.
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