Logo do repositório
Tudo no RIUFPA
Documentos
Contato
Sobre
Ajuda
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
Entrar
Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Extractive reserve"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 3 de 3
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Conflito e gestão ambiental na zona costeira amazônica: o caso da vila do Camará, reserva extrativista (RESEX) marinha mestre lucindo, Marapanim - Pará - Amazônia - Brasil
    (Revistas Brasileiras Publicações de Periódicos e Editora Ltda., 2020-03) SANTOS, Márcia Cristina; LOPES, Luís Otávio do Canto; BASTOS, Rodolpho Zahluth; FENZL, Norbert; MERLIN, Lise Vieira da Costa Tupiassu; SOARES, Daniel Araújo Sombra
    O presente estudo identificou os conflitos socioambientais existentes e os principais problemas da gestão ambiental na Vila de Camará, na Reserva Extrativista (RESEX) Marinha Mestre Lucindo. Nesta perspectiva, a relevância deste trabalho consiste em analisar a situação de uma comunidade no interior de uma Unidade de Conservação (UC) amazônica de origem recente, a qual partilha de grande riqueza de recursos naturais. Considerando que a RESEX encontra-se nos estágios iniciais de gestão, a reflexão sobre a existência de tais conflitos e as medidas tomadas pelo órgão gestor, na figura do ICMBio, bem como a proposição de estratégias capazes de reduzir tais embates, tornam este estudo ainda mais importante. As etapas metodológicas realizadas foram: revisão bibliográfica/documental e visitas a campo. Os principais conflitos socioambientais verificados no local foram: distribuição fundiária extremamente conflitante; degradação ambiental na Praia do Lembe e pesca predatória. Ao enfocar a Praia do Lembe, dois conflitos se sobressaem: a construção irregular de barracas (bares e restaurantes) e o descarte de seus resíduos diretamente no mar/mangue.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A última peça do mosaico das unidades de conservação da Terra do Meio - Pará- Brasil: o processo de criação da Reserva Extrativista do Médio Xingu
    (Universidade Federal do Pará, 2009) SILVA, Tarcísio Feitosa da; ASSIS, William Santos de; http://lattes.cnpq.br/0188412611746531
    A Amazônia nestas últimas décadas vem chamando atenção pelo potencial de sua biodiversidade e pela presença de populações tradicionais que usam os recursos naturais com baixo impacto sobre os ecossistemas. Por causa da importância da biodiversidade, do aumento do desmatamento e da usurpação de terras públicas, os governos federal e estaduais, apoiados por algumas ONGs passaram a propor a criação de unidades de conservação em grandes blocos atendendo também demandas das populações locais, como exemplo famílias ribeirinhas, e autóctones. Este estudo se propõe a analisar o processo de criação da Reserva Extrativista do Rio Xingu, localizado no Município de Altamira, no Estado do Pará, e vem abordar o processo de ocupação da bacia do Rio Xingu, o de colonização, a presença dos povos indígenas, a grilagem de terras públicas, a descrição do trabalho das ONGs e do governo federal na criação da reserva extrativista, e avaliar como as populações tradicionais buscaram a proteção de seus territórios. Para compor este trabalho foi necessário realizar viagens de campo, entrevistas com pesquisadores, agentes de governo e lideranças comunitárias, apoiados com leituras com os temas de unidades de conservação e populações tradicionais. Observamos neste trabalho que os conflitos entre governo federal e ribeirinhos surgem por causa da decretação das áreas de proteção integral em região de uso dos ribeirinhos. Os resultados analisados da pesquisa apontaram que há necessidade de se gerar conhecimento e de um diálogo constante com as comunidades locais, antes de propor uma intervenção ecológica de criação das unidades de conservação; mostrou também que a mesma reduziu os processos de grilagem, desmatamento e de violência contra as populações locais. E por fim propõe a criação de um mecanismo de proteção dos territórios, onde há presença de populações tradicionais, que garanta o uso dos recursos naturais pelas mesmas, por tempo indeterminado, até a destinação da área por parte do Estado Brasileiro. Os estudos foram realizados no Mestrado em Agriculturas Amazônicas: Agriculturas Familiares e Desenvolvimento Sustentável (MAFDS), do Programa de Pós-Graduação em Agriculturas Amazônicas.
  • Carregando...
    Imagem de Miniatura
    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A vida embaixo do dossel mulheres no manejo florestal sustentável comunitário na reserva extrativista verde para sempre, Porto de Moz, Pará
    (Universidade Federal do Pará, 2023-02-24) SEREJO, Géssica Nayara da Luz; FLORES, Maria do Socorro Almeida; http://lattes.cnpq.br/8875436559577793; https://orcid.org/0000-0001-9154-6938; MANESCHY, Rosana Quaresma; http://lattes.cnpq.br/5914095913079907; https://orcid.org/0000-0003-4432-7331
    Historicamente as mulheres desempenham atividades agrícolas e extrativistas na Amazônia brasileira, mas sua importância ainda não é reconhecida, dificultando acesso a direitos e benefícios específicos. Esse trabalho teve como objetivo fomentar a inclusão e valorização social das mulheres nas atividades produtivas e econômicas relacionadas ao Manejo florestal para contribuir com o desenvolvimento local de comunidades localizadas na Reserva Extrativista Verde para Sempre, município de Porto de Moz, no estado do Pará. A pesquisa se desenvolveu de 2021 a 2022 e caracterizou o perfil das mulheres envolvidas no Manejo Florestal Comunitário das comunidades pertencentes à Associação Comunitária de Belém de Porto De Moz – ACBEM da RESEX e analisou a organização das mulheres nas comunidades em que estão inseridas para identificar fatores que limitam a sua participação nas atividades relacionadas ao Manejo Florestal Comunitário e promover a capacitação técnica necessária para a execução do manejo florestal e capacitação de valorização do trabalho feminino nas atividades florestais. O levantamento demonstrou que as mulheres na ACBEM estão geralmente em união estável, em sua maioria usuárias do Programa Bolsa Família-PBF, com baixa escolaridade, com idades que variam entre 23 e 65 anos, com média de 2 e 4 filhos/as e que se declararam, majoritariamente, como sendo “do lar” ou agricultoras familiar. Verificou-se quando as atividades são desenvolvidas pelas mulheres dentro do manejo florestal ela ocorre permeada por resistências. A pesquisa resultou na elaboração de um material técnico de apoio às organizações do trabalho feminino em atividades relacionadas ao manejo florestal comunitário e a material técnico de atividades florestais.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Entre em Contato
Brasão UFPA