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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Comunicação banal e quotidiano em um mercado de Belém(Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 2022-12) CASTRO, Marina Ramos Neves de; CASTRO, Fábio Fonseca deEste artigo descreve uma pesquisa etnográfica realizada na feira do Guamá, em Belém (PA), durante os anos de 2011 a 2018. Objetivou-se compreender os processos comunicacionais e culturais presentes nas interações sociais desta feira, assim procurou-se descrever as tipificações que conformam a intersubjetividade dos sujeitos sociais que a frequentam. Nesse percurso, descreve-se e discute-se essas tipificações como a forma social de uma quotidianidade banal e procura-se pensar nessas tipificações por meio da noção heideggeriana de falatório (Gerede), entendida enquanto processo comunicacional-cultural afeito à banalidade da vida quotidiana.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Feira, forma, dom. Assimetrias da sociação numa feira de Belém(Universidad de Buenos Aires, 2016-08) CASTRO, Marina Ramos Neves de; CASTRO, Fábio Fonseca deO artigo descreve os processos de socialidade presentes numa feira de Belém, capi tal do estado do Pará, na Amazônia brasileira, buscando refletir sobre práticas de reciprocidade e processos de assimetria ali presentes. O trabalho é resultado de uma investigação etnográfica de oito meses. A perspectiva etnográfica do artigo nos leva a uma exposição interpretativa da interação social e à sua descrição como dinâmica intersubjetiva. Observando as estratégias de troca e sociação entre feirantes, fregueses e os demais indivíduos presentes na feira, procura-se compreender a reciprocidade nos seus aspectos assimétricos e a própria feira enquanto forma social. Procuramos um diálogo com as reflexões de Georg Simmel e de Marcel Mauss percebendo que esses autores priorizam, em suas análises, a dinâmica relacional do fato social. Acompan hando as sociações dos sujeitos sociais presentes no espaço da feira –comerciantes, fregueses e outros agentes, dentre funcionários públicos e transeuntes– procuramos entrever a complexidade do processo intersubjetivo. É em função dessa dinâmica de intersubjetividade que refletimos sobre as formas da reciprocidade e do dom na vida quotidiana da feira.
