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Navegando por Assunto "Faixa Paraguai Norte"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A seção-tipo da Formação Serra do Quilombo, Grupo Araras, Neoproterozoico da Faixa Paraguai Norte, Mato Grosso
    (2013-06) MILHOMEM NETO, João Marinho; NOGUEIRA, Afonso César Rodrigues; MACAMBIRA, Moacir José Buenano
    Após a última glaciação criogeniana (ca. 635 Ma), extensas plataformas carbonáticas desenvolveram-se sobre diversas regiões cratônicas da Terra e, apesar da intensa dolomitização desses depósitos, muitas informações paleoambientais e paleoceanográficas estão preservadas. Um dos exemplos mais importantes deste período no Brasil são os dolomitos da Formação Serra do Quilombo, pertencente à porção superior do Grupo Araras, no segmento norte da Faixa Paraguai, sul do Cráton Amazônico. A reavaliação estratigráfica da seção-tipo da formação e de uma seção de referência na região de Nobres, com base na análise de fácies e estratigráfica, permitiu ampliar as interpretações paleoambientais e elaborar um modelo deposicional. A sucessão estudada, de 140 m de espessura, inclui a Formação Serra do Quilombo em contato basal brusco com os calcários da Formação Guia e a passagem gradual para os dolomitos arenosos da Formação Nobres, no topo. A Formação Serra do Quilombo representa um megaciclo de raseamento ascendente, constituído por duas associações de fácies: 1) plataforma carbonática profunda à moderadamente rasa, composta por um dolomito fino laminado rico em matéria orgânica e outro maciço a laminado; e 2) face litorânea influenciada por tempestades, constituída por dolomito arenoso com estratificação cruzada hummocky/swaley associada com estratificação plano-paralela, dolomito arenoso/oolítico com laminações produzidas por ondas e brecha dolomítica com matriz. A Formação Serra do Quilombo representa o registro progradante de um trato do sistema de mar alto, em um contexto de rampa carbonática homoclinal instalada no sul do Cráton Amazônico durante o Ediacarano.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Sedimentação siliciclástica e proveniência do grupo Alto Paraguai (neoproterozóico-cambriano), borda Sul do Cráton Amazônico e faixa Paraguai Norte, estado do Mato Grosso.
    (Universidade Federal do Pará, 2011-09-02) SILVA JÚNIOR, José Bandeira Cavalcante da; NOGUEIRA, Afonso César Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/8867836268820998; 8867836268820998
    O Grupo Alto Paraguai do Neoproterozóico-Cambriano, exposto no sul do Cráton Amazônico e Faixa Paraguai Norte, centro-oeste do Brasil, representa uma sucessão siliciclástica de aproximadamente 2.400 m que sucedeu a sedimentação de plataforma carbonática depositada após o último evento de glaciação criogeniana (635 Ma). O Grupo Alto Paraguai é constituído pelas formações Raizama (arenitos finos a grossos, conglomerados, pelitos, pelitos seixosos e sílexitos secundários), Sepotuba (dolomitos, estromatólitos, pelitos e arenitos finos) e Diamantino (pelitos e arenitos finos). A análise de fácies e estrátigráfica de afloramentos, em combinação com estudos de proveniência por datação U-Pb de zircão detrítico, permitiram entender a litoestratigrafia e a história sedimentar da bacia do Alto Paraguai. O modelo deposicional inclui a progradação de uma região costeira dominada por processos fluviais, de onda, maré e tempestades (membro superior da Formação Raizama) sobre uma plataforma marinha rasa a moderadamente profunda influenciada por tempestades e localmente por fluxos de detritos (membro inferior da Formação Raizama). Posteriormente, o último evento transgressivo na bacia Paraguai gerou planície de maré/sabkha nas porções mais rasas da bacia a oeste (membro inferior da Formação Sepotuba) e uma plataforma marinha dominada por tempestade na parte central e leste da bacia (membro superior da Formação Sepotuba). A progressão da orogênese Pan-Africana-Brasiliana resultou no confinamento do mar Sepotuba em antefossas na margem do Cráton Amazônico. Este lago/mar restrito foi preenchido por depósitos de turbiditos (membro inferior da Formação Diamantino), sedimentos lacustres (membro intermediário da Formação Diamantino) e por depósitos progradantes de frente deltaica (membro superior da Formação Diamantino). Estes sedimentos foram supridos por áreas fontes de idade de 600 a 500 Ma situadas a sudeste e leste da bacia, relacionadas à Faixa Brasília e ao próprio orógeno Paraguay. Este estágio representa a amalgamação final do Gondwana Ocidental, marcado pelo fechamento do Oceano Clymene do Neoproterozóico entre o Craton Amazônico e Gondwana Central, estabelecendo o segmento norte da Faixa Paraguai.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Tectônica pós-colisional e estratigrafia da cobertura neoproterozóica-cambriana da Faixa Paraguai Norte, região de Nobres (MT)
    (Universidade Federal do Pará, 2012-07-04) SOUZA, SOUZA, Eduardo de Jesus Eduardo de Jesus; PINHEIRO, Roberto Vizeu Lima; http://lattes.cnpq.br/3251836412904734; NOGUEIRA, Afonso César Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/8867836268820998
    O segmento geotectônico denominado de Faixa Paraguai localiza-se na borda sul oriental do Cráton Amazônico e registra parte importante da história evolutiva do planeta ao final do Pré-Cambriano. Esta feição geológica inclui rochas neoproterozóicas metassedimentares do Grupo Cuiabá, recobertas em discordância pela sucessão ediacarana da Bacia Paraguai, composta por pelitos e diamictitos glaciais da Formação Puga, rochas carbonáticas do Grupo Araras e rochas siliciclásticas do Grupo Alto Paraguai, deformadas em diversas escalas. A Faixa Paraguai é considerada como um extenso orógeno neoproterozóico, resultante da colisão de três blocos continentais: Amazônia (oeste), São Francisco-Congo (leste) e Paraná ou Rio de La Plata (sul). Este evento de convergência é atribuído às orogêneses Brasiliana/Pan-Africana (600-520 Ma) e Paraguai (540-490 Ma). No entanto, os dados estruturais e estratigráficos coletados nesse trabalho, especificamente na região de Nobres e adjacências, sugerem uma história evolutiva particular para explicar o arranjo estratigráfico e a disposição geométrica e espacial das rochas observadas, calcada em um modelo de deformação transpressiva particionada. Este evento teria ocorrido após o episódio colisional classicamente descrito para a faixa, sendo sustentado por evidências como: 1) as unidades rochosas apresentam o mesmo padrão de deformação, dominado por dobras forçadas não cilíndricas em arranjos antiforme-sinformes sem padrão de vergência 2) a distribuição heterogênea de diferentes domínios de deformação, onde áreas pouco deformadas são separadas por falhas de altos ângulos de mergulho como importantes componentes direcionais, de setores mais deformados onde as camadas mostram altos ângulos de mergulho (60-85°). A posição espacial do acamamento observado nas rochas sedimentares dos domínios mais deformados possui uma relação geométrica concordante com a trama foliada do Grupo Cuiabá. Isto sugere que a deformação impressa nas rochas da Bacia Paraguai foi controlada pela trama tectônica pré-existente das rochas metassedimentares do Grupo Cuiabá. Estas estruturas foram reativadas durante transpressão e controlaram o desenvolvimento de zonas restritas de maior ou menor concentração de strain, com partição da deformação. Além disso, a disposição preferencial do acamamento com megulhos altos (> 50°) e a ausência de estruturas de colisão são incompatíveis com a existência de zonas de cavalgamento na área estudada. Essas observações, juntamente com dados estratigráficos dificultam o enquadramento da Bacia Paraguai em um modelo tipo foreland. São evidências para esta afirmativa: 1) ausência de discordâncias angulares entre as unidades, comuns em bacias de colisão; 2) o tipo de deposição predominantemente plataformal das sucessões sedimentares ediacaranas e 3) a distribuição homogênea das unidades na área mapeada, sem desenvolvimento de subbacias. Dessa forma, as rochas que compõem esta bacia são aqui interpretadas como uma cobertura neoproterozóica-cambriana afetada por um evento rúptil tardio, de caráter transpressivo, ocorrido no Eo-Paleozóico (pré-Ordoviciano) como resultado de reativação de estruturas do próprio Grupo Cuiabá. Admite-se que as rochas do Grupo Cuiabá, embasamento da Bacia Paraguai, possam representar de fato a Faixa Paraguai, como resultado de um evento colisional no Neoproterozóico.
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