Navegando por Assunto "Fator de risco"
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) HCV infection through perforating and cutting material among candidates for blood donation in Belém, Brazilian Amazon(Universidade Federal do Pará, 2014-12) VALOIS, Rubenilson Caldas; PEREIRA, Luciana Maria Cunha Maradei; CRESCENTE, Jose Angelo Barletta; OLIVEIRA FILHO, Aldemir Branco de; LEMOS, José Alexandre Rodrigues deEste estudo avaliou fatores epidemiológicos para infecção pelo HCV associados ao compartilhamento de instrumentos cortantes e perfurantes em candidatos à doação de sangue (CDS) na cidade de Belém, Pará, Amazônia Brasileira. Duas definições de infecção pelo HCV foram utilizadas: positividade por anti-HCV detectada por EIA, e HCV-RNA detectado por PCR. CDS infectados e não-infectados preencheram questionário sobre possíveis fatores de risco associados com o compartilhamento de instrumentos cortantes e perfurantes. As informações foram avaliadas usando regressão logística simples e múltipla. Entre maio e novembro de 2010, 146 (1,1%) indivíduos com anticorpos anti-HCV e 106 (0,8%) com HCV-RNA foram detectadas entre 13.772 CDS em Belém. Os fatores de risco associados à infecção pelo HCV baseado em resultados de EIA (modelo 1) e PCR (modelo 2) foram: uso de agulhas e seringas esterilizadas em casa, uso compartilhado de lâminas em casa, compartilhamento de lâminas em barbearias, salões de beleza, etc., e compartilhamento de material de manicure e pedicure. Os modelos de infecção pelo HCV associados com o compartilhamento de instrumentos cortantes e perfurantes devem ser considerados pelas autoridades de saúde local e regional e de países com práticas culturais semelhantes, a fim de fornecer informações uteis para direcionar estratégias e políticas públicas de controle da transmissão do HCV.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Responsividade materna e desenvolvimento sóciocomunicativo de prematuros durante o primeiro ano de vida(Universidade Federal do Pará, 2014-04-29) CALDAS, Ivete Furtado Ribeiro; CHERMONT, Aurimery Gomes; http://lattes.cnpq.br/4212769913736000; GAROTTI, Marilice Fernandes; http://lattes.cnpq.br/2218504886013525Neonatos prematuros com peso ao nascer (PN) ≤ 2500 gramas podem apresentar déficits decorrentes de comprometimentos neurológicos que alteram o desenvolvimento sóciocomunicativo. Interações iniciais mãe-bebê prematuro são importantes para avaliar esse processo de risco, verificado a partir de alterações na comunicação não verbal. A qualidade da responsividade materna durante essas interações são importantes para o desenvolvimento das habilidades sóciocomunicativas no primeiro ano de vida. Este estudo verificou a relação entre a responsividade materna e o desenvolvimento sóciocomunicativo de prematuros para cada grupo em quatro momentos do desenvolvimento. Participaram 18 díades com idade gestacional < 36 6/7 semanas e PN ≤ 2500 gramas. Elas foram distribuídas em três grupos, delimitados de acordo com suas características maternas e gestacionais. Para a coleta de dados foram utilizados uma ficha clínica, entrevista sociodemográfica, escala de interação social (EIS) e protocolo de observação mãe-criança. As sessões aconteceram aos três, seis, nove e doze meses de vida. Todas as sessões foram integralmente registradas em vídeo para posterior registro das habilidades e engajamentos. Os resultados mostraram que no grupo Não Gêmeos Primíparos (NGP) foram observadas diferenças significativas nos estados de Engajamento com Pessoa (EP) (x2= 11,00; p=0,012) com maior duração aos três meses (M=90,70; dp=16,10). E nos engajamentos com objeto e pessoa (EOP) também foram observadas diferenças significativas (x2= 10,35; p=0,01), verificando episódios triádicos aos seis meses (M=0,13; dp=0,32). Foi identificada correlação significativa positiva entre engajamento com objeto (EO) aos três meses e a pontuação total da Escala de Interação Social (EIS) aos seis meses (0,592; p<0,05). No grupo NGP o peso da criança ao nascer apresentou correlação positiva com EP (0,812; p<0,05) e negativa com EO aos três meses (-0,812; p<0,05). Portanto, os achados evidenciam que a qualidade das interações, fatores de risco e sociodemográficos interferem no desenvolvimento das habilidades sóciocomunicativas de crianças nascidas prematuras.
