Navegando por Assunto "Feedback"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliando procedimentos de treino de profissionais na aplicação do ABLA-R (Assessment of Basic Learning Abilities Revised)(Universidade Federal do Pará, 2017-06-23) SILVA, Oriana Comesanha e; SOUZA, Carlos Barbosa Alves de; http://lattes.cnpq.br/1264063598919201O ABLA-R (Assessment of Basic Learning Abilities Revised) é um teste útil para avaliar aquisição de discriminação em indivíduos com autismo e outros distúrbios do desenvolvimento. Os estudos que avaliaram o ensino da aplicação da versão mais recente do teste apresentaram resultados divergentes: indicando por um lado a eficácia do manual autoinstrucional do teste e por outro a necessidade de componentes adicionais de treino. Além disso, nesses estudos não foi avaliado o efeito do feedback no treino, nem o efeito do treino para ensinar profissionais a aplicarem o ABLA-R. Este estudo avaliou o efeito de três componentes de treino no ensino do ABLA-R para seis profissionais que atuavam com pessoas com distúrbios do desenvolvimento: manual autoinstrucional do ABLA-R, vídeo feedback e role-play. Utilizando um delineamento de sondas múltiplas entre pares de participantes avaliou-se a eficácia isolada de cada componente e a eficiência de diferentes combinações desses três componentes. Nenhum componente ao ser utilizado como primeiro do treino resultou em uma aplicação acurada do ABLA-R. Já as três sequências de treino dos três componentes utilizadas no estudo se mostraram eficazes para estabelecer um desempenho acurado na aplicação do teste com um confederado e com uma criança com distúrbio do desenvolvimento. A combinação do manual autoinstrucional com o vídeo feedback resultou nos melhores desempenhos. Discute-se a importância do feedback para o treino da aplicação do ABLA-R e formas de integrar o uso do manual e do feedback em formas mais eficientes de treino de aplicação do teste.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Educação à Distância: Efeitos do feedback atrasado e imediato no desempenho de alunos em um Ambiente Virtual de Aprendizagem(Universidade Federal do Pará, 2022-10-17) CABEÇA, Vivian Torres; COSTA, Thiago Dias; http://lattes.cnpq.br/1248194912228326; https://orcid.org/0000-0002-5443-5232; RAMOS, Camila Carvalho; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; http://lattes.cnpq.br/8107199720875369; http://lattes.cnpq.br/4681656913940932; https://orcid.org/0000-0002-9801-9361A Educação à Distância (EAD) tem adquirido especial relevância no contexto de aprendizagem atual. O feedback, informação sobre o desempenho do aprendiz, é uma das partes necessárias do processo de aprendizagem. A efetividade dos diferentes tipos de feedback é um tema bastante estudado, mas os resultados de pesquisa se mostram inconclusivos sobre qual tipo de feedback é o melhor. Uma das questões em disputa é se o feedback atrasado é mais efetivo do que o imediato, ou vice-versa. As pesquisas sobre o assunto, geralmente, envolvem pesquisas com curta duração de tempo (no máximo duas semanas). Dessa forma, a presente pesquisa buscou investigar os efeitos do feedback imediato e atrasado, num Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), durante um semestre letivo, com alunos do curso de Psicologia. Utilizando um desenho experimental de medidas repetidas, a presente pesquisa buscou investigar os efeitos do feedback adiado e imediato, disponibilizados em questionários online na plataforma Moodle, no desempenho de alunos cursando uma disciplina obrigatória do curso de Psicologia. Foram analisados o desempenho dos alunos em questionários online, o número de tentativas de resolução dos questionários e o desempenho em questionários aplicados em classe. A análise do desempenho nos questionários online e do número de tentativas de resolução não indicaram diferenças significativas entre o feedback adiado e o imediato. O desempenho nos questionários em classe, no entanto, apontou uma diferença significativa entre as duas situações de feedback. O desempenho dos alunos foi superior quando eles haviam recebido feedback imediato. Esses resultados, no entanto, devem ser avaliados com cautela, uma vez que ressalvas quanto ao número de participantes, efeitos de ordem, nível de aprendizagem, conhecimento prévio dos participantes e efeitos de história, precisam ser levadas em consideração. Apesar desses resultados, pesquisas futuras devem continuar buscando investigar os efeitos dos diferentes tempos de feedback em períodos mais prolongados, buscando estratégias para reparar as limitações desta pesquisa.Tese Acesso aberto (Open Access) Efeitos de instruções e de feedback sobre adesão ao tratamento em adolescentes com diabetes tipo 1(Universidade Federal do Pará, 2019-10-25) MOREIRA, Alana dos Anjos; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569; FERREIRA, Eleonora Arnaud Pereira; http://lattes.cnpq.br/6600933695027723; MALERBI, Fani Eta Korn; CARVALHO, Ana Emília Vita; SILVA, Lúcia Cristina Cavalcante da; FELÍCIO, Karem Miléo; http://lattes.cnpq.br/3830071371442519; http://lattes.cnpq.br/1981562999898097; http://lattes.cnpq.br/8741571562932895; http://lattes.cnpq.br/5289063715182942; https://orcid.org/0000-0002-0514-5597; https://orcid.org/0000-0002-2115-7897; https://orcid.org/0000-0002-0631-9077O diabetes mellitus Tipo 1 (DM1) é uma doença metabólica, diagnosticada principalmente na infância e adolescência, caracterizada pela perda da capacidade do pâncreas em produzir insulina, a qual produz um aumento da glicemia levando a complicações agudas e crônicas. O tratamento exige do paciente a emissão diária de um conjunto de comportamentos (como mensurar a glicemia, aplicar insulina, seguir um protocolo alimentar e praticar regularmente atividade física), os quais exigem alto custo de resposta do paciente, demandando o apoio da família e de procedimentos que promovam a adesão. Esta pesquisa foi realizada por meio de dois estudos. Estudo 1: Descritivo com delineamento transversal, investigou a relação entre apoio familiar, conhecimento acerca do diabetes e comportamentos de adesão ao tratamento. Treze adolescentes com DM1 responderam a um Roteiro de entrevista sobre a rotina do tratamento, ao Inventário de apoio familiar ao tratamento e à Escala de conhecimentos sobre diabetes DKN-A. Os testes estatísticos mostraram que houve correlação positiva entre o apoio familiar (p-valor 0,004), o conhecimento a respeito do diabetes (p-valor 0,013) e relatos sobre a emissão de comportamentos de adesão ao tratamento, independentemente do tempo de diagnóstico ou da idade dos participantes. Estudo 2: O objetivo deste estudo foi analisar os efeitos do uso exclusivo de instruções (apresentadas por meio de um tutorial de educação em diabetes via web) e os efeitos do uso combinado de instruções com feedback (a partir do uso do aplicativo Glic para smartphone) sobre o comportamento de adesão ao tratamento em adolescentes com DM1, tendo como condição controle (linha de base) a rotina de um ambulatório de endocrinologia. Participaram cinco adolescentes com DM1 atendidos em um hospital universitário (HU). Os dados foram coletados no HU e na residência do participante. Os instrumentos utilizados foram: Roteiro de Entrevista sobre a rotina de tratamento, Escala de Conhecimentos sobre Diabetes (DKN-A), Protocolo de análise de prontuário, Recordatório 24 horas, Tutorial de Educação em DM1, Aplicativo Glic e Protocolo para avaliação do Glic. Os participantes foram expostos individualmente ao delineamento: A (linha de base), seguido de B (instruções via tutorial), depois C (instrução e feedback via Glic), retornando para B e repetindo C, mais Follow-up. A coleta de dados consistiu em 33 encontros gravados em áudio e com intervalo médio de três dias. Os resultados mostraram que independentemente do tratamento em vigor, se instrução via Tutorial ou se instrução com feedback via aplicativo Glic, nenhum participante apresentou aumento significativo nos índices de adesão ao tratamento em todas as classes de comportamento-alvo analisadas neste estudo. Observou-se que, a depender do tratamento, os resultados mostraram benefícios ou mesmo prejuízos em alguns dos comportamentos alvo. Apesar de os participantes passarem longos períodos expostos a smartphones, verificou-se uma baixa adesão desta tecnologia como um auxiliar no tratamento do diabetes. Recomenda-se a capacitação dos profissionais de saúde para o uso de recursos multimídia e a investigação da relação entre habilidades sociais de enfrentamento e adesão ao tratamento em adolescentes com DM1.Tese Acesso aberto (Open Access) Intervenções em Segurança Comportamental no Contexto de Trabalho de Cicloentregadores e de Empregados Terceirizados(Universidade Federal do Pará, 2025-02-20) QUARESMA, Cezar Romeu de Almeida; RAMOS, Camila Carvalho; https://lattes.cnpq.br/4681656913940932; https://orcid.org/0000-0002-9801-9361; BARROS, Romariz da Silva; https://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; DELABRIDA, Zenith Nara Costa; HUZIWARA, Edson Massayuki; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; SILVA, Álvaro Júnior Melo e; https://lattes.cnpq.br/2343748428978209; https://lattes.cnpq.br/4671775690334406; https://lattes.cnpq.br/8107199720875369; https://lattes.cnpq.br/8960291779730857; https://orcid.org/0000-0003-1878-6040; https://orcid.org/0000-0003-4313-5821; https://orcid.org/0000-0002-3136-3707A preocupação com a segurança e saúde no trabalho tem motivado inúmeros estudos ao redor do mundo e favorecem o desenvolvimento de estratégias de segurança que possam diminuir os prejuízos econômicos e morbimortalidade entre os trabalhadores. A Behavior Based- Safety (BBS), uma subárea da Organizational Behavior Management (OBM), tem oferecido dados empíricos de delineamentos experimentais bem-sucedidos no contexto do trabalho. Apesar disso, a aplicação dessas estratégias no mercado informal e precarizado ainda é incipiente. Nesta pesquisa objetivou-se investigar os efeitos de intervenções sobre a frequência do uso do capacete de ciclismo, enquanto equipamento de proteção individual – EPI, em duas amostras de participantes: em cicloentregadores de comida plataformizados (Estudo 1) e em empregados terceirizados (Estudo 2) que utilizam a bicicleta para se deslocarem para o trabalho. O delineamento experimental consistiu na implementação de um procedimento de Linha de Base Múltipla que envolvia as etapas de acesso ao capacete e envio de vídeos e banners com feedback (Estudo 1) e a adição de uma terceira etapa com a apresentação contingente de acessórios adicionais de segurança e estética (Estudo 2). O efeito da aplicação de um pacote de intervenção (VI) sobre o uso do capacete (VD) foi avaliado em um delineamento de linha de base múltipla entre os participantes. Resultados mostram que a segurança do trabalhador nesses contextos laborais pode ser promovida pela exigência que as empresas forneçam o EPI, acompanhada por programas de estimulação do uso a serem implementadas presencialmente ou por meio das próprias plataformas digitais. Os dados mostram diferenças interindividuais entre os participantes quanto à efetividade de intervenção nos dois estudos e apontam para a necessidade de maiores estudos na área com mais participantes.
