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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O abastecimento da feira como uma ação representativa do trabalho coletivo
    (Universidade Federal do Pará, 2018) QUADROS, Keila de Paula Fernandes de; FERNANDES, Daniel dos Santos
    A feira é um espaço de troca e venda que envolve organização, contatos entre diferentes culturas, negociação e muita dinamicidade no seu cotidiano. A feira como um todo possibilita aos sujeitos um espaço no qual eles podem adquirir produtos de consumo diário, como frutas, carnes, frangos, legumes, dentre outros itens fundamentais para o subsídio da alimentação humana. É importante destacar que por se tratar de um ambiente de comercialização de mercadoria, oferece aos seus consumidores variadas e diversificadas opções, tanto de produtos quanto de preços, atendendo sempre à lógica de oferta e demanda e, por conseguinte, oportunizando as pessoas a consumirem conforme suas condições socioeconômicas[...]
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Comunicação banal e quotidiano em um mercado de Belém
    (Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação, 2022-12) CASTRO, Marina Ramos Neves de; CASTRO, Fábio Fonseca de
    Este artigo descreve uma pesquisa etnográfica realizada na feira do Guamá, em Belém (PA), durante os anos de 2011 a 2018. Objetivou-se compreender os processos comunicacionais e culturais presentes nas interações sociais desta feira, assim procurou-se descrever as tipificações que conformam a intersubjetividade dos sujeitos sociais que a frequentam. Nesse percurso, descreve-se e discute-se essas tipificações como a forma social de uma quotidianidade banal e procura-se pensar nessas tipificações por meio da noção heideggeriana de falatório (Gerede), entendida enquanto processo comunicacional-cultural afeito à banalidade da vida quotidiana.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Da estética da identificação comunicacional à dimensão sensível territorial da feira do Guamá, Belém - PA
    (Universidade Federal do Pará, 2021-11-22) XAVIER, Fábio Rodrigo de Moraes; CASTRO, Marina Ramos Neves de; http://lattes.cnpq.br/6636359546031674
    Nesta pesquisa nós temos como percepção a estética da identificação comunicacional à dimensão sensível territorial no cotidiano da feira do Guamá, localizada em Belém no Estado do Pará Amazônia brasileira. Nosso objetivo é entender o funcionamento da movimentação que ocorre entre os frequentadores naquele cotidiano, na maneira que se constitui a comunicação encontrada naquela localidade. Nós utilizamos como nossa metodologia visitas à feira dentro do processo etnográfico, isso proporciona entender a estética como o estar-junto com outro na arte generalizada que ocorre naquele local e a identificação entre as pessoas que ali se encontram e constroem ligações que constituem a sensibilidade da feira que produz o território entre aqueles indivíduos. Nós observamos que a diversidade da feira do Guamá oferece diferentes expressividades e é construída em eventos de ligações que permeia relações existentes entre aquelas pessoas. A nossa reflexão proporciona o entendimento sobre a existência daquela realidade que é impulsionada na vivência presente daquele movimento que a feira do Guamá evidência.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A dimensão estética na feira do Guamá, Belém-PA
    (Universidade de Brasília, 2017-12) CASTRO, Fábio Fonseca de; XAVIER, Fábio Rodrigo de Moraes; CASTRO, Marina Ramos Neves de
    O artigo objetiva refletir sobre a pragmática comunicativa existente na dimensão estética da feira do Guamá, localizada em Belém, capital do Pará, na Amazônia brasileira. O trabalho é resultado de investigação etnográfica desenvolvida em sete meses. A perspectiva etnográfica nos leva a considerar a percepção das práticas de interação comunicativa entre sujeitos, a disposição dos produtos vendidos,a expressividade de venda. Para reflexão da arte existencial do mundo da vida e da forma que se estrutura o quotidiano da feira. Verifica-sea sabedoria e o conhecimento quesãoproduzidos por pessoas presentes culturalmente, com significação, sensibilidadeà essência social estética.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Feira, forma, dom. Assimetrias da sociação numa feira de Belém
    (Universidad de Buenos Aires, 2016-08) CASTRO, Marina Ramos Neves de; CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo descreve os processos de socialidade presentes numa feira de Belém, capi tal do estado do Pará, na Amazônia brasileira, buscando refletir sobre práticas de reciprocidade e processos de assimetria ali presentes. O trabalho é resultado de uma investigação etnográfica de oito meses. A perspectiva etnográfica do artigo nos leva a uma exposição interpretativa da interação social e à sua descrição como dinâmica intersubjetiva. Observando as estratégias de troca e sociação entre feirantes, fregueses e os demais indivíduos presentes na feira, procura-se compreender a reciprocidade nos seus aspectos assimétricos e a própria feira enquanto forma social. Procuramos um diálogo com as reflexões de Georg Simmel e de Marcel Mauss percebendo que esses autores priorizam, em suas análises, a dinâmica relacional do fato social. Acompan hando as sociações dos sujeitos sociais presentes no espaço da feira –comerciantes, fregueses e outros agentes, dentre funcionários públicos e transeuntes– procuramos entrever a complexidade do processo intersubjetivo. É em função dessa dinâmica de intersubjetividade que refletimos sobre as formas da reciprocidade e do dom na vida quotidiana da feira.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Frequência e diversidade de enteroparasitos veiculados por hortaliças comercializadas na cidade de Belém-PA e sua relação com a sazonalidade climática
    (Universidade Federal do Pará, 2010) BORGES, Samuel da Luz; BATISTA, Evander de Jesus Oliveira; http://lattes.cnpq.br/2206444845201080
    Os enteroparasitas constituem-se em importante problema de saúde para a população humana no mundo inteiro. O consumo de hortaliças é uma das grandes vias de transmissão desses patógenos. Este trabalho buscou determinar a frequência e a diversidade de enteroparasitos veiculados por hortaliças comercializadas, na região metropolitana de Belém-PA, e sua relação com a sazonalidade climática da região. Foram usadas 252 amostras de três espécies de hortaliças, sendo 84 de alface (Lactuca sativa- variedade crespa), 84 de agrião (Nasturtium officinale) e 84 de coentro (Coriandrum sativum) adquiridas em feiras, hortas e em um supermercado, no período de dezembro de 2008 a novembro de 2009. Cada amostra foi lavada com 500 ml de PBS, permitindo a sedimentação espontânea e posterior centrifugação dos 30 ml finais do sedimento. O sedimento final foi analisado à microscopia óptica comum. Os níveis de contaminação das três espécies de hortaliças foram obtidos pelas médias mensais de estruturas enteroparasitárias identificadas em cada uma delas, e pelo número total de parasitos identificados, nas amostras de cada feira, horta e supermercado. Aos resultados obtidos, na análise microscópica das amostras, foi aplicado o Teste do Quiquadrado e o Teste Exato de Fisher, para determinar a existência ou não de diferenças estatisticamente significativas entre esses resultados. Foi usado o nível de significância ≤ 0,05. A análise microscópica revelou uma contaminação de 100% das amostras obtidas nas feiras, nas hortas e no supermercado incluídos na pesquisa, não havendo diferença estatística na frequência total de parasitos entre elas. O Strongyloides stercoralis foi o parasito mais prevalente, seguido pelo complexo Entamoeba histolytica/dispar e pelos ancilostomídeos, tanto nas amostras das hortas, quanto nas amostras das feiras e do supermercado. O agrião e a alface apresentaram maior índice de contaminação parasitária que o coentro. Foi caracterizada a influência sazonal sobre a intensidade de parasitos nas hortaliças pesquisadas, pois houve diferença estatística entre os resultados obtidos com uma prevalência maior de parasitos nas amostras de verão, em relação as amostras de inverno. Não houve diferença estatisticamente significativa entre as médias mensais de contaminação das hortaliças comercializadas nas feiras, nas hortas e no supermercado, indicando que, as condições de higiene sob as quais são comercializadas as hortaliças, apesar de importantes para manter suas características organolépticas, tem menor influência sobre os níveis de contaminação parasitária, que parece estar mais associada ao local e condições de cultivo desses vegetais. Esses dados permitem um bom grau de comparação para futuros trabalhos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Mametu Nangetu na mata
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05) RIBEIRO FILHO, Pedro Ivan Olaia; ALVES, Wellington Romario da Silva
    Comunidades tradicionais de matriz africana tem uma profunda relação com a natureza e seus elementos. A região de floresta no entorno da feira da CEASA é frequentada por povos das comunidades tradicionais tanto para busca de folhas, cascas e ervas que a mata dá quanto para oferenda e agradecimento aos seres e energias da mata. Mametu Nangetu é uma mulher de tradição que frequenta a CEASA desde quando era criança, e tem uma intimidade estreita com o espaço; além de colher o que a natureza nos presenteia, muitas vezes leva mudas para reflorestar algumas áreas já degradadas. Este vídeo é o registro etnográfico realizado durante o processo de pesquisa do projeto: “Feira Livre; -performa-te cidade: investigação performática, diálogos e outros sabores” contemplado pela Bolsa de Criação, Experimentação, Pesquisa e Divulgação Artística 2015 da Fundação Cultural do Pará. Este registro foi realizado em uma manhã do mês de outubro deste ano de 2015 na feira e mata da CEASA com a comunidade do Mansu Nangetu, onde pudemos acompanhar Mametu Nangetu compartilhando saberes da nossa tradição bantu. Katendê é o Senhor das florestas e das Jinsaba, as folhas sagradas. Mariô é a folha do dendezeiro e é utilizado nas entradas dos terreiros de candomblé. Utilizou-se para a captura das imagens uma máquina CANON G15.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    No emaranhado do Guamá: trajetos etnográficos numa feira de Belém
    (Universidade de São Paulo, 2017) CASTRO, Fábio Fonseca de
    O artigo procura fazer uma descrição fenomenológica da feira do Guamá, situada no bairro de mesmo nome, em Belém-PA. Dialogando com procedimentos etnocartográficos, parte-se de uma exposição compreensiva das espacialidades da feira. Deseja-se valorizar a dimensão endógena da experiência espacial dos sujeitos sociais observados. Empreender uma fenomenologia do lugar significa, em nossa compreensão, um duplo movimento: primeiramente, indagar como os indivíduos encontram o mundo na sua complexidade espacial e, em seguida, interpretar como esses encontros são usados para dar sentido ao mundo espacial. Percebe-se o espaço como uma dimensão vivenciada pelos indivíduos, e não como algo prefigurado por meio de representações. Dessa maneira, a feira que descrevemos corresponde a um espaço na sua dimensão intersubjetiva: não como algo pré-ontologicamente dado, mas sim como uma construção em curso de sentidos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A Pragmática comunicativa em uma feira de Belém
    (Universidade de São Paulo, 2017-08) XAVIER, Fábio Rodrigo de Moraes; CASTRO, Marina Ramos Neves de; CASTRO, Fábio Fonseca de
    Este artigo objetiva refletir sobre a pragmática comunicativa existente na feira do Guamá, localizada em Belém do Pará, na Amazônia brasileira. Nós procuramos observar, a par tir de uma aproximação etnográfica, a movimentação social e as práticas de interação comunicativa dos sujeitos ali presentes em relação às dinâmicas de ocupação do espaço e à disposição dos produtos ali vendidos. A investigação evidencia a estruturação orga nizacional em sua dinâmica intersubjetiva e, a partir dessa perspectiva, observamos o desenvolvimento da ideia de lugar e a identificação que as pessoas desenvolvem com a localidade dentro de processos estéticos. Para reflexão, neste artigo utilizamos textos do teórico Maffesoli em que trata de localidade e práticas sociais no cotidiano. Também uti lizamos a obra de Schutz quando interpretamos as práticas sociais através de tipificação nas estruturas sociais; assim como usamos a compreensão de forma social de Simmel.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Saberes, fazeres e sabores: o amanhecer da feira livre Bragantina
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05) ROSARIO, Samuel Antonio Silva do; ROSARIO, Jocenilda Pires de Sousa do
    Este vídeo apresenta o amanhecer na feira livre bragantina, mostrando as diversidades de saberes, fazeres e sabores que se encontram neste ambiente, em um dia do mês de março de 2017, a partir da lógica da feira livre. Utilizam-se no vídeo vários espaços da feira livre, no município de Bragança/Pará, entre eles, da farinha e seus derivados, de pescados e mariscos, de frutas e legumes, de produtos artesanais e medicinais oriundos das florestas e dos rios. Na captura das imagens, foi usada uma máquina Nikon Coolpix P520.
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